MAKING OFF DE UMA INCRÍVEL ELEIÇÃO DO VALE E DO NÃO VALE.
* Em clima “cinicamente” amistoso, entre Situação (Cresus) e Oposição (Jael), aconteceram as polêmicas eleições do Jockey Club do Paraná, no dia 1º de março.
* Antes, porém, enquanto a chapa do Jael tinha postura ética, os “meninos radicais” do Cresus, espalhavam impressos apócrifos, mesmo contra a ordem do “chefe”, segundo seus parceiros.
* O fluxo, na abertura da votação às 10 horas, era enorme com filas amontoadas de jovens e idosos, aguardando a demorada instalação das mesas receptoras. Atrasou.
* Nesse horário, pelos botons, era evidente a esmagadora supremacia dos votantes da chapa Credibilidade, entre executivos, empresários e aposentados.
* Por ordem da diretoria não era permitida fotografias internas, nem TV, desde o saguão, nem entrevistas, nem seguranças das chapas, exceto da Situação, onde dois “musculosos armários”, despistavam vestindo a camiseta da “Consagração” como se sócios fossem.
* E para se fazer xixi ou se fazia nas calças ou na grama, porque o reduto da sala Vip era exclusivo da Situação, atitude que o próprio candidato e advogado do JCP, José Cid Campelo Filho, se manifestou contrário.
* A “esculhambação “da relação dos votantes provocava uma procissão de ida e vinda pelas autorizações de credenciamento, face a ausência do nome do sócio das listas eleitorais. Um caos comum de quase todas as administrações do Jockey.
* Contudo, pessoalmente devo dizer que fui muito bem atendido pelo diretor Arthur Almeida, que resgatou – como para outros – credenciais para o exercício do voto.
* Curiosamente, numa dessas credenciais, uma autorização veio em nome de Olivio Gaspareto, sócio 1888, quando na verdade o nome certo era Ovidio e sócio 1976.
* E aquele voto foi aceito assim mesmo, como provavelmente outros também o foram, em prejuízo de ambas as partes. Entidade amadora, resultado amador.
* E as 12h40 o primeiro episódio desagradável que poderá ter conseqüências extremamente graves: agressão racial a um sócio suspenso do JCP.
* O associado suspenso é o popular Gibi, proibido – até prova em contrário – de adentrar ao Jockey Club do Paraná, até mesmo perguntar o porquê da suspensão, tal como eu, liberado graças a uma liminar impetrada pelo meu advogado René Dotti.
* Bem o Gibi, na porta de fora do hipódromo, trabalhava tentando angariar votos para a chapa de sua simpatia, quando foi interpelado por um associado do JCP, que o teria chamado de negro, vagabundo e por último de “Macaco”. Gibi é negro.
* Com cinco testemunhas devidamente identificadas, o ofendido chamou a polícia que lavrou imediatamente um Boletim – BO – sobre a ocorrência que, se comprovada, é crime penal, por racismo, inafiançável.
* No hipódromo todo mundo ficou sabendo do incidente, do nome do suposto sócio agressor – provavelmente com a cabeça muito quente – criando um ambiente desconfortável. Enfim, esse é caso de polícia entre “mocinhos e bandidos.”
* Porém, no final da noitinha mais um episódio – quase sangrento – quando inesperadamente um enorme candidato da Situação investiu sobre o pequenino Eraldo Palmerini.
* Contudo, graças a uma gravata acrobática do ex-goleiro do Atlético, o Gil (Gilberto Koppe), no agressor evitou o pior. Eleição, cabeça quente, mágoas, dá nisso. Não devia, claro. Mais um BO registrado no distrito policial.
* A chapa da Situação somente ficou menos tensa no final da noite quando um camburão de votantes, provavelmente já fora do horário de trabalho, desembarcou diretamente para a urna dos sócios duvidosos, dos R$ 70,00, aquela que o juiz teria sentido cheiro de fraude.
* O movimento, então, passou a preocupar os menos avisados simpatizantes da chapa “Credibilidade”. Afinal os votos da urna apartada estariam sob judice.
* De qualquer forma ambas as chapas disfarçavam cortesia entre si, inclusive com frases típicas: “- Vim votar em você, porque o resto da chapa na presta!”
* Pura mentira, pois, o eleitor logo seria identificado pelo interlocutor, ao qual mostrara simpatia eleitoral, como uma autêntica traíra. Coisa comum de eleições.
* 20 horas, votação encerrada. Começa, então, o balcão das apostas: quem ganha, por quanto votos, em pura especulação.
* Pessoalmente, como sócio votante – não como jornalista – da “Credibilidade” coloco no papel meu vaticínio, sem incluir a urna pirata: ganha Jael por 60% a 40%, por 515 votos a 313. Por pouco, foram 59,88% contra 40,12%. E 515 (acertei) contra 356 (errei). E olhe que chutei o número de eleitores das urnas válidas, na hora, ainda sem saber o número certo do total de votos.
* Encerrada a contagem, a Oposição saiu primeiro do prado e foi comemorar pelos votos válidos e a Situação soltou foguetes somando os votos ainda sob judice, se apressando a colocar o resultado na internet, como se oficial fosse. Emoção acima da ética.
* Só falta agora prever, sem nenhum misticismo ou feitiçaria, quem levará a melhor na decisão judicial. Uma engenharia de adivinhação tão fácil quanto roubar doce da boca de criança.
por Luiz Renato Ribas
http://www.jornaldoturfe.com.br/brasil/colunistas/ribas.htm
Jeane Alves
Vitória de G 1 com Equitana
quinta-feira, 10 de março de 2011
JAEL BARROS DEVE SER ACLAMADO PELA JUSTIÇA COMO NO PRESIDENTE DO JOCKEY CLUB DO PARANÁ
JAEL DEVE SER ACLAMADO PELA
JUSTIÇA E AS ELEIÇÕES NO JCSP
Quem acompanhou as eleições do Jockey Club do Paraná, viu de perto uma “maracutaia” anunciada e obstruída pela justiça, que foi a votação em separado na urna dos “sócios piratas”. E ali ficou comprovado o dolo, a fraude. Como você vai explicar ao juiz que na urna “Ouro” e na dos sócios anteriores ao ano de 2009, a chapa CREDIBILIDADE, do Dr. Jael deu um vareio e na fraudulenta perdeu por 240 a 10?
A justiça deve aclamar o JAEL e seus pares nos próximos dias. E esta gente que lá está tem que ser tratada de forma diferenciada. Agressão verbal contra o Gibi, chamando-o de negro, macaco etc; e agressão física contra o criador Eraldo Palmerini.
Estas pessoas precisam sumir do turfe paranaense e brasileiro. E, após a posse do Dr. Jael, ficarei pelo menos quatro dias em Curitiba ajudando a levantar as notas frias que foram emitidas para pagar um servicinho gráfico.
por Marcos Rizzon
http://www.jornaldoturfe.com.br/brasil/links/carta.htm
JUSTIÇA E AS ELEIÇÕES NO JCSP
Quem acompanhou as eleições do Jockey Club do Paraná, viu de perto uma “maracutaia” anunciada e obstruída pela justiça, que foi a votação em separado na urna dos “sócios piratas”. E ali ficou comprovado o dolo, a fraude. Como você vai explicar ao juiz que na urna “Ouro” e na dos sócios anteriores ao ano de 2009, a chapa CREDIBILIDADE, do Dr. Jael deu um vareio e na fraudulenta perdeu por 240 a 10?
A justiça deve aclamar o JAEL e seus pares nos próximos dias. E esta gente que lá está tem que ser tratada de forma diferenciada. Agressão verbal contra o Gibi, chamando-o de negro, macaco etc; e agressão física contra o criador Eraldo Palmerini.
Estas pessoas precisam sumir do turfe paranaense e brasileiro. E, após a posse do Dr. Jael, ficarei pelo menos quatro dias em Curitiba ajudando a levantar as notas frias que foram emitidas para pagar um servicinho gráfico.
por Marcos Rizzon
http://www.jornaldoturfe.com.br/brasil/links/carta.htm
Lagoinha, programa para este sábado 2/03

JÓQUEI CLUBE DE GOIÁS/HIPÓDROMO DA LAGOINHA - S Á B A D O
1º PÁREO AS 15:00 HS – 1.000 METROS PRÊMIO 1.000,00 sendo 800,00 ao 1º, 130,00 ao 2º col.
Produtos de 2 e mais anos sem vitória
1 JUST NOW 58
2 ILUSTRADOR 58
3 DANNY 56
4 SAUDAÇÃO 56
5 TERESA JUR 54
6 DUBAI FRONTEIRA 56
7 ABLÚVIUM 58
_________________________________________________________________________________________
2º PÁREO AS 15:40 HS – 1.100 METROS PRÊMIO 930,00 sendo 800,00 ao 1º, 130,00 ao 2º col.
Turma Especial 1
1 TEXAS WESTERN 56
2 JET KING 56
3 BLESSED NICK 56
4 UNICORN FINGER 56
5 NESS MONSTER 56
6 EJECTOR TALK 56
_____________________________________________________________________________________________________________
3º PÁREO AS 16:20 HS – 1.400 METROS PRÊMIO 1.000,00 sendo 800,00 ao 1º, 130,00 ao 2º col.
Turma Especial 1
1 QUEEN RUNNER 54
2 SUPER TRIO 56
3 SPYRO GYRA 56
4 GREAT ALI 58
5 GOOD FORCE 56
6 SHOW MY EMBLEM 56
7 SHEIK PROSPECTOR 56 _____________________________________________________________________________________
4º PÁREO AS 17:00 HS – 1.609 METROS PRÊMIO 1.000,00 sendo 800,00 ao 1º, 130,00 ao 2º col.
CHAMADA LIVRE
1 HIDDEN (P) 58
2 CALL OF DUTY (P) 54
3 IGLOO 54
4 PRINCIPE ENCANTADO 54
5 AMERICAN SAMOA 56
6 IAMTHEMASTER 56
7 OLYMPIC CHAMP 54
_______________________________________________________________________
Sprint Sales, IV Leilão Sprint Sales foi um sucesso

O evento foi organizado pelos haras Niju, de São Gabriel; JG, de Passo Fundo; Santa Tereza, de Bom Retiro e Evany, de Carazinho. Segundo Paulo Marinho, um dos organizadores das atividades, o leilão surgiu a partir da necessidade de se ter um lugar onde pudessem ser comercializados esses animais. “Precisávamos de um movimento, uma praça, onde pudéssemos vender esses nossos produtos, pois não tínhamos um lugar certo. Então foi se desenvolvendo essa ideia e, hoje, graças a Deus é uma realidade”, destaca.
Ele comenta que Carazinho sempre foi considerado destaque na cancha reta e, hoje, é uma praça que se firma no mercado de vendas e corrida de cavalos. “A cidade é respeitada em todo o Brasil e nos eventos realizados aqui sempre vem os melhores cavalos, inclusive de outros países”, enfatiza. O leilão , onde foram arrematados 60 animais, com idade entre 15 e 18 meses. Esses cavalos são os que terão a oportunidade de participar do próximo Grande Prêmio, que já está marcado para o mês de fevereiro de 2012, entre os dias 24 e 27.
O presidente do Jockey Club, Décio Neuls, salienta que, para o município, o evento é atraente, pois “traz as pessoas de volta a assistir e apostar, movimentando o Jockey e mostrando a tradição das corridas de cavalo”. O Grande Prêmio foi realizado no domingo (27/03), à tarde, com um público de, aproximadamente, três mil pessoas. Foram três corridas disputadas por três cavalos cada uma. A grande final aconteceu ontem (28/03), saindo como vencedor da prova o Mensageiro Mig. Ele é criação do Haras Nova Vitória e seu proprietário é Fábio Araldi, de Vacaria. O segundo lugar ficou com Exclusive More e o terceiro com Tanto Mar.
Sprint Sales auxilia Asilo
Pelo segundo ano consecutivo, os organizadores do evento reverteram a renda obtida na portaria para o Asilo São Vicente de Paulo. O presidente da comissão social do asilo, Douglas Müller, afirma que a entidade vive somente de filantropia, através de contribuições da comunidade. Em sua opinião “a ação que os organizadores do evento tiveram é de extrema importância”, acrescentando que “vai colaborar muito com a manutenção e as necessidades da casa”. Ele agradeceu e informou que todas as pessoas que desejarem ajudar o Asilo, podem entrar em contato com a entidade se colocarem a disposição. “Assim que for necessário elas serão convidadas a participar e com certeza será muito bem vindo o apoio de todos que puderem ajudar”, complementa.
Reciclagem, Empresa japonesa de reciclagem vai abrir filial no Paraná
Empresa japonesa de reciclagem vai abrir filial no Paraná
O secretário estadual do Planejamento e Coordenação Geral, Cassio Taniguchi, esteve reunido no Palácio das Araucárias, sede do governo do Paraná, com executivos japoneses da Hamaya, empresa que pretende abrir uma filial no Estado.
A empresa atua no ramo de reciclagem de materiais ferrosos, não-ferrosos e equipamentos eletrônicos de informática. No Paraná, os executivos japoneses estão fazendo uma prospecção para escolher a melhor região para se instalarem.
Segundo o secretário Cassio Taniguchi, o Paraná já tem uma logística e infraestrutura avançada, além de incentivos fiscais para empresas investidoras.
“Após oito anos fora do circuito de novos investimentos empresariais, o governo do estado está retomando os laços com as empresas que pretendem investir no Paraná. Estamos dando prioridade ao aumento da geração de emprego e renda que faz parte do plano de governo do governador Beto Richa”, destaca o secretário.
O diretor da empresa, Roberto Itai, disse que a parceria vai sair logo. “Num primeiro momento, nossa intenção era nos instalarmos no estado somente em 2014. Contudo, estamos realmente impressionados com as novas propostas do governo para desenvolver a região,” avaliou.
O encontro contou com a presença do presidente da Comec, Rui Hara, e de representantes da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão-Paraná, incluindo o presidente Yoshiaki Oshiro, o vice-presidente Gilberto Hara e o diretor Fujio Takamura no trabalho de assessoramento.
O secretário estadual do Planejamento e Coordenação Geral, Cassio Taniguchi, esteve reunido no Palácio das Araucárias, sede do governo do Paraná, com executivos japoneses da Hamaya, empresa que pretende abrir uma filial no Estado.
A empresa atua no ramo de reciclagem de materiais ferrosos, não-ferrosos e equipamentos eletrônicos de informática. No Paraná, os executivos japoneses estão fazendo uma prospecção para escolher a melhor região para se instalarem.
Segundo o secretário Cassio Taniguchi, o Paraná já tem uma logística e infraestrutura avançada, além de incentivos fiscais para empresas investidoras.
“Após oito anos fora do circuito de novos investimentos empresariais, o governo do estado está retomando os laços com as empresas que pretendem investir no Paraná. Estamos dando prioridade ao aumento da geração de emprego e renda que faz parte do plano de governo do governador Beto Richa”, destaca o secretário.
O diretor da empresa, Roberto Itai, disse que a parceria vai sair logo. “Num primeiro momento, nossa intenção era nos instalarmos no estado somente em 2014. Contudo, estamos realmente impressionados com as novas propostas do governo para desenvolver a região,” avaliou.
O encontro contou com a presença do presidente da Comec, Rui Hara, e de representantes da Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão-Paraná, incluindo o presidente Yoshiaki Oshiro, o vice-presidente Gilberto Hara e o diretor Fujio Takamura no trabalho de assessoramento.
Android, Use seu Android para descobrir o nível de álcool no seu sangue
Use seu Android para descobrir o nível de álcool no seu sangue
Taxa de Álcool no Sangue é um aplicativo para os donos de Android que adoram tomar umas e outras e gostariam de saber o seu nível alcoólico. Os cálculos realizados pelo aplicativo são aproximados, sem constatação científica, e baseados em informações fornecidas pelo próprio usuário.
Taxa de Álcool no Sangue pode ser usado tanto para você ter uma noção do quanto já bebeu, quanto para divertir seus amigos naqueles dias de bebedeira. Quando desejar saber o nível de álcool no seu sangue, responda algumas perguntas rápidas e Taxa de Álcool no Sangue irá informar se você está ou não em condições normais.
Para informar o nível alcoólico do sangue do usuário, Taxa de Álcool no Sangue baseia-se em algumas informações fornecidas pelo usuário. É preciso informar os tipos de bebida que foram consumidos, bem como suas respectivas quantidades, além de informações adicionais de peso e alimentação, por exemplo.
Taxa de Álcool no Sangue é um aplicativo para os donos de Android que adoram tomar umas e outras e gostariam de saber o seu nível alcoólico. Os cálculos realizados pelo aplicativo são aproximados, sem constatação científica, e baseados em informações fornecidas pelo próprio usuário.
Taxa de Álcool no Sangue pode ser usado tanto para você ter uma noção do quanto já bebeu, quanto para divertir seus amigos naqueles dias de bebedeira. Quando desejar saber o nível de álcool no seu sangue, responda algumas perguntas rápidas e Taxa de Álcool no Sangue irá informar se você está ou não em condições normais.
Para informar o nível alcoólico do sangue do usuário, Taxa de Álcool no Sangue baseia-se em algumas informações fornecidas pelo usuário. É preciso informar os tipos de bebida que foram consumidos, bem como suas respectivas quantidades, além de informações adicionais de peso e alimentação, por exemplo.
Mulheres, Bancada feminina quer as mulheres ganhando mais
Bancada feminina quer as mulheres ganhando mais
A redução da desigualdade econômica entre homens e mulheres é uma das prioridades da bancada feminina da Câmara. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009 apontam que as mulheres compõem 42,6% da força de trabalho, em um universo de 86,7 milhões de pessoas ocupadas.
No entanto, elas recebem em torno de 32,9% menos que os homens, muitas vezes nos mesmos cargos. Outro estudo, lançado em 2010 pelo Instituto Ethos e pelo Ibope Inteligência, mostra a baixa representação feminina nos postos de chefia e direção das 500 maiores empresas do Brasil: de um total de 1.506 diretores, as mulheres eram apenas 207, ou 13,7% - nos cargos de gerência, o percentual sobe para 22%.
Nesse sentido, tramitam na Casa diversas propostas que buscam ampliar a autonomia financeira feminina. Entre elas, destaca-se o Projeto de Lei 6653/09, que prevê ações para garantir a igualdade nas oportunidades de emprego entre homens e mulheres.
Segundo a coordenadora da bancada feminina, deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), a proposta deve ser votada pelo Plenário no próximo dia 15, como parte do esforço para votação, no mês em que se comemora o Dia da Mulher (8 de março), de projetos apontados como prioritários pelas deputadas. “Não se trata de cotas, mas de mecanismos que favoreçam a ascensão feminina”, explica a autora da proposta, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA).
O texto estabelece normas, algumas orientadoras, outras apenas sugestivas, para que se combata a discriminação contra a mulher e as trabalhadoras passem a exercer com mais frequência papéis estratégicos na iniciativa privada e no serviço público. “A defesa dos direitos da mulher não é uma guerra dos sexos. É a luta para que homens e mulheres tenham espaço e igualdade de chances”, defende a deputada.
Portugal ressalta que a mulher que depende exclusivamente do parceiro não tem, muitas vezes, poder de decisão sobre sua própria vida familiar. “O poder econômico é uma das ‘bolas-mestras’ da emancipação”, diz.
A opinião é compartilhada pela coordenadora da bancada feminina, deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), que lembra que grande parte das brasileiras, principalmente as negras, vivem na pobreza.
A pesquisadora Verônica Ferreira, do SOS Corpo - Instituto Feminino para a Democracia, reforça esse ponto de vista ao dizer que a dependência financeira da mulher dificulta o enfrentamento da situação de opressão e até de violência doméstica.
Verônica defende a implementação de políticas que favoreçam a autonomia feminina em todos os espaços sociais e destaca a necessidade de uma mudança estrutural na “sociedade patriarcal machista” e no combate à miséria, por meio, por exemplo, da reforma tributária e da redistribuição da renda no País.
Outro tema que preocupa as parlamentares é a situação das donas de casa. O Projeto de Lei 5933/05, da deputada Luci Choinacki (PT-SC), que tramita apensadoTramitação em conjunto. Quando uma proposta apresentada é semelhante a outra que já está tramitando, a Mesa da Câmara determina que a mais recente seja apensada à mais antiga.
Se um dos projetos já tiver sido aprovado pelo Senado, este encabeça a lista, tendo prioridade. O relator dá um parecer único, mas precisa se pronunciar sobre todos. Quando aprova mais de um projeto apensado, o relator faz um texto substitutivo ao projeto original.
O relator pode também recomendar a aprovação de um projeto apensado e a rejeição dos demais. ao do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), assegura aposentadoria especial para quem não tem renda própria e se dedica exclusivamente ao trabalho doméstico de seu lar, desde que pertencente a famílias de baixa renda. Os textos aguardam análise da Comissão de Seguridade Social e Família.
A presidente da Associação das Donas de Casa de Goiás (ADC-GO) e representante da Campanha Nacional pelo Direito à Aposentadoria das Donas de Casa, Maria das Graças Santos, avisa que acompanhará os trabalhos da Câmara neste ano na expectativa de que os projetos sejam aprovados.
“Queremos reconhecer as donas de casa como trabalhadoras. Elas contribuem para a riqueza do País, mas são excluídas e vivem na informalidade, na dependência do marido ou dos filhos”, reclama.
Alice Portugal também acredita na necessidade de remunerar as donas de casa. “Muitas vezes, após 35 anos de casamento, o marido vai embora e ela, que prestou serviços a vida inteira, não tem um amparo qualquer”, diz a parlamentar.
A redução da desigualdade econômica entre homens e mulheres é uma das prioridades da bancada feminina da Câmara. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009 apontam que as mulheres compõem 42,6% da força de trabalho, em um universo de 86,7 milhões de pessoas ocupadas.
No entanto, elas recebem em torno de 32,9% menos que os homens, muitas vezes nos mesmos cargos. Outro estudo, lançado em 2010 pelo Instituto Ethos e pelo Ibope Inteligência, mostra a baixa representação feminina nos postos de chefia e direção das 500 maiores empresas do Brasil: de um total de 1.506 diretores, as mulheres eram apenas 207, ou 13,7% - nos cargos de gerência, o percentual sobe para 22%.
Nesse sentido, tramitam na Casa diversas propostas que buscam ampliar a autonomia financeira feminina. Entre elas, destaca-se o Projeto de Lei 6653/09, que prevê ações para garantir a igualdade nas oportunidades de emprego entre homens e mulheres.
Segundo a coordenadora da bancada feminina, deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), a proposta deve ser votada pelo Plenário no próximo dia 15, como parte do esforço para votação, no mês em que se comemora o Dia da Mulher (8 de março), de projetos apontados como prioritários pelas deputadas. “Não se trata de cotas, mas de mecanismos que favoreçam a ascensão feminina”, explica a autora da proposta, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA).
O texto estabelece normas, algumas orientadoras, outras apenas sugestivas, para que se combata a discriminação contra a mulher e as trabalhadoras passem a exercer com mais frequência papéis estratégicos na iniciativa privada e no serviço público. “A defesa dos direitos da mulher não é uma guerra dos sexos. É a luta para que homens e mulheres tenham espaço e igualdade de chances”, defende a deputada.
Portugal ressalta que a mulher que depende exclusivamente do parceiro não tem, muitas vezes, poder de decisão sobre sua própria vida familiar. “O poder econômico é uma das ‘bolas-mestras’ da emancipação”, diz.
A opinião é compartilhada pela coordenadora da bancada feminina, deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), que lembra que grande parte das brasileiras, principalmente as negras, vivem na pobreza.
A pesquisadora Verônica Ferreira, do SOS Corpo - Instituto Feminino para a Democracia, reforça esse ponto de vista ao dizer que a dependência financeira da mulher dificulta o enfrentamento da situação de opressão e até de violência doméstica.
Verônica defende a implementação de políticas que favoreçam a autonomia feminina em todos os espaços sociais e destaca a necessidade de uma mudança estrutural na “sociedade patriarcal machista” e no combate à miséria, por meio, por exemplo, da reforma tributária e da redistribuição da renda no País.
Outro tema que preocupa as parlamentares é a situação das donas de casa. O Projeto de Lei 5933/05, da deputada Luci Choinacki (PT-SC), que tramita apensadoTramitação em conjunto. Quando uma proposta apresentada é semelhante a outra que já está tramitando, a Mesa da Câmara determina que a mais recente seja apensada à mais antiga.
Se um dos projetos já tiver sido aprovado pelo Senado, este encabeça a lista, tendo prioridade. O relator dá um parecer único, mas precisa se pronunciar sobre todos. Quando aprova mais de um projeto apensado, o relator faz um texto substitutivo ao projeto original.
O relator pode também recomendar a aprovação de um projeto apensado e a rejeição dos demais. ao do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), assegura aposentadoria especial para quem não tem renda própria e se dedica exclusivamente ao trabalho doméstico de seu lar, desde que pertencente a famílias de baixa renda. Os textos aguardam análise da Comissão de Seguridade Social e Família.
A presidente da Associação das Donas de Casa de Goiás (ADC-GO) e representante da Campanha Nacional pelo Direito à Aposentadoria das Donas de Casa, Maria das Graças Santos, avisa que acompanhará os trabalhos da Câmara neste ano na expectativa de que os projetos sejam aprovados.
“Queremos reconhecer as donas de casa como trabalhadoras. Elas contribuem para a riqueza do País, mas são excluídas e vivem na informalidade, na dependência do marido ou dos filhos”, reclama.
Alice Portugal também acredita na necessidade de remunerar as donas de casa. “Muitas vezes, após 35 anos de casamento, o marido vai embora e ela, que prestou serviços a vida inteira, não tem um amparo qualquer”, diz a parlamentar.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Executivos organizam partido que promete gestão empresarial
Com a promessa de levar práticas da iniciativa privada para o governo, um grupo de executivos desiludidos com siglas como PSDB e DEM articula o lançamento de uma legenda "sem políticos".
O projeto já tem nome, Partido Novo, e teve o estatuto publicado no "Diário Oficial da União" no dia 17.
Desde então, empresários e profissionais liberais têm recebido e-mails com um resumo das propostas e um anexo com fichas de adesão.
"Podíamos ter criado uma ONG, mas achamos que um partido teria capacidade de ação muito maior", diz o presidente da futura legenda, o economista carioca João Dionísio Amoêdo, 48.
Integrante do conselho de administração do Itaú BBA e ex-vice-presidente do Unibanco, ele já promoveu reuniões no Rio e em São Paulo para catequizar aliados.
O discurso liberal parece ter inspiração tucana, mas o fundador rejeita comparações com siglas tradicionais.
"Existem 27 partidos aí, mas nenhum deles defende a eficiência e a redução de impostos como principal bandeira", diz Amoêdo, que afirma nunca ter se filiado a uma legenda e não revela o voto em eleições passadas.
"A eficiência é a nossa principal plataforma. Os candidatos do Novo terão metas de gestão e serão cobrados para cumpri-las", promete.
O fundador é sócio da Casa das Garças, centro de estudos que reúne economistas como Edmar Bacha e André Lara Resende, pais do Real, e o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga.
O vice-presidente da sigla, Marcelo Lessa Brandão, é executivo do grupo BFFC, que controla marcas como Bob's, KFC e Pizza Hut.
Sem garantia de que a ideia sairá do papel, os fundadores já gastaram cerca de R$ 200 mil com consultoria jurídica e outros serviços.
Publicitários produziram site, perfis em redes sociais e um vídeo promocional, que repete lemas como "Pense no Brasil como uma empresa" e "Se o Brasil fosse uma empresa, você seria o cliente".
Falta reunir as 500 mil assinaturas exigidas pelo TSE para registrar a sigla.
"Não será fácil, mas sempre gostei de desafios", anima-se Amoêdo, ex-triatleta que no ano passado venceu um dos maiores, ao se curar de um linfoma.
por Bernardo Mello Franco
O projeto já tem nome, Partido Novo, e teve o estatuto publicado no "Diário Oficial da União" no dia 17.
Desde então, empresários e profissionais liberais têm recebido e-mails com um resumo das propostas e um anexo com fichas de adesão.
"Podíamos ter criado uma ONG, mas achamos que um partido teria capacidade de ação muito maior", diz o presidente da futura legenda, o economista carioca João Dionísio Amoêdo, 48.
Integrante do conselho de administração do Itaú BBA e ex-vice-presidente do Unibanco, ele já promoveu reuniões no Rio e em São Paulo para catequizar aliados.
O discurso liberal parece ter inspiração tucana, mas o fundador rejeita comparações com siglas tradicionais.
"Existem 27 partidos aí, mas nenhum deles defende a eficiência e a redução de impostos como principal bandeira", diz Amoêdo, que afirma nunca ter se filiado a uma legenda e não revela o voto em eleições passadas.
"A eficiência é a nossa principal plataforma. Os candidatos do Novo terão metas de gestão e serão cobrados para cumpri-las", promete.
O fundador é sócio da Casa das Garças, centro de estudos que reúne economistas como Edmar Bacha e André Lara Resende, pais do Real, e o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga.
O vice-presidente da sigla, Marcelo Lessa Brandão, é executivo do grupo BFFC, que controla marcas como Bob's, KFC e Pizza Hut.
Sem garantia de que a ideia sairá do papel, os fundadores já gastaram cerca de R$ 200 mil com consultoria jurídica e outros serviços.
Publicitários produziram site, perfis em redes sociais e um vídeo promocional, que repete lemas como "Pense no Brasil como uma empresa" e "Se o Brasil fosse uma empresa, você seria o cliente".
Falta reunir as 500 mil assinaturas exigidas pelo TSE para registrar a sigla.
"Não será fácil, mas sempre gostei de desafios", anima-se Amoêdo, ex-triatleta que no ano passado venceu um dos maiores, ao se curar de um linfoma.
por Bernardo Mello Franco
Turfe, Resoluções Jockey Club de São
Reunião Extraordinária da Comissão de Corridas do Jockey Club de São Paulo, realizada em 04 de março de 2011.
RESOLUÇÕES:
1ª) Comunicar que as pré-inscrições para os GRANDE PRÊMIO JACUTINGA – (Gr.III) – reservado a potrancas de 2 anos, na distância de 1.400 metros, pista de areia e para os CLÁSSICOS “PRES.RAFAEL A.PAES DE BARROS – (L)” – reservado a produtos de 3 e mais anos, na distância de 2.400 metros, pista de grama e “PRES.WALDYR PRUDENTE DE TOLEDO – (L)” reservado a produtos de 3 e mais anos, na distância de 1.000 metros, pista de grama, chamados para o dia 26 do corrente, serão recebidas até às 14:00 horas do dia 14, segunda-feira mediante os pagamentos ou débitos referidos no item “3” da Resolução desta Comissão de Corridas de 03 de dezembro de 2007. O ANIMAL QUE NÃO FOR PRÉ-INSCRITO, NÃO PODERÁ PARTICIPAR DA PROVA.
2ª) Lembrar aos interessados, que as inscrições para o “PÁREO DA SORTE”, chamado para o dia 21 do corrente, nas condições do Regulamento próprio, na distância de 1.500 metros, pista de grama, com dotação de R$ 10.000,00 (dez mil reais) ao primeiro colocado e reservado aos páreos abaixo relacionados, serão recebidas até às 12:00 horas da próxima sexta-feira, dia 11.
406S – Produtos de 4 anos até 1 vitória
412S – Produtos de 4 anos até 2 vitórias
510S – Produtos de 5 anos até 1 vit.,de 6 anos até 3 vits.e de 7 e mais anos até 5 vits.
520S – Produtos de 5 anos até 2 vits.,de 6 anos até 4 vits.e de 7 e mais anos até 6 vits.
(ESSES PÁREOS PODERÃO SER REUNIDOS ENTRE SI)
3ª) Comunicar aos srs. treinadores, que a partir do dia 10, quinta-feira, terá início a vacinação obrigatória da 2ª dose contra Encéfalomielite e Tétano, em todos os animais alojados nas Vilas Hípicas do Hipódromo, Centro de Treinamento de Campinas, Jockey Club São Vicente, Jockey Club de Sorocaba e demais Centros de Treinamento credenciados, sendo que os animais inscritos serão vacinados em data oportuna.
4ª) Considerando que a amostra biológica do animal Conta Corrente, vencedor do 4º páreo da corrida realizada em 12 de fevereiro p.p., mostrou na análise e contraprova a presença de substância proibida enquadrada no Grupo II, a que se refere o § 4º do artigo 163 do Código Nacional de Corridas, esta Comissão de Corridas resolve:
a) desclassificar o animal Conta Corrente para o último lugar sem direito a qualquer prêmio, classificando para todos os efeitos os animais Youngling em primeiro lugar e Xokolove, Korinne, Nitty Gritty e Natalina nas colocações subseqüentes;
b) suspender por 135 (cento e trinta e cinco) dias, a partir de 15 do corrente, o treinador E.Rodrigues (reincidente);
c) Multar em R$ 470,00 (quatrocentos e setenta Reais) o treinador E.Rodrigues.
5ª) Considerando que a amostra biológica do animal Canta Maris, vencedor do 10º páreo da corrida realizada em 12 de fevereiro p.p., mostrou na análise a presença de substância proibida enquadrada no Grupo I, a que se refere o § 4º do artigo 163 do Código Nacional de Corridas, esta Comissão de Corridas, nos termos deste artigo combinado com o Parágrafo único do artigo 176 resolve:
a) desclassificar o animal Canta Maris para o último lugar sem direito a qualquer prêmio, classificando para todos os efeitos os animais Una Ninfa em primeiro lugar e Eliofofiss, Nungara, Zelinda e Hemisfere nas colocações subseqüentes;
b) desclassificar o animal Una Ninfa, segundo colocado no 7° páreo da corrida realizada em 28 de fevereiro p.p., para o último lugar sem direito a qualquer prêmio, classificando para todos os efeitos os animais Xablita em segundo lugar e Mil Pratas, É Fúria e Paixão Tropical nas colocações subseqüentes;
c) suspender por 270 (duzentos e setenta) dias, a partir de 15 do corrente, o treinador L.C.Soares (reincidente);
d) Multar em R$ 470,00 (quatrocentos e setenta Reais) o treinador L.C.Soares.
São Paulo, 04 de março de 2011
Comissão de Corridas
RESOLUÇÕES:
1ª) Comunicar que as pré-inscrições para os GRANDE PRÊMIO JACUTINGA – (Gr.III) – reservado a potrancas de 2 anos, na distância de 1.400 metros, pista de areia e para os CLÁSSICOS “PRES.RAFAEL A.PAES DE BARROS – (L)” – reservado a produtos de 3 e mais anos, na distância de 2.400 metros, pista de grama e “PRES.WALDYR PRUDENTE DE TOLEDO – (L)” reservado a produtos de 3 e mais anos, na distância de 1.000 metros, pista de grama, chamados para o dia 26 do corrente, serão recebidas até às 14:00 horas do dia 14, segunda-feira mediante os pagamentos ou débitos referidos no item “3” da Resolução desta Comissão de Corridas de 03 de dezembro de 2007. O ANIMAL QUE NÃO FOR PRÉ-INSCRITO, NÃO PODERÁ PARTICIPAR DA PROVA.
2ª) Lembrar aos interessados, que as inscrições para o “PÁREO DA SORTE”, chamado para o dia 21 do corrente, nas condições do Regulamento próprio, na distância de 1.500 metros, pista de grama, com dotação de R$ 10.000,00 (dez mil reais) ao primeiro colocado e reservado aos páreos abaixo relacionados, serão recebidas até às 12:00 horas da próxima sexta-feira, dia 11.
406S – Produtos de 4 anos até 1 vitória
412S – Produtos de 4 anos até 2 vitórias
510S – Produtos de 5 anos até 1 vit.,de 6 anos até 3 vits.e de 7 e mais anos até 5 vits.
520S – Produtos de 5 anos até 2 vits.,de 6 anos até 4 vits.e de 7 e mais anos até 6 vits.
(ESSES PÁREOS PODERÃO SER REUNIDOS ENTRE SI)
3ª) Comunicar aos srs. treinadores, que a partir do dia 10, quinta-feira, terá início a vacinação obrigatória da 2ª dose contra Encéfalomielite e Tétano, em todos os animais alojados nas Vilas Hípicas do Hipódromo, Centro de Treinamento de Campinas, Jockey Club São Vicente, Jockey Club de Sorocaba e demais Centros de Treinamento credenciados, sendo que os animais inscritos serão vacinados em data oportuna.
4ª) Considerando que a amostra biológica do animal Conta Corrente, vencedor do 4º páreo da corrida realizada em 12 de fevereiro p.p., mostrou na análise e contraprova a presença de substância proibida enquadrada no Grupo II, a que se refere o § 4º do artigo 163 do Código Nacional de Corridas, esta Comissão de Corridas resolve:
a) desclassificar o animal Conta Corrente para o último lugar sem direito a qualquer prêmio, classificando para todos os efeitos os animais Youngling em primeiro lugar e Xokolove, Korinne, Nitty Gritty e Natalina nas colocações subseqüentes;
b) suspender por 135 (cento e trinta e cinco) dias, a partir de 15 do corrente, o treinador E.Rodrigues (reincidente);
c) Multar em R$ 470,00 (quatrocentos e setenta Reais) o treinador E.Rodrigues.
5ª) Considerando que a amostra biológica do animal Canta Maris, vencedor do 10º páreo da corrida realizada em 12 de fevereiro p.p., mostrou na análise a presença de substância proibida enquadrada no Grupo I, a que se refere o § 4º do artigo 163 do Código Nacional de Corridas, esta Comissão de Corridas, nos termos deste artigo combinado com o Parágrafo único do artigo 176 resolve:
a) desclassificar o animal Canta Maris para o último lugar sem direito a qualquer prêmio, classificando para todos os efeitos os animais Una Ninfa em primeiro lugar e Eliofofiss, Nungara, Zelinda e Hemisfere nas colocações subseqüentes;
b) desclassificar o animal Una Ninfa, segundo colocado no 7° páreo da corrida realizada em 28 de fevereiro p.p., para o último lugar sem direito a qualquer prêmio, classificando para todos os efeitos os animais Xablita em segundo lugar e Mil Pratas, É Fúria e Paixão Tropical nas colocações subseqüentes;
c) suspender por 270 (duzentos e setenta) dias, a partir de 15 do corrente, o treinador L.C.Soares (reincidente);
d) Multar em R$ 470,00 (quatrocentos e setenta Reais) o treinador L.C.Soares.
São Paulo, 04 de março de 2011
Comissão de Corridas
CENTROS E TREINAMENTOS DE PSI
Floreando, por Milton Lodi
CENTROS DE TREINAMENTOS
Houve época em que turfistas cariocas entenderam de criar cavalos de corrida na região serrana. Chegaram a ser implantados mas de quarenta haras, foi conseguido de graça um terreno da prefeitura, o Jockey Club Brasileiro ajudou com dinheiro, e foi construído um Posto de Monta. Fundaram uma Associação cujos estatutos só davam direito de mando aos sócios - fundadores, e o fruto desse trabalho permaneceu vivo por alguns anos. Aquela época, a grande força da criação brasileira vinha de excelentes veterinários gaúchos, paranaenses e paulistas, e o Posto de Monta em Campinas era o núcleo central de técnica. Os eventos do Posto comandado pelo saudoso e extraordinário Ulrich Ralph Reiner, promotores de cursos de todas as espécies, era o pólo do progresso. Veterinários do Rio Grande do Sul, do Paraná e de São Paulo iam habitualmente participar desses eventos, enriquecendo os seus conhecimentos. Após a morte do alemão Professor Merkt no Rio Grande do Sul, de Heliodoro Duboc no Paraná, do Professor Stronard em São Paulo, e do Professor Octavio Dupont no Rio de Janeiro, o Posto de Monta do Jockey Club de São Paulo passou a ser a melhor fonte de modernidades veterinárias. Mas os técnicos que gravitavam pelos haras fluminense, pelo Posto da Associação do Rio de Janeiro e do turfe carioca de um modo geral, via de regra, lá não iam, esporadicamente comparecia Homero Assis Brasil, brilhante veterinário gaúcho radicado no Rio de Janeiro e poucas vezes o carioca José Roberto Taranto, e só. A criação fluminense ficou a mercê de uns poucos veterinários isolados do grande contexto. O resultado não podia ser outro, com a desatualização da veterinária praticada, com uma Associação cada vez menos forte e consistente, com a morte de fundadores, e com evidente inadequação das terras serranas fluminenses para a criação do P.S.I., os haras foram fechando as suas porteiras, e hoje só há cerca de meia dúzia de haras remanescentes, com um total de menos de 30 éguas, e a Associação, abandonada pela maioria dos fundadores ainda vivos, ficou e é praticamente inerte. Conta para sobreviver com a ajuda do Jockey Club Brasileiro, que instituiu a taxa de um por cento para Associação de todos os eventos turfísticos ou não, realizados no Tattersall da Gávea.
Eis que do clima geral de abandono e desinteresse, despontou uma nova e qualificada força, os Centros de Treinamento. O primeiro deles foi inaugurado e começou a funcionar com pleno êxito em 1958, e aos poucos, em bom clima, boa água e altitude compatível com o desejado, foram surgindo mais Centros de Treinamento, alguns bem sofisticados, com bons treinadores residentes (ou nas proximidades). Todos são particulares, naturalmente além do trato há a cobrança de um aluguel por box, mas a prática mostra que todos os melhores animais vivem nesses Centros, que contam em números aproximados com 1.500 dos 2.500 animais que fazem os programas na Gávea. Para que eles sejam reconhecidos pelo Jockey Club Brasileiro, e assim considerados “Vilas Hípicas” do clube, tem que ser reconhecidos pelo JCB, após necessária vistoria, sempre feita pelo hipólogo Bertrand Joachim Kauffmann.
De acordo com os registros quando de suas aprovações, assim são os Centros, nas regiões de Teresópolis, Petrópolis e Friburgo:
- C.T. Vale da Boa Esperança, inaugurado em 1958, com 1.070 metros de volta fechada, largura de 14 metros, total de boxes 153, altitude de 700 metros, Município de Itaipava.
- C.T. Ipiranga, inaugurado em 1966, volta fechada 1.700 metros, largura 22 metros, total de 127 boxes, altitude zero, município de Magé.
- C.T. Santa Maria de Araras, inaugurado em 1976, volta fechada de 1.250 metros, total de boxes 80, altitude 800 metros, município de Teresópolis.
- C.T. Mondesir - inaugurado em 1977, volta fechada de 1.400 metros, largura 13 metros, total de boxes 105, altitude 750 metros, município de Pedro do Rio.
- C.T. Anderson - inaugurado em 1982, volta fechada de 1.580 metros, largura de 12 metros, total de boxes 120, altitude 1.180 metros, município de Nova Friburgo.
- C.T. das Estrelas - inauguração 1986, volta fechada 1.000 metros, largura 12 metros, total de boxes 140, altitude 550 metros, município de Cordeiro.
- C.T. Dedo de Deus - inauguração 1994, volta fechada 740 metros, largura 9 metros, total de boxes 60, altitude 860 metros, município de Teresópolis.
- C.T. Verde e Preto - Inauguração de 1995, volta fechada de 1.000 metros, largura 14 metros, total de boxes 120, altitude 850 metros, município de Teresópolis.
- C.T. Itajara - inauguração 1996, volta fechada 1.013 metros, largura 10 metros, total de boxes 220, altitude 750 metros, município de Secretário.
- C.T. Bella Vista - inauguração 1997, volta fechada 600 metros, largura 10 metros, total de boxes 125, altitude 870 metros, município de Teresópolis.
- C.T. Raiz da Serra - inauguração 1997, volta fechada 760 metros, largura 6 metros, total de boxes 23, altitude zero, município de Itaguaí.
- C.T. Paraíso - inauguração em 1999, volta fechada 750 metros, largura de 10 metros, total de boxes 60, altitude 1.000 metros, município de Teresópolis.
- C.T. Horse Ville - inauguração em 2000, volta fechada de 1.100 metros, largura 30 metros, total de boxes 50, altitude zero, município de Santa Cruz.
- C.T. São Patrício - inauguração em 2001, volta fechada de 1.000 metros, largura de 12 metros, total de boxes 42, altitude de 450 metros, município de Três Rios.
- C.T. da Associação do Rio de Janeiro, inauguração em 2002, volta fechada de 600 metros, largura de 6,5 metros, total de boxes 77, altitude 900 metros, município de Teresópolis.
- C.T. Brejal - inaugurado em 2005, altitude de 1040 metros, com 60 boxes, pista com 1.000 metros de volta fechada, largura de 10 metros, município de Petrópolis.
- C.T. Pelajo, inaugurado em 2005, altitude de 580 metros, total de boxes 63, município de Teresópolis.
- C.T. Vale do Marmelo - inauguração em 2003, volta fechada de 1.000 metros, largura de 10 metros, total de boxes 240, altitude de 800 metros, município de Teresópolis.
- C.T. Estrela Energia - inauguração em 2005, volta fechada de 1.000 metros, largura de 10 metros, total de boxes 80, altitude 850 metros, município de Teresópolis.
- Hipódromo auxiliar Jockey Club Campos, na cidade de Campos dos Goitacazes (RJ), volta fechada em 1.600 metros, total de boxes 450, altitude zero.
Esses dados são os oficiais, constantes quando dos registros na Secretaria da Comissão de Corridas do Jockey Club Brasileiro, mas todos os Centros de Treinamento são particulares, e naturalmente sofreram modificações, de um modo geral com construções de mais boxes. O C.T. Itajara, ou Vale do Itajara, já conta com mais uma raia interna, de grama. O C.T. Estrela Energia já tem três pistas, sendo a maior por fora de areia, mais uma de grama e uma terceira de material composto. Eu acredito que os Centros de Treinamento estejam caminhando para cerca de 1.800 boxes tudo particular, tudo colaborando para a melhoria do turfe carioca.
Após um período de insucesso, a região serrana encontrou o seu caminho de sucesso.
Veio agora no mês de janeiro de 2011 a catástrofe que atingiu Teresópolis, Petrópolis e Friburgo, e dois dos principais Centros foram gravemente afetados. O C.T. Vale da Boa Esperança, conhecido como Cápua, foi completamente destruído, com cavalos mortos, oito tão machucados que tiveram que ser sacrificados, muita gente morreu, as casas arrasadas, enfim, um dano praticamente irreparável. Uma avaliação por alto feita por engenheiro capacitado alvitrou que uma recuperação ultrapassaria mais de dois milhões de reais. O C.T. Santa Maria de Araras também sofreu muito, morreu gente, a pista ficou em grande parte destruída, e é possível que não seja tentada a sua recuperação. Serão duas grandes baixas nos Centros, menos cerca de mais de 200 boxes.
Catástrofe horrível.
por Milton Lodi
CENTROS DE TREINAMENTOS
Houve época em que turfistas cariocas entenderam de criar cavalos de corrida na região serrana. Chegaram a ser implantados mas de quarenta haras, foi conseguido de graça um terreno da prefeitura, o Jockey Club Brasileiro ajudou com dinheiro, e foi construído um Posto de Monta. Fundaram uma Associação cujos estatutos só davam direito de mando aos sócios - fundadores, e o fruto desse trabalho permaneceu vivo por alguns anos. Aquela época, a grande força da criação brasileira vinha de excelentes veterinários gaúchos, paranaenses e paulistas, e o Posto de Monta em Campinas era o núcleo central de técnica. Os eventos do Posto comandado pelo saudoso e extraordinário Ulrich Ralph Reiner, promotores de cursos de todas as espécies, era o pólo do progresso. Veterinários do Rio Grande do Sul, do Paraná e de São Paulo iam habitualmente participar desses eventos, enriquecendo os seus conhecimentos. Após a morte do alemão Professor Merkt no Rio Grande do Sul, de Heliodoro Duboc no Paraná, do Professor Stronard em São Paulo, e do Professor Octavio Dupont no Rio de Janeiro, o Posto de Monta do Jockey Club de São Paulo passou a ser a melhor fonte de modernidades veterinárias. Mas os técnicos que gravitavam pelos haras fluminense, pelo Posto da Associação do Rio de Janeiro e do turfe carioca de um modo geral, via de regra, lá não iam, esporadicamente comparecia Homero Assis Brasil, brilhante veterinário gaúcho radicado no Rio de Janeiro e poucas vezes o carioca José Roberto Taranto, e só. A criação fluminense ficou a mercê de uns poucos veterinários isolados do grande contexto. O resultado não podia ser outro, com a desatualização da veterinária praticada, com uma Associação cada vez menos forte e consistente, com a morte de fundadores, e com evidente inadequação das terras serranas fluminenses para a criação do P.S.I., os haras foram fechando as suas porteiras, e hoje só há cerca de meia dúzia de haras remanescentes, com um total de menos de 30 éguas, e a Associação, abandonada pela maioria dos fundadores ainda vivos, ficou e é praticamente inerte. Conta para sobreviver com a ajuda do Jockey Club Brasileiro, que instituiu a taxa de um por cento para Associação de todos os eventos turfísticos ou não, realizados no Tattersall da Gávea.
Eis que do clima geral de abandono e desinteresse, despontou uma nova e qualificada força, os Centros de Treinamento. O primeiro deles foi inaugurado e começou a funcionar com pleno êxito em 1958, e aos poucos, em bom clima, boa água e altitude compatível com o desejado, foram surgindo mais Centros de Treinamento, alguns bem sofisticados, com bons treinadores residentes (ou nas proximidades). Todos são particulares, naturalmente além do trato há a cobrança de um aluguel por box, mas a prática mostra que todos os melhores animais vivem nesses Centros, que contam em números aproximados com 1.500 dos 2.500 animais que fazem os programas na Gávea. Para que eles sejam reconhecidos pelo Jockey Club Brasileiro, e assim considerados “Vilas Hípicas” do clube, tem que ser reconhecidos pelo JCB, após necessária vistoria, sempre feita pelo hipólogo Bertrand Joachim Kauffmann.
De acordo com os registros quando de suas aprovações, assim são os Centros, nas regiões de Teresópolis, Petrópolis e Friburgo:
- C.T. Vale da Boa Esperança, inaugurado em 1958, com 1.070 metros de volta fechada, largura de 14 metros, total de boxes 153, altitude de 700 metros, Município de Itaipava.
- C.T. Ipiranga, inaugurado em 1966, volta fechada 1.700 metros, largura 22 metros, total de 127 boxes, altitude zero, município de Magé.
- C.T. Santa Maria de Araras, inaugurado em 1976, volta fechada de 1.250 metros, total de boxes 80, altitude 800 metros, município de Teresópolis.
- C.T. Mondesir - inaugurado em 1977, volta fechada de 1.400 metros, largura 13 metros, total de boxes 105, altitude 750 metros, município de Pedro do Rio.
- C.T. Anderson - inaugurado em 1982, volta fechada de 1.580 metros, largura de 12 metros, total de boxes 120, altitude 1.180 metros, município de Nova Friburgo.
- C.T. das Estrelas - inauguração 1986, volta fechada 1.000 metros, largura 12 metros, total de boxes 140, altitude 550 metros, município de Cordeiro.
- C.T. Dedo de Deus - inauguração 1994, volta fechada 740 metros, largura 9 metros, total de boxes 60, altitude 860 metros, município de Teresópolis.
- C.T. Verde e Preto - Inauguração de 1995, volta fechada de 1.000 metros, largura 14 metros, total de boxes 120, altitude 850 metros, município de Teresópolis.
- C.T. Itajara - inauguração 1996, volta fechada 1.013 metros, largura 10 metros, total de boxes 220, altitude 750 metros, município de Secretário.
- C.T. Bella Vista - inauguração 1997, volta fechada 600 metros, largura 10 metros, total de boxes 125, altitude 870 metros, município de Teresópolis.
- C.T. Raiz da Serra - inauguração 1997, volta fechada 760 metros, largura 6 metros, total de boxes 23, altitude zero, município de Itaguaí.
- C.T. Paraíso - inauguração em 1999, volta fechada 750 metros, largura de 10 metros, total de boxes 60, altitude 1.000 metros, município de Teresópolis.
- C.T. Horse Ville - inauguração em 2000, volta fechada de 1.100 metros, largura 30 metros, total de boxes 50, altitude zero, município de Santa Cruz.
- C.T. São Patrício - inauguração em 2001, volta fechada de 1.000 metros, largura de 12 metros, total de boxes 42, altitude de 450 metros, município de Três Rios.
- C.T. da Associação do Rio de Janeiro, inauguração em 2002, volta fechada de 600 metros, largura de 6,5 metros, total de boxes 77, altitude 900 metros, município de Teresópolis.
- C.T. Brejal - inaugurado em 2005, altitude de 1040 metros, com 60 boxes, pista com 1.000 metros de volta fechada, largura de 10 metros, município de Petrópolis.
- C.T. Pelajo, inaugurado em 2005, altitude de 580 metros, total de boxes 63, município de Teresópolis.
- C.T. Vale do Marmelo - inauguração em 2003, volta fechada de 1.000 metros, largura de 10 metros, total de boxes 240, altitude de 800 metros, município de Teresópolis.
- C.T. Estrela Energia - inauguração em 2005, volta fechada de 1.000 metros, largura de 10 metros, total de boxes 80, altitude 850 metros, município de Teresópolis.
- Hipódromo auxiliar Jockey Club Campos, na cidade de Campos dos Goitacazes (RJ), volta fechada em 1.600 metros, total de boxes 450, altitude zero.
Esses dados são os oficiais, constantes quando dos registros na Secretaria da Comissão de Corridas do Jockey Club Brasileiro, mas todos os Centros de Treinamento são particulares, e naturalmente sofreram modificações, de um modo geral com construções de mais boxes. O C.T. Itajara, ou Vale do Itajara, já conta com mais uma raia interna, de grama. O C.T. Estrela Energia já tem três pistas, sendo a maior por fora de areia, mais uma de grama e uma terceira de material composto. Eu acredito que os Centros de Treinamento estejam caminhando para cerca de 1.800 boxes tudo particular, tudo colaborando para a melhoria do turfe carioca.
Após um período de insucesso, a região serrana encontrou o seu caminho de sucesso.
Veio agora no mês de janeiro de 2011 a catástrofe que atingiu Teresópolis, Petrópolis e Friburgo, e dois dos principais Centros foram gravemente afetados. O C.T. Vale da Boa Esperança, conhecido como Cápua, foi completamente destruído, com cavalos mortos, oito tão machucados que tiveram que ser sacrificados, muita gente morreu, as casas arrasadas, enfim, um dano praticamente irreparável. Uma avaliação por alto feita por engenheiro capacitado alvitrou que uma recuperação ultrapassaria mais de dois milhões de reais. O C.T. Santa Maria de Araras também sofreu muito, morreu gente, a pista ficou em grande parte destruída, e é possível que não seja tentada a sua recuperação. Serão duas grandes baixas nos Centros, menos cerca de mais de 200 boxes.
Catástrofe horrível.
por Milton Lodi
Gávea, ADDEDs, GPs Arthur da Costa e Silva e Euvaldo Lodi, devem ser pagos nesta sexta-feira
Nesta sexta-feira, os proprietários interessados em terem seus animais disputando os GPs Arthur da Costa e Silva e Euvaldo Lodi, deverão ficar atentos aos pagamentos.
Para o GP Arthur da Costa e Silva (G3), o valor da 2ª parcela é de R$ 1.200,00.
Para o GP Euvaldo Lodi (G3), o valor da 1ª parcela é de R$ 300,00.
Vale citar que a 2ª parcela do ADDED para o ‘Euvaldo Lodi’ deverá ser quitada no dia 11 de março.
A conta bancária para depósito do Jockey Club Brasileiro é: Banco Itaú (341) ‑ Agência: 8390 ‑ Conta corrente nº: 01500‑9. Para o caso de pagamento por DOC, o CNPJ do Jockey Club Brasileiro é 33.621.756 / 0001‑07. Uma cópia do depósito deverá ser enviada por fax para (021) 2511.4059 / 3534.9205 ou (021) 2274‑5247, indicando o proprietário e o nome do animal, sem o que, a inscrição do animal na prova não poderá ser considerada, até as 17h. E a confirmação do recebimento do fax poderá ser feita pelo telefone (021) ‑ 3534.9058 ou (021) ‑ 35349257.
fone JCB divulgação
Para o GP Arthur da Costa e Silva (G3), o valor da 2ª parcela é de R$ 1.200,00.
Para o GP Euvaldo Lodi (G3), o valor da 1ª parcela é de R$ 300,00.
Vale citar que a 2ª parcela do ADDED para o ‘Euvaldo Lodi’ deverá ser quitada no dia 11 de março.
A conta bancária para depósito do Jockey Club Brasileiro é: Banco Itaú (341) ‑ Agência: 8390 ‑ Conta corrente nº: 01500‑9. Para o caso de pagamento por DOC, o CNPJ do Jockey Club Brasileiro é 33.621.756 / 0001‑07. Uma cópia do depósito deverá ser enviada por fax para (021) 2511.4059 / 3534.9205 ou (021) 2274‑5247, indicando o proprietário e o nome do animal, sem o que, a inscrição do animal na prova não poderá ser considerada, até as 17h. E a confirmação do recebimento do fax poderá ser feita pelo telefone (021) ‑ 3534.9058 ou (021) ‑ 35349257.
fone JCB divulgação
Turf, Gávea e Cidade Jardim, simulcasting nesta sexta , 11/03
Nesta sexta-feira, o Jockey Club Brasileiro realiza corridas em simulcasting com o Hipódromo de Cidade Jardim. Em São Paulo, com a realização de nove páreos, as corridas começam às 16h15. No Rio, como de hábito, o primeiro páreo começa às 17h e serão realizados nove páreos.
fonte - JCB Divulgação
fonte - JCB Divulgação
NOVIDADES E TENDÊNCIAS DO TURFE MUNDIAL - PARTE I
NOVIDADES E TENDÊNCIAS DO TURFE MUNDIAL
É na reunião da Federação Internacional das Autoridades Hípicas (FIAH), realizada uma vez por ano em Paris, França, um dia depois da disputa do Prix de l’Arc du Triomphe, que o turfe mundial se reúne para debater seu presente e planejar seu futuro. Lá estão 59 países com assento na Federação, mais 4 organizações regionais, e 7 outras nações admitidas como observadores.
O Brasil está representado na FIAH pelos Jockey Clubes do Rio de Janeiro (2 assentos) e São Paulo (idem). Nos últimos anos, porém, parece que as duas sociedades promotoras de corridas se esqueceram disso (ano passado, por exemplo, ninguém do Jockey Club Brasileiro apareceu por lá). E como se esqueceram, dia virá em que simplesmente perderemos os assentos na FIAH, com todas as conseqüências daí resultantes. Esses são alguns dos problemas do atual turfe brasileiro, e, como tal, só o Brasil poderá resolvê-los. Mas isso é assunto para outro momento e outra ocasião.
O que interessa saber para efeito deste artigo, é que na última reunião da FIAH alguns tópicos importantes foram discutidos, entre eles a questão da evolução do jogo de apostas em corridas de cavalo, o uso da TV na divulgação dos principais eventos, e as estatísticas sobre a evolução da criação mundial. Tentaremos condensar as principais conclusões a respeito. Como se segue.
Jogo de apostas
Não é verdade que o jogo de apostas, bem assim, o interesse pelo esporte esteja em decadência em todo o mundo como, equivocadamente, se costuma afirmar. O que há são perdas naqueles países mais atingidos pela crise econômica deflagrada em outubro de 2008 nos EUA, cujas repercussões continuam até hoje, em maior ou menor escala.
Nesse contexto, o movimento geral de apostas (MGA) recuou 9,8% na América e 15,8% na Irlanda (um dos maiores atingidos pelo tsunami de outubro de 2008). E no Japão, o país onde mais se aposta em corridas de cavalo, a queda foi de 5,5%. Em compensação, o MGA da Austrália cresceu 12,8% e o de Hong Kong, China, 9,8%, aumentos esses bastante expressivos se considerarmos o panorama mundial da economia.
Em Hong Kong, o crescimento se deveu ao rebate de 10% dado a quem aposta mais de 1.000 euros e perde, fato que encorajou os grandes jogadores a jogar mais com menos 10% em seu orçamento. Para o novo secretario geral da Federação Internacional, o japonês Aki Akitani, colocado à disposição da FIAH pelo seu empregador, a Japan Racing Association, a experiência bem sucedida de Hong Kong equivale à aplicação no turfe do “Princípio de Pareto” (que demonstra que 20% dos clientes de um empreendimento – no caso, os grandes jogadores –, são responsáveis por cerca de 80% das receitas).
Na França, o Pari Mutuel Urbain (PMU) fez o mesmo, bonificando as apostas de vencedor e placé, os jogos mais populares naquele país, conseguindo com isso aumentar em 14% a arrecadação dos mesmos.
Nos idos da década de 1900, período 1992-1996, o Jockey Club Brasileiro fez o mesmo, e com ótimos resultados (principalmente no combate ao jogo paralelo), bonificando em 10% as apostas de vencedor e placé. Depois, o tempo passou, a Comissão de Corridas mudou, quem sabia fazer conta se afastou, extinguiu-se o cargo de diretor da Casa de Apostas, e tudo, afinal, se perdeu. Hoje, não há um responsável direto pela atividade e a estrutura dos jogos pode mudar ao sabor das conveniências do momento. Pena.
Em termos globais, o agregado do MGA nos países onde existe um turfe organizado alcançou 84,2 bilhões de euros (cerca de US$ 117 bilhões) em 2009, com uma queda de 1,2% sobre os mesmos números de 2008; 90% desse total são realizados pelas 8 maiores nações do turfe mundial. Para se ter uma idéia, 54,3% do movimento de apostas em corridas de cavalo está hoje concentrado na Ásia e Oceania; 33,7% na Europa e países mediterrâneos; e 12% nas Américas.
Em todas as palestras havidas, ficou claro que o futuro das rendas da atividade está diretamente ligado ao uso da INTERNET e suas várias aplicações. Em outras palavras, o turfe do futuro só terá possibilidade de enfrentar em pé de igualdade a concorrência de outros tipos de jogos, ampliando a captação de apostas via INTERNET. Neste particular, alguns países como a França, Austrália e Japão, entre outros, constituem a vanguarda do movimento. Nos EUA, essa questão tem sido bastante dificultada pelas legislações diferentes de cada estado da União. Ainda assim, a INTERNET foi responsável, em 2009, pela venda de cerca de US$ 1,3 bilhão em apostas nas corridas de cavalo da América.
por Sergio Barcellos
É na reunião da Federação Internacional das Autoridades Hípicas (FIAH), realizada uma vez por ano em Paris, França, um dia depois da disputa do Prix de l’Arc du Triomphe, que o turfe mundial se reúne para debater seu presente e planejar seu futuro. Lá estão 59 países com assento na Federação, mais 4 organizações regionais, e 7 outras nações admitidas como observadores.
O Brasil está representado na FIAH pelos Jockey Clubes do Rio de Janeiro (2 assentos) e São Paulo (idem). Nos últimos anos, porém, parece que as duas sociedades promotoras de corridas se esqueceram disso (ano passado, por exemplo, ninguém do Jockey Club Brasileiro apareceu por lá). E como se esqueceram, dia virá em que simplesmente perderemos os assentos na FIAH, com todas as conseqüências daí resultantes. Esses são alguns dos problemas do atual turfe brasileiro, e, como tal, só o Brasil poderá resolvê-los. Mas isso é assunto para outro momento e outra ocasião.
O que interessa saber para efeito deste artigo, é que na última reunião da FIAH alguns tópicos importantes foram discutidos, entre eles a questão da evolução do jogo de apostas em corridas de cavalo, o uso da TV na divulgação dos principais eventos, e as estatísticas sobre a evolução da criação mundial. Tentaremos condensar as principais conclusões a respeito. Como se segue.
Jogo de apostas
Não é verdade que o jogo de apostas, bem assim, o interesse pelo esporte esteja em decadência em todo o mundo como, equivocadamente, se costuma afirmar. O que há são perdas naqueles países mais atingidos pela crise econômica deflagrada em outubro de 2008 nos EUA, cujas repercussões continuam até hoje, em maior ou menor escala.
Nesse contexto, o movimento geral de apostas (MGA) recuou 9,8% na América e 15,8% na Irlanda (um dos maiores atingidos pelo tsunami de outubro de 2008). E no Japão, o país onde mais se aposta em corridas de cavalo, a queda foi de 5,5%. Em compensação, o MGA da Austrália cresceu 12,8% e o de Hong Kong, China, 9,8%, aumentos esses bastante expressivos se considerarmos o panorama mundial da economia.
Em Hong Kong, o crescimento se deveu ao rebate de 10% dado a quem aposta mais de 1.000 euros e perde, fato que encorajou os grandes jogadores a jogar mais com menos 10% em seu orçamento. Para o novo secretario geral da Federação Internacional, o japonês Aki Akitani, colocado à disposição da FIAH pelo seu empregador, a Japan Racing Association, a experiência bem sucedida de Hong Kong equivale à aplicação no turfe do “Princípio de Pareto” (que demonstra que 20% dos clientes de um empreendimento – no caso, os grandes jogadores –, são responsáveis por cerca de 80% das receitas).
Na França, o Pari Mutuel Urbain (PMU) fez o mesmo, bonificando as apostas de vencedor e placé, os jogos mais populares naquele país, conseguindo com isso aumentar em 14% a arrecadação dos mesmos.
Nos idos da década de 1900, período 1992-1996, o Jockey Club Brasileiro fez o mesmo, e com ótimos resultados (principalmente no combate ao jogo paralelo), bonificando em 10% as apostas de vencedor e placé. Depois, o tempo passou, a Comissão de Corridas mudou, quem sabia fazer conta se afastou, extinguiu-se o cargo de diretor da Casa de Apostas, e tudo, afinal, se perdeu. Hoje, não há um responsável direto pela atividade e a estrutura dos jogos pode mudar ao sabor das conveniências do momento. Pena.
Em termos globais, o agregado do MGA nos países onde existe um turfe organizado alcançou 84,2 bilhões de euros (cerca de US$ 117 bilhões) em 2009, com uma queda de 1,2% sobre os mesmos números de 2008; 90% desse total são realizados pelas 8 maiores nações do turfe mundial. Para se ter uma idéia, 54,3% do movimento de apostas em corridas de cavalo está hoje concentrado na Ásia e Oceania; 33,7% na Europa e países mediterrâneos; e 12% nas Américas.
Em todas as palestras havidas, ficou claro que o futuro das rendas da atividade está diretamente ligado ao uso da INTERNET e suas várias aplicações. Em outras palavras, o turfe do futuro só terá possibilidade de enfrentar em pé de igualdade a concorrência de outros tipos de jogos, ampliando a captação de apostas via INTERNET. Neste particular, alguns países como a França, Austrália e Japão, entre outros, constituem a vanguarda do movimento. Nos EUA, essa questão tem sido bastante dificultada pelas legislações diferentes de cada estado da União. Ainda assim, a INTERNET foi responsável, em 2009, pela venda de cerca de US$ 1,3 bilhão em apostas nas corridas de cavalo da América.
por Sergio Barcellos
NOVIDADES E TENDÊNCIAS DO TURFE MUNDIAL - PARTE I
NOVIDADES E TENDÊNCIAS DO TURFE MUNDIAL
É na reunião da Federação Internacional das Autoridades Hípicas (FIAH), realizada uma vez por ano em Paris, França, um dia depois da disputa do Prix de l’Arc du Triomphe, que o turfe mundial se reúne para debater seu presente e planejar seu futuro. Lá estão 59 países com assento na Federação, mais 4 organizações regionais, e 7 outras nações admitidas como observadores.
O Brasil está representado na FIAH pelos Jockey Clubes do Rio de Janeiro (2 assentos) e São Paulo (idem). Nos últimos anos, porém, parece que as duas sociedades promotoras de corridas se esqueceram disso (ano passado, por exemplo, ninguém do Jockey Club Brasileiro apareceu por lá). E como se esqueceram, dia virá em que simplesmente perderemos os assentos na FIAH, com todas as conseqüências daí resultantes. Esses são alguns dos problemas do atual turfe brasileiro, e, como tal, só o Brasil poderá resolvê-los. Mas isso é assunto para outro momento e outra ocasião.
O que interessa saber para efeito deste artigo, é que na última reunião da FIAH alguns tópicos importantes foram discutidos, entre eles a questão da evolução do jogo de apostas em corridas de cavalo, o uso da TV na divulgação dos principais eventos, e as estatísticas sobre a evolução da criação mundial. Tentaremos condensar as principais conclusões a respeito. Como se segue.
Jogo de apostas
Não é verdade que o jogo de apostas, bem assim, o interesse pelo esporte esteja em decadência em todo o mundo como, equivocadamente, se costuma afirmar. O que há são perdas naqueles países mais atingidos pela crise econômica deflagrada em outubro de 2008 nos EUA, cujas repercussões continuam até hoje, em maior ou menor escala.
Nesse contexto, o movimento geral de apostas (MGA) recuou 9,8% na América e 15,8% na Irlanda (um dos maiores atingidos pelo tsunami de outubro de 2008). E no Japão, o país onde mais se aposta em corridas de cavalo, a queda foi de 5,5%. Em compensação, o MGA da Austrália cresceu 12,8% e o de Hong Kong, China, 9,8%, aumentos esses bastante expressivos se considerarmos o panorama mundial da economia.
Em Hong Kong, o crescimento se deveu ao rebate de 10% dado a quem aposta mais de 1.000 euros e perde, fato que encorajou os grandes jogadores a jogar mais com menos 10% em seu orçamento. Para o novo secretario geral da Federação Internacional, o japonês Aki Akitani, colocado à disposição da FIAH pelo seu empregador, a Japan Racing Association, a experiência bem sucedida de Hong Kong equivale à aplicação no turfe do “Princípio de Pareto” (que demonstra que 20% dos clientes de um empreendimento – no caso, os grandes jogadores –, são responsáveis por cerca de 80% das receitas).
Na França, o Pari Mutuel Urbain (PMU) fez o mesmo, bonificando as apostas de vencedor e placé, os jogos mais populares naquele país, conseguindo com isso aumentar em 14% a arrecadação dos mesmos.
Nos idos da década de 1900, período 1992-1996, o Jockey Club Brasileiro fez o mesmo, e com ótimos resultados (principalmente no combate ao jogo paralelo), bonificando em 10% as apostas de vencedor e placé. Depois, o tempo passou, a Comissão de Corridas mudou, quem sabia fazer conta se afastou, extinguiu-se o cargo de diretor da Casa de Apostas, e tudo, afinal, se perdeu. Hoje, não há um responsável direto pela atividade e a estrutura dos jogos pode mudar ao sabor das conveniências do momento. Pena.
Em termos globais, o agregado do MGA nos países onde existe um turfe organizado alcançou 84,2 bilhões de euros (cerca de US$ 117 bilhões) em 2009, com uma queda de 1,2% sobre os mesmos números de 2008; 90% desse total são realizados pelas 8 maiores nações do turfe mundial. Para se ter uma idéia, 54,3% do movimento de apostas em corridas de cavalo está hoje concentrado na Ásia e Oceania; 33,7% na Europa e países mediterrâneos; e 12% nas Américas.
Em todas as palestras havidas, ficou claro que o futuro das rendas da atividade está diretamente ligado ao uso da INTERNET e suas várias aplicações. Em outras palavras, o turfe do futuro só terá possibilidade de enfrentar em pé de igualdade a concorrência de outros tipos de jogos, ampliando a captação de apostas via INTERNET. Neste particular, alguns países como a França, Austrália e Japão, entre outros, constituem a vanguarda do movimento. Nos EUA, essa questão tem sido bastante dificultada pelas legislações diferentes de cada estado da União. Ainda assim, a INTERNET foi responsável, em 2009, pela venda de cerca de US$ 1,3 bilhão em apostas nas corridas de cavalo da América.
por Sergio Barcellos
É na reunião da Federação Internacional das Autoridades Hípicas (FIAH), realizada uma vez por ano em Paris, França, um dia depois da disputa do Prix de l’Arc du Triomphe, que o turfe mundial se reúne para debater seu presente e planejar seu futuro. Lá estão 59 países com assento na Federação, mais 4 organizações regionais, e 7 outras nações admitidas como observadores.
O Brasil está representado na FIAH pelos Jockey Clubes do Rio de Janeiro (2 assentos) e São Paulo (idem). Nos últimos anos, porém, parece que as duas sociedades promotoras de corridas se esqueceram disso (ano passado, por exemplo, ninguém do Jockey Club Brasileiro apareceu por lá). E como se esqueceram, dia virá em que simplesmente perderemos os assentos na FIAH, com todas as conseqüências daí resultantes. Esses são alguns dos problemas do atual turfe brasileiro, e, como tal, só o Brasil poderá resolvê-los. Mas isso é assunto para outro momento e outra ocasião.
O que interessa saber para efeito deste artigo, é que na última reunião da FIAH alguns tópicos importantes foram discutidos, entre eles a questão da evolução do jogo de apostas em corridas de cavalo, o uso da TV na divulgação dos principais eventos, e as estatísticas sobre a evolução da criação mundial. Tentaremos condensar as principais conclusões a respeito. Como se segue.
Jogo de apostas
Não é verdade que o jogo de apostas, bem assim, o interesse pelo esporte esteja em decadência em todo o mundo como, equivocadamente, se costuma afirmar. O que há são perdas naqueles países mais atingidos pela crise econômica deflagrada em outubro de 2008 nos EUA, cujas repercussões continuam até hoje, em maior ou menor escala.
Nesse contexto, o movimento geral de apostas (MGA) recuou 9,8% na América e 15,8% na Irlanda (um dos maiores atingidos pelo tsunami de outubro de 2008). E no Japão, o país onde mais se aposta em corridas de cavalo, a queda foi de 5,5%. Em compensação, o MGA da Austrália cresceu 12,8% e o de Hong Kong, China, 9,8%, aumentos esses bastante expressivos se considerarmos o panorama mundial da economia.
Em Hong Kong, o crescimento se deveu ao rebate de 10% dado a quem aposta mais de 1.000 euros e perde, fato que encorajou os grandes jogadores a jogar mais com menos 10% em seu orçamento. Para o novo secretario geral da Federação Internacional, o japonês Aki Akitani, colocado à disposição da FIAH pelo seu empregador, a Japan Racing Association, a experiência bem sucedida de Hong Kong equivale à aplicação no turfe do “Princípio de Pareto” (que demonstra que 20% dos clientes de um empreendimento – no caso, os grandes jogadores –, são responsáveis por cerca de 80% das receitas).
Na França, o Pari Mutuel Urbain (PMU) fez o mesmo, bonificando as apostas de vencedor e placé, os jogos mais populares naquele país, conseguindo com isso aumentar em 14% a arrecadação dos mesmos.
Nos idos da década de 1900, período 1992-1996, o Jockey Club Brasileiro fez o mesmo, e com ótimos resultados (principalmente no combate ao jogo paralelo), bonificando em 10% as apostas de vencedor e placé. Depois, o tempo passou, a Comissão de Corridas mudou, quem sabia fazer conta se afastou, extinguiu-se o cargo de diretor da Casa de Apostas, e tudo, afinal, se perdeu. Hoje, não há um responsável direto pela atividade e a estrutura dos jogos pode mudar ao sabor das conveniências do momento. Pena.
Em termos globais, o agregado do MGA nos países onde existe um turfe organizado alcançou 84,2 bilhões de euros (cerca de US$ 117 bilhões) em 2009, com uma queda de 1,2% sobre os mesmos números de 2008; 90% desse total são realizados pelas 8 maiores nações do turfe mundial. Para se ter uma idéia, 54,3% do movimento de apostas em corridas de cavalo está hoje concentrado na Ásia e Oceania; 33,7% na Europa e países mediterrâneos; e 12% nas Américas.
Em todas as palestras havidas, ficou claro que o futuro das rendas da atividade está diretamente ligado ao uso da INTERNET e suas várias aplicações. Em outras palavras, o turfe do futuro só terá possibilidade de enfrentar em pé de igualdade a concorrência de outros tipos de jogos, ampliando a captação de apostas via INTERNET. Neste particular, alguns países como a França, Austrália e Japão, entre outros, constituem a vanguarda do movimento. Nos EUA, essa questão tem sido bastante dificultada pelas legislações diferentes de cada estado da União. Ainda assim, a INTERNET foi responsável, em 2009, pela venda de cerca de US$ 1,3 bilhão em apostas nas corridas de cavalo da América.
por Sergio Barcellos
Taubaté agora é a capital nacional da literatura infantil
Taubaté agora é a capital nacional da literatura infantil. O título foi confirmado na última terça-feira (01/03), quando a presidente da República, Dilma Roussef, sancionou a Lei nº 12.388, que confere o título à cidade natal do escritor Monteiro Lobato, o maior escritor nacional desse gênero literário.
Lobato é o autor das histórias do Sítio do Pica-Pau Amarelo, onde criou personagens como Emília, Pedrinho, Narizinho, Dona Benta, Tia Nastácia e Visconde de Sabugosa.
No Sítio, onde nasceu e viveu o escritor, funciona atualmente o Museu Histórico, Folclórico e Pedagógico Monteiro Lobato, que recebe cerca de dez mil visitantes por mês.
Em fevereiro desse ano, o Sítio do Picapau Amarelo foi municipalizado, com aprovação unânime dos vereadores locais. A prefeitura deverá assumir a gestão do local ainda neste ano.
A proposta de transformar a cidade na capital nacional de literatura infantil havia sido aprovada pela Comissão de Educação do Congresso Nacional em 14 de dezembro do ano passado, após tramitar na Câmara dos Deputados.
Com o título, Taubaté deverá desenvolver propostas de turismo cultural. "Queremos desenvolver o turismo cultural e histórico na cidade", afirma a diretora de turismo da prefeitura e presidente do Conselho Municipal de Turismo (Comtur), Maria Lúcia Paiva.
Um dos projetos nesse segmento deve ser a realização da Feira Literária Infantil de Taubaté, evento anual com apresentações teatrais, culturais e divulgação da literatura infantil, nos mesmos moldes que a Flip, em Paraty. A proposta é realizar a primeira edição da feira ainda em 2011.
Lobato é o autor das histórias do Sítio do Pica-Pau Amarelo, onde criou personagens como Emília, Pedrinho, Narizinho, Dona Benta, Tia Nastácia e Visconde de Sabugosa.
No Sítio, onde nasceu e viveu o escritor, funciona atualmente o Museu Histórico, Folclórico e Pedagógico Monteiro Lobato, que recebe cerca de dez mil visitantes por mês.
Em fevereiro desse ano, o Sítio do Picapau Amarelo foi municipalizado, com aprovação unânime dos vereadores locais. A prefeitura deverá assumir a gestão do local ainda neste ano.
A proposta de transformar a cidade na capital nacional de literatura infantil havia sido aprovada pela Comissão de Educação do Congresso Nacional em 14 de dezembro do ano passado, após tramitar na Câmara dos Deputados.
Com o título, Taubaté deverá desenvolver propostas de turismo cultural. "Queremos desenvolver o turismo cultural e histórico na cidade", afirma a diretora de turismo da prefeitura e presidente do Conselho Municipal de Turismo (Comtur), Maria Lúcia Paiva.
Um dos projetos nesse segmento deve ser a realização da Feira Literária Infantil de Taubaté, evento anual com apresentações teatrais, culturais e divulgação da literatura infantil, nos mesmos moldes que a Flip, em Paraty. A proposta é realizar a primeira edição da feira ainda em 2011.
FORMASTÉRUS É HOMENAGEADO NA PRIMEIRA PROVA DA TAÇA QUATI, SÁBADO 12/03 GÁVEA

MORCOTE
8º PÁREO
PROVA ESPECIAL FORMASTÉRUS - PRIMEIRA ETAPA DA TAÇA QUATI
1 DECRIRE (L) B Reis 58 MR Lopes
2 UATÁ (L) R Salgado 55 A Castillo
3 MELLON D Duarte 55 V Nahid (CT)
4 BILHETEIRA(*)L) M Cardoso 56 D Guignoni (
5 ESPORTISTA EC Reis 58 A Machado Fº
6 TEN ABOVE L Duarte 55 JF Reis (CT)
7 VIZINHO (L) I Correa 56 IF Souza
8 MORCOTE (L) H Fernandes 58 JC Sampaio
9 RUTINI C Lavor 58 JS Guerra
10 SIENTOMUCHO (*) E Ferreira Fo. 51 M Borioni
11 CHUCHU BELEZA(L)M Mazini 58 V Nahid (CT)
CIDADE JARDIM, GP PRES. JOSÉ DE SOUZA QUERÓZ - G II - É UM DAS ATRAÇÕES DESTE SABÁDO

Destinado a produtos de 2 anos o Grande Prêmio Presidente José de Souza Queiroz, 1400 Metros - Pista de Grama - é a principal atração do próximo sábado no Jockey Club de São Paulo, contando com 9 inscrições:
1 IAQUINTA 478 V Leal 55 DL Albres (pf)
" IGNITION 502 J Aparecido 55 DL Albres (pf)
2 QUA QUA QUA 435 I Santana 55 S Lobo
3 WYATT EARP 461 AC Silva 55 Emerson Garcia (cp)
4 THUNDERCLAP 469 NA Santos 55 WG Tosta (cp)
5 LONDON NEWS 461 R Maia 55 MG Campos
6 LAMPEIRO 520 A Queiroz 55 AL Cintra (cp)
7 VESPERTINE 507 J Ventura 55 L Esteves (cp)
8 CICLO VITAL 453 W Blandi 55 L Saldanha
Cidade Jardim tem a Prova Especial 4 de Março neste sábado, 12/03

AKÁ RIGUÉ
contando com bons animais será corrido no próximo sábado em Cidade Jardim em 2400 Metros - Pista de Grama - Prova Especial 14 de Março destinada a produtos de 3 anos
e seu campo é composto de 08 potros de 3 anos., composta de
1 YES PEDROCA (*) Jeane Alves 56 AL Cintra (cp)
2 I WANT THE GLORY I Santana 56 PH Lobo (cp)
" EMBLEMA REAL V Leal 56 Eduardo Garcia
3 AKÁ RIGUÊ M Fontoura 56 VS Lopes
4 GUARÁ-HI S Generoso 56 J Garcia
5 ESCROW J Aparecido 56 JG Costa
6 UNO AMORE MIO R Maia 56 AL Cintra (cp)
7 IDONEO Ad Alves 56 M Gosik
8 CHINCHAY W Blandi 56 F Azevedo (pr)
Bloqueador de Celular, Assembleia pagou 8 vezes mais por bloqueador de celular
Assembleia pagou 8 vezes mais por bloqueador de celular
CPI vai investigar suspeita de superfaturamento em licitação, que custou R$ 29,8 mil ao Legislativo estadual
O equipamento para bloqueio de sinal de telefones celulares comprado pela Assembleia Legislativa do Paraná por R$ 24,3 mil, no ano passado, foi adquirido por um valor oito vezes maior do que o oferecido no mercado. De acordo com uma consulta feita pela Gazeta do Povo a empresas que vendem e instalam o mesmo produto com autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), um aparelho equivalente ao licitado pela Assembleia – com as mesmas características e mesma tecnologia – pode ser comprado por R$ 2,6 mil.
Além de pagar pelo equipamento um valor acima do mercado, os deputados podem ter cometido outra irregularidade. A compra de bloqueadores de celular não é proibida. Mas, de acordo com regulamentação da Anatel, esse tipo de aparelho pode ser usado apenas em presídios, com autorização do Ministério da Justiça. Até agora, porém, a Assembleia não informou oficialmente se o bloqueador foi instalado e nem o motivo da aquisição.
No Paraná, nenhuma das 24 unidades prisionais, nem as do Departamento Penitenciário do Paraná (Depen), contam com bloqueador de celular. Segundo o coordenador do Depen, Cezinando Vieira Paredes, a Penitenciária Central do Estado (PCE) fez testes há cinco anos, mas a compra não foi feita por limitações orçamentárias. “Pedimos novos testes e esperamos instalar aparelhos deste tipo ainda neste ano”, afirmou.
Paredes defende que, a exemplo das grades que cercavam a Assembleia, que foram retiradas e serão usadas no interior de unidades penais, e da gráfica da casa legislativa, doada à PCE, o bloqueador poderia ser requisitado pelo Depen. “Aqui eles seriam muito importante e usados legalmente.”
Entenda o caso
A licitação para compra de bloqueadores de celulares foi feita pela Assembleia Legislativa do Paraná em abril de 2010. Saiba mais:
Licitação
A venda foi feita da Menestrina e Cia. Ltda, que venceu a licitação oferecendo o aparelho por R$ 24,3 mil.
Bloqueador
De acordo com a direção da Assembleia à época da compra, o bloqueador serviria para impedir deputados de atender ligações durante reuniões de trabalho na Casa.
Localização
Embora tenham sido comprados pela Assembleia, os aparelhos que faziam parte da licitação não foram encontrados pela atual direção do Legislativo, que contratou uma empresa privada para fazer uma varredura antigrampos na Casa.
Anatel
A Agência Nacional de Telecomunicações afirma que o uso de bloqueadores de celulares é permitido apenas dentro de instalações penitenciárias, com autorização do Ministério da Justiça.
CPI
A CPI do Grampo na Assembleia foi criada no mês passado para apurar as escutas ilegais encontradas no prédio do Legislativo. No entanto, segundo o presidente da Casa, Valdir Rossoni (PSDB), a comissão investigará também a compra do bloqueador.
Antiga direção
O ex-presidente Nelson Justus (DEM), que comandava o Legislativo na época da compra, disse não ter conhecimento sobre o caso. O ex-primeiro-secretário Alexandre Curi (PMDB) afirmou que a compra seguiu o padrão legal, sem anormalidades.
Um representante comercial da empresa Neger Telecom, de São Paulo, que atua nas áreas de engenharia de telecomunicações, informa que a implantação de um sistema de bloqueio requer um elaborado projeto de engenharia de radiofrequência. Segundo a empresa, a área exata de bloqueio depende dos níveis de sinais das operadoras celulares locais.
A compra do bloqueador foi feita pela Assembleia em abril de 2010, ainda sob a gestão do ex-presidente da Casa Nelson Justus (DEM). O equipamento foi licitado com três detectores de escutas ilegais. Somados, os aparelhos chegaram a R$ 29,8 mil na oferta da Menestrina e Cia. Ltda, empresa vencedora da licitação.
Embora a compra tenha sido efetuada, a Embrasil, empresa que fez uma varredura na sede do Legislativo no mês passado, afirma não ter localizado nenhum dos quatro itens licitados. A busca foi feita depois que policiais militares encontraram, dentro de um cofre na sala da segurança da Assembleia, dois bloqueadores de interceptação telefônica. Mas não se sabe se algum dos equipamentos apreendidos seria o que foi comprado no ano passado.
Jogo de empurra
Nelson Justus afirmou, na última terça-feira, que não tinha conhecimento a respeito dos aparelhos e que não autorizou nenhuma compra de bloqueador por meio de licitação para a compra dos bloqueadores. O responsável seria o ex-primeiro-secretário da Assembleia no período, Alexandre Curi (PMDB), que assinou a ordem para a aquisição do material. Curi disse que ordenou a despesa após o ex-coordenador técnico da Casa, Francisco Ricardo Neto, ter garantido que a licitação era legal. O ex-coordenador foi procurado pela reportagem, mas não foi localizado.
O deputado Marcelo Rangel (PPS), presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga as escutas telefônicas na Assembleia, disse que não sabia que os valores da compra estavam tão acima do mercado e que a denúncia será investigada pela CPI. “É mais uma informação que será assimilada pela comissão. Se comprovarmos que houve superfaturamento, teremos de identificar os responsáveis”, afirmou Rangel.
Varredura
A CPI da Escuta foi criada depois que a Embrasil encontrou um grampo telefônico na Casa e três kits que supostamente fariam escuta ambiental em salas do Legislativo. A varredura foi feita logo após a posse de Valdir Rossoni (PSDB) na presidência da Assembleia, no início de fevereiro.
Em princípio, cogitou-se que os aparelhos encontrados pudessem ser os mesmos comprados pela própria Assembleia. A hipótese foi descartada pelos peritos da Embrasil e pelo delegado do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), Alexandre Macorin, ouvido pela CPI na última segunda-feira. Segundo o delegado havia um “grampo clássico” no telefone da presidência instalado ao lado do plenário e não eram os equipamentos comprados pela casa na licitação.
A comissão deve se reunir para ouvir Marcos Aurélio Menestrina, responsável pela empresa que venceu a licitação. À reportagem da Gazeta do Povo, a Menestrina alegou que entregou os equipamentos licitados, mas que a empresa não foi responsável pela instalação.
CPI vai investigar suspeita de superfaturamento em licitação, que custou R$ 29,8 mil ao Legislativo estadual
O equipamento para bloqueio de sinal de telefones celulares comprado pela Assembleia Legislativa do Paraná por R$ 24,3 mil, no ano passado, foi adquirido por um valor oito vezes maior do que o oferecido no mercado. De acordo com uma consulta feita pela Gazeta do Povo a empresas que vendem e instalam o mesmo produto com autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), um aparelho equivalente ao licitado pela Assembleia – com as mesmas características e mesma tecnologia – pode ser comprado por R$ 2,6 mil.
Além de pagar pelo equipamento um valor acima do mercado, os deputados podem ter cometido outra irregularidade. A compra de bloqueadores de celular não é proibida. Mas, de acordo com regulamentação da Anatel, esse tipo de aparelho pode ser usado apenas em presídios, com autorização do Ministério da Justiça. Até agora, porém, a Assembleia não informou oficialmente se o bloqueador foi instalado e nem o motivo da aquisição.
No Paraná, nenhuma das 24 unidades prisionais, nem as do Departamento Penitenciário do Paraná (Depen), contam com bloqueador de celular. Segundo o coordenador do Depen, Cezinando Vieira Paredes, a Penitenciária Central do Estado (PCE) fez testes há cinco anos, mas a compra não foi feita por limitações orçamentárias. “Pedimos novos testes e esperamos instalar aparelhos deste tipo ainda neste ano”, afirmou.
Paredes defende que, a exemplo das grades que cercavam a Assembleia, que foram retiradas e serão usadas no interior de unidades penais, e da gráfica da casa legislativa, doada à PCE, o bloqueador poderia ser requisitado pelo Depen. “Aqui eles seriam muito importante e usados legalmente.”
Entenda o caso
A licitação para compra de bloqueadores de celulares foi feita pela Assembleia Legislativa do Paraná em abril de 2010. Saiba mais:
Licitação
A venda foi feita da Menestrina e Cia. Ltda, que venceu a licitação oferecendo o aparelho por R$ 24,3 mil.
Bloqueador
De acordo com a direção da Assembleia à época da compra, o bloqueador serviria para impedir deputados de atender ligações durante reuniões de trabalho na Casa.
Localização
Embora tenham sido comprados pela Assembleia, os aparelhos que faziam parte da licitação não foram encontrados pela atual direção do Legislativo, que contratou uma empresa privada para fazer uma varredura antigrampos na Casa.
Anatel
A Agência Nacional de Telecomunicações afirma que o uso de bloqueadores de celulares é permitido apenas dentro de instalações penitenciárias, com autorização do Ministério da Justiça.
CPI
A CPI do Grampo na Assembleia foi criada no mês passado para apurar as escutas ilegais encontradas no prédio do Legislativo. No entanto, segundo o presidente da Casa, Valdir Rossoni (PSDB), a comissão investigará também a compra do bloqueador.
Antiga direção
O ex-presidente Nelson Justus (DEM), que comandava o Legislativo na época da compra, disse não ter conhecimento sobre o caso. O ex-primeiro-secretário Alexandre Curi (PMDB) afirmou que a compra seguiu o padrão legal, sem anormalidades.
Um representante comercial da empresa Neger Telecom, de São Paulo, que atua nas áreas de engenharia de telecomunicações, informa que a implantação de um sistema de bloqueio requer um elaborado projeto de engenharia de radiofrequência. Segundo a empresa, a área exata de bloqueio depende dos níveis de sinais das operadoras celulares locais.
A compra do bloqueador foi feita pela Assembleia em abril de 2010, ainda sob a gestão do ex-presidente da Casa Nelson Justus (DEM). O equipamento foi licitado com três detectores de escutas ilegais. Somados, os aparelhos chegaram a R$ 29,8 mil na oferta da Menestrina e Cia. Ltda, empresa vencedora da licitação.
Embora a compra tenha sido efetuada, a Embrasil, empresa que fez uma varredura na sede do Legislativo no mês passado, afirma não ter localizado nenhum dos quatro itens licitados. A busca foi feita depois que policiais militares encontraram, dentro de um cofre na sala da segurança da Assembleia, dois bloqueadores de interceptação telefônica. Mas não se sabe se algum dos equipamentos apreendidos seria o que foi comprado no ano passado.
Jogo de empurra
Nelson Justus afirmou, na última terça-feira, que não tinha conhecimento a respeito dos aparelhos e que não autorizou nenhuma compra de bloqueador por meio de licitação para a compra dos bloqueadores. O responsável seria o ex-primeiro-secretário da Assembleia no período, Alexandre Curi (PMDB), que assinou a ordem para a aquisição do material. Curi disse que ordenou a despesa após o ex-coordenador técnico da Casa, Francisco Ricardo Neto, ter garantido que a licitação era legal. O ex-coordenador foi procurado pela reportagem, mas não foi localizado.
O deputado Marcelo Rangel (PPS), presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga as escutas telefônicas na Assembleia, disse que não sabia que os valores da compra estavam tão acima do mercado e que a denúncia será investigada pela CPI. “É mais uma informação que será assimilada pela comissão. Se comprovarmos que houve superfaturamento, teremos de identificar os responsáveis”, afirmou Rangel.
Varredura
A CPI da Escuta foi criada depois que a Embrasil encontrou um grampo telefônico na Casa e três kits que supostamente fariam escuta ambiental em salas do Legislativo. A varredura foi feita logo após a posse de Valdir Rossoni (PSDB) na presidência da Assembleia, no início de fevereiro.
Em princípio, cogitou-se que os aparelhos encontrados pudessem ser os mesmos comprados pela própria Assembleia. A hipótese foi descartada pelos peritos da Embrasil e pelo delegado do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), Alexandre Macorin, ouvido pela CPI na última segunda-feira. Segundo o delegado havia um “grampo clássico” no telefone da presidência instalado ao lado do plenário e não eram os equipamentos comprados pela casa na licitação.
A comissão deve se reunir para ouvir Marcos Aurélio Menestrina, responsável pela empresa que venceu a licitação. À reportagem da Gazeta do Povo, a Menestrina alegou que entregou os equipamentos licitados, mas que a empresa não foi responsável pela instalação.
Lontra, Filhotes de lontra gigante nascem em zoológico nos Estados Unidos

Filhotes de lontra gigante nascem em zoológico nos Estados Unidos
Dois filhotes de lontra gigante nascidos no fim de janeiro, nos Estados Unidos, passam por exame neonatal e devem abrir os olhos pela primeira vez dentro de uma semana, segundo gestores do zoológico de Miami, responsável pela saúde dos bichos. De espécie originária da América do Sul, os filhotes de lontra gigante também começaram a aprender a nadar um mês após o nascimento.
China constrói a maior base mundial de desenvolvimento de foguetes
A China está construindo na cidade de Tianjin, próxima a Pequim, a maior base mundial de desenvolvimento, produção e testes de foguetes para seu programa espacial. A primeira fase da construção da base estará pronta em um ano, informou nesta sexta-feira o diário oficial Global Times.
A base está localizada na região de Binhai, onde também se encontra a única unidade de montagem da Airbus fora da Europa, e contará com 22 plantas. Destas, 20 estão completas, sendo que algumas delas já estão prontas para operar, indicou o diário.
O objetivo do complexo é fazer frente à demanda de pesquisa e desenvolvimento em tecnologia espacial para os próximos 30 ou 50 anos, assinalou o subdiretor da Academia Chinesa de Tecnologia de Veículos de Lançamento, Liang Xiaohong.
Segundo Liang, ao integrar a cadeia industrial de produção, a base poderá produzir um amplo leque de foguetes de diferentes tipos e tamanhos, incluindo o novo foguete propulsor desenvolvido pela China.
http://noticias.terra.com.br
A base está localizada na região de Binhai, onde também se encontra a única unidade de montagem da Airbus fora da Europa, e contará com 22 plantas. Destas, 20 estão completas, sendo que algumas delas já estão prontas para operar, indicou o diário.
O objetivo do complexo é fazer frente à demanda de pesquisa e desenvolvimento em tecnologia espacial para os próximos 30 ou 50 anos, assinalou o subdiretor da Academia Chinesa de Tecnologia de Veículos de Lançamento, Liang Xiaohong.
Segundo Liang, ao integrar a cadeia industrial de produção, a base poderá produzir um amplo leque de foguetes de diferentes tipos e tamanhos, incluindo o novo foguete propulsor desenvolvido pela China.
http://noticias.terra.com.br
Viçosa, 7ª Festa do Cavalo e dos Muares de Viçosa (MG), 08 a 10 de abril
A 7ª Festa do Cavalo e dos Muares de Viçosa já está marcada e acontece de 08 a 10 de abril de 2011.
O evento contará com:
- Especializada do Cavalo Mangalarga Marchador
- Ranqueada de Marcha de Muares da ABCJPêga
- Etapa do Brasieirão de Marcha com 20 categorias do Campolina
- Concurso aberto de Marcha com 20 categorias
Serão distribuídos mais de R$ 45 mil em prêmios
PARCERIA:
PREFEITURA MUNICIPAL DE VIÇOSA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA E ALEX ANDEL – (31) 9948-9380 OU 8787-1584
O evento contará com:
- Especializada do Cavalo Mangalarga Marchador
- Ranqueada de Marcha de Muares da ABCJPêga
- Etapa do Brasieirão de Marcha com 20 categorias do Campolina
- Concurso aberto de Marcha com 20 categorias
Serão distribuídos mais de R$ 45 mil em prêmios
PARCERIA:
PREFEITURA MUNICIPAL DE VIÇOSA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA E ALEX ANDEL – (31) 9948-9380 OU 8787-1584
terça-feira, 8 de março de 2011
LAGES EM ABRIL A FÓRMULA 1 DO TURFE

Esta sendo preparado nos bastidores um Grande Prêmio inédito de Turfe no Estado, nas raias do Jockey Clube de Lages, dias 2, 3 e 4 de abril, a cancha reta mais famosa no sul brasileiro. O evento é destaque e está sendo badalado inclusive no meio turfístico do Mercosul, assim como com alguns turfista nacionais, exemplo: do Ceará onde já surgiram interessados e animais inscritos. O entusiasmo que promete lotar a rede hoteleira da cidade, pois turfistas de todo pais, empolga o presidente Newton Borges da Costa, o Tom Costa.Semana passada um grande turfista cearense buscou mais informações via telefone, e o recado foi dado e mesmo ainda sem a programação impressa, confirmou presença, assim acontece com outros animais do país, que vem confirmando a presença na penca. Oportunidade será homenageado o turfista Juliano Gimenes Medina, de Ponta Porã – MS, emprestando o nome à magna promoção, ele que atua no turfe do Mercosul. Teremos o tiro de 500 metros, para afinar a participação mista de PSI – Puro Sangue Inglês, e Quarto de Milha, fato inédito no Estado; estará paralelamente ocorrendo um desafio interessante, por R$ 15.000,00.
Outro detalhe, a retomada da presidência do Tom Costa, deu mais atrativos aos Jockey Clube de Lages, ainda jovem, nova versão pelos idos da década de 50, foi o executor das obras que até hoje há na sede de 21.000 m2,
Tem duas novas investidas sendo aprimoradas e colocadas em prática ainda em 2.011 no Jockey Clube de Lages. A pista de Arrancadão de Caminhões,oportunizando inclusive apostas como ocorre hoje em carreiras de cavalo, basta que os participantes, caminhoneiro e os interessados integrem o quadro social, que está sendo implantado com novos sócios, como também um espaço destinado a Equoterapia, em parceria com entidades públicas e privadas.
Páreo arrasador promete lotar rede hoteleira
Outra investida arrojada que está chamando a atenção e o GP de Turfe Juliano Gimenes Medina - Estão chamados para esta Fórmula 1do Turfe Nacional de Cancha Reta, GP em homenagem a Juliano Gimenes Medina, turfista de Ponta Porã – MS, cujo animais chamados estão: Jogo Virtual; Pé de Pano; Fantastic For Me; Gladiador For Me; Golden Medal; Lorjus; Austin Power; Sangio For Me; Royal MemoryCar; Carol M Star; Indiana M Ease.
A importância do turfe na Serra Catarinense chegou a mais de século, tempos de tropeadas, e se envolveu na nossa cultura de tal maneira, sempre recebeu outros entusiasmos, como os próprios abnegados tratadores, criadores de cavalo, como também os investimentos públicos contribuíram como duas faculdades de Medicina Veterinária, aEquoterapia, enfim uma cidade atenuada pela também à equinocultura.
Para tanto, o Jockey Clube foi fundado inicialmente em 7 de outubro de 1941 com o nome de Sociedade Hípica de Lages, transformado em Jockey Clube de Lages em 26 de agosto de 1951, possui uma área territorial privilegiada de 21 mil m2.
Gávea, domingo, 13/03 tem a Segunda Prova da Tríplice Coroa de Produtos

Thunderdome Luiz
No próximo domingo, 13/03, teremos na Gávea mais uma edição do Grande Prêmio Francisco Eduardo de Paula Machado - Grupo I - 2000 Metros - Pista de Grama - Segunda Prova da Tríplice Coroa de Produtos, com excelente campo de 15 potros de 3 anos:
1 THUNDERDOME LUIZ (P1) M Almeida 56 V Nahid (CT)
2 CISNE BRANCO(arg) M Mazini 56 R Morgado Neto (CT)
3 ÚLTIMO FURO I Correa 56 Ad Menegolo (CT)
4 PLAZA-TORO CG Netto 56 V Nahid (CT)
5 OLYMPIC TIME (P2) A Santana 56 R Solanes (CT)
6 MATÉRIA PRIMA H Fernandes 56 LA Fernandes Fº (CT)
7 URCATH C Lavor 56 D Guignoni (CT)
8 NOHAR AC Silva 56 C Morgado Neto (CT)
9 TSONGA (P1) L Duarte 56 V Nahid (CT)
10 ECONASH W Blandi 56 C Morgado Neto (CT)
11 MUCHO GUSTO (P3) E Ferreira Fo. 56 IF Souza (CT)
12 IS BEAUTIFUL M Soares 56 IF Souza (CT)
13 OLYMPIC BETTER (P2) D Duarte 56 R Solanes (CT)
14 AYE LAD (P3) M Cardoso 56 D Guignoni (CT)
15 ANAKIN J Leme 56 V Nahid (CT)
16 ENERGIA COSMICA 508 B Reis 56 G Duarte (CT)
MADALENA TERÁ SEU PRIMEIRO PÁREO DE CLAIMING NO PRÓXIMO DOMINGO, 13/03

Uma novidade na programação do domingo, 13 de março, é a realização do primeiro páreo de claiming de Pernambuco. Com regulamento definido (divulgado no site WWW.jcpe.com.br e no quadro de avisos do Jockey) e contando com animais de diversas turmas equilibrado por pesos (inclusive com diferenciação entre éguas e cavalos), tem a especificidade de não contar para efeito de enturmação, tanto em caso de vitória quanto em caso de descolocação.
Na programação, foram inscritos 22 animais PSI e mais 5 da raça pônei, estes últimos que ajudam a iniciar na profissão os futuros jóqueis
Na ressaca do carnaval de Pernambuco, que está “bombando”, venha para um programa “light”, uma bela tarde de turfe e traga a sua família, pois domingo é dia de Jockey e o turfe é a sua melhor diversão.
A seguir, as indicações de cada páreo. Boa sorte!
TEMPORADA 2010/2011
PROGRAMA DA 20ª CORRIDA
DOMINGO, 13/03/2011
1º Páreo – 1300 mts.- 14:30 Hs.
CLAIMING
1- FELIZ IDÉIA 50 1 R$ 2.000,00
2- VUFT 55 2 R$ 3.000,00
3- VALET DI JOSEFINE 55 3 R$ 2.000,00
4- LE ROI S’AMUSE 52 4 R$ 1.000,00
5- OPERA CORUNILHA 56 5 R$ 3.000,00
Indicações: Vuft – Ópera Corunilha (2-5)
Vuft venceu aos esbarros e, no claiming, apesar de estar forçando turma, é a indicação que se impõe. Para a dupla, a tarefa é mais difícil: Ópera Corunilha ganhou bem e “sumiu”. Se reeditar suas melhores jornadas, pode assustar. Valet di Josefine empolga nos trabalhos e no cânter, mas não é visto em corrida. Nunca pegou um páreo tão fraco, por isso pode assustar. Feliz Ideia, peso pluma, melhorou de padrão e outra que pode secundar Vuft.
2º Páreo – 1100 mts.- 15:10 Hs.
1- QUARY INDY 55 1
2- LIKE LORAN 55 2
3- VALENTE CICERO 58 3
4- JASPE NEGRO 52 4
5- AUSTIN FALLS 55 5
Indicações: Valente Cícero – Austin Falls (3-5)
Valente Cícero, top weight, encontra boa oportunidade para fazer as pazes com o vencedor. Para a dupla, ficaremos entre o “encabulado” Austin Falls e o peso pluma Jaspe Negro, que longe de contratempos de hemorragia, pode surpreender.
3º Páreo -1600 mts.- 15:50 Hs.
1- NOSSA BRASILEIRA 50 1
2- OLYMPIC XARÁ 53 2
3- TOLL FREE 55 3
4- PONTE CANNET 52 4
5- TÁRSIO 55 5
6- HALLIMUS 52 6
Indicações: Nossa Brasileira – Társio (1-5)
Nossa Brasileira adaptou-se muito bem à pista pesada da Madalena. Beneficiada pelo peso pluma por mais uma vez estar forçando turma, é o nome do restrospecto. Porém, muito cuidado com Társio e com Olympic Xará, que não vêm rendendo tudo que sabem. Voltaram de parado e agora, mais aguerridos, podem devolver a derrota da quinzena passada. Toll Free, animal clássico, é outro que tem muito melhor padrão do que a turma. Olho no cânter e no jogo da parelha.
4º Páreo – 1700 mts.- 16:30 Hs
1- ADEUS AMIGO 55 1
2- CAPITAL ASSET 58 2
3- IMPULSIVO 58 3
4- MENOTTI 52 4 EST
5- VISGO 52 5
6- FILHO DO SUCESSO 52 6
Indicações: Capital Asset – Impulsivo (2-3)
Capital Asset e Impulsivo são as forças da carreira, repetindo a fórmula de dias atrás. Porém muito cuidado com Adeus Amigo, animal de boa categoria, que voltou de longa inatividade na última e não chegou longe. Desta feita, em distância mais ao seu feitio, é carta brava na prova. O estreante Menotti, filho de Torrential (USA), 6 anos e 5 vitórias de turma, é um animal de excelentes predicados, mas que na Gávea/RJ necessitava de uma biga na frente para ter uma carreira a jeito. Vamos conferir.
ANIMAIS DA RAÇA PÔNEI – 250 mts.-16:40 Hs
1- TRIBUNA 40 1
2- BRED PIT 40 2
3- BATON 40 3
4- CHIMARRITA 40 4
5- MARIMBÁ 40 5
Essa loteria fica para Chico Mendonça indicar. Para tanto, vale acessar o site do Jockey: WWW.jcpe.com.br
Dicas do Dr. Marcação:
A Barbada do Programa: 1º.P: Vuft (2)
A Melhor Dupla: 2º.P: Valente Cícero – Austin Falls (3-5)
As Melhores Alternativas: 1º.P: Valet di Josefine (3); 2º.P: Jaspe Negro (4); 3º.P: Társio (5); 4º.P: Adeus Amigo (1)
A Acumulada Combinada: 1º.P Vuft (2); 2º.P Valente Cícero (3); 4º.P: Capital Asset (2)
por Fabio Camara
CÓDIGO NACIONAL DE CORRIDAS, DE OLHO NO C.N.C, POR ARTHUR STERN
De olho no C.N.C., por Arthur Stern
Desclassificação por delitos de raia
Para esta primeira coluna foi escolhido um assunto dos mais interessantes, importantes e causadores de polêmica do turfe, a desclassificação por delitos de raia. Normalmente há muita controvérsia quando há uma reclamação pois o Código Nacional de Corridas, apesar de disciplinar o assunto, deixa uma margem de subjetividade para que os comissários de corrida façam a decisão final. Aliás, margem essa, necessária a qualquer código pois do contrário, não haveria necessidade de termos juízes, advogados e um julgamento propriamente dito a qualquer crime ou disputa que ocorresse. Por outro lado, há que se conhecer a fundo os artigos do CNC para que seja possível interpretar corretamente o que aconteceu na raia, trazer para a realidade do código e aplicar a sentença correta. No caso das desclassificações por delitos de raia, há situações em que há muita reclamação quando há confirmação ou desclassificação após a apreciação dos comissários de corridas.
Após o páreo ser corrido o CNC regulamenta a avaliação do mesmo através do artigo 156, encontrado no capítulo X, seção V, mostrado abaixo.
Art. 156 – A Comissão de Corridas julgará a validade e o resultado do páreo imediatamente após a sua realização, levando em consideração as irregularidades por ela verificadas, as comunicadas por seus auxiliares ou objeto de reclamação ou queixas apresentadas pelos interessados.
§1º - O direito de reclamação em relação aos prejuízos causados por qualquer cavalo em determinado páreo, cabe exclusivamente aos proprietários, jóqueis ou treinadores dos demais cavalos que nele tomarem parte.
§2º - As reclamações somente serão levadas em consideração se apresentadas, no máximo, até 03 (três) minutos depois de terminado o páreo, em local determinado pela Comissão de Corridas.
A comissão pode ainda, seguindo o artigo 30 encontrado no capítulo IX do apêndice do CNC, instaurar sindicância sem haver reclamação.
Art. 30 - Na fiscalização de uma prova, sempre que os Comissários de Corrida suspeitarem da ocorrência de alguma anormalidade ou ato ilícito, deverão imediatamente após a realização da mesma, instaurar sindicância sumária para julgamento do ocorrido. A sindicância será anunciada ao público pelos meios de divulgação disponíveis.
Em ambos os casos, a comissão deve utilizar principalmente o artigo 159 para efetuar seu julgamento. O referido artigo diz o seguinte:
Art. 159 – Todo o cavalo que obtiver colocação embaraçando a livre ação de qualquer dos competidores na reta de chegada, seja por movimento espontâneo, por partido ilícito do jóquei ou ainda por imperícia deste, será desclassificado da colocação obtida para imediatamente posterior à do cavalo prejudicado, desde que do embaraço direta ou indiretamente, advenha alteração no resultado do páreo.
§1º - Será também desclassificado de acordo com o “caput” deste artigo o cavalo que tiver obtido colocação em conseqüência da ação irregular de outro, desde que ambos pertençam ao mesmo proprietário ou co-proprietário.
§2º - O fato de o cavalo causador do prejuízo ter mancado ou sido acometido de mal súbito, não poderá ser invocado para a não desclassificação, servindo apenas como elemento atenuante ou excludente na punição do jóquei.
§3º - Compreende-se como reta de chegada, em páreo de curva, a linha imaginária do final da curva ou início da reta propriamente dita, e em páreos de 1000 metros todo o percurso desde a largada.
§4º - Os infratores do “caput” deste artigo serão punidos com suspensão de 8 (oito) a 180 (cento e oitenta) dias.
Portanto, sempre que algum animal prejudicar outro e esse prejuízo cause alteração no resultado do páreo, deve haver desclassificação. Deve estar clara para os senhores comissários de corridas as duas situações, ou seja, primeiro o prejuízo, o que na maioria dos casos não é difícil de ser definido e segundo a alteração no resultado do páreo. Esta última avaliação sim é mais complexa de ser feita, mas para isso estão lá comissários de corridas que devem ser pessoas conhecedoras tanto de corridas de cavalos como de cavalos de corrida.
Apesar de não estar escrito no código, as comissões devem estabelecer critérios, os mais claros possíveis, para que a “subjetividade” do estabelecimento da alteração no resultado do páreo seja, pelo menos, minimizada. Aliás, a própria Federação Internacional das Autoridades Hípicas (FIAH) recomenda que as comissões de corridas do mundo padronizem os conceitos e a interpretação de seus respectivos códigos para definir o que a FIAH chama de "regras de interferência na pista".
Notem também, senhores turfistas, que há outros dois detalhes que muitos desconhecem quando comentam julgamentos de reclamações e no entanto são claros no CNC. Um deles é que o prejuízo só vale, para efeito de desclassificação (não de punição ao jóquei) na reta de chegada, ou seja, se houver um grande prejuízo na curva este não poderá ser levando em conta para a confirmação do páreo valendo somente para punir o jóquei infrator (assunto que veremos em coluna posterior). Isto só não é válido quando se trata de páreos de 1000 metros (§3º). Neste caso, o páreo deve ser avaliado desde a sua largada. O outro detalhe é que o movimento espontâneo do animal, seja por balda ou por “manqueira” é sim passível de desclassificação sendo apenas atenuante para punição dos jóqueis (§2º e o próprio texto do artigo).
Espero que em próxima oportunidade os senhores leitores possam, ao avaliar um páreo que esteja em reclamação, levar em conta as informações acima e, balizados pelo CNC, colocar-se na posição de comissário de corridas e chegar às suas conclusões.
O assunto abordado nesta coluna é muito complexo e pode ainda ser muito explorado, o que pretendemos fazer em próximas colunas quando poderemos apresentar, por exemplo, os conceitos de “Manutenção do equilíbrio” e “Garantia de espaço” já brilhantemente explorados por Sergio Barcellos em seu livro Cavalos de Corrida – Uma Alegria Eterna.
Desclassificação por delitos de raia
Para esta primeira coluna foi escolhido um assunto dos mais interessantes, importantes e causadores de polêmica do turfe, a desclassificação por delitos de raia. Normalmente há muita controvérsia quando há uma reclamação pois o Código Nacional de Corridas, apesar de disciplinar o assunto, deixa uma margem de subjetividade para que os comissários de corrida façam a decisão final. Aliás, margem essa, necessária a qualquer código pois do contrário, não haveria necessidade de termos juízes, advogados e um julgamento propriamente dito a qualquer crime ou disputa que ocorresse. Por outro lado, há que se conhecer a fundo os artigos do CNC para que seja possível interpretar corretamente o que aconteceu na raia, trazer para a realidade do código e aplicar a sentença correta. No caso das desclassificações por delitos de raia, há situações em que há muita reclamação quando há confirmação ou desclassificação após a apreciação dos comissários de corridas.
Após o páreo ser corrido o CNC regulamenta a avaliação do mesmo através do artigo 156, encontrado no capítulo X, seção V, mostrado abaixo.
Art. 156 – A Comissão de Corridas julgará a validade e o resultado do páreo imediatamente após a sua realização, levando em consideração as irregularidades por ela verificadas, as comunicadas por seus auxiliares ou objeto de reclamação ou queixas apresentadas pelos interessados.
§1º - O direito de reclamação em relação aos prejuízos causados por qualquer cavalo em determinado páreo, cabe exclusivamente aos proprietários, jóqueis ou treinadores dos demais cavalos que nele tomarem parte.
§2º - As reclamações somente serão levadas em consideração se apresentadas, no máximo, até 03 (três) minutos depois de terminado o páreo, em local determinado pela Comissão de Corridas.
A comissão pode ainda, seguindo o artigo 30 encontrado no capítulo IX do apêndice do CNC, instaurar sindicância sem haver reclamação.
Art. 30 - Na fiscalização de uma prova, sempre que os Comissários de Corrida suspeitarem da ocorrência de alguma anormalidade ou ato ilícito, deverão imediatamente após a realização da mesma, instaurar sindicância sumária para julgamento do ocorrido. A sindicância será anunciada ao público pelos meios de divulgação disponíveis.
Em ambos os casos, a comissão deve utilizar principalmente o artigo 159 para efetuar seu julgamento. O referido artigo diz o seguinte:
Art. 159 – Todo o cavalo que obtiver colocação embaraçando a livre ação de qualquer dos competidores na reta de chegada, seja por movimento espontâneo, por partido ilícito do jóquei ou ainda por imperícia deste, será desclassificado da colocação obtida para imediatamente posterior à do cavalo prejudicado, desde que do embaraço direta ou indiretamente, advenha alteração no resultado do páreo.
§1º - Será também desclassificado de acordo com o “caput” deste artigo o cavalo que tiver obtido colocação em conseqüência da ação irregular de outro, desde que ambos pertençam ao mesmo proprietário ou co-proprietário.
§2º - O fato de o cavalo causador do prejuízo ter mancado ou sido acometido de mal súbito, não poderá ser invocado para a não desclassificação, servindo apenas como elemento atenuante ou excludente na punição do jóquei.
§3º - Compreende-se como reta de chegada, em páreo de curva, a linha imaginária do final da curva ou início da reta propriamente dita, e em páreos de 1000 metros todo o percurso desde a largada.
§4º - Os infratores do “caput” deste artigo serão punidos com suspensão de 8 (oito) a 180 (cento e oitenta) dias.
Portanto, sempre que algum animal prejudicar outro e esse prejuízo cause alteração no resultado do páreo, deve haver desclassificação. Deve estar clara para os senhores comissários de corridas as duas situações, ou seja, primeiro o prejuízo, o que na maioria dos casos não é difícil de ser definido e segundo a alteração no resultado do páreo. Esta última avaliação sim é mais complexa de ser feita, mas para isso estão lá comissários de corridas que devem ser pessoas conhecedoras tanto de corridas de cavalos como de cavalos de corrida.
Apesar de não estar escrito no código, as comissões devem estabelecer critérios, os mais claros possíveis, para que a “subjetividade” do estabelecimento da alteração no resultado do páreo seja, pelo menos, minimizada. Aliás, a própria Federação Internacional das Autoridades Hípicas (FIAH) recomenda que as comissões de corridas do mundo padronizem os conceitos e a interpretação de seus respectivos códigos para definir o que a FIAH chama de "regras de interferência na pista".
Notem também, senhores turfistas, que há outros dois detalhes que muitos desconhecem quando comentam julgamentos de reclamações e no entanto são claros no CNC. Um deles é que o prejuízo só vale, para efeito de desclassificação (não de punição ao jóquei) na reta de chegada, ou seja, se houver um grande prejuízo na curva este não poderá ser levando em conta para a confirmação do páreo valendo somente para punir o jóquei infrator (assunto que veremos em coluna posterior). Isto só não é válido quando se trata de páreos de 1000 metros (§3º). Neste caso, o páreo deve ser avaliado desde a sua largada. O outro detalhe é que o movimento espontâneo do animal, seja por balda ou por “manqueira” é sim passível de desclassificação sendo apenas atenuante para punição dos jóqueis (§2º e o próprio texto do artigo).
Espero que em próxima oportunidade os senhores leitores possam, ao avaliar um páreo que esteja em reclamação, levar em conta as informações acima e, balizados pelo CNC, colocar-se na posição de comissário de corridas e chegar às suas conclusões.
O assunto abordado nesta coluna é muito complexo e pode ainda ser muito explorado, o que pretendemos fazer em próximas colunas quando poderemos apresentar, por exemplo, os conceitos de “Manutenção do equilíbrio” e “Garantia de espaço” já brilhantemente explorados por Sergio Barcellos em seu livro Cavalos de Corrida – Uma Alegria Eterna.
Grande Prêmio Diana é uma das Grandes atrações do Jockey Club Brasileiro para o próximo domingo, 13/03

OLYMPIC MESSAGE
Contando com o espetacular campo de 16 potrancas de 3 anos, o tradicional ,GRANDE PRÊMIO DIANA - GRUPO I - 2000 METROS - PISTA DE GRAMA - será corrido neste domingo dia 13/03 no Jockey Club Brasileiro e será validá como Segunda Prova da Tríplice Coroa de Potrancas:
1 OLYMPIC MESSAGE (P1) D Duarte 56 R Solanes (CT)
2 NOIVA GRACIOSA (P2) CG Netto 56 V Nahid (CT)
3 CAROL'S STREET(usa) I Correa 56 Ad Menegolo (CT)
4 JADE (P3) M Almeida 56 G Duarte (CT)
5 PERICHOLE (P3) B Reis 56 G Duarte (CT)
6 EAKINS Est V Rocha 56 G Vogado (SP)
7 BOLLINGER M Cardoso 56 D Guignoni (CT)
8 TUA CARINA (P2) L Duarte 56 V Nahid (CT)
9 OLYMPIC ZARCA (P1) A Santana 56 R Solanes (CT)
10 HOT PEPPER (P4) W Blandi 56 IF Souza (CT)
11 UP JAMAICA (P5) C Lavor 56 R Morgado Neto (CT)
12 SOFIASCHOICE J Leme 56 C Morgado Neto (CT)
13 HUNKA HUNKA (P4) H Fernandes 56 V Nahid (CT)
14 ULTRA CHIQUE (P5) M Mazini 56 R Morgado Neto (CT)
15 MUITO AMOR W Alencar 56 D Minetto (CT)
16 AVANT TOUJOURS AC Silva 56 C Morgado Neto (CT)
SANTA MARIA, CLÁSSICO EM HOMENAGEM A LA PASSIONE, DOMINGO 13 DE MARÇO
Não perca! Domingo, dia 13 de Março de 2011...
...CLÁSSICO RAINHA DO TURFE GAÚCHO - LA PASSIONE, prova esta que homenageará a grande vencedora do 43º GP Turfe Gaúcho. Com o patrocinio do Haras Cambay e Stud Morotin o Jockey Club Santamariense promoverá esta prova que promete ter em pista os melhores animais do Hipódromo do Passo D'Areia e Amorim.
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...CLÁSSICO RAINHA DO TURFE GAÚCHO - LA PASSIONE, prova esta que homenageará a grande vencedora do 43º GP Turfe Gaúcho. Com o patrocinio do Haras Cambay e Stud Morotin o Jockey Club Santamariense promoverá esta prova que promete ter em pista os melhores animais do Hipódromo do Passo D'Areia e Amorim.
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Madeira, Polícia Ambiental faz uma das maiores apreensões de madeira do DF
Polícia Ambiental faz uma das maiores apreensões de madeira do DF
Ex-deputado distrital, Pedro Passos se apresentou como dono da fazenda.
'Quando comprei, a madeira já estava no local', disse Pedro Passos.
A Polícia Ambiental encontrou, nesta quinta-feira (3), uma quantidade de madeira ilegal, com valor estimado em R$ 150 mil, que seria suficiente para encher oito caminhões grandes, segundo os agentes.
Essa foi uma das maiores apreensões de aroeira e angico feita no DF. As espécies são ameaçadas de extinção. Uma portaria do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) proíbe extração, transporte e comercialização das plantas, sem autorização.
“Hoje, no mercado negro, uma aroeira inteira deve custar uns R$ 500”, disse o tenente coronel da Policia Ambiental, Cláudio Ribas.
A operação começou na última semana com três sobrevôos pela área da fazenda. Uma clareira chamou a atenção dos policiais, que constataram por terra que o depósito seria irregular.
Quatro policiais militares estão acampados no local, onde vão ficar até que toda a madeira seja retirada.
saiba mais
Ibama e Polícia Ambiental encontram depósito irregular de madeiras nobres No começo da tarde, o ex-deputado distrital Pedro Passos se apresentou como dono da fazenda. “Eu comprei em 2 de maio de 2005. Quando comprei, a madeira já estava no local”, alegou.
Ele apresentou uma nota fiscal de 2004, que não convenceu os fiscais. “Essa madeira vai ser cubada amanhã e deve chegar, aproximadamente, entre 80 e 100 metros, mas a nota apresenta apenas 12 metros”, disse o fiscal do Ibama, José Ribamar.
“Houve, no passado, antes de eu comprar, uma discussão judicial sobre terra. O antigo proprietário juntou vários documentos e, entre eles, o documento de compra da madeira. Nós fomos hoje ao Tribunal de Justiça, desarquivamos o processo e tiramos cópia da nota fiscal e da guia do Ibama, referente à compra de madeira”, explicou Passos
Ex-deputado distrital, Pedro Passos se apresentou como dono da fazenda.
'Quando comprei, a madeira já estava no local', disse Pedro Passos.
A Polícia Ambiental encontrou, nesta quinta-feira (3), uma quantidade de madeira ilegal, com valor estimado em R$ 150 mil, que seria suficiente para encher oito caminhões grandes, segundo os agentes.
Essa foi uma das maiores apreensões de aroeira e angico feita no DF. As espécies são ameaçadas de extinção. Uma portaria do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) proíbe extração, transporte e comercialização das plantas, sem autorização.
“Hoje, no mercado negro, uma aroeira inteira deve custar uns R$ 500”, disse o tenente coronel da Policia Ambiental, Cláudio Ribas.
A operação começou na última semana com três sobrevôos pela área da fazenda. Uma clareira chamou a atenção dos policiais, que constataram por terra que o depósito seria irregular.
Quatro policiais militares estão acampados no local, onde vão ficar até que toda a madeira seja retirada.
saiba mais
Ibama e Polícia Ambiental encontram depósito irregular de madeiras nobres No começo da tarde, o ex-deputado distrital Pedro Passos se apresentou como dono da fazenda. “Eu comprei em 2 de maio de 2005. Quando comprei, a madeira já estava no local”, alegou.
Ele apresentou uma nota fiscal de 2004, que não convenceu os fiscais. “Essa madeira vai ser cubada amanhã e deve chegar, aproximadamente, entre 80 e 100 metros, mas a nota apresenta apenas 12 metros”, disse o fiscal do Ibama, José Ribamar.
“Houve, no passado, antes de eu comprar, uma discussão judicial sobre terra. O antigo proprietário juntou vários documentos e, entre eles, o documento de compra da madeira. Nós fomos hoje ao Tribunal de Justiça, desarquivamos o processo e tiramos cópia da nota fiscal e da guia do Ibama, referente à compra de madeira”, explicou Passos
Yuri Gagarin, Astronautas iniciam testes para missão dedicada a Yuri Gagarin
Astronautas iniciam testes para missão dedicada a Yuri Gagarin
Reduzir Normal Aumentar Imprimir As tripulações titular e reserva da próxima missão à Estação Espacial Internacional (ISS), dedicada a Yuri Gagarin no 50º aniversário da primeira viagem do homem ao espaço, começaram nesta sexta-feira os testes prévios ao voo no Centro de Treinamento de Cosmonautas localizado nos arredores de Moscou.
A tripulação principal, integrada pelos russos Andrei Borisenko e Aleksandr Samokutiayev, que não têm experiência no espaço, e o astronauta da Nasa Ronald Garan, que já conta com um voo orbital em seu currículo, fará um teste no simulador terrestre do segmento russo da ISS.
Já a equipe suplente, composta pelos russos Anton Shkaplerov e Anatoli Ivanishin e o americano Daniel Burbank, passará por uma prova na réplica da nave pilotada Soyuz TMA. No sábado, as tripulações trocarão de local de testes e, no final do dia, as equipes receberão qualificações em uma escala de um a cinco pontos
Reduzir Normal Aumentar Imprimir As tripulações titular e reserva da próxima missão à Estação Espacial Internacional (ISS), dedicada a Yuri Gagarin no 50º aniversário da primeira viagem do homem ao espaço, começaram nesta sexta-feira os testes prévios ao voo no Centro de Treinamento de Cosmonautas localizado nos arredores de Moscou.
A tripulação principal, integrada pelos russos Andrei Borisenko e Aleksandr Samokutiayev, que não têm experiência no espaço, e o astronauta da Nasa Ronald Garan, que já conta com um voo orbital em seu currículo, fará um teste no simulador terrestre do segmento russo da ISS.
Já a equipe suplente, composta pelos russos Anton Shkaplerov e Anatoli Ivanishin e o americano Daniel Burbank, passará por uma prova na réplica da nave pilotada Soyuz TMA. No sábado, as tripulações trocarão de local de testes e, no final do dia, as equipes receberão qualificações em uma escala de um a cinco pontos
segunda-feira, 7 de março de 2011
TIO DUCA VENCE DESAFIO EM SANTIAGO
Golfinhos,morte de golfinhos aumenta na costa do Golfo do México
Morte de golfinhos aumenta na costa do Golfo do México
Quase 60 animais foram encontrados mortos desde o mês passado
Reuters | 25/02/2011 17:36
A+ A-
Compartilhar: O número de golfinhos mortos encontrados ao longo da costa dos Estados Unidos no Golfo do México desde o mês passado subiu e já chega a quase 60, disse uma cientista que agora busca entender a causa da morte dos mamíferos marítimos.
O órgão do governo norte-americano responsável pelos oceanos considerou as mortes dos golfinhos "um evento incomum de mortalidade", disse a porta-voz da entidade Blair Mase à Reuters.
"Por causa dessa declaração, muitos recursos devem ser atribuídos para a investigação desse fenômeno", disse ela.
Apesar de nenhuma das carcaças demonstrar sinais de contaminação por petróleo, todos estavam sendo examinados para possíveis traços dos petroquímicos que vazaram no Golfo do México, após a explosão da plataforma de petróleo da BP em abril de 2010, disseram autoridades.
Onze trabalhadores morreram na explosão, e uma quantidade estimada de 5 milhões de barris de petróleo bruto vazou para o Golfo do México durante mais de três meses.
Até quinta-feira, os restos mortais dos 59 golfinhos, aproximadamente metade deles recém-nascidos ou natimortos, haviam sido descobertos desde 15 de janeiro em ilhas, pântanos e praias ao longo do litoral de cerca de 300 quilômetros de Louisiana até Gulf Shores, no Alabama, disseram autoridades
Quase 60 animais foram encontrados mortos desde o mês passado
Reuters | 25/02/2011 17:36
A+ A-
Compartilhar: O número de golfinhos mortos encontrados ao longo da costa dos Estados Unidos no Golfo do México desde o mês passado subiu e já chega a quase 60, disse uma cientista que agora busca entender a causa da morte dos mamíferos marítimos.
O órgão do governo norte-americano responsável pelos oceanos considerou as mortes dos golfinhos "um evento incomum de mortalidade", disse a porta-voz da entidade Blair Mase à Reuters.
"Por causa dessa declaração, muitos recursos devem ser atribuídos para a investigação desse fenômeno", disse ela.
Apesar de nenhuma das carcaças demonstrar sinais de contaminação por petróleo, todos estavam sendo examinados para possíveis traços dos petroquímicos que vazaram no Golfo do México, após a explosão da plataforma de petróleo da BP em abril de 2010, disseram autoridades.
Onze trabalhadores morreram na explosão, e uma quantidade estimada de 5 milhões de barris de petróleo bruto vazou para o Golfo do México durante mais de três meses.
Até quinta-feira, os restos mortais dos 59 golfinhos, aproximadamente metade deles recém-nascidos ou natimortos, haviam sido descobertos desde 15 de janeiro em ilhas, pântanos e praias ao longo do litoral de cerca de 300 quilômetros de Louisiana até Gulf Shores, no Alabama, disseram autoridades
DIA INTERNACIONAL DA MULHER, 08 DE MARÇO

Nada mais contraditório do que ser mulher...
Mulher que pensa com o coração, age pela emoção e vence pelo amor.
Que vive milhões de emoções num só dia e transmite cada uma delas num único olhar.
Que cobra de si a perfeição e vive arrumando desculpas para os erros daqueles a quem ama.
Que hospeda no ventre outras almas, dá à luz e depois fica cega, diante da beleza dos filhos que gera.
Que dá as asas, ensina a voar, mas que não quer ver partir os pássaros, mesmo sabendo que eles não lhe pertencem.
Que se enfeita toda e perfuma o leito, ainda que seu amor nem perceba mais tais detalhes.
Que como numa mágica transforma em luz e sorriso as dores que sente na alma, só pra ninguém notar.
E ainda tem que ser forte para dar os ombros pra quem neles precise chorar.
Feliz do homem que por um dia souber entender a
Alma da Mulher!!!
Cidade Jardim tem Prova Especial neste domingo, 13/03

Equitana unica égua do páreo
Destinada a produtos de 3 e mais anos a Prova Especial Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo - 1600 Metros - Pista de Grama - contando com excelente campo composto de 8 animais, é a principal atração do próximo domingo no Jockey Club de São Paulo.
1 CONTRADICTION(uru) F Leandro 57 LA Singnoretti
2 COUNTRY STYLE J Gulart 60 AF Barbosa (cp)
3 OLHAR DE CAMPEÃO V Leal 60 AL Cintra (cp)
4 VUPT VAPT J Aparecido 60 LA Singnoretti
5 UNZEN (*)(L) S Paiva 60 S Dorneles (pf)
6 ITALIANO FIGHTER S Generoso 57 A Fagundes
7 UNAFRAID BOY A Queiroz 60 E Gosik
8 EQUITANA I Santana 55 AGS Correa (pf)
Nelito Cunha é entrevistado pelo Raia Leve - Leandro Mancuso

Nelito Cunha
O jóquei Nelito Cunha, hoje montando em Singapura, concedeu uma entrevista à reportagem do Raia Leve.
Veja abaixo:
RL - Nome completo, idade e onde nasceu?
NC - Nelito Lola da Cunha, 38 anos, nasci em Pernambuco e fui criado na Bahia.
RL - Quando e onde você começou a montar?
NC - Comecei montando em canchas retas no interior da Bahia muito pequeno, profissionalmente foi em 1988 no Jockey Club de Pernambuco, na Madalena e em seguida (1.989) fui pra São Paulo onde iniciei na Escola de Aprendizes, no começo como aprendiz foi difícil, pois até pensei em parar de montar, pois não estava conseguindo ganhar carreiras. Depois foi ganhando confiança aos poucos, e se firmou na profissão, com muitas vitórias, na condição de aprendiz. Até hoje sou recordista da escolinha de jóqueis de São Paulo, com oito meses e oito dias, onde venceu setenta corridas, (recordista anterior era L.Duarte).
Na época meu irmão (Nilson Cunha) era jóquei em Recife e me incentivou muito na profissão.
RL - Quando e qual foi a vitoria marcante em sua carreira?
NC - Com certeza foi quando ganhei meu primeiro GP São Paulo em 1992, com o cavalo Urban Hero uma emoção sem tamanho, ali tive a certeza de que muitas oportunidades boas iam surgir pra mim, eu teria que ter a cabeça firme pra poder aproveitar todas elas, seguir minha profissão e ser um jóquei valorizado.
RL - Sabemos que a profissão de jóquei e uma profissão difícil, tirar peso, ficar feriados e finais de semana longe dos filhos, da família. Mesmo assim, gostaríamos de saber se você teve alguma tristeza na profissão e qual foi?
NC - Nunca tive grandes tristezas na minha profissão, tive sim alguns aborrecimentos, mas foram tão pequenos que não considero tristeza.
RL - Decidir uma carreira e questão de segundos, sendo assim qual foi sua maior derrota nas pistas?
NC - Minha maior derrota foi no GP São Paulo de 2008, estava montando Quick Road, fiz um percurso errado, me encaixotei e cheguei descolocado e por isso fui barrado.
RL - Qual foi o melhor cavalo que viu nas pistas?
NC - Foi Cacique Negro, com certeza um craque!
RL - Como montou diversos craques, diga-me o nome de alguns que foram em especiais?
NC - Urban Hero, Vomage, Val de Grace, Puerto Madeiro, Real Balafre, Top Hat e Quick Road.
RL - Qual o melhor treinador no qual você já trabalhou?
NC - Sem duvida nenhuma Selmar Lobo, um treinador que foi jóquei, sabe exatamente a rotina dos cavalos e isso ajuda muito... além da arte de treinar cavalos ele e uma grande pessoa, que admiro muito.
RL - Sabemos que a profissão tem ídolos, em que jóquei você se espelhou?
NC - Sem sombra de dúvidas Ivan Quintana e Jorge Ricardo.
RL - Qual foi o proprietário que você jamais esqueceria e por quê?
NC - O proprietário que jamais vou esquecer é o Haras Old Friends, sempre tratou eu e minha família como sendo a dele, além de confiar seus animais a mim, devo muito carinho e respeito a ele e a família toda.
RL - Você está em Singapura desde setembro de 2010, como surgiu esta oportunidade?
NC - Um proprietário do Paulo Henrique Lobo dos Estados Unidos e de Singapura pediu que lhe indicasse um jóquei, ele como sempre teve muito contato comigo porque eu sempre fui jóquei preferencial do seu pai me indicou.
RL - Hoje, depois de ser umas das estrelas no turfe paulistano, qual e seu maior sonho?
NC - Obrigado pela estrela, espero que ela continue brilhando aqui em Singapura, mas meu maior objetivo agora e ganhar o GP de Singapura.
RL - O normal da carreira de jóquei, quando param e virar treinador, este e seu pensamento pra futuro?
NC - Nunca pensei em ser treinador, mas como minha vida sempre foi diretamente ligada a cavalos de corrida, acho difícil fugir da tradição.
RL - Qual seu recado para os leitores do Raia Leve.
NC - Divulguem mais o turfe, um esporte lindo e maravilhoso que precisa de público, continuem torcendo por mim para que eu possa fazer um trabalho bonito e enaltecer os jóqueis do Brasil.
por Leandro Mancuso
Cifra e Amigoni, leilão de campeões, dia 16 de Março
O Leilão de Oferta Total do Haras Cifra, que será realizado dia 16 no Tattersall de Cidade Jardim, com transmissão ao vivo pela TV Jockey/TV Turfe/NET/Parabólicas e Internet, será talvez a primeira vez no Brasil em que um haras oferecerá a totalidade de seu plantel na mesma época em que ocupa a liderança das estatísticas. O mesmo se dá com o reprodutor-sensação Amigoni, hoje a cobertura mais cara do Brasil, e que já em sua 1a geração mostra resultados incríveis: ele tambem é o líder das estatísticas e terá nada menos do que 26 lotes (entre produtos e éguas prenhes) no evento.
"Vender no auge, quando se lidera estatísticas, quando o garanhão com maior representatividade no leilão é o líder, e quando neste leilão se incluem a líder da nova geração, sua mãe e suas irmãs próprias de 1 e 2 anos é sem dúvida um fato inédito no mercado. E quando se sabe dos exercícios espetaculares - de padrão clássico - de alguns produtos 2008 ainda inéditos e que estarão sendo leiloados juntamente com suas mães e irmãos, o leilão ganha ainda maior expressão. Some-se isto à presença de potrancas importadas filhas de garanhões de classe mundial como o fenomeno Street Cry (a cobertura mais cara dos USA - US$150.000), de éguas de cria consagradas nas pistas e na reprodução e de animais em treinamento clássicos, e teremos um evento absolutamente imperdível.", declarou Eduardo Buffara, da TBS.
Além das éguas de cria e dos produtos desmamados (geração 2010), serão leiloadas virtualmente a líder invicta Alta Vista e sua irmã paterna Alta Fidelidade (Amigoni em mãe Southern Halo já produtora de G1), pois ambas atuarão em parelha no GP Jacutinga-G2, que será disputado 10 dias após o leilão. Alta Vista defenderá a liderança absoluta da turma, enquanto Alta Fidelidade, em virtude de trabalhos excepcionais, estreará ao seu lado diretamente em prova de Grupo.
Fonte: TBS
"Vender no auge, quando se lidera estatísticas, quando o garanhão com maior representatividade no leilão é o líder, e quando neste leilão se incluem a líder da nova geração, sua mãe e suas irmãs próprias de 1 e 2 anos é sem dúvida um fato inédito no mercado. E quando se sabe dos exercícios espetaculares - de padrão clássico - de alguns produtos 2008 ainda inéditos e que estarão sendo leiloados juntamente com suas mães e irmãos, o leilão ganha ainda maior expressão. Some-se isto à presença de potrancas importadas filhas de garanhões de classe mundial como o fenomeno Street Cry (a cobertura mais cara dos USA - US$150.000), de éguas de cria consagradas nas pistas e na reprodução e de animais em treinamento clássicos, e teremos um evento absolutamente imperdível.", declarou Eduardo Buffara, da TBS.
Além das éguas de cria e dos produtos desmamados (geração 2010), serão leiloadas virtualmente a líder invicta Alta Vista e sua irmã paterna Alta Fidelidade (Amigoni em mãe Southern Halo já produtora de G1), pois ambas atuarão em parelha no GP Jacutinga-G2, que será disputado 10 dias após o leilão. Alta Vista defenderá a liderança absoluta da turma, enquanto Alta Fidelidade, em virtude de trabalhos excepcionais, estreará ao seu lado diretamente em prova de Grupo.
Fonte: TBS
Juiz é condenado a 33 anos de cadeia por abuso contra menores

A Justiça Federal no Amazonas julgou parcialmente procedente o pedido do Ministério Público Federal (MPF) e condenou a 33 anos de prisão o juiz aposentado da Vara do Trabalho do município de Tefé (AM), Antônio Carlos Branquinho, por prática de abuso sexual contra menores.
O juiz poderá recorrer da decisão mas permanecerá preso. Investigação da Polícia Federal encontrou grande acervo de fotografias e vídeos na casa do juiz, no município de Tefé, em que o magistrado aparece em atos sexuais com crianças e adolescentes.
A sentença decreta a perda da aposentadoria de Branquinho após a decisão transitar em julgado e aplica contra ele mais de R$ 600 mil em multas, valor que ainda deverá ser atualizado.
Segundo a decisão da 4ª Vara de Justiça Federal no Amazonas, também foi declarada a perda dos objetos utilizados como instrumentos dos crimes e das fotografias e registros de imagem apreendidos, que deverão ser destruídos após o trânsito em julgado da sentença.
Inicialmente, o tempo de prisão aplicado a Branquinho foi de 31 anos e oito meses. O MPF entrou com embargos de declaração apontando erro no cálculo para a contagem da pena e obteve decisão favorável na Justiça Federal, que determinou o aumento do tempo de prisão para 33 anos.
Uma investigação da Polícia Federal embasou a denúncia do MPF. Branquinho, segundo a denúncia, atraía crianças e adolescentes com promessas de pagamento ou se valia do cargo de juiz para intimidar as vítimas e obrigá-las a praticar atos sexuais e libidinosos com ele em Tefé, onde exerceu o cargo de juiz do Trabalho durante 14 anos.
Branquinho foi inocentado da acusação de “aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de com ela praticar ato libidinoso”, previsto no Artigo 241-D do Estatuto da Criança e do Adolescente.
A Justiça Federal entendeu que a lei cita apenas “criança” e que não é possível confirmar se os menores filmados e fotografados em atos sexuais com o acusado tinham menos de 12 anos, idade que caracteriza a fase da infância perante a lei.
O juiz aposentado também se livrou da acusação de “vender, fornecer ainda que gratuitamente, ministrar ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente, sem justa causa, produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica, ainda que por utilização indevida”. A gravação em que crianças e adolescentes aparecem consumindo cigarro oferecidos por Branquinho foi realizada há mais de 15 anos, o que indica a prescrição do crime.
A PF apreendeu na casa de Branquinho 38 fitas de VHS, seis fitas de VHSC, três CDs, 36 DVDs, dois pendrives, nove mini-CD’s, além de centenas de fotografias em álbuns, contendo imagens de crianças e adolescentes em atos sexuais.
O juiz aposentado está preso desde o dia 28 julho de 2010, quando foi expedido mandado de prisão pela Justiça Federal.
Foto: José Cruz/
Agência Brasil
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