Jeane Alves

Jeane Alves
Vitória de G 1 com Equitana

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Zora Be Back confirma no quilômetro


Zora Be Back venceu seu primeiro grande prêmio


Disputadoontem em Cidade Jardim, o Grande Prêmio Independência (gr.III), em 1.000 metros na pista de grama, destinado a éguas de 3 e mais anos, foi vencido por Zora Be Back, 4 anos, filha de Put It Back e Pampa’s Halo (Lode), de criação do Haras Evany e propriedade de Frederico D. Cirino Nogueira.

Muito pronta de partida, Zora Be Back assumiu a dianteira logo após a largada, e a única preocupação de José Aparecido foi lançar a sua conduzida mais por dentro, para encostar na baliza mais interna. E com a referência da cerca, Zora Be Back correu mais ajuizada, sem as manhas de outrora, vencendo Vienna Purse por 2 corpos e ½.

Spacecraft (3 e ½) e Pera Manca (5 e ¼) ensaiaram as suas atropeladas, mas sem lograr êxito. Yataghan (6 e ¾) foi a quinta, com Ibiraiú fechando raia em sexto.

Treinada por Gilson Borba (merece mais oportunidades), Zora Be Back conquistou a sua 2ª vitória em 4 saídas produzidas no Jockey Club de São Paulo – lembrando que a sua campanha fora iniciada nas canchas retas. Tempo de 55.12, com finais de 22.42 e 11.62.

Kará de Birigui vence o GP Ipiranga em reta eletrizante

Kará de Birigui vence o GP Ipiranga (G1) em reta eletrizante

Com uma direção, vibrante, Francisco Leandro faz brilhar a estrela de Kara de Birigui, conquistando o GP Ipiranga (G1), primeira prova da Quadrupla Coroa de São Paulo, destinada a produtos de trÍs anos.

Levado a primeira colocação desde a partida, Kara de Birigui entrou a reta na frente, chegou a ser dominado por fora, mas, bravamente, voltou para a ponta, cruzando o disco com escassa vantagem sobre Gipsy Bullet, que deu carga por fora, e É do Iguassu, que atropelou junto ‡ cerca.

Reservado do Stud Birigui, Kara de Birigui chegou a sua terceira vitória, primeira clássica, em sete atuaÁões. Apresentado por W. Garcia o filho de Banking e Lovely Minister, por Mane Minister, assinalou 1m32s869 para os 1.600 metros, na pista de grama.

Desejo Infinito fatura a 2ª Prova da Tríplice Coroa feminina


Desejo Infinito fatura a 2ª Prova da Tríplice Coroa feminina

Contando com uma direção serena de Francisco Leandro e com o preparo caprichado de Olavo Jerônimo, Desejo Infinito levou o GP Henrique de Toledo Lara (G1), segunda prova da Tríplice Coroa de Éguas corrida sábado em Cidade Jardim.

Corrida pouco a frente do último pelotão, a vencedora engrenou forte pelo meio da pista, passando rapidamente para o primeiro posto, cruzando o disco com um corpo de meio de vantagem sobre a segunda colocada, In The Star, que teve uma atuação de destaque na carreira.

Filha de Nedawi e Felicidade-Bela, por Notation, a castanha, que recentemente deixou o perdedor em um páreo de claiming, chegou a sua terceira vitória, primeira clássica, em sete saídas. Desejado Infinito defende as cores de Silvio Cybulski e foi criada pelo Stud Eternamente Rio.

Grande Prêmio Paraná terá data exclusiva

Grande Prêmio Paraná terá data exclusiva

O Diretor Jurídico do Jockey Club do Paraná, Roberto Hasemann, entrou em contato com o Presidente do Jockey Club Brasileiro, Sr. Luiz Eduardo da Costa Carvalho, e com o Vice Presidente do Jockey Club de São Paulo, Sr. Ricardo Vidigal Monteiro de Barros para negociar a exclusividade de transmissão do Grande Prêmio Paraná 2011. Desta forma, ficou acordado que no dia 9 de outubro serão realizadas corridas apenas no Hipódromo do Tarumã. “Este acordo vem sendo mantido a cerca de cinco anos”, afirma Hasemann.

JCP

Prova Especial Independência é de Jade


Prova Especial Independência é de Jade


Em uma atropelada irresistível, Jade fatura a Prova Especial Independência, destinada a éguas de três anos e mais idade e corrida neste sábado na Gávea.

Corrida nas últimas colocações como de costume, a conduzida de Marcelo Almeida engrenou na hora exata, dominado a carreira nos últimos 100 metros, deixando Jerez (Stud Rio Dois Irmãos) na segunda posição, a três corpos.

Uganda Gipsy (Stud Marcella Graviana R de Oliveira) mostrou mais uma vez estar em forma e foi à terceira. Manalou (Stud Quintella) e americana Out Of Touch (Haras Anderson) fizeram o train da carreira e completaram, na ordem, o marcador.

Jade é filha de Gilded Time e Taste Of Chris, por Pleasant Variety, defende o Stud Estrela Energia e foi criada por Fazenda Mondesir. Treinada por Givanildo Duarte, a castanha chegou a sua terceira vitória em nove saídas e, hoje, assinalou 1m22s20 para os 1.400 metros, na grama.

Cavalo Branco

Cavalo Branco



NEGÓCIOS, A SALVAÇÃO DA LAVOURA!

* Semana, novamente, complicada começando pelas mortes no Cassino Royale, no México.

* E isso, que tem a haver com o turfe no Brasil? Apenas uma curiosa coincidência.

* Lá no México, os cavalos eram mecânicos e são os mesmos que o JCB cogita implantar.

* Anos atrás, esses cavalinhos caça-níqueis corriam tanto lá no Rio, como aqui no Tarumã.

* Há tempos “correm” em hipódromos sul-americanos e nos EUA. Enfim, em quase todo o mundo.

* A coincidência é que a exploração no México é da espanhola Codere, parceira da Gávea.

* Uma parceira que a imprensa tem dúvida quanto à legitimidade desses “amores cariocas”.

* E, também, a mesma Codere, tem interesse oficial em “namorar” com o nosso Jockey Club do Paraná.

* Bem, mas implantar “caça-níqueis, fardados de cavalos”, no Brasil ainda é proibido.

* Mas há anos essa pretensão é pleiteada, sem sucesso, junto ao Ministério da Agricultura.

* E um dos maiores padrinhos da jogatina mecânica é Jockey Club Brasileiro. Errado?

* Se errado ou certo o que importa - alega-se - é arrecadar dinheiro extra ao turfe.

* Dinheiro? Qual o Jockey Club que não precisa? Todos. Mas o problema é sempre a origem.

* Essa origem envolve justamente a questionada fornecedora, a Codere.

* Questionada diante das satisfações pouco convincentes do presidente carioca, o Lequinha.

* Opositores insistem em cobrar aquele duvidoso “perdão” do JCB a Codere.

* Um perdão explícito divulgado no próprio site da entidade carioca, que não colou.

* Para muitos pura inveja da platéia irada, pois o JCB é o único que tem dinheiro em caixa.

* Dinheiro que não vêm das corridas. Mas de renda extra turfe, como o carteado social etc.

* Então, nada melhor se ainda, no futuro, entrarem em cena, também, as maquininhas...

* Uma expectativa válida, pois o turfe desde sua fundação, jamais viveu de suas corridas.

* Comparado com os demais hipódromos, o Rio dá inveja: sobra dinheiro e cavalo.

* Na Gávea existem mais de 2.500 equinos à disposição das quatro reuniões semanais.

* Cidade Jardim e Cristal estão no limite e o Tarumã, com menos de 400 bucéfalos, faz milagre.

* E dinheiro aqui só tem graças às injeções mensais e avais do futuro Shopping.

* Mas o Shopping varreu literalmente as velhas cocheiras, sob promessa de novas.

* Foi uma negociação e tanto para os felizardos concessionários e corretores.

* Para o turfe, porém, a realidade é outra: homens mais ricos e um JCP cada vez mais pelado.

por Luis Renato Ribas

Gávea tem páreo de Joquetas no domingo


Halitheya Córdova



Neste domingo, O Jockey Club Brasileiro do Rio de Janeiro realiza neste domingo, 11 de setembro, o primeiro páreo só de joquetas da história do Hipódromo da Gávea. Ao todo, oito competidoras, entre elas Maylan Studart, a maior joqueta brasileira da atualidade, disputarão a corrida feminina.

Para incentivar o turfe entre o público feminino, no domingo, todos os páreos terão nomes de mulheres e o Jockey Club Brasileiro estará decorado de rosa. O páreo feminino será às 16h25. Os portões do Hipódromo da Gávea serão abertos à 13h e a entrada é franca.

Confira o nome das joquetas e dos cavalos que competirão no 6º páreo de domingo no quadro abaixo.

Cavalos
Joquetas

Ground Speed
Ad. Alves (SP)

Flaminghi
J. Gulart (SP)

New Limit
M. Beatriz (PR)

Oniclud
Marcelle Martins (aprendiz)

Olympic Leader
Jaq. Cabral (SP)

Dedavi
H. Cordova (SP)

Quadoulaki
B. Melo (PR)

Iceman
Maylan Studart




Na ocasião, o Jockey também fará uma doação de 8% do Movimento Geral de Apostas do 8º páreo do dia para a Fundação do Câncer, que destinará a quantia aos seus projetos de tratamento de câncer de mama.

No dia do primeiro páreo feminino da história do Jockey, o Top Fashion Bazar vai sortear um vale compras de mil reais para ser gasto unicamente no domingo no maior shopping itinerante de grifes do Brasil. A partir desta quarta feira (7), o cliente que comprar ingresso para o bazar, receberá um cupom para concorrer ao vale compras. O sorteio acontecerá logo após o 6º páreo, previsto para as 16h25. O ganhador só receberá o vale compras se estiver presente ao páreo de domingo.

Além do patrocínio do Top Fashion e da parceria com a Fundação do Câncer, o dia contará também com patrocínio da Portfólio Acessórios de Couro que ainda presenteará as joquetas com brindes. Venha e participe desta tarde imperdível!

Da redação

Tarumã, Relação dos Estreantes para o dia 09 de Setembro


Vidiz

1º PÁREO

TOP EMOTION: Fêmea Castanha, nascida em 22/09/2008, no MS, por Blade Prospector e Emoção Maior (Minstrel Glory/USA), criação do Haras Ponta Porã e propriedade do Stud Mandrake. Tr: M. Decki. Sua mãe obteve 5 vitórias em Cidade Jardim; 4ª Clássico Tiradentes - L; Prova Especial Fernando Ramos Lemgruber. 4º produto. Irmã materna de 2 produtos estreados: Quanta Emoção (1 vitória na Gávea); Savana Bela (3 vitórias - 2 Cidade Jardim e Tarumã; 4ª Prova Especial Ciro Frare). Campanha: Inédita.

JOINVILLE COUER: Fêmea Alazã, nascida em 22/10/2008, no PR, por Tiger Heart (USA) e Miss Dubai (Ghadeer/FR), criação da Coudelaria Baptista e propriedade do Stud Blue Velvet. Tr: M. F. Gusso. Sua mãe não correu. 3º produto. Irmã materna de 1 produto estreado. Campanha: Inédita.

CONQUISTA MÁXIMA: Fêmea Castanha, nascida em 11/08/2008, no PR, por Starve Runner e Uss Pensilvânia (Talloires/USA), criação do Haras Truc e propriedade do Stud São José dos Bastiões. Tr: E. Vieira. Sua mãe ganhou 1 corrida em Cidade Jardim; 5ª Prova Especial Olhada. 2º produto. Campanha: Inédita.

ESPERTA DO IGUASSÚ: Fêmea Castanha, nascida em 31/10/2008, no PR, por Fahim (ENG) e Lei Maior (Romarin), criação e propriedade do Haras Rio Iguassú. Tr: A. B. Pereira. Sua mãe não correu. 1º produto. Campanha: Inédita.


2º PÁREO

VIDEO STATION: Macho Castanho, nascido em 08/07/2008, no PR, por Amigoni (IRE) e Nagara (USA) (Crafty Prospector/USA), criação do Haras Santa Maria de Araras e propriedade do Haras SIB. Tr: C. P. Gusso. Sua mãe obteve 1 vitória na Gávea. 3º produto. Campanha: Inédito.


7º PÁREO

STORM GLORY: Fêmea Tordilha, nascida em 07/09/2007, no MS, por Uapybo e Hail Glory (Minstrel Glory/USA), criação do Haras Ponta Porã e propriedade do Stud Araré. Tr: M. V. Lanza. Sua mãe ganhou 5 corridas em Cidade Jardim; 1ª GP. Diana - G1; GP. Barão de Piracicaba - G1; GP. Pres. Antonio Teixeira de Assumpção Netto - G2; GP. Pres. Guilherme Ellis - G3; 2ª GP. João Cecílio Ferraz - G2. 2º produto. Irmã materna de 2 produtos estreados: Top Indy (1 vitória na Gávea). Campanha: 4 vitórias na Gávea; 1º Prova Especial Fernando Ramos Lemgruber. Última atuação relatada: (16º/18) em 06/08/2011 - 1400M/G para 1′:22″:6 a 10 e ¼ de corpos na Gávea na Prova Especial Oscar Pacheco Borges.


10º PÁREO

NEW SPECIALTY: Macho Castanho, nascido em 10/09/2008, em SP, por Choctaw Ridge (USA) e New Special Lady (Burooj/ENG), criação do Haras Interlagos Ltda. e propriedade do Stud Mandrake. Tr: M. Decki. Sua mãe obteve colocações na Gávea. 4º produto. Irmão materno de 3 produtos estreados: New Buck (6 vitórias - 5 em Cidade Jardim e Tarumã; 1º Prova Especial Quartier Latin; 4º GP. Presidente da ABCPCC - G3; Clás. Cândido Egydio de Souza Aranha - L). Campanha: Inédito.

11º PÁREO

VIDIZ: Macho Alazão, nascido em 28/09/2004, em SP, por Yagli (USA) e Rue Chambiges (Midnight Tiger/USA), criação do Haras Capricórnio e propriedade do Stud Turbina. Tr: E. Vieira. Sua mãe não correu. 7º produto. Irmão materno de 7 produtos estreados: Orenka (2 vitórias em Cidade Jardim); Poderosa Tiger (7 vitórias - 5 em Cidade Jardim e 3 na Gávea; 3ª Clássico Luiz Alves de Almeida - L); Quick As Tiger (3 vitórias em Cidade Jardim; 4º prova Especial Jayme Torres); Xis Men (2 vitórias em Cidade Jardim); Aégeon (1 vitória em Cidade Jardim). Campanha: 13 vitórias (10 em Cidade Jardim e 3 Lagoinha/GO) e 35 colocações (30 em Cidade Jardim 2 em São Vicente, 2 Lagoinha/GO, Gávea) em 65 apresentações (55 em Cidade Jardim, 7 em Lagoinha/GO, 2 em São Vicente, Gávea); 1º GP. Cidade de Goiânia; 2º GP. Estado de Goiás, Lagoinha; 4º GP. São Vicente, São Vicente. Última atuação relatada: (5º/5) em 17/07/2011 - 1400M/A para 1′:24″:4 a 15 e ¾ corpos em Cidade Jardim.

Joquetas terão seu páreo no próximo domingo

O Jockey Club Brasileiro irá realizar na próxima semana, mais precisamente no sexto páreo de domingo, dia 11 de setembro, uma prova com a participação de oito das principais joquetas brasileiras.

A carreira contará com o patrocínio do Top Fashion Bazar, que sorteará R$1.000,00 em vales compras. A partir de quarta-feira, o cliente que comprar o ingresso, receberá um cupom para colocar na urna que estará localizada na entrada do bazar. O sorteio acontecerá logo após o 6º páreo e a presença dos sorteados na hora da prova será fundamental, pois os vales só serão entregues mediante a presença dos mesmos, tendo até 5 minutos de tolerância.

Participarão do páreo as joquetas:

Mariane Cortes Beatriz (M. Beatriz) – 19 anos, gaúcha de Carazinho e hoje atuando no Jockey Club do Paraná, após ter entrado no turfe pela Escolinha de Aprendizes de Cidade Jardim.

Aderlândia Alves Ferreira (Ad. Alves) – 33 anos, cearense de Acopiara. A mais experiente do grupo e também a com o maior número de vitórias, cerca de 300.

Jacqueline Cabral da Silva (Jacqueline Cabral) – 19 anos, gaúcha de Carazinho e montando no Hipódromo de Cidade Jardim.

Halytheia Carolina de Oliveira Cordova (H. Cordova) – 21 anos, paulista de São Vicente, montando no Hipódromo de Cidade Jardim e casada com o jóquei Vagner Leal.

Barbara Melo (B. Melo) - 22 anos, gaúcha de Itaqui, radicada no turfe paranaense, começou participando de provas de obstáculo, mas quando se mudou para Curitiba e visitou o Jockey pela primeira vez, se apaixonou pelo esporte.

Josiane Gulart Gonçalves (J. Gulart), 26 anos, nascida em Carazinho, no Rio Grande do Sul, começou sua carreira no Hipódromo da Gávea, sendo a recordista de vitórias da Escolinha de Aprendizes antes de se transferir para o turfe paulista.

Maylan Studart – (M. Studart), 22 anos, nascida no Rio de Janeiro, começou sua carreira na Gávea, venceu dois torneios para joquetas, um no Cristal e outro em São Vicente. Transferiu-se para o turfe norte americano e monta nos Hipódromos de Belmont Park, Gulfstream Park, Aqueduct, Calder, entre outros.

Marcelle Marques Martins (Marcelle Martins), 17 anos, nascida no Rio de Janeiro, filha do ex-jóquei Carlos Alberto Martins. Aprendiz de 3ª e uma das revelações do turfe carioca.

JCB

Jockey Club Brasileiro e o Ibope



Que coisa, hein, Jacira?!

O IBOPE acaba de encerrar uma pesquisa no Jockey Club Brasileiro. Concluiu que a aprovação ao mandato do atual presidente, Luis Eduardo da Costa Carvalho é inexpressiva.

Tão inexpressiva que o percentual dos sócios que acham que o clube não melhorou nada ou piorou muito no atual mandato chega a 79% dos entrevistados


ANNA RAMALHO

Jaqueline Roriz escapa

Deputada mantém o mandato com "folga", mesmo após aparecer em vídeo recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM de Brasília. Foto: Valter Campanato/ABr
Sob vaias e aplausos no plenário da Câmara dos Deputados, Jaqueline Roriz (PMN-DF) escapou com “folga” da cassação na noite desta terça-feira 30. Foram 166 votos favoráveis a perda do mandato da deputada distrital, 265 contra e 20 abstenções.

Para a cassação, recomendada pelo Conselho de Ética, eram necessários ao menos 257 votos do total de 513 deputados, protegidos pelo sigilo da votação.

Em 2006, Roriz foi filmada recebendo dinheiro de Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal e delator do mensalão do DEM, escândalo que derrubou o então governador José Roberto Arruda. Pouco depois, ela admitiu que a quantia seria usada no caixa dois de campanha.

No entanto, a deputada alegou em sua defesa que o ato havia ocorrido antes de sua eleição e, portanto, não poderia ser cassada pelo mesmo.

No plenário, Jaqueline criticou a ação da mídia no caso e a decisão do Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, de apresentar um parecer pela abertura de uma ação penal contra ela sem ouví-la.

Jaqueline Roriz é filha do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, que em 2007 renunciou ao cargo de senador por suspeitas de irregularidades.

Redação Carta Capital

Mais uma vez Nozze Di Fígaro!


Mais uma vez Nozze Di Fígaro!

Demonstrando mais uma vez uma grande superioridade, Nozze Di Fígaro chegou,ontem(07/09) a seu quarto triunfo clássico, após sua vitória no GP Professor Nova Monteiro (G3), destinado a produtos de três anos e mais idade.

Acompanhando o ritmo acelerado na quarta colocação na primeira parte da prova, Nozze Di Fígaro começou a “sobrar” na companhia, partindo para briga nos últimos 1.400 metros de páreo. Henderson Fernandes, mostrando confiança em sua pilotada, fez questão e assumiu a dianteira da carreira, trazendo junto o competidor Stockholder. No meio da reta final, a pensionista de Eduardo Garcia começou a se desvencilhar, cruzando o disco com vários corpos de vantagem.

Em sua primeira atuação nos 2.100 metros, Stockholder (Haras São José da Serra) mostrou qualidade e formou a dupla. Tiro de Guerra (Stud TNT) chegou a estar em segundo, mas teve que se contentar com o terceiro posto. Talk Show (Stud Dona Lúcia) Idôneo (Haras São José dos Bastiões), este, bastante afastado, fecharam o placar.

Filha de First American e Italiana In Algeri, por Candy Stripes, Nozze Di Fígaro chegou a sua oitava vitória, quarta clássica, em 29 apresentação. A castanha é de criação e propriedade do Haras Tributo À Ópera e marcou 2m15s85, na pista de areia.

UMA VOLTA PELO PASSADO


Zirbo

No dia 07 de setembro de 1981, o castanho “PASSEUR” enfrentou outros treze participantes na disputa do GP Protetora do Turfe, e sob o comando de L.Fontoura sagrou-se campeão da competição. Criado pelo senhor Carlos Eugênio da Fontoura e de propriedade de Eloy Milton Frantz, o pupilo de Odilo Machado, deixou a cinco corpos o excelente Snow Scotch, este pilotado por A.Collares. Polyorin (R.Souza), Angriff (S.Rodrigues) e Artemus (W.Padilha) completaram o placar remunerado. Neste mesmo dia “ZIRBO” venceu uma prova na distância de 1200 metros em pista de grama, ele que sessenta e nove dias depois, viria a superar o craque Clackson e conquistar o GP Bento Gonçalves sob a condução do mestre M.Silveira.

Empresas do mensalão do DEM terão de devolver R$ 241 mi

A Justiça do Distrito Federal condenou seis empresas a devolver aos cofres públicos R$ 240,8 milhões por contratos firmados sem licitação no esquema que originou o mensalão do DEM, informa reportagem de Filipe Coutinho, publicada na Folha desta quinta-feira (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

A decisão, de 24 de agosto, é a primeira envolvendo valor como esse no caso de empresas suspeitas no escândalo que levou à prisão o ex-governador do DF José Roberto Arruda.

O suposto esquema, denunciado por um secretário do governo do DF, tratava-se de pagamento de propina de empresários a integrantes do governo.

Ficou célebre pelos vídeos que mostraram Arruda e outros envolvidos recebendo pacotes de dinheiro em seus gabinetes.

Na última terça-feira (6), o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse que há provas contra todos os envolvidos no caso. Ele disse ainda que não há uma data para oferecer denúncia.

No entanto, Gurgel disse esperar que antes da disputa eleitoral ao governo do DF, em 2014, o caso terá um desfecho no Ministério Público.

Leia a reportagem completa na edição desta quinta-feira da Folha, que já está nas bancas.

Esclarecimentos finais, por Eduardo Buffara

O sr. Milton Lodi, pessoa ilustre, de grande tradição e importância no turfe nacional, é merecedor de todo respeito, mas parece nutrir uma inexplicável raiva do turfe paranaense. Tal sentimento é um direito que possui, mas, como se verá, não cabe me acusar de estar invertendo e misturando os assuntos.

Indo diretamente ao ponto, repito o que sr. Milton Lodi escreveu “...a enorme distância técnica entre os dois clubes da primeira faixa e os dois da segunda facilita a questão. No Paraná e no Rio Grande do Sul os seus G.G.P.P. Paraná e Bento Gonçalves são disputados e vencidos por cavalos que na Gávea e/ou Cidade Jardim são de padrão “4 anos com duas ou três vitórias”, no máximo corredores de “pesos especiais...”

O texto é claro: menciona a distância técnica do turfe paranaense (e gaúcho) perante o paulista e o carioca, e a fragilidade dos campos dos GP Paraná (e Bento Gonçalves). Em minha “réplica”, como diz o sr. Milton, procurei demonstrar com números e nomes que a distancia técnica não é assim tão enorme, haja vista líderes nacionais em treinamento aqui, inclusive nas 2 últimas gerações como em inúmeras outras, e os extremamente freqüentes êxitos de cavalos oriundos das disputas do Tarumã em clássicos de Grupo 1 no eixo Rio-São Paulo.

Sempre no escopo do assunto, a seguir relacionei ganhadores (e perdedores) do GP Paraná, exemplificando que na história desta prova figuram dezenas de grandes corredores, inclusive ganhadores dos GGPP Brasil, São Paulo, Derbies Paulista e Carioca, Pellegrini, e de outras grandes provas de Grupo 1. Afirmar que o GP Paraná é “fraco” porque nele não participaram grandes campeões num determinado ano é analisar sessenta e oito disputas com a amostragem de apenas uma. E justamente quando o sr. Milton lança mão deste expediente ao focar no ano de 2010, incorre em erros: disputaram o GP Paraná ano passado 2010 Jeca (ganhador de Grupo, 2º no GP São Paulo, 3º no GP Brasil e que deve disputar o GP Paraná novamente este ano), Tatamovitch (ganhador de Grupo), Quanto Mais (ganhador de Grupo), Uno Campione (ganhador de Grupo, correu o GP São Paulo), Nozze di Fígaro (possivelmente o melhor animal de areia da Gávea, múltipla ganhadora clássica), Haraquiri (2º em G2, correu o GP Brasil), Brilhante Mineral (2º em G1), entre outros. Com efeito, e contrariando o sr. Lodi, o GP Paraná, pelo menos até onde se pode pesquisar no Stud Book Brasileiro, nunca em 68 anos foi vencido por um animal de “4 anos/2 vitórias” (que dirá um de “4 anos/1 vitória...).

Comparar o numero de ganhadores de G1 atuando no GP Paraná 2010 com os dos GPs Brasil e São Paulo para justificar um rebaixamento (que, aliás, a quem interessaria?) é um argumento ao mesmo tempo tendencioso (o Paraná só tem 1 prova de G1, contra 12 ou 15 de SP e Rio, e são apenas 2 provas de G1 de areia em todo o País, contra cerca de 20 na grama) e perigoso: que tal se amanhã o mundo resolve equalizar as provas de Grupo baseados no premio? Que seria dos “G1” brasileiros dotados de US$ 21.000?

Gostaria de esclarecer que eu não defendi o Paraná mencionando os animais somente aqui nascidos, como Much Better e Sandpit, que por sinal nem aparecem em meu artigo. Isto sim seria misturar os tópicos e fugir do assunto. Frisei os animais que aqui correram e correm, o que serviu exatamente para contestar a alegada “falta de qualidade técnica” que é o mote da discussão.

É chato reprisar, mas o sr. Milton não consegue explicar como é que corridas “de padrão sofrível” como as que ele entende que são disputadas no Tarumã revelam animais como Thignon Boy, Gorylla, Too Friendly, Roxinho, Jeca, Sorrentino, Una Beleza, Eyjur, Setembro Chove, Jeton de Luxo, Vacilação, Itaquere Power, Skypilot, Valiantness, Byzantium, Neleo, Crystal Day e outros – todos corridos no Tarumã e todos ganhadores de Grupo 1 no Rio e em São Paulo. Ou ainda: porque é que uma prova tão desqualificada como o GP Paraná-Grupo 1, teve 7 dos últimos 12 ganhadores exportados? Ei-los: Jaburu Vip, Mr. Nedawi, Tango Uno, Baccarat, Mr. Pleasantfar (ganhador de G2 nos USA), Jack Grandi e Innamorato.

O sr. Milton repentinamente introduz na discussão aspectos políticos, eleitoreiros, criacionais, administrativos e até insinua que o nosso turfe produz “notícias não confiáveis” (?). E depois sou eu que “inverto e misturo assuntos”?

Nesta última ocasião, o sr. Lodi ofende o Jockey Club e o turfe do Paraná chamando o Tarumã repetidas vezes de “Centro de Treinamento”. Centros de Treinamento não promovem corridas há quase 150 anos. Centros de Treinamento não exportam animais. Centros de Treinamento não captam apostas. Há no Jockey Club do Paraná muitos turfistas, criadores, proprietários e profissionais atuantes (e não apenas aqui, mas em São Paulo, Rio, Porto Alegre e no exterior). Todos nós também merecemos respeito.

No mesmo texto, o sr. Milton diz que o Paraná “não atravessa ótimo momento no setor criacional”. É lamentável, mas ele está mal informado. Timeo, Alta Vista, Jeca, In Chatillon, Conclusivo, Berlino di Tiger, É do Iguassú, Heathrow, Vale da Lua, Perichole, Anakin, Another Xhow, Boycott, Eakins, Relento, Boby di Job (estes 2 no Uruguai), Glória de Campeão... São todos frutos deste momento, que, salvo melhor juízo, observa-se estar longe de ser ruim.

Também é dito que agora o Paraná assiste a uma “substituição, em parte, de garanhões dependentes de drogas”. O que significará esta misteriosa sentença, igualmente fora do contexto inicial? Soa como mais um ataque enviesado à criação americana, que o sr. Lodi tambem abomina, mas que – e eis novamente aqui os fatos para contrariá-lo – revelou ao mundo maravilhas como Storm Cat (e seu filho Giant´s Causeway), Danzig (e seu filho Danehill), Sadlers Wells, Mr. Prospector, Secretariat, Mill Reef, Seattle Slew, ou, no nosso País, Wild Event, Roi Normand, Spend a Buck, Royal Academy, Tumble Lark, Earldom, Roy...

De toda forma, e sempre me atendo ao foco inicial, se a entidade máxima do nosso turfe, a ABCPCC, entendesse que o GP Paraná não era merecedor da graduação máxima, haveria de rebaixá-lo. Não seriam as razões do sr. Lodi e muito menos as minhas que manteriam ou não o “G1” da prova. E, democraticamente, se ela assim permanece, isto deveria dirimir todas as dúvidas.

Finalmente, e para não dizer que não falei de flores, surge do sr. Milton um dado muito positivo: se o estado do Paraná inteiro dispõe somente de metade das éguas que possui o município de Bagé, onde sabemos que se concentram os mais valiosos garanhões e éguas, e os mais abastados criadores brasileiros, e, em que pese tal (e, esta sim, enorme) distancia técnica os animais paranaenses seguem ganhando clássicos e liderando gerações em todo o Brasil e lá fora (2 dos 3 últimos brasileiros que venceram o Pellegrini e o único que venceu a Dubai World Cup são paranaenses), é sinal que nossa criação, assim como nosso turfe, são na verdade exatamente o oposto do que acredita o sr. Milton Lodi.

SIPHON



MACHO, CASTANHO, 2/11/1991

CAMPANHA

4(3) Apresentações (4 Cidade Jardim)
4(3) Vitórias (4 Cidade Jardim)

01 GRANDE PREMIO JULIANO MARTINS, G1, Cidade Jardim, 12/06/1994, 1500, GL
01 GRANDE PREMIO PRES. ANTONIO CORRÊA BARBOSA, G2, Cidade Jardim, 22/10/1994, 2200, AL
01 GRANDE PREMIO PRES. JOSÉ DE SOUZA QUEIROZ, G3, Cidade Jardim, 17/04/1994, 1400, AL
01 PREMIO GASTADORA 1985, Cidade Jardim, 02/04/1994, 1400, AL

In North America

At 4 Won Sport Page Handicap [G3] ($123,600, BEL)
At 4 2nd Ancient Title Breeders' Cup Hcp. [G3] ($99,150, SA)
At 5 Won Hollywood Gold Cup Handicap [G1] ($1,000,000, HOL)
At 5 Won Mervyn Leroy Handicap [G2] ($100,450, HOL)
At 5 Won Bay Meadows Express Handicap [L] ($55,000, BM) $100,000
At 5 Won Bates Motel Handicap [OR] ($42,850, SA) $70,850
At 5 2nd Palos Verdes Handicap [G3] ($215,000, SA)
At 5 3rd Pacific Classic S. [G1] ($1,000,000, DMR)
At 6 Won Santa Anita Handicap [G1] ($1,000,000, SA)
At 6 2nd Hollywood Gold Cup S. [G1] ($1,000,000, HOL)
At 6 2nd Pacific Classic S. [G1] ($1,000,000, DMR)
At 6 2nd Dubai World Cup (UAE)


PEDIGREE

SHANTUNG(FR), CAS, 1956
FELICIO (FR), CAS, 1965 ——+
| FIGHTING EDIE(GB), CAS, 1956
ITAJARA, CAS, 1983 ——+
| FALKLAND (GB), CAS, 1968
APPLE HONEY, CAS, 1975 ——+
IRISH SONG, ALA, 1964

SIDERAL(ARG), CAS, 1948
KUBLAI KHAN (ARG), ALA, 1968 ——+
| FANTASISTA (ARG), ALA, 1959
EBREA, ALA, 1979 ——+
| SVENGALI, CAS, 1953
RESELA, CAS, 1971 ——+
ERIDAN, ALA, 1961

Remates do "Protetora" começam às 12 horas

Remates do "Protetora" começam às 12 horas


Nesta quinta-feira, 8 de setembro, é dia de chegar cedo ao Jockey Club do Rio Grande do Sul. A partir das 12 horas no andar térreo do pavilhão social, teremos o início dos remates das quatro provas clássicas e, depois, no páreo a páreo, seguirão as apostas nesta modalidade, comandadas por Jarbas “Binha” Stamm e a equipe do CanchaReta.com.

Protesto contra corrupção no país reúne 25 mil pessoas em Brasília


Passeatas também ocorreram em outros estados; presidente da OAB nacional pede que povo repita movimento das Diretas-Já


Brasília - A Polícia Militar estima que cerca de 25 mil pessoas participaram ontem, em Brasília, de protestos contra a corrupção. Organizado por meio das redes sociais, o protesto ganhou adeptos ao longo da caminhada na Esplanada dos Ministérios. Na Praça dos Três Poderes, o grupo cantou o Hino Nacional e parte ficou no gramado principal do Congresso. A PM cercou os prédios da Câmara e do Senado. Alguns jogaram água nos policiais, mas não houve confronto.

Os manifestantes levaram faixas, cartazes e fizeram muito barulho, mas não puderam chegar perto da pista onde ocorria o desfile de Sete de Setembro com a presença da presidente Dilma Rousseff e de outras autoridades. Muitos usavam nariz de palhaço e camisetas pretas com dizeres contra a corrupção e a impunidade. Participaram do protesto pessoas de todas as idades, inclusive crianças.

Marcello Casal Jr/ABr

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Lavando ministério: corrupção e impunidade na mira dos manifestantes
O movimento teve apoio de entidades como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que cedeu o trio elétrico. Eles saíram da catedral em direção ao Congresso Nacional.

Entre os principais alvos do movimento estiveram a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF), que escapou recentemente da cassação, e os “mensaleiros” dos governos petista, tucano e do DEM no Distrito Federal.

O presidente da OAB, Ophir Cavalcante, fez um discurso de militante no protesto contra a corrupção, em Brasília. Ophir defendeu que os brasileiros se engajem em ações contra a corrupção e a impunidade.

“O povo tem que ir para a rua como foi nas Diretas-Já, no impea­­chment de [Fernando] Collor. Temos que ser protagonistas e não coadjuvantes. Ladrão tem que ir para cadeia”, afirmou o presidente da OAB.

Em São Paulo, a marcha reuniu um público bastante diversificado, com rostos pintados, apitos, nariz de palhaço e faixas. Segundo a Polícia Militar, cerca de 500 pessoas participaram da manifestação. Um novo ato está sendo planejado para o feriado de 12 de outubro.

A maioria era de jovens e estudantes, mas também apareceram para protestar pais com filhos, idosos e até moradores do interior paulista.

Durante a missa, o arcebispo de Aparecida, cardeal dom Ray­­­mundo Damasceno, fez um apelo para os governantes do país. “Vamos pedir que nossos governantes tomem suas decisões pensando na Justiça, no desenvolvimento do país, no bem de todo o povo e tenham sensibilidade para com os mais excluídos para que o país tenha melhores condições de vida”, disse.

Rei Saulo vence GP de Sã Gabriel


Deu REI SAULO no desafio em 450 metros nesta tarde no Jockey Club de São Gabriel, Rei Saulo é propriedade da parceria Salomão/Maria da cidade de Santiago, seu treinador é J. Fernandes e o piloto foi o experiente A.C. Silva (Tonho). em segundo chegou Elegante Elysa, em terceiro Marginal e em quarto Gavião

Saúde Equina, por Tony Gusso

ORQUITE

Orquite, um processo inflamatório que acomete os testículos, pode ter como causa um trauma direto como batidas, pancadas, coices ou mesmo processos infecciosos como exemplo a brucelose.

Esta inflamação pode acometer um ou os dois testículos e como sinal clínico o animal apresentará dor a palpação, aumento de temperatura local, perda da forma anatômica normal, dor ao caminhar e nos casos mais graves dificuldade em se levantar, bem como queda de performance e a presença de sangue na urina (hematúria).

Além da orquite, o epidídimo, que é uma estrutura que fica junto ao testículo e é responsável pela coleta e armazenamento dos espermatozoides, pode inflamar concomitantemente.

Devido a estes processos, a esterilidade pode ocorrer de forma temporária ou permanente bem como a queda da qualidade da produção espermática e a qualidade dos espermatozoides. Outra consequência é o processo autoimune com a formação de anticorpos anti espermatozoide. Por este motivo é grande a importância dos exames andrológicos após o tratamento.

Uma outra avaliação que deverá ser realizada é a presença ou não de edemas e sangue na bolsa escrotal ou mesmo a hidrocele, que é a presença de liquido entre o testículo e a túnica vaginal, uma estrutura que recobre o testículo.

O tratamento deverá ser realizado com duchas locais, anti inflamatório e nos casos onde o tratamento não obteve resultado ou a identificação da inflamação tenha sido realizada de forma tardia, a orquiectomia (castração) deverá ser indicada.

Consulte sempre seu médico veterinário.

Dr. Tony Gusso - tonygusso@terra.com.br
Médico Veterinário Especialista em Clínica e Cirurgia de Equinos

O DIA DO GRANDE PRÊMIO PROTETORA DO TURFE NO MOINHOS DE VENTO E NO CRISTAL

Periódicos da época indicam o ano de 1912 como da realização do primeiro páreo a receber a denominação de “Protectora do Turf”. Ocorre que, o Grande Prêmio Protetora do Turfe, da mesma forma que entrou para a história do Jockey Club do Rio Grande do Sul, com as características que conserva até os dias de hoje, só pode ser considerado oficialmente, a partir do ano de 1923, porque a prova que se realizava em anos anteriores, não tinha a hierarquia clássica necessária por ser denominada como um páreo estrelar.

As distâncias em que era corrido o Protectora nos primeiros anos flutuavam, na medida da falta de importância que determinava os estatutos da Protectora, desde os 2.100, 1.750, 1.700, 1.600, inclusive em 1.100 metros.

O primeiro animal a vencer a prova em 1912 foi a égua mestiça Opala, filha de Nicklauss e a ¾ de sangue Independência. Em 1919, o Calendário de Corridas da Associação Protectora do Turf, editado pela Livraria do Globo de Porto Alegre, registra o Grande Páreo Protetora do Turf, disputado no dia 7 de setembro, na distância de 1.750 metros, com dotação de 1:000$000 (Um conto de réis).

Venceu a égua PROTÉA, uma fêmea zaina de 4 anos, filha de Missel Thrusch e Sleeping Sickness, da Argentina, de propriedade do Stud Avenida e pilotada pelo jockey Corsino. O tempo empregado por Protéa foi de 115”3/5 para a distância, em pista de areia boa.

Em seu encerramento como páreo – que hoje seria uma prova pesos especiais - no ano de 1922, novamente uma égua foi a vencedora, White Pearl, filha do extraordinário sire Diamond Jubilee, em Whiskey Glass, da Argentina. Propriedade do turfman Oscar Campani, com preparo de Demétrio Rodrigues (Coudelaria Brasil), sob a monta do jockey Santos Rodrigues, White Pearl, registrou 104” 3/5 para os 1.600 metros, em pista de areia pesada.

Ainda em 1922; este ano consta em diversos registros e dado como oficial pelo Jockey Club do Rio Grande do Sul como “O primeiro Protetora”; foi instituído pela Protectora do Turf o Grande Páreo Centenário, com a finalidade de integrar as comemorações do centenário da Independência do Brasil no Estado.

Disputado no dia 7 de setembro, a prova com dotação de 10 contos de réis, em 2.400 metros, teve como vencedor o cavalo Precursor. Um argentino de 7 anos, filho de Sans Atout e Picara (Neápolis), de propriedade do Sr. Rodolpho Morejano, treinamento de Artur Fernando (Stud Nautilus), com a direção do jockey Santo Rodrigues. Precursor percorreu as 24 quadras em pista de areia regular no tempo de 159 1/5.

A segunda disputa do Protectora realizou-se em 1924 e foi marcada por um percalço que se tornaria constante na história da tradicional prova do turfe gaúcho: a incidência de fortes e prolongadas chuvas, fenômeno característico da climatologia do Estado nos primeiros dias de setembro, ainda no inverno.

O Protectora de 1924 teve que ser transferido por duas vezes, tamanha a intensidade das chuvas que provocaram o cancelamento das corridas por três semanas, vindo a se realizar no dia 21 de setembro, em 2.100 metros, em pista leve, e teve como vencedor o cavalo Pleno (Carlos XII e Artemis) do Uruguai, de propriedade da Sra. Zelinda G. Andrade.

O jornal Correio do Povo registrou uma dessas transferências: “Por causa do mau tempo de domingo sòmente hoje será levada a efeito a 29ª corrida, da qual faz parte a prova extraordinária com que a Associação Protectora do Turf comemorará o seu aniversário e o da Independência do Brasil. Êsse adiamento só serviu para aumentar o entusiasmo, que já era enorme, pela realização do magnífico programa, notadamente na parte principal, em que se vão defrontar os melhores animais de nosso turf. A reunião vai ser das mais brilhantes, devido não só ao seu motivo principal, como também por vários atrativos que a Protectora deliberou fizessem parte do programa da festa, com o louvável fim de torná-la mais atraente às exmas. Famílias, que certamente comparecerão em elevado número. Haverá danças nos intervalos das carreiras no pavilhão central, tocando uma excelente orquestra”.

Veio o domingo seguinte e o páreo teve der ser transferido novamente, o que levou o mesmo cronista do Correio do Povo concluir sua notícia com certa irritação:

“...o mau tempo não quiz”.

Entretanto, durante os anos de corridas no extinto Moinhos de Vento, somente duas transferências da data convencionada aconteceram. Naqueles tempos não se realizavam corridas com qualquer tempo na sede da Protectora do Turf.

Quando ocorriam precipitações e era possível realizar corridas, o público recebia aviso pelo hasteamento de uma bandeira vermelha, no alto do pavilhão central do hipódromo. O mesmo aviso era feito nos bondes que demandavam o bairro Moinhos de Vento e tinham seu ponto final nas proximidades do prado, colocando a sua frente uma pequena bandeira vermelha.

Contudo, o bom senso sempre prevaleceu nos dirigentes do turfe gaúcho, se o regime de não confirmar corridas com mau tempo, o Protetora teria sido transferido inúmeras vezes através dos anos no antigo pradinho. Em várias oportunidades a corrida foi disputada em baixo d’água ou com a pista completamente lamacenta, o que na época era considerado anormal, pois influía no seu resultado e, em outras, no dividendo do vencedor, que pagava elevada soma, porque se acreditava que não corresse no barro.

Na era Cristal iniciada em 1959, o Grande Prêmio Protetora do Turfe teve sua data de realização transferida no ano de 1961, em face da crise que envolveu a nação, consequente da renúncia do presidente Jânio Quadros.

Nas duas últimas décadas, ocorrem várias outras transferências, tanto pela retração da atividade no Estado, que passou a ter uma reunião semanal no Cristal, como, mais recentemente, pela introdução do Simulcasting com JCB e JCSP.

A data da disputa da prova - segunda em importância no calendário clássico do Jockey Club do Rio Grande do Sul e graduada como prova de Grupo III na escala internacional -, que foi consagrada no dia 7 de setembro, novamente foi transferida, este ano será no dia 8 de setembro, na quinta-feira das reuniões semanais, evidente que, com a tradicional chuva já prevista, afinal, ela também faz parte da tradição de um clássico...por enquanto, e se for somente por causa da chuva.

por Mário Rozano

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

JOCKEY CLUB DE CAMPOS - HIPÓDROMO CANAVIAIS.


JOCKEY CLUB DE CAMPOS - HIPÓDROMO CANAVIAIS.

Tarumã terá mesa redonda a partir desta sexta

Mesa-redonda estreia nesta Sexta-feira

Na próxima sexta-feira, dia 09 de Setembro, irá estrear a mesa-redonda sobre o turfe paranaense. Gerson Borges de Macedo é quem irá comandar o programa, acompanhado dos comentários de Edson Ruck. O entrevistado será o treinador Marcus Vinicius Lanza.

A mesa-redonda será transmitida na TV Jockey (Canal 137 da NET digital e 82 do analógico), das 15h10 às 15h40.

FARWELL


Grande Prêmio Brasil - Farel

MACHO, CASTANHO, 16/9/1956

CAMPANHA

Vitórias e Colocações clássicas anteriores a 1974
6 Vitórias (2 Gávea, 4 Cidade Jardim)

01 GRANDE PREMIO IPIRANGA, Cidade Jardim, 06/09/1959, 1609, AL
01 GRANDE PREMIO DERBY PAULISTA, Cidade Jardim, 01/11/1959, 2400, AL
01 GRANDE PREMIO CONSAGRAÇÃO, Cidade Jardim, 06/03/1960, 3000, GL
01 GRANDE PREMIO SÃO PAULO, Cidade Jardim, 01/05/1960, 2400, AL
01 GRANDE PREMIO BRASIL, Gávea, 07/08/1960, 3000, GP
01 GRANDE PREMIO JOCKEY CLUB BRASILEIRO, Gávea, 01/03/1960, 3000, GL

PEDIGREE

GAINSBOROUGH(GB), CAS, 1915
HYPERION(GB), ALA, 1930 ——+
| SELENE(GB), CAS, 1919
BURPHAM (GB), CAS, 1946 ——+
| CAERLEON(GB), CAS, 1927
TROUBLE(GB), CAS, 1939 ——+
DOUBLURE (FR), CAS, 1933

BOIS ROUSSEL(FR), CAS, 1935
WOOD NOTE (GB), CAS, 1942 ——+
| CRADLE SONG(GB), CAS, 1922
MARILU, PRE, 1949 ——+
| GOLD BRIDGE (FR), ALA, 1929
TOWER BRIDGE(GB), ALA, 1942 ——+
FIRENZE(GB), CAS, 1937

Maylan Studart



foto de Joe Labozzeta

A história do Turfe Gazeta do Povo 1940

Gávea, uma prova de Grupo II e um Listed no próximo conjunto de reuniões


Domingo marca o retorno de Cisne Branco

O Jockey Club Brasileiro organizou 39 páreos para o próximo conjunto de reuniões, e um deles, na programação de domingo, será corrido o GP Doutorn Frontin (Gr.II) - 1º Etapa da Copa de Ouro, e na reunião anterior, de sábado, o Clássico Sandpit (L.).

Domingo, dia 11 de setembro, será disputado o Grande Prêmio Doutor Frontin (Gr.II), em 2.400 metros, grama, reunindo oito produtos de 3 anos e mais idade. Irão alinhar na ordem do balizamento: Another Xhow (I.Correa 59-1), Fera do Nenem (M.Almeida 59-2), Cisne Branco(ARG) (M.Mazini 59-3), Sal Grosso (M.Cardoso 59-4), Tônemaí (J.Leme 59-5), Urcath (H.Fernandes 59-6), Tsuguharu Foujita (B.Reis 59-7) e Grapette Repete (D.Duarte 59-8).

No sábado, onze produtos de 3 anos disputarão o Clássico Sandpit (L.), em 2.000 metros, na grama. Pela ordem de balizamento: Valiant Prince (E.Ferreira Filho 53-1), Invictus (B.Reis 53-2), Naturalizado (C.G.Netto 54-3), Le Stresa (H.Fernandes 56-4), Nativo da Roseira (M.Almeida 56-5), Villeron (C.Lavor 56-6), Le Kinoplex (D.Duarte 56-7), Urso Polar (M.Cardoso 54-8), Energia Davos (I.Correa 56-9), Tavares Rico (R.Salgado 54-10) e Uirapuru (Não corre 54-11).

por Rodrigo Pereira

Xin Xu Lin - Ipiranga 2010

Giant

Gávea cometarios e indicações para hoje , 07/09/11

1º Páreo – Ausone ficou muito afastado na carreira de seu reaparecimento e descontava bastante nos metros finais. Hoje, mais aguerrido e contando com boa descarga, pode correr um pouco mais próximo e abrir a reunião. Signal Love, ligeiro e bem balizado, fica com a dupla. A seguir, Vital Class.

2º Páreo – Invicto, vindo de boas atuações e melhor balizado dessa vez, pode marcar ponto para o Haras Iposeiras. Easy Away está de volta à sua turma e merece cuidado. Super Legal e Quiro Boy, a seguir.

3º Páreo - Vantaggio, estreante de boa raça e bem balizado, pode levar a melhor por aqui. Sócio Oculto é o que traz melhor campanha dos já corridos e surge como rival. Aqui Tem e os estreantes Pieces Me Ov e Obedient Cathy merecem atenção no cânter e na pedra.

4º Páreo – Nice Cathy, mesmo sem atuar há pouco mais de 2 meses, pode superar seus problemas locomotores e levar a melhor de ponta a ponta. Chiquement, que deve ter ritmo de carreira favorável para engrenar sua atropelada, fica com a dupla. Pegadora, com a opção de encostar aos poucos, também ameaça.

5º Páreo – Levando grande vantagem na escala de peso, Alforriado pode levar a melhor na carreira. Um Foguete, animal de categoria, mesmo dando vantagem de peso aos seus rivais, ameaça. Saboroso, a seguir.

8º Páreo – Vuole Soldi ficou afastado na estréia, fez manhas durante o percurso e ainda perdeu carreira incrível, pode vencer dessa vez, mais aguerrido. Sua companheira de cocheira Verginale vai aliviada no peso e surge como grande rival, podendo pintar a dobrada. Top Mister, a seguir.

9º Páreo – Confirmando sua estréia na Gávea quando não fez curva e ainda formou a dupla, Dá-lhe Austrália é a força da prova. Jasmim Red fica com a formação da dupla. Embattle, a seguir.

10º Páreo – Em prova de campo numeroso, Rio Brilhante, largando por dentro, leva nosso voto. Ray Famous e Alan Black Tie surgem como bons nomes para formação da dupla. Dos demais, Ilmo Senhor e Fletaço.

Indicações:

1º Páreo - Ausone (5) – Signal Love (1) – Vital Class (3)
2º Páreo - Invicto (2) – Easy Away (3) – Quiro Boy (6)
3º Páreo - Vantaggio (1) – Sócio Oculto (7) – Obedient Cathy (3)
4º Páreo - Nice Cathy (3) – Chiquement (4) – Pegadora (6)
5º Páreo - Alforriado (3) – Um Foguete (4) – Saboroso (1)
6º Páreo - Out Of Touch (3) – Jerez (1) – Valsinha (2)
7º Páreo - Nozze Di Figaro (2) – Stockholder (7) – Idoneo (6)
8º Páreo - Vuole Soldi (1) – Verginale (6) – Top Mister (5)
9º Páreo - Dá-lhe Austrália (8) – Jasmim Red (2) – Embattle (5)
10º Páreo - Rio Brilhante (1) – Alan Black Tie (12) – Ray Famous (11)

por Thiago Fernandes

Taleban é o cavalo do páreo, por Cosme Morgado


Treinador já consagrado, Cosme Morgado Neto apresenta três de seus melhores animais nas principais carreiras dos Hipódromos da Gávea e de Cidade Jardim, nesta quarta-feira, feriado de 7 de setembro.

Em São Paulo, o treinador é o responsável por Taleban (Carlos dos Santos), que encara a primeira prova da Quádrupla Coroa de São Paulo, Grande Prêmio Ipiranga (G1):

“Na última correu um pouco abaixo do que a gente esperava. Conversei com o Marcelinho (M. Almeida) e ele concordou comigo que o percurso não foi dos melhores. Ele já possui uma ótima atuação em São Paulo, quando foi segundo no GP Juliano Martins (G1). Dessa vez demos sorte na baliza, o que não vinha acontecendo, o páreo está cheio, mas, sem duvida, é o cavalo do páreo.” Comentou Cosminho, bastante confiante.

Já na Gávea, Cosme Morgado Neto possui duas boas inscrições na principal carreira, Grande Prêmio Professor Nova Monteiro (G3): Talk Show (Stud Dona Lúcia) e Stockholder (Haras São José da Serra).

Sobre Talk Show, vencedor da Prova Especial Helíaco, o Cosme Morgado disse:

“Acredito em uma ótima apresentação. No Delegações ele correu um pouco apurado e também foi sua primeira atuação nos 2.100 metros. Agora ele está adaptado no percurso, é um execelente cavalo e vai correr com muita possibilidade de vitória.”

Stockholder, com três triunfos em sete saídas, experimenta a distância, mas também conta com a fé do treinador:

“Ele corre a primeira vez nesse tipo de prova, mas já mostrou em trabalhos que se adaptou bem à distância, realizando dois ótimos exercícios. Outro fator positivo é o Lavor poder montá-lo, já que é um cavalo pesado, difícil de ser corrido, então a combinação deve ser perfeita.” Completou.



Por Celson Afonso –

Cidade Jardim comentários e indicações por Ivan Jeronimo


É do Iguassu

1º Páreo: Em páreo muito vazio, dois animais dominam amplamente o campo da prova , onde o fator "train de corrida" irá decidir. Quick Think, sendo pouco mais "espontâneo" que Terra Brasilis, pode vencer de ponta a ponta,. Porém qualquem "nó descruzado" do nosso escolhido mudará o panorama do páreo. Ítalo depois.

2º Páreo: Novamente em páreo muito a jeito, Mia Roma dificilmente sairá derrotada deste "combate". É Furia, corrida na expectativa, é confirmadora e vai aparecer no final. Una Vez Más é a "tertius".

3º Páreo: Já merecendo a vitória há algum tempo e muito beneficiada na escala de peso, Thunder Eyes é o principal nome nesta prova. Caindo para o claiming, Atenti é nome que assusta. Talo e Gozador, este, tendo boa largada, não devem ser abandonados.

4º Páreo é o Grande Premio Independência, Grupo III, no quilometro gramado do prado paulista. No campo da prova, 6 éguas tentam a sorte e a fama de velocista. Entre elas, Vienna Purse (Public Purse), criada no Haras Anderson e de propriedade do sr. Jamil Name, é a mais cotada para vencer pois é a mais leve do páreo e finalizou muito perto da ganhadora em sua última corrida. A grande inimiga da nossa indicada é Zora Be Back (Put It Black), de criação do Haras Evany e pertencente ao sr. Frederico D. Cirino Nogueira, uma égua fora de série que é considerada uma das melhores velocistas do Brasil e , só não deslanchou carreira antes por baldas vinda das retas. Pera Manca (Grand Slam) caso as citadas fracassem tem chance de "ferro".

5º Páreo é o Grande Premio Henrique de Toledo Lara, Grupo I, é a segunda prova da tríplice coroa de éguas e conta com o favoritismo de Alta Vista (Amigoni), criada no Haras Cifra e propriedade do Stud Galope, líder da sua geração e da atual estatística de animais. Esta égua possui condições para ser a mais nova tríplice coroada. In The Stars (Romarin), de criação e propriedade da Beverly Hills Stud, escoltou nossa indicada em sua última atuação e tem tudo para formar a dupla. Old Tune (Wild Event) na condução de Nelito Cunha pode fazer boa corrida e chegar brigando pela formação da dupla

6º Páreo é o Grande Premio Ipiranga, Grupo I, onde 15 animais tentam a sorte na raia paulista. Veraneio (Signal Tap), criado no Haras Santa Maria de Araras e de propriedade do Stud Power Five, ganhou a última mais não levou por ter acusado medicação proibida em seu organismo. Dessa vez tem tudo a seu favor e merece nosso voto pois mesmo "medicado" atropelou bonito nos metros finais. Que Fenomeno (Northen Afleet), criado no Haras Old Friends Ltda. e pertencente ao Stud Farda Amiga, é o adversário a ser temido pelo nosso indicado pois vem de correr prova forte de grupo ganhando com vigor. É Do Iguassu (Romarin), correu mesma prova que o citado anteriormente e sob a estrela de Angelo Marcio Souza pode faturar mais um Grande Premio para o Haras Rio Iguassu.

7º Páreo: Animal que não tem muita "simpatia" pela vitória, porem é muito confirmador, o detentor de 11 segundos lugares em 20 apresentações Jáca Quente pode desencabular nesta tarde de independência. Reinento do Nijú anda "retosando" e pode seguir sua sequência de vitórias. Revisor e Votan do Faxina são perigosos.

8º Páreo: Fazendo "debut" que credencia a repetir sem muitas dificuldades, Pippa é o melhor nome para os concursos nesta tarde. Muita Luz, se tiver bom rendimento na relva como tem na areia, pode formar a dupla. Rainha da Pérsia e Xarim na sequência.

9º Páreo: Algo encabulada nesta enturmação, Lambança pode, enfim, abandonar a turma de perdedoras. Contudo, a conduzida de Aderlândia Alves terá que "rebolar" para vencer Águas de Março, que vem falada aos "quatro cantos". Utmost Quality, qualquer hora, estoura com pule alta. I Got a Feeling e Quinta Sem Lei, depois.

10º Páreo: Em páreo muito equilibrado o "enfumaçado" estreante Gattopardo, não estranhando as "luzes artificiais", será a "bola da vez" por aqui. Em caso de falha de nosso indicado, Wyatt Earp, que na última teve percurso contrário, leva a melhor. Priority One, Fulbright e Zaratrusta para as "quadras".

Indicações:

1° Páreo: Quick Think (2) – Terra Brasilis (3) – Italo (1)
2° Páreo: Mia Roma (4) – É Furia (6) – Uma Vez Más (3)
3° Páreo: Thunder Eyes (4) – Atenti (6) – Talo (7)
4° Páreo: Vienna Purse (3) – Zora Be Back (6) – Pera Manca (5)
5° Páreo: Alta Vista (4) – In The Stars (6) – Old Tune (2)
6° Páreo: Veraneio (13) – Que Espetáculo/Que Fenomeno (8) – É Do Iguassu (2)
7° Páreo: Jaca Quente (8) – Reinento do Niju (4) – Revisor (7)
8° Páreo: Pippa (1) – Muita Luz (6) – Rainha da Persia (4)
9° Páreo: Lambança (4) – Águas de Março (13) – Utmost Quality (6)
10° Páreo: Gattopardo (9) – Wyatt Earp (3) – Fulbright (2)

por Ivan Jeronimo

Nos bastidores da Gávea

Faleceu no último domingo, o treinador Almiro Paim. Uma das lendas do turfe. Deixará saudades a todos nós turfistas. Ele tinha uma adoração em ensinar os garotos da escolinha, e a contar suas histórias para nós na raia. Eu perdi um amigo, que me deu muitos conselhos de como deveria trabalhar e lidar com as coisas do Jockey. Que Deus esteja com ele. Tibetian ganhou, e com certeza ele vibrou muito. Ao seu filho Victor Paim, meu pêsames. Sei o que é perder o pai. Mas enfim, temos algo em comum. Nossos pais nos deixaram uma herança maravilhosa que é o turfe.

O caso Sereia enfim chegou ao fim. Embora muitos pensavam absurdos por aí a fora, foi comprovado que não houve má fé. Bola para frente D.Vieira, continue sua luta.

Carlos "Leguissamo" Lavor, ganhou lindas corridas neste fim de semana. Levando mais duas taças para a sua coleção. Será que tem lugar na prateleira? Olympic Berlim e Conclusivo, ambos do Regina, e treinamento de Roberto Solanês. Parabéns ao agente Cesar que assina as montarias de seu piloto.

El Macareno do Haras Fazenda Harmonia, ganhou linda carreira. Animal comprado sendo ainda perdedor no leilão de treinamento, ganhou sua segunda corrida. Ótima condução de CG.Netto e preparo nota 10 de seu pai D.Netto.

Notícia boa: na segunda semana tem pracinha para as crianças. Tomara que continue assim.

Quem vencerá o páreo de joquetas? Façam suas apostas. Estarei torcendo por Marcelle Martins e Maylan Studart.

a égua Olhoscordemel com bela campanha no Cristal, já encontra-se alojada na cocheira de D.Minetto, no CT Paraíso.

O cavalo Guardiola está em Maroñas, onde será reprodutor. Ainda pertence ao turfman Paulo Brown Meira.

O cavalo Xerife, agora pertence ao Sr. Chico Anysio. E seguirá campanha aos cuidados de M.Ferreira. Segundo Marquinhos, Chico Anysio voltará a frequentar a Gávea, indo inclusive aos matinais, pois encontra-se melhor de saúde. Como diria um turfista, volta de cura tinindo.

A égua Equitana ganhadora da milha do GP São Paulo, está de malas prontas para ir para os EUA. Mais precisamente para a Califórnia. Onde terá o preparo de AC.Ávila, o famoso Pirata.

O potro Not to Tell You desfalcará as provas clássicas, pois morreu de cólica. Esse potro tinha um belo futuro pela frente, mas infelizmente por uma fatalidade do destino, deixará saudades aos titulares do Stud Vale das Videiras do Rio.

Até o presente momento, faltam 3 vitórias para as mil de Marcos Mazini. A contagem regressiva será dada no próximo fim de semana. A partir da próxima semana terá novo agente de montarias. Esse escriba trabalhará com ele e com a aprendiz Marcelle Martins.

Ótimo trabalho do punga Airton Araújo. Uma das novas contratações. Ele que inclusive já trabalhou em São Paulo, tem apresentado um ótimo trabalho. Inclusive, mostrando eficácia nos matinais.

O cavalo Mucho Gusto da Coudelaria Barcelona, está mudando de cocheira. Irá para Dulcino Guignoni no CT Haras Mondesir.

O treinador gaúcho e ex jóquei Clóvis Dutra esteve na Gávea neste fim de semana. Fazendo questão de rever os amigos proprietários. Está tinindo na ponta dos cascos.

O jóquei TJ.Pereira montará nessa quinta feira no Cristal. E será, sem dúvidas, uma atração a parte. Montará para os amigos Alexandre Decamillis, Luiz Fernando Gusmão entre outros. Segundo informações, montará o GP Ipiranga em SP, Que Fenômeno, treinador por Eduardo Garcia.

por Leandro Mancuso

Tarde de gala em Cidade Jardim


Zora Be Back

Comemorando o feriado nacional de 07 de Setembro o Jockey Club de São Paulo preparou uma reunião com ótimos páreos e muitos atrativos para o público turfista. As corridas marcadas para iniciarem as 14h30 e terminarem as 19h40 contam com 3 grandes prêmios na tarde.

O primeiro a ser disputado é o Grande Premio Independência, Grupo III, no quilometro gramado do prado paulista. No campo da prova, 6 éguas tentam a sorte e a fama de velocista. Entre elas, Vienna Purse (Public Purse), criada no Haras Anderson e de propriedade do sr. Jamil Name, é a mais cotada para vencer pois é a mais leve do páreo e finalizou muito perto da ganhadora em sua última corrida. A grande inimiga da nossa indicada é Zora Be Back (Put It Black), de criação do Haras Evany e pertencente ao sr. Frederico D. Cirino Nogueira, uma égua fora de série que é considerada uma das melhores velocistas do Brasil e , só não deslanchou carreira antes por baldas vinda das retas. Pera Manca (Grand Slam) caso as citadas fracassem tem chance de "ferro".

A seguir o Grande Premio Henrique de Toledo Lara, Grupo I, é a segunda prova da tríplice coroa de éguas e conta com o favoritismo de Alta Vista (Amigoni), criada no Haras Cifra e propriedade do Stud Galope, líder da sua geração e da atual estatística de animais. Esta égua possui condições para ser a mais nova tríplice coroada. In The Stars (Romarin), de criação e propriedade da Beverly Hills Stud, escoltou nossa indicada em sua última atuação e tem tudo para formar a dupla. Old Tune (Wild Event) na condução de Nelito Cunha pode fazer boa corrida e chegar brigando pela formação da dupla.

Logo em seguida é a vez dos potros de 3 anos se enfrentarem nos 1600 metros da pista de grama na 1ª prova da quádrupla coroa de São Paulo. Trata-se do Grande Premio Ipiranga, Grupo I, onde 15 animais tentam a sorte na raia paulista. Veraneio (Signal Tap), criado no Haras Santa Maria de Araras e de propriedade do Stud Power Five, ganhou a última mais não levou por ter acusado medicação proibida em seu organismo. Dessa vez tem tudo a seu favor e merece nosso voto pois mesmo "medicado" atropelou bonito nos metros finais. Que Fenomeno (Northen Afleet), criado no Haras Old Friends Ltda. e pertencente ao Stud Farda Amiga, é o adversário a ser temido pelo nosso indicado pois vem de correr prova forte de grupo ganhando com vigor. É Do Iguassu (Romarin), correu mesma prova que o citado anteriormente e sob a estrela de Angelo Marcio Souza pode faturar mais um Grande Premio para o Haras Rio Iguassu.

Cidade Jardim é dia de muita festa


Alta Vista

Três Grandes Prêmios e Betting 5 com R$ 220.000,00, os destaques de hoje,07/09/11, em Cidade Jardim

O Grande Prêmio Henrique de Toledo Lara (gr.I) - 2ª etapa da tríplice coroa de potrancas - em 1.800 metros,o Grande Prêmio Ipiranga (gr.I) - 1ª etapa da quádrupla coroa de potros - em 1.600 metros e o G.P.Independência (gr.III), em 1.000 metros, todas em pista de grama, são as grandes atrações do maravilhoso festival de 10 páreos que será disputado hoje em Cidade Jardim a partir das 14h30.

O Betting 5, com R$ 220.000,00 de bonificação, é mais um grande atrativo para o público que certamente irá comparecer ao Hipódromo Paulistano em grande número.

O simulcasting com a Gávea, com início às 13h345,também conta com 10 páreos.

A TV Jockey transmitirá todas as emoções pelas antenas parabólicas digitais e pelo site www.jockeysp.com.br, com narrações em Cidade Jardim de Roberto Casella e informações

JCB promove páreo de joquetas e faz doação para Fundação do Câncer


Josiane Gulart


Neste domingo, O Jockey Club Brasileiro do Rio de Janeiro realiza neste domingo, 11 de setembro, o primeiro páreo só de joquetas da história do Hipódromo da Gávea. Ao todo, oito competidoras, entre elas Maylan Studart, a maior joqueta brasileira da atualidade, disputarão a corrida feminina.

Para incentivar o turfe entre o público feminino, no domingo, todos os páreos terão nomes de mulheres e o Jockey Club Brasileiro estará decorado de rosa. O páreo feminino será às 16h25. Os portões do Hipódromo da Gávea serão abertos à 13h e a entrada é franca.

Confira o nome das joquetas e dos cavalos que competirão no 6º páreo de domingo no quadro abaixo.

Cavalos
Joquetas

Ground Speed
Ad. Alves (SP)

Flaminghi
J. Gulart (SP)

New Limit
M. Beatriz (PR)

Oniclud
Marcelle Martins (aprendiz)

Olympic Leader
Jaq. Cabral (SP)

Dedavi
H. Cordova (SP)

Quadoulaki
B. Melo (PR)

Iceman
Maylan Studart




Na ocasião, o Jockey também fará uma doação de 8% do Movimento Geral de Apostas do 8º páreo do dia para a Fundação do Câncer, que destinará a quantia aos seus projetos de tratamento de câncer de mama.

No dia do primeiro páreo feminino da história do Jockey, o Top Fashion Bazar vai sortear um vale compras de mil reais para ser gasto unicamente no domingo no maior shopping itinerante de grifes do Brasil. A partir desta quarta feira (7), o cliente que comprar ingresso para o bazar, receberá um cupom para concorrer ao vale compras. O sorteio acontecerá logo após o 6º páreo, previsto para as 16h25. O ganhador só receberá o vale compras se estiver presente ao páreo de domingo.

Além do patrocínio do Top Fashion e da parceria com a Fundação do Câncer, o dia contará também com patrocínio da Portfólio Acessórios de Couro que ainda presenteará as joquetas com brindes. Venha e participe desta tarde imperdível!

Da redação

Cancha Reta, Provas para Setembro

Jaguari
O Jockey Club de Jaguari realiza nos dia 10, 11 e 12 de Setembro GP para produtos PSI geração 2008.

SÃO JERÔNIMO
Está confirmado o V GP SÃO JERÔNIMO para os dias 23, 24, 25 e 26 de Setembro. .

JOCKEY CLUB de SÃO BORJA
O Jockey Club de São Borja promove nos dias 17, 18 e 19 de Setembro GP para animais PSI geração 2008. .

ITAPOÁ
O Jockey Club de Itapoá-PR realiza nos dias 23, 24 e 25 de Setembro o II GP DE TURFE PORTO ITAPOÁ.

fonte Cancha Reta

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Esclarecimentos, por Milton Lodi

Esclarecimentos, por Milton Lodi - [05/09/2011]


A técnica de inverter e misturar assuntos são uma habitual forma utilizada por aqueles que não têm razão.

Um turfista paranaense publicou no Raia Leve e no Jornal do Turfe, um extenso trabalho criticando um artigo meu. O detalhe principal era a fraqueza habitual do campo do G.P. Paraná, que imerecidamente figura como Gr. 1. Basicamente era esse o mote, ponto principal.

Mas surgiu a réplica, misturando a boa qualidade dos potros nascidos e criados no Paraná, mais os bons resultados dos animais treinados no Tarumã como Centro de Treinamento para corredores de Cidade Jardim e Gávea, etc.

Essa mistura e inversão de detalhes diferentes procura tirar o enfoque de que as corridas realizadas no Tarumã, e em especial no G.P. Paraná, são de padrão muito fraco. Só como mero e simples exemplo, veja-se o que aconteceu no ano de 2010. No G.P. Brasil, justificadamente de Gr.1, foram inscritos 12 corredores, sendo 5 ganhadores de Gr.1 e 3 de Gr.2. No G.P. São Paulo, também justificadamente de Gr.1, foram inscritos 19, sendo 3 ganhadores de Gr.1, 3 de Gr.2, 3 de Gr.3 e 1 de listada. No G.P. Paraná do mesmo ano, prova dita de Gr.1, mas na verdade apenas uma listada, foram inscritos 13, com só 2 ganhadores de provas listadas. Esse é que é o enfoque, não adianta querer misturar e inventar. Assim, corridas fora do Tarumã não vem ao caso para falar da criação paranaense. Não há que se perder tempo, basta lembrar de SANDPIT e MUCH BETTER.

O turfe paranaense não atravessa ótimo momento no setor criacional, qualidade à parte, o Estado do Paraná só tem 750 reprodutoras, que representam cerca de 60% (sessenta por cento) das éguas sediadas no município gaúcho de Bagé-Aceguá, que tem cerca de 1.300 éguas. Enquanto o citado setor gaúcho produz anualmente 1/3 (um terço) da produção anual de potros (3.000 potros por ano são produzidos no Brasil), o Estado do Paraná inteiro produz cerca de 600 potros, isto é, apenas 20% (vinte por cento) da produção nacional. No setor do Jockey Club do Paraná em si, sob o ponto de vista político-administrativo, uma eleição clara e limpa, teve o seu resultado impugnado pelos derrotados, nomeando um interventor representante do grupo dos perdedores, e já se passam 25% (vinte e cinco por cento) da gestão dos honestamente eleitos sem previsão de normalização. Sob o ponto de vista político-administrativo, um absurdo. Notícias referentes a resultados de eventos não são confiáveis, pois diferem do que realmente aconteceu, acrescentando números maiores no sentido de promover êxitos maiores que a realidade.

No momento, a criação em si deu uma boa e recomendável guinada, dando entrada a garanhões realmente de boa categoria internacional, iniciando pelo menos em parte a substituição de garanhões dependentes de drogas por animais saudáveis, sadios.

O Tarumã tem servido bem como Centro de Treinamento. Tudo isso é do conhecimento de todos.

Mas tudo isso não é o ponto importante do meu criticado artigo, quando na verdade e no caso tem maior importância, não adianta fugir, as corridas no Tarumã, e porque não dizer também no Cristal, têm padrão sofrível, inclusive das duas principais provas dos dois Estados, injustificadamente classificadas de Gr.1. Ninguém discute os bons resultados dos animais nascidos no Rio Grande do Sul e no Paraná nas corridas em Cidade Jardim e na Gávea, o enfoque é nas corridas realizadas no Tarumã e no Cristal.

Não adianta procurar inverter e misturar assuntos diferentes, cada detalhe deve ser apreciado com isenção, separadamente, e com bom senso.

Eu não enxergo bem, mas os piores cegos são aqueles que não querem ver.

Paparusa forma a dupla na “Polla

A Polla de Potrancas (gr.I), disputada neste domingo, em Maroñas, no Uruguai, por potrancas de 3 anos, foi vencida por Esstadista (Essayons), de criação do Haras El Ranchero e propriedade do Stud Intuición.

No entanto, a ganhadora teve de correr bastante para superar a brasileira Paparusa (Dubai Dust/Stud Duplo Ouro), que por muito pouco não reeditou a vitória de sua mãe, La Garufa, neste mesmo páreo em 2003. A diferença entre as duas primeiras colocadas no disco de sentença foi de apenas ¾ de corpo. Gizeh e Virtuosa Vip, “agarradas” à dupla que vingou, ficaram com as terceira e quarta posições respectivamente, enquanto Next Girl completou o marcador no lote composto por 14 competidoras.

Treinada por Eulogio Villareal, Esstadista assinalou 1:36.85 para a milha na pista de areia.

por Victor Corrêa

JC de Pernambuco terá partidor para pôneis

Para alguns o nome é “Starting Gate“, para outros “Partidor” para muitos simplesmente “Box”, mas não importa. O mais importante no momento é se vai ou não dar tempo de chegar à Madalena o partidor totalmente adaptado para animais da raça pônei que está sendo fabricado pela empresa RCJ Serviços Ltda, localizada na cidade de São Lourenço da Mata, região metropolitana do Recife e mais conhecida recentemente como a “Cidade da Copa”. Há uma promessa de se fazer a entrega amanhã e caso se confirme o ato, os pôneis que irão disputar no próximo domingo a 42ª Corrida Prova Especial José Henrique Andrade Lima Campos, terão apenas 2 dias para se adaptarem ao novo modelo de partida que atualmente é feita na fita , as vezes gerando contratempos para os jóqueis-mirins e também para os proprietários e treinadores que prezam muito pelas corridas de pônei na Madalena.

Os jóqueis-mirins não escondem a ansiedade com a possibilidade da inauguração do novo partidor, um presente do Governador Eduardo Campos ao projeto Jóquei do Ffuturo. “Amanhã vou passar o dia todinho esperando pra ver esse box chegar”, disse Leandro Henrique que estará no dorso do pônei Robinho. Outro jóqui-mirim que não esconde a ansiedade é Alex Siqueira (Leleco) que mais uma vez montará Fome Zero, do Stud FM. “Nessa corrida o bicho vai pegar” falou entusiasmado o pequeno Leleco.

Já o responsável direto pela organização da prova e pelo projeto “jóqueis do futuro”, o radialista e locutor Chico Mendonça nos disse: “…esse presente do Governador vai ser de grande importância para a formação dos jóqueis do futuro, já que hoje, os já formados, todos já ganharam corridas e são bem respeitados no mundo do turfe. Acredito que com o partidor, nos vamos formar no futuro muitos bons jóqueis e eu não tenho a menor dúvida que elesvão brilhar tanto quanto os melhores do Brasil”, finaliza o idealizador do projeto.

Com esse mais novo equipamento, o Jockey Club de Pernambuco, que foi o primeiro hipódromo do Brasil a realizar corridas de cavalos da raça pônei, também será o pioneiro em ter um partidor totalmente adaptado para os pôneis

por Laudenor Secundino

Haras Valente fará redução de plantel

24 matrizes de alto padrão, inclusive ganhadoras de Grupo 1 e mães de ganhadores de Grupo 1 (a nata da raça!), estarão sendo ofertadas ao mercado pelo Haras Valente no IV Leilão Virtual Criação Nacional, evento que a TBS promoverá dia 23 de Novembro.

Entre os destaques estão filhas de Southern Halo, Ghadeer, Clackson, Spend a Buck, Roi Normand, KNow Heights, Thignon Lafré (raridade) e outros afamados raçadores.

As éguas estarão quase todas com produto ao pé e prenhez confirmada ou garantida de algum dos garanhões de propriedade ou co-propriedade do haras.

Fonte: TBS

Olympic Berlin vence Grupo II de ponta a ponta


Olympic Berlin vence Grupo II de ponta a ponta



Carlos Lavor comemora no dorso de Olympic Berlin
Olympic Berlin venceu o Grande Prêmio Carlos Telles e Carlos Gilberto da Rocha Faria (gr.II) neste domingo no Hipódromo da Gávea. A potranca do Haras Regina marcou o tempo de 2:05.50 para os 2.000 metros da pista de grama macia.

Na largada, Olympic Berlin foi para a ponta, onde ficou durante todo o percurso. A potranca, também de criação do Haras Regina foi muito bem conduzida por Carlos Lavor, que a pilotou com muita calma e inteligência.

Jet Queen, que teve vários contratempos na largada, conquistou a segunda colocação, dando bastante impressão de vitória na reta de chegada. Ultimate Heights atropelou nos metros finais e ficou com o terceiro posto, A argentina See The Star ficou com a quarta colocação, enquanto a grande favorita Pró Memória teve que se contentar com o complemento do placar.

Olympic Berlin, por Nedawi e Hight Heels (Roi Normand), treinada por Roberto Solanés no Centro de Treinamento Verde e Preto, soma agora duas vitórias, primeira de Grupo, em cinco atuações.

por Rodrigo Pereira
foto Gerson Martins



The Washinton Post comenta declínio do Lasix nos EUA

Em matéria assinada pelo jornalista Andrew Beyer, o importante jornal americano The Washington Post, do dia 31 de agosto, comenta a ascensão e queda da furosemida (Lasix) nos EUA, e conclui afirmando que o uso de medicação para correr “continua a corromper a confiança do público apostador” nas corridas de cavalo da América.

Mais enfático, arremata: “A batalha contra o Lasix foi definida há muito tempo, e agora é muito tarde para mudar seu resultado.”

São três os principais tópicos do artigo:

1. Após a conclusão da mesa redonda patrocinada pelo “augusto The Jockey Club” sobre os grandes problemas do turfe na América (vide resumo no editorial do Raia Leve), as autoridades da “Breeder’s Cup” anunciaram que vão proibir qualquer medicação para correr – principalmente o Lasix – em potros de 2 anos, a partir de 2012. E, a partir de 2013, será proibido medicar em qualquer corrida, de qualquer idade, em provas do citado festival.

2. Seguindo-se a isso, o Comitê Norte-Americano de Corridas de Grupo, o órgão que outorga as importantes graduações das provas da programação clássica americana, anunciou que vai se recusar a graduar como “Black Type” a qualquer prova de potros de 2 anos onde seja permitido o Lasix, também a partir de 2012. Ou seja, quem permitir que juvenis corram com Lasix, perde a graduação “Black Type.”

3. Finalmente, o The Jockey Club se pronunciou formalmente contra o Lasix, através de seu vice-presidente Stuart Janney III, que completou: “Acreditamos que esta indústria se verá mais beneficiada ao tomar medidas para que se disputem corridas sem medicação.”

O começo da queda de prestígio do uso da furosemida no turfe americano, data das décadas de 1970/80, quando prevaleceu o argumento (depois provado falso) de que “como os animais estavam agora correndo durante todo o ano, inclusive no inverno, eles não podiam suportar o crescente rigor do esporte.” E como tal, precisavam ser medicados para correr, seja com butazolidina, seja com Lasix.

Ocorre que, antes disso, os cavalos americanos eram apresentados em média 10 vezes por ano. Com a liberação da política de medicação, este número foi caindo progressivamente, até chegar a uma média preocupante de 6,11 largadas por ano, em 2010.

A conclusão, segundo a matéria, é uma só: pouco a pouco, os cavalos americanos se tornaram menos duráveis e menos produtivos que seus similares nos países que adotam políticas restritivas quanto à medicação para correr. Nesses países, prossegue o artigo, não houve “epidemias de sangramento.” Em Hong Kong, onde medicar é terminantemente proibido, a média de hemorragias é de 4,6 incidentes de sangramento pulmonar por 1.000 animais corridos.

“O resto do mundo hípico vê com desdém as políticas de medicação nos EUA. E este opróbrio foi, em parte, o motivo da decisão da Bredeers’ Cup. Seu presidente, Craig Fravel, afirmou que a eliminação gradual da medicação ‘assegurará que sejamos competitivos com outras nações hípicas do mundo’, prossegue o artigo.

E termina: “Grande parte do público americano também vê o esporte com desdém. Pode ser que não entenda os matizes do tema da medicação, mas acredita que todos os cavalos competem ‘drogados’ em todas as corridas norte-americanas. Esta percepção significou um desastre de relações públicas para o esporte e contribuiu para delinear a posição do The Jockey Club.”

transcrito do Raia Leve