Jeane Alves

Jeane Alves
Vitória de G 1 com Equitana

sábado, 14 de agosto de 2010

ENIGMATTA É A CAMPEÃ DA XVI COPA JAPÃO DE TURFE


Enigmatta, uma castanha de 4 anos, filha de First American e Heliose, por Hispânico, acaba de conquistar a 1ª vitória clássica de sua campanha composta por mais 3 vitórias em 11 apresentações ao levantar a XVI Copa Japão de Turfe, L. Dada a largada, Enigmatta tomou a ponta, mas foi bem dosada por Waldomiro Blandi, cedendo a ponta a Red’s Song. Na reta de chegada, solicitada, tomou a ponta para não mais ser alcançada. A pensionista de Walfrido Garcia Junior em Campinas é de criação e propriedade da Coudelaria Jessica.

MARCOS RIBEIRO CONQUISTA SEU PRIMEIRO GRUPO I

o exelente Marcos Ribeiro conquista seu primeiro Grupo I vencendo com Parapatibum
o Grande Premio Barão de Piracicaba, Grupo I

Marcelo Riberio em sua primeira vitória em Cancha Reta

PARAPATIBUM VENCE O BARÃO DE PIRACICABA


PARAPATIBUM EM ATROPELADA SENSACIONAL VENCE O GRANDE PREMIO BARÃO DE PIRACICABA, GRUPO I.
PARATATIBUM FILHA DE NEDAWI EM MISS KIN,FOI COM O EXELENTE MARCOS RIBERIO, TREINADA POR SELMAR LOBO, PROPIEDADE E CRIAÇÃO DO HARAS OLD FRIEND

OLHO CLINICO VENCE PESOS ESPECIAS EM CIDADE JARDIM



Olho Clinico com direção 10 do Queiroz venceu o Pesos Especiais Premio Consul Geral do Japão em São Paulo.
O Vencedor é um filho de Choctaw Ridge em Ave Latina, foi apresentado pelo treinador
Eduardo Gozik e de propiedade do Mandrake

PE PICO CENTRAL É DE HURRY YOU


HURRY YOU EM VIOLENTA ATROPELADA E COM CONDUÇÃO 10 DE MARCOS MAZINI ACABA DE GANHAR A PAREO ESPECIAL PICO CENTRAL DISPUTADO NO HIPÓDROMO DA GAVEA
HURRY YOU, INEXPLICABLE E AL LOVE YOU, FOI PREPARADO PELA LENDA VIDA DO TURFE BRASILEIRO ALCIDES MORALES, CRIAÇÃO DO HARAS J B BARROS E DE PROPIEDADE DO ALVARENGA
PARABENS AO MORALES E EQUIPE.

MAQUININHAS CAÇA NIQUEIS



O leitor Sergio Barcellos enviou um comentário para a seção "Espaço do Leitor" do Raia Leve sobre as chamadas "máquinas caça-níqueis" e o JCB. A direção, sempre atuando no sentido de proporcionar aos seus leitores todos os elementos necessários para o entendimento dos fatos, julga que o citado comentário aborda matéria de grande interesse para o futuro do turfe do Rio de Janeiro e do JCB. Nesse sentido, resolveu transformar o comentário em matéria de capa deste site. Conforme se vê a seguir:

Em fevereiro de 2005 – após longas negociações, que envolveram várias pessoas das mais representativas do turfe carioca e brasileiro –, o Jockey Clube Brasileiro e a CODERE DO BRASIL assinaram um contrato de prestação de serviços e um acordo de cooperação, que possibilitou dar início ao que se convencionou chamar de “simulcasting internacional” no país (leia-se, apostas em moeda corrente nacional em corridas de cavalo realizadas no exterior, apostas estas, exploradas pela CODERE, dentro e fora do hipódromo da Gávea).

Além disso, ficou acordado que as duas entidades também participariam do que chamaram de “empreendimento conjunto”, ou seja, a tentativa de obtenção das competentes licenças governamentais para explorar outros tipos de apostas, não diretamente relacionadas ao turfe (leia-se, as famosas “maquininhas caça-níqueis").

Como em todo contrato, havia direitos a serem respeitados, e obrigações a serem cumpridas por ambas as partes.

Entre esses, certamente o mais relevante dizia respeito às compensações devidas ao clube pelo efeito que a abertura do mercado local a uma empresa do exterior, pudesse vir a ter sobre o movimento geral de apostas (MGA), então praticado pelo Jockey Club Brasileiro.

Em outras palavras, o privilégio de disputar com o JCB – repita-se, dentro de sua própria casa, o Hipódromo Brasileiro –, o já restrito mercado de apostas em corridas de cavalo, implicava, por parte da CODERE, o pagamento da eventual diferença entre o MGA do clube, antes e depois do advento do tal “simulcasting internacional.”

Por óbvio, ninguém é suficientemente louco, ou idiota, para repartir com terceiros seu mercado cativo – correndo o óbvio risco de canibalizá-lo –, sem se cercar de um mínimo de salvaguardas contratuais.

Desta forma, se o MGA do Rio de Janeiro caísse, em função da concorrência direta da CODERE, esta última se obrigava a reembolsar a diferença ao Jockey Clube Brasileiro.

Assim foi contratado e assinado, diante das duas testemunhas de praxe. Tudo muito claro. E a CODERE começou a captar apostas em reais nos hipódromos do exterior, na qualidade de "agente credenciado" do JCB.

2 - Intenções e a dura realidade

Na vida, há sempre uma razoável distância entre as melhores intenções, e a fria e objetiva realidade. Ocorre. Faz parte dos negócios humanos.

A distância, no caso, podia ser medida, de um lado, pela inexperiência da CODERE em relação ao mercado brasileiro de apostas em corridas de cavalos; do outro, pelas naturais dificuldades do JCB em lidar, pela primeira vez, com o advento do “simulcasting internacional”, ou que nome isso tenha, fato que – quer queiram, quer não – significa chamar um concorrente para disputar conosco o mesmo público apostador.

As conseqüências desse improvável dueto não se fizeram esperar: o MGA médio do JCB cedeu depois do advento da CODERE, e esta alegou estar tendo prejuízos em suas operações no Brasil.

A partir daí, estava montado o circo da dúvida e da desconfiança entre as partes, com os dois principais trapezistas tentando acrobacias e acusações mútuas para ver quem tinha deixado de segurar a mão de quem.

Afinal, aconteceu o previsível: a CODERE parou de pagar ao clube a diferença, a menor, do MGA das corridas do Rio de Janeiro. A tal rede de proteção, a que ela se comprometera por contrato. Em conseqüência, a dívida para com o JCB começou a escalar mês a mês, até atingir níveis intoleráveis (R$ 6.600.000,00, em moeda de dezembro de 2007, hoje muito mais que isso).

Qualquer observador equilibrado e experiente dos negócios humanos, poderia facilmente concluir que o projeto do “simulcasting internacional” havia se transformado num mau negócio para o JCB. E pior, sem nenhuma perspectiva de solução a curto, ou médio prazo.

Quando isso ocorre, o que de melhor se pode fazer é render-se às evidências da implacável realidade.

No caso, diante do incontrolado crescimento da dívida da CODERE, parecia razoável ao JCB: (i) dar por encerrada a experiência; (ii) cobrar a dívida; e (iii) passar a tratar – com seriedade, isso sim – de como melhorar a gerência do turfe que administra, recuperando o MGA das corridas no Rio de Janeiro.

Infelizmente, isso não ocorreu.

3 - A marcha da insensatez

Qualquer expectativa em relação ao futuro, qualquer intenção em direção a uma possibilidade que ainda não se concretizou, qualquer esperança de dias melhores, numa palavra, pressupõe, antes de tudo, a consciência mínima das circunstâncias e das perspectivas do amanhã.

Quando tal não ocorre, o risco é iludir-se, e passar a agir em função unicamente da “esperança de dar certo.” Isso pode servir muito bem às vãs expectativas do indivíduo; raramente, porém, aproveita as instituições.

E insensatez parece ter sido o novo capítulo aberto no tumultuado relacionamento JCB vs. CODERE, com a assinatura, em 31 de julho de 2009, do “primeiro aditamento” ao contrato de prestação de serviços e ao acordo de cooperação, firmado em 2005.

Por este “aditamento”, fica-se sabendo que o JCB abre mão de direitos e “perdoa” tudo (perdoar é o verbo usado no texto do documento), ou quase tudo, para tentar salvar o imponderável.

Por ele, entre outros perdões, o JCB: (1) abre mão (e perdoa) a cobrança da significativa dívida da CODERE; (2) abre mão (e perdoa) a obrigação desta de completar (leia-se, pagar) a eventual redução das “receitas hípicas” (leia-se MGA); (3) abre mão (e perdoa) o compromisso da garantia de aumento da bolsa de prêmios hípicos; (4) abre mão (e perdoa) a obrigação de implantar um novo CPD/totalizador previsto no contrato original; abre mão e perdoa...; abre mão e perdoa...etc. etc. etc.

Não bastasse, o JCB, também: (5) abre mão do direito de preferência, outorgado anteriormente pela CODERE, com respeito à participação no eventual e futuro empreendimento conjunto (leia-se, as “maquininhas caça-níqueis"), inclusive na hipótese da CODERE vir a contratar a exploração das citadas “maquininhas” com terceiros.

Ou seja, o conceito de “parceria”, que ensejou a criação do “empreendimento conjunto” de 2005, simplesmente deixou de existir. Morreu com a assinatura do “aditamento.”

Entretanto, quem abre mão e perdoa tanta coisa, supostamente o faz em função de algo, ou alguma coisa em troca.

Como não parece razoável que o JCB consiga se equiparar à graça da misericórdia divina, o “primeiro aditamento” informa que a renúncia aos seus direitos - e o perdão de todas as dívidas - foi trocado por R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais), a serem pagos pela CODERE em 10 (dez) prestações mensais de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) entre agosto de 2009 e maio de 2010.

Foi exatamente isso que o JCB consentiu receber em troca de sua nunca desmentida generosidade e inaudita boa vontade para com o “parceiro” – que, a esta altura, já lhe devia muito, muitíssimo mais, que isso.

“Aditamento” assinado, não cabe mais, a um mero observador da cena, discutir o que poderia ter sido e não foi. Pelo menos, no âmbito das iniciativas da atual administração do clube.

Mas o que se discute, sim, é o sentido dessa negociação e, principalmente, sua oportunidade. Ou seja, a lógica de se tentar manter – ao transe! – um relacionamento que o tempo, a duvidosa e questionável competência empresarial de ambas as partes para levar adiante o projeto, e as próprias leis de mercado, já haviam contribuído para desgastar e inviabilizar.

O que se discute, diante do fracasso da experiência CODERE, e da forma do “simulcasting internacional”, é se o Jockey Club Brasileiro deve continuar a dividir seu mercado cativo de apostas com terceiros, quaisquer que eles sejam – ao invés de pôr mãos à obra e trabalhar para fazer crescer seu MGA.

O que se discute, é se o JCB vai prosseguir imitando a figura bíblica que trocou seu direito de primogenitura por um prato de lentilhas – talvez, porque não se sinta capaz de gerenciar com eficiência seu próprio negócio – e imagina que esse “aditamento” tenha o condão de fazer reviver ilusões perdidas.

É isso, e não qualquer outra coisa, o que se discute. O que está em jogo neste momento, é saber a que novas perplexidades, novos embaraços, e novas inadimplências, pode nos levar o “aditamento” assinado em 31 de julho de 2009.

4 - As eternas “maquininhas”

“Maquininhas” – ou que nome isso tenha – é um projeto que remonta aos idos da segunda administração Fragoso Pires, ou seja, ao final dos anos de 1990.

Perdemos mais de uma década perseguindo essa possibilidade, como se ela se tratasse, por si só, da vara de condão que resolveria, de uma só vez, os graves(íssimos) problemas de gerência do turfe carioca.

Com a assinatura do “aditamento”, porém, nem isso mais parece possível.

E não parece, pelos seguintes motivos:

(a) porque entre as inúmeras concessões, liberações, quitações e perdões concedidos pelo JCB à CODERE no referido “aditamento”, uma é final e decisiva:

(b) se, ou quando, as “maquininhas” vierem a ser aprovadas pelas autoridades brasileiras, a citada autorização deverá permitir a instalação e operação pela CODERE, como agente credenciado do JCB, de, no mínimo, 1.000 (mil!) “terminais de apostas” nas áreas do hipódromo da Gávea“, a serem concedidas em comodato à CODERE.

Duas observações: (a) a expressão “mínimo”, aí em cima, não contém nenhuma ressalva quanto ao seu antônimo: por outras palavras, isso significa, em tese, que a CODERE poderia inundar o Hipódromo Brasileiro com um mar de maquininhas (2.000, 3.000, 5.000, ou quantas nele couber); (b) até hoje, não se sabe a que se deve o uso dos eufemismos “terminais de apostas” ou “loterias instantâneas” para definir máquinas caça-níqueis. A rigor, só Freud explica os vocábulos usados em contratos e artigos na imprensa...

Resumo: como as autorizações das “maquininhas” são limitadas por local, se forem liberadas o “mínimo” de 1.000 “maquininhas” para a CODERE, o Jockey Club Brasileiro recebe uns trocados, e terá que ceder espaço no hipódromo (sem especificar área e metragem), não podendo cobrar absolutamente nada por isso.

Novamente, os referidos “trocados” referem-se, no “aditamento”, a US$ 3 milhões, a serem pagos em parcelas anuais pela CODERE, mediante certas condições.

Para quem imagina que é muito, deve ser mencionado que, em dezembro de 2007, a CODERE já devia ao JCB nada menos que R$ 6.600.000,00 (ou seja, US$ 3,771,428.00 ao câmbio de hoje).

4 – Depois que as “maquininhas” vierem

E o que acontece depois que as “maquininhas” forem instaladas no Hipódromo Brasileiro? Pelos termos do “aditamento” não acontece mais nada. É, mais nada.

Traduzamos esse “nada”: não há tradução, é nada mesmo. Pois não há no “aditamento” nenhuma referência a respeito de qualquer percentual de participação na renda das citadas “maquininhas” por parte do Jockey Club Brasileiro.

Sem dúvida, é o melhor dos mundos. Para a CODERE, não necessariamente para o JCB...

Enfim, eis o resumo dos contratos assinados em 2005, e seu “aditamento” de julho de 2009.

5 – Conclusão

A ter que depender da renda dos caça-níqueis para sobreviver, sem que haja uma projeção concreta de sua rentabilidade, e sem que o JCB saiba quanto vai ganhar com isso, só recorrendo ao famoso dístico da entrada do Inferno na “Divina Comédia”, de Dante: “Esqueça qualquer esperança quem aqui entrar.”

O JCB e o turfe do Rio, hoje parecem se aproximar velozmente do que os americanos chamam de “turning point”, algum ponto da viagem além do qual não há volta.

Hoje, só nos resta esperar – talvez rezar – para que ele mude seu atual rumo de colisão, reúna os homens de bem em torno dele e, afinal, sobreviva.

Quem viver, verá.

Sergio Barcellos

FOTO LINDA

PREGA FOGO


FOTO DE ADRIANA ANTUNES

PICO CENTRAL


Acessando o programa de corridas do Hipódromo da Gávea deste final de semana, pela internet, fiquei completamente sem fôlego e agradecido ao ver que o cavalo Pico Cental (quarto páreo deste sábado) será homenageado, bem como, todos os envolvidos em sua vitoriosa trajetória.

Pico Central é um presente de Deus ! Campeão no Brasil, vencedor ao três anos de idade do GP Major Suckow (gr.I) e do GP Estado do Rio de Janeiro (gr.I), derrotando nada menos que Hard Buck, foi enviado para a California (EUA). Campeão nos EUA, vencedor dos GPs Sao Carlos Handicap (gr.II), do Carter Handicap (gr.I) - em 1:20:10 para os 1.400 Areia, segundo tempo mais rápido em 100 anos no Hipódromo de Aqueduct - do Vosburgh Stakes (gr.I), e da prova mais importante na milha americana o Metropolitan Mile (gr.I) derrotando os craques Azeri, Funny Cide, dentre outros, prova esta considerada como o berço dos grandes garanhões. Ao ganhar estas três provas de grupo I em Nova York no ano de 2004, Pico Central transformou-se no único cavalo a realizar tal feito (no mesmo ano) na história do turfe americano. O meu agradecimento especial ao Dr. Luis Edmundo e Christina Garlipp, que depositaram em mim a confiança de ser o treinador do Pico Central nos EUA. O meu agradecimento ao Jockey Club do Rio de Janeiro.

Abraço a todos,
Paulo Henrique Lobo

XVI COPA JAPÃO DE TURFE - 14.08.2010

HISTÓRIA DO TURFE - EL ARAGONES E LUIS RIGONI

Grande Premio Brasil 1954

HISTÓRIA DO TURFE - TURFE EM REVISTA

ALTAIR DOMINGOS DA SHOW EM SAN ISIDRO



Brilhou intensamente a estrela do jóquei brasileiro Altair Domingos nesta tarde / noite em San Isidro.

"A fera" venceu 3 carreiras : o 6º páreo, com a norte americana Criza (Smarty Jones e Crystal House (Golden Voyager)), do Haras La Providência, uma pupila do também brasileiro José Martins Alves, o 7º, com Plus Lover (Alpha Plus) e o 11º, com Charly B (Lucky Roberto).

por Jair Balla

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

KITE WOOD É O FAVORITO EM NEWBURY


KITE WOOD REAPARECE NESTE SABADO NO GEOFREY FREER STAKES - G3 - NEWBURY

CARREIRAS EM NAZARIO

JOCKEY CLUB DE SOROCABA CARREIRAS NESTE SABADO



A RECORDISTA HENRYETTA STAR REAPARECE AMANHÃ EM SOROCABA COM MONTARIA DE M "KINHO" SAMPAIO .

PROVA ESPECIAL PICO CENTRAL

PTVALENTINE

PROVA ESPECIAL PICO CENTRAL UMA DAS ATRAÇÕES DESTE SABADO,15.08, NA GÁVEA
1 - PTVALENTINE 60 C.Lavor M.R.Lopes (
2 - CATIRINA 55 Jean Pierre G.F.Santos Jr (
3 - ARACELIA 56 D.Duarte V.Nahid
4 - HURRY YOU 60 M.Mazini A.Morales
5 - CAMAROTE DEZ 56 M.Almeida J.B.Silva
6 - SENHOR SPEED 50 E.Ferreira Filho A Mion

XVI COPA JAPÃO DE TURFE - (L)

IJUBINHA

XVI COPA JAPÃO DE TURFE - (L)- SABADO 15.08

1 BABA BABY 59 1 503 L.Duarte (rj) J.Alamos (cp)
2 TAKE TWO 59 2 409 Jeane Alves V.Fornasaro
3 MAGNY COURS 60 3 443 V.Leal J.Henrique (jag)
4 TELL ME TRUE 59 4 403 E.Alvares Ap1 C.G.Tavares
5 CHIANTI 60 5 463 A.L.Silva P.Nickel (cp)
6 MIA ROMA (L) 59 6 511 A.Queiroz J.L.Aranha
7 RED´S SONG 59 7 501 J.Gulart V.S.Lopes
8 IJUBINHA 59 8 496 F.Leandro V.S.Lopes
9 FIRST LOOK 60 9 422 J.Aparecido V.Nahid (rj)
10 PRESENTE 59 10 476 M.Ribeiro Ap1 N.Lima
11 ENIGMATTA 59 11 497 W.Blandi W.Garcia Jr. (cp)

GRANDE PRÊMIO BARÃO DE PIRACICABA - GR.I - 1ª PROVA DA TRÍPLICE COROA DE ÉGUAS

Equitana

NESTE SABADO, 14.08., GRANDE PRÊMIO BARÃO DE PIRACICABA - GR.I - 1ª PROVA DA TRÍPLICE COROA DE ÉGUAS
1 UNION LIFE 56 1 442 A.L.Silva
2 VALSINHA 56 2 438 Jeane Alves
3 PARAPATIBUM 56 3 448 M.Ribeiro Ap1
" PURA CLASSE 56 6 476 V.Leal
4 FLEUR DELACOUR 56 4 426 W.Blandi
5 ADRYA DI JOB 56 5 387 R.Maia
6 SUNSHINE INDY 56 7 481 N.Cunha
7 HUNKA HUNKA 56 8 EST T.J.Pereira (rj)
8 EQUITANA 56 9 441 L.Duarte (rj)
9 LET´S KISS 56 10 487 J.Aparecido
10 VALE DA LUA 56 11 503 F.Leandro

Cavalryman com muita chance no Juddmonte International Stakes (G1), em 2.091 metros

Cavalryman - Godolphin

terça-feira,18.08, em York, na Inglaterra, será a vez do tradicional Juddmonte International Stakes (G1), em 2.091 metros e £ 640.055 (US$ 998,6 mil), que parecia ser mais um desafio entre a Godolphin, que terá Cavalryman e Cutlass Bay, ambos filhos de Halling, mas o primeiro nascido na Inglaterra e o segundo nos Emirados Árabes, contra o trio da Coolmore formado por Rip Van Winkle (Galileo), Beethoven (Oratório) e Cape Blanco (Galileo). Mas o duelo inicial entre as duas grandes coudelarias expandiu-se com a suplementação da inscrição do irlandês Dick Turpin (Arakan), vencedor do Prix Jean Prat (G1), em Chantilly, e também com a presença de Twice Over (Observatory), que vem de vitória no Coral-Eclipse Stakes (G1), em Sandown, deixando assim a prova bem mais equilibrada.

Campanologistna favorito na Alemanha, - Rheinland-Pokal (G1

Campanologist

no domingo, em Köln, na Alemanha, será disputado o Rheinland-Pokal (G1), nos 2.400 metros, com € 155 mil (US$ 198 mil), em que entre os sete concorrentes estão o norte-americano Campanologist (Kingmambo), e um dos melhores animais da Godolphin, que na direção de Lanfranco Dettori vai enfrentar o globetrotter Quijano (Acatenango), dirigido por Andras Starke.

Goldikova tenta o bicampeonato no Prix Jacques lê Marois (G.1), em Deauville


Três provas de Grupo 1 estão programadas para os próximos dias no turfe europeu. Sem duvida, no domingo o páreo mais interessante é o Prix Jacques le Marois (G1), em 1.600 metros, na pista de grama do Hipódromo de Deauville, na França, em que apesar do campo com apenas oito concorrentes ao premio de € 600 mil (US$ 768,8 mil), haverá a presença da irlandesa Goldikova (foto), que é considerada a melhor milheira do turfe internacional e que vem de quatro vitórias seguidas em provas de Grupo 1 na França, Inglaterra e Estados Unidos. A filha de Anabaa busca a 13a vitória de sua campanha e também o bicampeonato nessa prova, tendo como adversários dois animais de ponta do turfe mundial, um deles o também irlandês Paco Boy (Desert Style), que ficou a apenas um pescoço de Goldikova no Queen Anne Stakes (G1), em Ascot; e o outro o inglês Makfi (Dubawi), vencedor do Two Thousand Guineas (G1), em Newmarket e que pela primeira vez vai enfrentar os corredores mais velhos.

Aos 70 anos, jóquei Richard Rettlele segue vencendo em River Downs, Ohio


Os turfistas argentinos sempre exaltaram que seu maior ídolo nas pistas, o uruguaio Irineo Leguisamo, seguiu montando e vencendo com mais de 70 anos, inclusive atuando em Cidade Jardim perto dessa idade. No entanto, o norte-americano Richard Rettele (foto) conseguiu um enorme feito nas corridas terça-feira passada no Hipódromo de River Downs, em Ohio. Aos 70 anos e treinador de animais Puro Sangue Inglês, que normalmente os galopa nos exercícios matinais, segue atuando no dorso de corredores da raça quarto-de-milha nos programas mistos desse hipódromo de Ohio. Apesar da idade, venceu uma prova com dotação de US$ 15 mil para animais quarto-de-milha, o Queen City Dash, montando o potro Fearles Fred, que venceu em 350 jardas (318,5 metros) com meio corpo de vantagem. Richard Rettele admitiu que não têm a intenção de deixar de montar tão cedo e espera continuar trabalhando de oito a 10 animais nos matinais. Com orgulho, contou ter montado não apenas Fearles Fred, como também sua mãe, assim como a segunda, terceira e quarta mães desse mesmo potro.

BARBADAS DO LUCENA PARA MADALENA 15.08



1º Pareo:HUB PORT/SAMBA CARIOCA/ANTIGONE
2º Pareo:VISTA GROSSA/AUSTIN FALLS/JASPE NEGRO
3º Pareo:OLYMPIC IMPRESSION/WINDRIDER/UBIMIRIM
4º Pareo:GHOSP WHISPERER/CAMPUS DRIVE/LIKE LORAN

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

IV GP SPRINT SALES 27 E 28.01.2011 - CARAZINHO


III SPRINT SALES - Está definida a data deste importante leilão de velocidade, realizado anualmente no J.C. Carazinhense, em Carazinho. Ele será no sábado, 26 de fevereiro de 2011. À noite teremos os remates para o IV GP Sprint Sales (Penca Fechada), em 600m. No domingo, 27, serão corridas as eliminatórias e, na segunda, 28, a final

JOCKEY CLUB DE SÃO PAULO ANUNCIA AUMENTO DE PREMIOS



Aumento médio é de 14%; prêmio para produtos de 3 anos sobe 20,51%.

A diretoria do Jockey Club de São Paulo anunciou hoje um aumento de prêmios em torno de 14% para as corridas realizadas no Hipódromo Paulistano. O maior índice, de 20,51%, vai para o páreo de três anos até uma vitória, que salta de R$ 3.900,00 para R$ 4.700,00. O índice médio de 14% é superior ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do IBGE de março de 2008 até agora, que soma 12,73%.

Recapitulando o período de abrangência desse IPCA de 12,73%, em março de 2008, logo após ser reeleito para seu segundo mandato à frente do Jockey Club de São Paulo, o presidente Márcio Toledo fez o anúncio de um aumento entre 8 a 22% para as dotações do turfe paulista. Em janeiro de 2010, a diretoria fez uma correção para a chamada dos páreos de dois anos sem vitória de 12,24%; e outra para a chamada dos páreos de dois anos com uma vitória, para 13,21%.

ITAJAI - SC , GP 500


Convidamos a todos os nosso turfistas apaixonados pelo esporte da canchareta a fazer parte desta linda festa na qual será realizada dias 14,15,16/08/2010 no J.C. Itajaí Sc na distância de 500 metros, com dotação de R$ 20.500,00 sendo R$ 15.000,00 ao proprietario ganhador, R$ 5.000,00 ao treinador ganhador e R$ 500,00 ao joquei ganhador.

Relação dos possíveis participantes:

Gatão – Caio – Canoas Rs
Pau Ferro – Itajai Sc
Alegre – Teteia – Itajai Sc
Foz For Me – Juju – São Jeronimo Rs
Ruana – Santiago Rs
Ataque – Santo Antonio do Sudoeste Pr
Passeio dos animais : 14/08/2010 as 17:00 hs

Arremates: a partir das 20:30 hs

Contato: (47) 9975 9524 (47) 9212 4089 Renato

SORETAS

ITAPOÁ DOMINGO 15.08


JOCKEY CLUBE DE ITAPOÁ PROGRAMA

1* PAREO – “ HOMENAGEM SITE E JORNAL BRASIL TURFE” PRODUTOS DE 03 E MAIS ANOS ATÉ 02 VITÓRIAS
1 – PERFECT LARK 56 J. VENTURA D. VIEIRA STUD AMIGOS DO REI

2 – HOJE CHOVE 54 E.G.CRUZ D. ANTUNES EL SHADAI STUD

3 – RITMO LATINO 54 S. P. SANTOS S. LOEZER ROBERTO MICKA



2* PAREO – “PREMIO TOCA DO PESCADOR” PRODUTOS DE 03 ANOS

1 – SÓ ALEGRIA 54 S.P.SANTOS S. LOEZER STUD TURFE E HORSE

2 – ZITINHA 56 J. VENTURA D. ANTUNES MAX WOLLF

3- LADY ROUGE 54 E.G.CRUZ A. M.NETO JOSE L. F. DA ROCHA

TARUMÃ SEXTA 13/08 - FAVORITOS DA CRONICA TURFISTICA PARANAENSE

Great Fast um dos maiores favoritos da Reunião
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1º Pareo: Alvo Militar 01 (05) - Rico e Famoso 04 (03)

2º Páreo: Great Fast 08 (07) - Better Horse 02 (01)

3º Páreo: Alecrim Dourado 06 (07) - Petroleum 02 (01)

4º Páreo: Vicar 06 (03) - Japan 01 (02) - Foguete Mineiro 04 (02) - Citius 05 (01)

5º Páreo: Xylon 04 (05) - Jibbs 01 (02) - Casual Life 03 (01)

6º Páreo: Mary Lou 08 (04) - Sonny Corleone 04 (03) - Serrano Brilhante 01 (01)

7º Páreo: Urban Girl 04 (07) - Jurerê 08 (01)

8º Páreo: Johny Fighter 06 (05) - My Best Way 03 (01) - Our Smile 04 (01) - Gold Norba 05 (01)

9º Páreo: Barbarian Runner 09 (03) - Baile Nuestro 10 (03) - Baterista 05 (02)

(número de votos entre parênteses)


HISTÓRIA DO TURFE - HIPODROMO OURO VERDE


Londrina - Pr

ALCIDES MORALES LENDA VIVA DO TURFE BRASILEIRO


Uma das lendas vivas do turfe brasileiro é o treinador Alcides Morales (e este é seu nome inteiro). Nascido em 20 de outubro de 1928, na Praça Santos Dumont, Gávea, bem em frente ao Hipódromo Brasileiro, aos 8 anos de idade já ajudava na cocheira de Gonçalino Feijó, preparando as camas, escovando e galopando cavalos, enfim, tendo os primeiros contatos com os animais.

“Acho que tudo o que fiz desde o início me ajudou na carreira. Embora não tivesse físico para montar, fui um redeador bem razoável. Lembro-me claramente do cavalo Assalto, que só galopava comigo no picadeiro da escola de aprendizes. Guardo até hoje uma foto dele empinando comigo no dorso”, conta Alcides.

Hoje, com mais de 60 anos de profissão, diz que não esqueceu a primeira vitória:

“Não dá pra esquecer. Aconteceu com a égua Maresia, um presente do treinador e amigo Gonçalino Feijó. Com a concordância do proprietário, ele abriu mão da égua, que marcou meu primeiro triunfo, no já distante ano de 1948”, recorda.

Um currículo invejável

Uma bagagem espetacular. Na atualidade, cerca de três mil vitórias, o que o transforma no segundo maior ganhador da história do turfe carioca, como treinador (atrás apenas do saudoso Ernani de Freitas) e no maior ganhador dentre os que ainda estão em atividade.

“Tive a felicidade de conhecer alguns treinadores de alto gabarito, acredito que quase todos os grandes da profissão. Entre muitos outros, destaco o próprio Gonçalino Feijó, que foi meu grande mestre, Ernani de Freitas e Oswaldo Feijó. Um trio de ouro”, afirma o treinador.

Uma fase espetacular
A melhor fase da carreira de Alcides Morales aconteceu entre as décadas de 70 e de 90, época em que Alcides Morales treinava para o Haras Santa Ana do Rio Grande:
“Fui campeão da estatística durante cinco anos seguidos. Boas épocas. Ganhei dois GPs Brasil. Primeiro com Anilité, em 1984, e depois com Bowling, em 1987, ambos em defesa das cores do Haras Santa Ana, coudelaria para quem trabalhei durante 19 anos, entre 1977 e 1996”, conta.

Mesmo tendo treinado cavalos de grande categoria, como Asola, Anilité, Bowlig, Bat Masterson e Mensageiro Alado, entre muitos outros, Alcides não se esquiva de citar seus preferidos:

“Gostava muito da tordilha Anilité, uma égua espetacular. Depois de fracassar no GP Osaf de São Paulo, venceu o GP Dezesseis de Julho, tradicional preparatória para o GP Brasil, e também a prova mais importante do turfe nacional. Uma vitória que me encheu de brios. Outro cavalo muito simpático para mim foi Bat Masterson. Ele esteve em São Paulo, foi para a serra, mas só corria bem comigo”, diz Alcides, em meio a sorrisos.

Um homem de bem com a vida

Durante muitos anos, Alcides Morales foi visto fumando cachimbo. Era uma espécie de marca registrada. No entanto, em virtude de um pedido feito pela neta Joanna, há três anos Alcides aposentou o aparelho:

“Não poderia deixar de atender um pedido de minha neta. Sou um homem de bem com a vida. Casado com dona Edina há quase 60 anos, tenho dois filhos maravilhosos, a Ângela, mãe da Joanna, e o Alcides Morales Filho, que me deu três netos (Pedro Henrique, Felipe Antonio e João Guilherme) e foi jóquei enquanto estagiava. Ajudou-me bastante e me deu grande prazer quando montou, conseguindo cerca de duzentas vitórias em quatro anos. Atualmente, é alto funcionário do Grupo Peixoto de Castro”, cita com indisfarçável ponta de orgulho.

No momento, Alcides treina nove cavalos, além de 13 do Stud Alvarenga. Vencedor, no último sábado, da Prova Especial Paulo e Nelson Rubens Monte, com o potro Universal Gipsy (foto), do Stud Alvarenga, explica a vitória e diz que vai seguir uma rotina que já vem de muitos anos:

“Os potros do Stud Alvarenga começam na Gávea. Depois, se forem bons, sobem para a serra. Ficam comigo os que não se dão bem por lá. Universal Gipsy teve alguns contratempos, mas pintou bem e confirmou plenamente nossas esperanças. Evidentemente, fiquei feliz com o êxito, até porque há muito não vencia uma carreira clássica. No entanto, recebi a vitória com a naturalidade de sempre. E vou seguir minha rotina de trabalho. Chego ao prado às 5 horas para assistir aos treinos, estico na cocheira até as 12 horas, vou para casa descansar e volto às 15 horas para a segunda etapa na cocheira. E seguirei essa agradável rotina até quando Deus permitir...” finaliza Alcides Morales, com a tranquilidade do dever cumprido. E, como sempre, muito bem cumprido.

João Carlos Faro

IMMENSITY 30 ANOS

Immensity vencendo o GP Carlos Pelegrini de 1983

IMMENSITY 30 ANOS - PARABÉNS


Em 15 de agosto de 1980, nascia no Haras Ponta Porã, em Ponta Porã, município localizado no sudoeste do Mato Grosso do Sul, uma das maiores éguas do turfe brasileiro: Immensity.

Numa geração de vários craques, em dezembro de 1983, a filha de Zenabre e Monyagua (Montmartre), vencia o importante GP Carlos Pellegrini (G.1), no Hipódromo de San Isidro, derrotando os brasileiros Kigrandi (Haras Kigrandi) e Kenético (Haras Malurica), numa trifeta histórica para nossa criação. Seu jóquei, o inesquecível freio Antonio Bolino. Seu treinador o competentissímo Abadio Cabreira. A campeã do Haras Ponta Porã foi homenageada com um páreo em Cidade Jardim (a Prova Especial Immensity, vencida no último sábado por Uva Preta, do Haras Anderson) e com uma agência que leva o seu nome, Immensity Bloodstock, de Priscila Beloch.

O pai de Immensity, Zenabre (Pharas), ganhou duas vezes o GP Brasil.

Sua única apresentação fora de nossas fronteiras foi na Argentina.

No Brasil, foram oito apresentações, todas em Cidade Jardim, São Paulo. Seis delas transformadas em vitória, todas clássicas:


1º GP DIANA (G.1) 2.000m, G.E. 23/10/1983
1º GP DERBY PAULISTA (G.1) 2.400m, G.M. 15/11/1983
1º GP JOÃO CECÍLIO FERRAZ (G.2) 1.500m, A.L. 22/5/1983
1º CLÁSSICO PRES. ANTONIO T. DE ASSUMPÇÃO NETTO (G.2) 1.800m, G.L. 9/10/1983
1º CLÁSSICO PRES. GUILHERME ELLIS (G.3) 1.400m, G.E. 24/4/1983
1º CLÁSSICO PRES. JOÃO CARLOS LEITE PENTEADO 1.300m, A.L. 26/3/1983


Immensity correu apenas em 1983 e perdeu duas vezes, a primeira em sua estréia, quando finalizou em 2º lugar numa prova comum (1.300m, areia), e a outra no GP Barão de Piracicaba (G.1 - 1.600m, G.L.), quando também formou a dupla.


Na reprodução, não repetiu seus feitos das pistas, gerando apenas sete filhos, com destaque para Delinquent Type (USA.M.A. - 3/2/1993 - por Criminal Type-USA), que correu 9 vezes com 5 vitórias e 3 colocações.

Demais filhos:

1986 - RIOSAMBA (USA.F.C. - 4/3/1986 por Caerleon-USA), Criador: Não cadastrado – Sem Campanha Registrada no Brasil.

1987 - FAST IMMENSITY(USA.F.A. - 23/3/1987 por Halo-USA) Criador: OAK CLIFF T.B.LTD. (USA) – 10 saídas (GV), 3 vitórias e 4 colocações (3º GP ANTÔNIO CARLOS AMORIM, GV, 31/3/1991, 2.000m, G.P).

1994- FELLING FORTUNE (F.C. - 19/7/1994 - por Cryptoclearance-USA) - Criador: HARAS PONTA PORÃ - Sem Campanha Registrada no Brasil.

1995 - GREAT DIMMENSION (M.A. - 21/10/1995 – por Filago-USA) - Criador: HARAS PONTA PORÃ – 24 saídas (5 CJ, 19 GV), 6 vitórias (6 GV) e 8 colocações (3 CJ, 5 GV).

2001 – MAKTUB (F.T. - 22/9/2001 – por Punk-ARG) - Criador: HARAS PONTA PORÃ - 2 saídas (2 CJ) e 1 colocação (1 CJ).

2003 - O TAL (M.T. - 2/7/2003 – por Punk-ARG) - Criador: HARAS PONTA PORÃ - 9 saídas (4 CJ, 5 GV), 1 vitória (1 GV)
e 4 colocações (4 GV).

Notem que seus três primeiros filhos nasceram e foram registrados nos Estados Unidos, sendo que Immensity voltou em definitivo aos campos do Haras Ponta Porã em 1994, com prenhez de Cryptoclearanc.

O Ponta Porã pagou na época legítimas fortunas pelas coberturas deste, além de Caerleon, Halo e Criminal Type. Mesmo assim, seus filhos não prosperaram, sendo apenas medianos. Vale ressaltar que Caerleon e Halo são chefes de raça, com renome mundial.

Immensity foi aposentada em definitivo em 2004. Até 2008 chamava a atenção pelo lindo estado que apresentava, apesar da idade avançada.

Nossa homenagem à “IMMENSITY”, esta lenda viva que, no próximo domingo, 15 de agosto, estará completando 30 anos.

Ela está onde nasceu: nas Terras do Ponta Porã.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

HISTÓRIA DO TURFE - JC PELOTAS

HISTÓRIA DO TURFE - JC PETRÓPOLIS

MADALENA - PROGRAMA PARA 15/08/2010


PROGRAMA 15/08/2010 DOMINGO

1º Páreo – 1200 mts.- 14:30 Hs.

1 SAMBA CARIOCA 54 1
2 ANTIGONE 56 2
3 HUB PORT 56 3
4 SEASON THUNDER 56 4

2º Páreo – 1100 mts.- 15:10 Hs.

1 AUSTIN FALLS 56 1
2 VUFT 56 2 EST
3 JASPE NEGRO 58 3
4 VISTA GROSSA 52 4

3º Páreo -1300 mts.- 15:50 Hs.

1 UBIMIRIM 56 1
2 OLYMPIC IMPRESSION 60 2 EST
3 JOLI BLANC 56 3
4 XAROPE 56 4
5 WINDRIDER 58 5
6 ATLAN 56 6

4º Páreo – 1500 mts.- 16:30 Hs

1 MIND A LOT 54 1
2 LIKE LORAN 56 2
3 VALET DI JOSEFINE 54 3
4 CAMPUS DRIVE 60 4
5 GHOSP WHISPERER 56 5

PÁREO ESPECIAL- 300Mts.- 16:40Hs.
ANIMAIS DA RAÇA PONEY
1 FOME ZERO 40
2 BATON 40
3 BRED PIT 40
4 BOY 40

GRANDE PREMIO GOIAS 2010

GP PARANÁ 2010


hoje o JCP divulgou, oficialmente, as dotações e datas das principais provas da
semana do GRANDE PREMIO PARANÁ 2010.
pela concentração das provas classicas no dia 26/09 mostra que o JCP pretende
formar uma unica reunião para aquela semana ou a reunião de sexta não terá
atrativo classicos ?

GRANDE PREMIO PARANÁ 2010 - DOTAÇÕES DO FESTIVAL


GRANDE PRÊMIO “PARANÁ” – G.1
Em 26 de Setembro de 2010
Distancia: 2.000 metros.
Dotações: R$ 35.000,00 – 10.500,00 – 7.000,00 – 3.500,00 – 1.750,00.
INSCRIÇÃO: R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais), sendo: R$ 2.000,00 em pules de vencedor e R$ 1.500,00 em bolsa ao proprietário do vencedor.
Classe; Produtos de 3 e mais anos.
Pesos: Tabela II (3=52 – 4+=59).

CLÁSSICO “GOVERNADOR DO ESTADO” (L)
Em 26 de Setembro de 2010.
Distancia: 1.600 metros.
Dotações: R$ 10.000,00 – 3.000,00 – 2.000,00 – 1.000,00 – 500,00.
INSCRIÇÃO: R$ 1.000,00 (Hum mil reais), sendo: R$ 500,00 em pules de vencedor e R$ 500,00 em bolsa ao proprietário do vencedor..
Classe: Produtos de 3 e mais anos.
Pesos: Tabela II (3=54 – 4+=60).

CLÁSSICO “PREFEITO MUNICIPAL DE CURITIBA” (L)
Em 26 de Setembro de 2010.
Distancia: 1.200 metros.
Dotações: R$ 10.000,00 – 3.000,00 – 2.000,00 – 1.000,00 – 500,00.
INSCRIÇÃO: R$ 1.000,00 (Hum mil reais), sendo: R$ 500,00 em pules de vencedor e R$ 500,00 em bolsa ao proprietário do vencedor.
Classe: Produtos de 3 e mais anos.
Pesos: Tabela II (3=55 – 4+=60).

CLÁSSICO “ PRIMAVERA” – (L)
Em 26 de Setembro de 2010
Distancia: 1.600 metros.
Dotações: R$ 10.000,00 – 3.000,00 – 2.000,00 – 1.000,00 – 500,00.
INSCRIÇÃO: R$ 1.000,00 (Hum mil reais), sendo: R$ 500,00 em pules de vencedor e R$ 500,00 em bolsa ao proprietário do vencedor.
Classe: Éguas de 3 e mais anos.
Pesos: Tabela II (3=53 – 4+=59).

PROVA ESPECIAL “CIRO FRARE”
Em 26 de Setembro de 2010
Distancia: 1.400 metros.
Dotações: R$ 2.500,00 – 750,00 – 500,00 – 250,00 – 125,00.
INSCRIÇÃO: R$ 250,00 (Duzentos e cinqüenta reais) em pules de vencedor.
Classe: Produtos de 3 anos.
Pesos: Tabela I.

***

Obs.:

* As inscrições para as provas da SEMANA DO G.P. “PARANÁ” G.1, serão encerradas dia 16/09/10, Quinta-feira, às 10:00 horas e os compromissos de montarias dia 17/09/10, Sexta-feira, até às 10:00 horas.

* Nesta ocasião deverão ser recolhidos os valores correspondentes a INSCRIÇÃO. Esses pagamentos deverão ser feitos em dinheiro ou cheque de emissão do proprietário ou treinador, na Comissão de Corridas ou em nome do JCP, (Banco Bradesco AG.1705-1 c/c-2400-7).

* Em caso de parelha, haverá um desconto de 50% sobre o valor da inscrição do segundo animal.



FONTE - JCP

IRATI - PR, - GP 27, 29 E 30 DE AGOSTO





Soretas

terça-feira, 10 de agosto de 2010

RAFAEL SCHISTL E FRANCISCO CASTRO

OS BRASILEIROS RAFAEL SCHISTL E FRANCISCO CASTRO NA FOTO DA VITÓRIA DE MOE GREEN GANHADOR DO DREBY SUECO 2010.
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CIDADE JARDIM SÁBADO COMEÇA A TRIPLICE COROA DE FÊMEAS

EQUITANA

Programação elaborada pela Comissão de Turfe do Jockey Club de São Paulo para o próximo fim de semana, o Grande Prêmio Barão de Piracicaba (Gr.I), em 1.600 metros na pista de grama, reunirá, no próximo sábado, 11 potrancas na abertura da Tríplice Coroa de Fêmeas em Cidade Jardim.

De dentro para fora no starting-gate alinharão Union Life (A.C.Silva), Valsinha (Jeane Alves), Parapatibum (M.Ribeiro ap.1), Fleur Delacour (W.Blandi), Adrya di Job (R.Maia), Pura Classe (V.Leal), Sunshine Indy (N.Cunha), Hunka Hunka (T.J.Pereira), Equitana (L.Duarte), Let’s Kiss (J.Aparecido) e Vale da Lua (F.Leandro). Todos os pilotos deslocarão 56 quilos.

Na mesma reunião será corrida a XVI Copa Japão de Turfe (L), em 1.600 metros na grama, destinado a éguas de 4 e mais anos. Estão no páreo Baba Baby (L.Duarte-59-1), Take Two (Jeane Alves-59-2), Magny Cours (V.Leal-60-3), Tell Me True (E.Alvares ap.1-59-4), Chianti (A.L.Silva-60-5), Mia Roma (A.Queiroz-59-6), Red’s Song (J.Gulart-59-7), Ijubinha (F.Leandro-59-8), First Look (J.Aparecido-60-9), Presente (M.Ribeiro ap.1-59-10) e Enigmatta (W.Blandi-59-11).

por Victor Corrêa

HISTÓRIA DO TURFE - GAVEA

HISTÓRIA DO TURFE - MOINHO DOS VENTOS - RS


Grande Prêmio Protetora do Turfe no hipódromo do Moinhos de Vento, levava sempre um grande público ao evento. A prova é disputada tradicionalmente no dia 7 de setembro, data da fundação da entidade pioneira de corrida de cavalos em Porto Alegre, a Sociedade Protetora do Turfe, fundada em 1905.

HISTÓRIA DO TURFE - JCSP




O Hipódromo de São Paulo foi aberto ao público em 14 de março de 1875. Chamava-se Clube de Corridas Paulistano, depois tomando o nome de Jockey Clube de São Paulo. Foi aberto na Mooca, na rua do mesmo nome (rua do Hipódromo), que mantém o nome até hoje. O ramal, que teria sido construído na mesma época, saía próximo à estação da Hospedaria dos Imigrantes, na linha da SPR, e seguia pela rua dos Trilhos, que ganhou o nome por causa do ramal e também mantém o nome até hoje, até, depois de cerca de um quilômetro, terminar numa estação, a do Hipódromo, que era uma plataforma não coberta, comprida o suficiente para receber dois trens de uma vez nos dias de corrida. Em 1895, o mapa da cidade já mostrava os trilhos do ramal. Havia trens diários

.

HISTÓRIA DO TURFE - JOCKEY CLUB DO PARANÁ

HISTÓRIA DO TURFE - RIO DE JANEIRO


Prado Fluminense: ali nascia o turfe carioca

O terreno do Prado Fluminense era localizado num terreno alagadiço, entre São Francisco Xavier e Benfica, onde ali se instalou o Club de Corridas. Sua reunião inaugural deu-se no dia 1º de novembro de 1850. Funcionou por cerca de três anos, em meio a muitas dificuldades.

Reformado por Major Suckow, um dos maiores ícones do turfe no Rio, o Prado reabriu em 1854 como Jockey Club Fluminense, a segunda entidade no Rio, mas não teve o sucesso esperado. Somente no dia 16 de julho de 1868, nascia o Jockey Club.

Nesta época, no final do século XIX, o turfe vivia um momento único. O Rio chegou-se a ter cinco hipódromos funcionando simultaneamente na cidade, tais como: ‘Club de Corridas Vila-Isabel’ (1880); ‘Prado Guarany’ (1884), localizado na Praia Formosa; ‘Hippódromo Nacional’ (1889), com sede na ‘Chácara da Cruz’, onde hoje é a sede do América FC; ‘Turf Club’ (1890-1900), na Mangueira; e o ‘Derby Club’, inaugurado em 1885 no terreno onde hoje está o Maracanã.

Em 1919, a diretoria do Jockey Club começou a estudar a hipótese de construir um novo hipódromo para substituir o terreno do Prado Fluminense. A opção foi um terreno pantanoso, em frente ao Jardim Botânico, junto à Lagoa Rodrigo de Freitas, que vinha sendo aterrado com resíduos do desmonte do Morro do Castelo, no centro da cidade, onde hoje se instala o Hipódromo da Gávea, com obras concluídas em 1926. Como moeda de troca com a prefeitura, o terreno do Prado Fluminense, numa permuta proposta por Linneo de Paula Machado, então embaixador do turfe brasileiro.

O Jockey Club Fluminense, por fim, realizou a última corrida em junho de 1926, quase um mês antes da inauguração do Hipódromo da Gávea. Em 1932, o Derby Club fez a fusão com o Jockey Club, resultou na nova entidade: o Jockey Club Brasileiro, hoje o principal clube de corridas do País.

Do Prado Fluminense ao Hipódromo da Gávea. Duque de Caxias teve importante participação na introdução do turfe, sobretudo no Rio de Janeiro. Caxias preencheu um capítulo nessa interessante e rica memória do turfe carioca. Salve!

por Rafael Cavalcanti - Fotos: JCB – 130 anos – Um século e meio de turfe

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Premios Gaveá


postei este tópico na Comunidade Turfe Polemica em 13 de Julho:
"os altos premios da Gavea, a partir de Agosto, são prejudiciais
aos hipódromos do Tarumã, Cristal e Madalena ?"
fui taxada de idiota por expert em Turfe, este mesmo expert deveria vir nas comunidades que posta e nos informar quantos animais do Tarumã
já debandaram para o RJ e quantos fizeram o caminho inverso.
e não é só o Tarumã que esta sofrendo este "assédio" financeiro
como podem ver na materia do Raia Leve de hoje.
"o treinador Silvio Bernardo Filho está últimando os preparativos para seguir, ainda nesta semana, com sua tropa composta por 50 animais, em direção ao Hipódromo da Gávea, no Rio de Janeiro, onde ficarão alojados em 3 grupos de cocheiras.
"Aqui em São Paulo os prêmios estão muito defasados em relação ao turfe carioca e as chamadas dos páreos também estão bastante desfavoráveis, sendo assim, os proprietários decidiram pela transferência "

MGA GP BRASIL E GP SP 2002/2010

MGA
Gávea (G.P. Brasil)
ANO 2010 ACRESIDO DOS SIMULCASTING COM SP E RS = R$ 5.707,237,79
ANO 2002 ACRESIDO DO SIMULCASTING COM SP E CAMPOS = R$ 4.947.492,80
VARIAÇÃO POSITIVA EM 15,4%

Cidade Jardim (G.P. SÃO PAULO)
ANO 2010 ACRESIDO DO SIMULCASTING COM RJ = R$ 3.581.418,50
ANO 2002 ACRESIDO DO SIMULCASTING COM RJ = R$ 2.900.047,50
VARIAÇÃO POSITIVA EM 23,5%

TARUMÃ, NOVE PAREOS PARA SEXTA - 13/08

PRIMEIRO PAREO 800 METROS800 METROS
1 - RICO E FAMOSO - 1-57
2 - AGELAU - 2-58
3 - WEB SITE - 3-56
4 - ALVO MILITAR - 4-58
5 - OF SPEED JET - 5-50
6 - BOLA DE PRATA - 6-53
ALVO MILITAR

SEGUNDO PAREO - 800 METROS

1 - DOCE VENENO - 1-55
2 - DILIGÊNCIA - 2-55
3 - KITATI - 3-55
4 - VASCO HERRERO - 4-57
5 - GREAT FAST - 5-57
6 - BETTER HORSE - 6-57
7 - BABY CANDY (USA) - 7-55

GREAT FAST

TERCEIRO PÁREO - 1.100 METROS

1 - INTELECTUAL - 1-59
2 - PETROLEUM - 2-49
3 - VERUSKA DI JOB - 3-51
4 - LUZ NASCENTE - 4-53
5 - OTHON - 5-58
6 - ALECRIM DOURADO - 6-54

OTHON

QUARTO PAREO - 1.300 METROS

1 - TENENCIA - 1-55
2 - SEMINARISTA - 2-54
3 - GUZ - 3-54
4 - GRAN DODGE - 4-57
5 - ZILÚ - 5-53
6 - BATERISTA - 6-55
7 -
BAILE NUESTRO - 7-52
GRAN DODGE

QUINTO PÁREO - 1.400 METROS

1 - JIBBS - 1-56
2 - VECTEUR - 2-56
3 - CASUAL LIFE - 3-54
4 - XYLON - 4-52
5 - CARA DE GATO - 5-56
6 - VOYEUR - 6-54
7 - LADY FA - 7-51

SEXTO PÁREO - 1.500 METROS

1 - MARY LOU - 1-56
2 - SONNY CORLEONE - 2-50
3 - TROCULENTO - 3-54
4 - ÉTICO - 4-55
5 - HONORIFIQUE - 5-52
6 - DÁ-LHE SANTARÉM - 6-54
7 - OUR SLEW - 7-53

ETICO

SÉTIMO PÁREO - 1.200 METROS

1 - URBAN GIRL - 1-56
2 - JET BEST - 2-56
3 - JURERÊ - 3-56
4 - SPRING INDY (P1) - 4-56
5 - SAFRA RECORD (P1) -5-56
6 - ANNY DI NORDICA - 6-56
7 - SÓ ALEGRIA - 7-56

OITAVO PÁREO - 1.200 METROS

1 - JAPAN - 1-56
2 - DESTAKE BOY - 2-56
3 - SMART KING - 3-56
4 - FOGUETE MINEIRO - 4-56
5 - CITIUS - 5-56
6 - VICAR - 6-56
7 - JABOTA - 7-56

NONO PÁREO - 1.500 METROS

1 - BIOLOGISTA - 1-55
2 - BUCHANA’S RED - 2-55
3 - MY BEST WAY - 3-57
4 - OUR SMILE - 4-57
5 - GOLD NORBA - 5-57
6 - JOHNNY FIGHTER - 6-57
7 - LIBRIANO - 7-57
8 - FINGER PRINT - 8-56

GOLD NORBA