Jeane Alves
Vitória de G 1 com Equitana
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
GARROTILHO
Saúde Equina, por Tony Gusso
GUARROTILHO
Conversando com colegas veterinários do interior de São Paulo, Dra. Tatiane e o Dr. João, vimos que o garrotilho é uma enfermidade infecciosa aguda ou subaguda dos cavalos das mais antigas e comuns. Faz parte do dia a dia de todo lugar onde tenha agrupamento de equinos, principalmente nas épocas mais úmidas e frias do ano.
Também conhecida como coriza contagiosa e adenite equina, o garrotilho é uma inflamação causada por bactéria cuja sua entrada no organismo do animal ocorre pelas vias aéreas, seja por inalação ou ocasionalmente pela via oral.
Sendo um problema frequente e importante do trato respiratório superior dos equídeos, esta doença tem como sinais clínicos a presença de secreção mucopurulenta das vias aéreas superiores, podendo aparecer ou não nas narinas de forma unilateral (figura acima) ou bilateral. Pode apresentar ainda linfadenite abscedativa, febre, respiração dificultada, apatia e perda de apetite dentre outros sinais mais específicas de doenças associadas. A transmissão da bactéria ocorre por contato direto entre animais doentes e sadios e indiretamente por intermédio de tratadores ao lidarem com materiais contaminados, bem como água, ar e também endoscópios.
Outros fatores como estresse, transporte, frio excessivo, agrupamento de animais como ocorre em épocas de leilões, trabalho excessivo e infecções podem aumentar a chance dos animais apresentarem esta patologia e podem também dar o start inicial para apresentação de outras infecções latentes em animais aparentemente sadios.
Dr. Tony Gusso - tonygusso@terra.com.br
Médico Veterinário Especialista em Clínica e Cirurgia de Equinos
GUARROTILHO
Conversando com colegas veterinários do interior de São Paulo, Dra. Tatiane e o Dr. João, vimos que o garrotilho é uma enfermidade infecciosa aguda ou subaguda dos cavalos das mais antigas e comuns. Faz parte do dia a dia de todo lugar onde tenha agrupamento de equinos, principalmente nas épocas mais úmidas e frias do ano.
Também conhecida como coriza contagiosa e adenite equina, o garrotilho é uma inflamação causada por bactéria cuja sua entrada no organismo do animal ocorre pelas vias aéreas, seja por inalação ou ocasionalmente pela via oral.
Sendo um problema frequente e importante do trato respiratório superior dos equídeos, esta doença tem como sinais clínicos a presença de secreção mucopurulenta das vias aéreas superiores, podendo aparecer ou não nas narinas de forma unilateral (figura acima) ou bilateral. Pode apresentar ainda linfadenite abscedativa, febre, respiração dificultada, apatia e perda de apetite dentre outros sinais mais específicas de doenças associadas. A transmissão da bactéria ocorre por contato direto entre animais doentes e sadios e indiretamente por intermédio de tratadores ao lidarem com materiais contaminados, bem como água, ar e também endoscópios.
Outros fatores como estresse, transporte, frio excessivo, agrupamento de animais como ocorre em épocas de leilões, trabalho excessivo e infecções podem aumentar a chance dos animais apresentarem esta patologia e podem também dar o start inicial para apresentação de outras infecções latentes em animais aparentemente sadios.
Dr. Tony Gusso - tonygusso@terra.com.br
Médico Veterinário Especialista em Clínica e Cirurgia de Equinos
ELEIÇÕES, ENTREVISTA COM OS CANDIDATOS A PRESIDENCIA DO JC DO PARANÁ
15) Em 11 de Novembro de 2010, foi noticiado no Raia Leve (http://raialeve.com.br/conteudo/index.php?cod_cont=35859&&mes=11&&ano=2010&&cod_secao=3) e confirmado pelo Diretor Financeiro do JCP, Ricardo Cwikla, que uma parceria com a empresa Codere estava em vias de acontecer. É sabido que a Codere enfrenta muitos problemas no Jockey Club Brasileiro, inclusive com o MGA da entidade decrescendo. Como você vê esta aproximação entre Codere e Jockey Club do Paraná? Quais a precauções que você irá tomar para que o MGA do Jockey Club do Paraná não sofra com o mesmo problema do MGA do Jockey Club Brasileiro? Existe no contrato alguma cláusula protecionista?
Crésus: Contrato com a Codere nós não temos nenhum no momento. Aliás, tempos atrás, quando eu estive à testa deste assunto, eu rompi com a Codere, por entender que eles estavam numa situação de ilegalidade, e, portanto, sujeitos às normas penais da nossa legislação. A Codere não tem, e caso eu seja eleito, não terá acolhida nenhuma no Jockey Club do Paraná.
Jael: Pois é. É o que eu tenho falado aqui atrás. Você pergunta “existe no contrato alguma cláusula protecionista”? Nós não vemos contrato, não vemos nada, aqui não se mostra nada ao associado. Aqui é tudo engavetado. Então, a Codere, teoricamente, seria um bom negócio. Seria uma maneira de aumentar o MGA, e, pelo menos, sendo alguma coisa útil ao Jockey Club. Porém, parece que a Codere tem realmente suscitado muitas dúvidas, tanto é que ela nem entrou no Jockey Club de São Paulo, e só está no Rio de Janeiro. Então, nós precisamos tomar muito cuidado. Mas não nos furtaremos de estudar, quando chegar a hora exata. E não, como é dito na pergunta, que o Jockey Club do Paraná já está estudando com a Codere. Calma. Vamos estudar profundamente.
16) No Estado do Paraná, há ainda o Jockey Club Pontagrossense, inativo há algum tempo. Há algum projeto para auxiliá-lo e melhor o turfe em âmbito estadual?
Crésus: De minha parte sim. Caso eu seja eleito, tentarei uma reaproximação com o Jockey Club de Ponta Grossa, para o engrandecimento do turfe no seu todo.
Jael: Você tocou num ponto que eu acho fundamental. Aliás, hoje estávamos falando de hipódromos menores. Hipódromos menores são fundamentais aos hipódromos maiores. O Hipódromo Pontagrossense é fundamental ao Jockey Club do Paraná. No auge do Jockey Club Pontagrossense, era uma beleza: haviam corridas em que os cavalos do Tarumã iam correr as provas no Jockey Club de Ponta Grossa. Os cavalos de Ponta Grossa ganhavam e depois vinham para o Tarumã. Então, o Jockey Club Pontagrossense fez parte do desenvolvimento do Jockey Club do Paraná. Oxalá existissem “outros Hipódromos Pontagrossenses” aqui no Paraná. Seriam muito bem vindos.
17) Por fim, qual seria o seu último recado aos leitores do Raia Leve?
Crésus: Bom, eu não quero ser pernóstico, mas eu pediria que votem na minha chapa.
Jael: Eu peço que o seu leitor simplesmente veja o que nós pretendemos, o que nós oferecemos para o benefício do Jockey Club do Paraná. E, para isto, mesmo para aqueles que não nos conhecem profundamente, eu faria aqui uma solicitação: peguem as duas chapas, coloquem uma ao lado da outra, e comparem. Comparem. Nós somos uma chapa de criadores famosos no Brasil, de haras uns melhores do que os outros. E eles? Eles são uma chapa de profissionais. De profissionais no sentido de que somente querem ver o turfe a partir de negócios, de vendas, mas criação de cavalos mesmo... Comparem. Por favor.
por Victor Corrêa
Crésus: Contrato com a Codere nós não temos nenhum no momento. Aliás, tempos atrás, quando eu estive à testa deste assunto, eu rompi com a Codere, por entender que eles estavam numa situação de ilegalidade, e, portanto, sujeitos às normas penais da nossa legislação. A Codere não tem, e caso eu seja eleito, não terá acolhida nenhuma no Jockey Club do Paraná.
Jael: Pois é. É o que eu tenho falado aqui atrás. Você pergunta “existe no contrato alguma cláusula protecionista”? Nós não vemos contrato, não vemos nada, aqui não se mostra nada ao associado. Aqui é tudo engavetado. Então, a Codere, teoricamente, seria um bom negócio. Seria uma maneira de aumentar o MGA, e, pelo menos, sendo alguma coisa útil ao Jockey Club. Porém, parece que a Codere tem realmente suscitado muitas dúvidas, tanto é que ela nem entrou no Jockey Club de São Paulo, e só está no Rio de Janeiro. Então, nós precisamos tomar muito cuidado. Mas não nos furtaremos de estudar, quando chegar a hora exata. E não, como é dito na pergunta, que o Jockey Club do Paraná já está estudando com a Codere. Calma. Vamos estudar profundamente.
16) No Estado do Paraná, há ainda o Jockey Club Pontagrossense, inativo há algum tempo. Há algum projeto para auxiliá-lo e melhor o turfe em âmbito estadual?
Crésus: De minha parte sim. Caso eu seja eleito, tentarei uma reaproximação com o Jockey Club de Ponta Grossa, para o engrandecimento do turfe no seu todo.
Jael: Você tocou num ponto que eu acho fundamental. Aliás, hoje estávamos falando de hipódromos menores. Hipódromos menores são fundamentais aos hipódromos maiores. O Hipódromo Pontagrossense é fundamental ao Jockey Club do Paraná. No auge do Jockey Club Pontagrossense, era uma beleza: haviam corridas em que os cavalos do Tarumã iam correr as provas no Jockey Club de Ponta Grossa. Os cavalos de Ponta Grossa ganhavam e depois vinham para o Tarumã. Então, o Jockey Club Pontagrossense fez parte do desenvolvimento do Jockey Club do Paraná. Oxalá existissem “outros Hipódromos Pontagrossenses” aqui no Paraná. Seriam muito bem vindos.
17) Por fim, qual seria o seu último recado aos leitores do Raia Leve?
Crésus: Bom, eu não quero ser pernóstico, mas eu pediria que votem na minha chapa.
Jael: Eu peço que o seu leitor simplesmente veja o que nós pretendemos, o que nós oferecemos para o benefício do Jockey Club do Paraná. E, para isto, mesmo para aqueles que não nos conhecem profundamente, eu faria aqui uma solicitação: peguem as duas chapas, coloquem uma ao lado da outra, e comparem. Comparem. Nós somos uma chapa de criadores famosos no Brasil, de haras uns melhores do que os outros. E eles? Eles são uma chapa de profissionais. De profissionais no sentido de que somente querem ver o turfe a partir de negócios, de vendas, mas criação de cavalos mesmo... Comparem. Por favor.
por Victor Corrêa
Jean Pierre, recuperado volta aos trabalhos
Recuperado, Jean Pierre volta aos trabalhos
O jóquei Jean Pierre já está de volta ao batente após uma longa ausência das pistas. Jean realizou uma artroscopia em novembro do ano passado após ter rompido o ligamento do ombro esquerdo. Desde então, ele passou por várias sessões fisioterapias e acupuntura. A expectativa é de que na próxima semana já atue em algumas provas.
Jcb
O jóquei Jean Pierre já está de volta ao batente após uma longa ausência das pistas. Jean realizou uma artroscopia em novembro do ano passado após ter rompido o ligamento do ombro esquerdo. Desde então, ele passou por várias sessões fisioterapias e acupuntura. A expectativa é de que na próxima semana já atue em algumas provas.
Jcb
Regina Becker ,Primeira-dama pede rigor na investigação da morte de cão
Primeira-dama pede rigor na investigação da morte de cão no Rio Grande do Sul
Regina Becker solicitou providências à Delegacia do Meio Ambiente
A primeira-dama Regina Becker esteve reunida na manhã de segunda-feira, 21, na Delegacia do Meio Ambiente (Dema) da Capital, com o delegado substituto, Volnei Fagundes Marcelo. O motivo do encontro foi a denúncia de que um cão teria sido espancado e queimado vivo por um grupo de jovens na Vila Safira.
De acordo com primeira-dama, a denúncia é muito grave e exige uma atuação exemplar das autoridades policiais. “Se confirmado, esse caso deve servir de exemplo para a sociedade, pois a agressão a um animal é inconcebível e os envolvidos não podem ficar impunes”, salientou Regina Becker. O delegado Marcelo assumiu o compromisso de aprofundar as investigações na região onde teria ocorrido o fato e informou que na próxima segunda-feira, 28, a delegada titular da DEMA, Elisângela Regelin, retorna as atividades e dará continuação as investigações.
Segundo uma testemunha, na madrugada da quinta-feira, 17, um grupo de jovens foi flagrado maltratando o cachorro na rua Jorge de Lorenzi. Um outro morador teria afirmado que encontrou, na manhã seguinte, o cão e um colchão queimados sobre o asfalto próximo ao local onde o grupo estava na noite anterior.
Também esteve presente na audiência da Coordenadoria Multidisciplinar de Políticas Públicas para Animais Domésticos (COMPPAD), Lourdes Sprenger.
Regina Becker solicitou providências à Delegacia do Meio Ambiente
A primeira-dama Regina Becker esteve reunida na manhã de segunda-feira, 21, na Delegacia do Meio Ambiente (Dema) da Capital, com o delegado substituto, Volnei Fagundes Marcelo. O motivo do encontro foi a denúncia de que um cão teria sido espancado e queimado vivo por um grupo de jovens na Vila Safira.
De acordo com primeira-dama, a denúncia é muito grave e exige uma atuação exemplar das autoridades policiais. “Se confirmado, esse caso deve servir de exemplo para a sociedade, pois a agressão a um animal é inconcebível e os envolvidos não podem ficar impunes”, salientou Regina Becker. O delegado Marcelo assumiu o compromisso de aprofundar as investigações na região onde teria ocorrido o fato e informou que na próxima segunda-feira, 28, a delegada titular da DEMA, Elisângela Regelin, retorna as atividades e dará continuação as investigações.
Segundo uma testemunha, na madrugada da quinta-feira, 17, um grupo de jovens foi flagrado maltratando o cachorro na rua Jorge de Lorenzi. Um outro morador teria afirmado que encontrou, na manhã seguinte, o cão e um colchão queimados sobre o asfalto próximo ao local onde o grupo estava na noite anterior.
Também esteve presente na audiência da Coordenadoria Multidisciplinar de Políticas Públicas para Animais Domésticos (COMPPAD), Lourdes Sprenger.
JAEL BARROS X CRESUS CAMARGO
JAEL BARROS, UM CRIADOR DE SUCESSO

Jael B. Barros: um criador de sucesso
Sem exagero, trata-se de um dos pilares para a criação paranaense em toda a sua história. Muitos chegam a colocar o Haras J.B.Barros como o maior estabelecimento criatório radicado em terras paranaenses em todos os tempos. E, pela quantidade de expressivos resultados angariados pela farda rubro-negra – e tantos outros não por defensores da mesma, mas por crioulos ali nascidos e crescidos – tais observações fazem-se mais do que pertinentes.
No último dia 26 de Setembro, quando o alazão Jaburú Vip cruzou o disco em primeiro no Grande Prêmio Paraná (gr.I), o Haras J.B.Barros no ato, vencia a sua quinta edição da prova, ao passo que alcançava o posto de criador com o maior número de conquistas no páreo em toda a sua história. São números que representam toda a magnitude de um nome que sempre esteve intimamente ligado aos troféus e a novas vitórias a cada ano.
Figura expressiva, de presença constante na vila hípica do Hipódromo do Tarumã, em Curitiba, Jael Bergamaschi Barros é o homem que está por trás de toda esta história envolvendo o Haras J.B.Barros, e que costuma desfrutar de uma rotina de vitórias e muitas emoções. Em entrevista concedida à reportagem do Raia Leve, Jael discorreu sobre vários temas envolvendo o seu haras, o turfe num contexto geral e o futuro do esporte no país.
R.L.: Quando e em quais circunstâncias surgiu o Haras J.B.Barros?
J.B.: O Haras J.B.Barros surgiu no final da década de 70. Eu, bem dizer, nasci numa fazenda, e sempre gostei do contato com este ambiente, sendo um amante do cavalo, desde muito cedo. E somando isso ao meu gosto crescente pelas corridas de cavalo, adquiri uma chácara no bairro do Pinheirinho, em Curitiba, onde comecei a criar através de um lote de mais ou menos 20 éguas que adquiri num leilão em São Paulo, na companhia do meu grande amigo João Pedro Alcântara, titular do Haras Mauá. A primeira vitória da farda aconteceu com uma égua chamada Svetlana, filha de Canterbury, criada pelo Haras São José & Expedictus.
R.L.: Dentre os profissionais com os quais o J.B.Barros esteve envolvido durante a sua história, quais foram os que mais marcaram o estabelecimento?
J.B.: Muitos profissionais nos proporcionaram importantes conquistas, dentro e fora das pistas, e é algo complicado apontar “este” ou “aquele” nome. Contudo, em algumas circunstâncias, alguns deixaram a sua marca de modo mais consistente em nossa história, como foi o caso do Francisco Assis Monteiro, que baseado no centro de treinamentos que mantínhamos na região metropolitana de Curitiba, treinou cavalos meus que venceram quase todos os grandes prêmios do Tarumã, e outros tantos em Cidade Jardim. Laerte Pereira, uma “cria” do Dr.Heliodoro de Oliveira Duboc, que cuidou dos meus cavalos em São Paulo durante um bom tempo, e Antônio Alvani, que também em São Paulo venceu muitas corridas para nós, são outros dois nomes dos quais me lembro com bastante carinho. Dentre os profissionais que estiveram conosco num passado mais recente, destaco o Dr.Marlon Siqueira, que por sua vez segue sendo o responsável pelas matrizes do haras e pelo atendimento aos nossos animais em treinamento.
R.L.: O quê Much Better representa na história do Haras J.B.Barros?
J.B.: Olhe, não seria exagero se eu te dissesse que ele representa quase tudo para nós. Foi um cavalo excepcional, dono de uma campanha maravilhosa, e que me proporcionou momentos maravilhosos. Aliás, não há outro animal que tenha desenvolvido uma campanha sequer semelhante a dele, vencendo um GP São Paulo, um GP Brasil, um Pellegrini, e por duas vezes o “Latino” – primeiro em La Plata e depois na Gávea. Ele foi ainda o primeiro cavalo brasileiro a competir no Arco do Triunfo na França, feito este que só foi repetido uma vez até agora, por sinal com outro crioulo do haras, o Hot Six. Enfim, se fosse possível eu criar um “segundo” Much Better, eu seria o homem mais feliz do Mundo.
R.L.: Por falar em Much Better, vemos que o Haras J.B.Barros já venceu os principais páreos do país e do continente. É também o criador com o maior número de vitórias no Grande Prêmio Paraná (cinco vezes) e no GP Associação Latino Americana de Jockey Clubes e Hipódromos (três vezes). O quê ainda falta para o currículo do estabelecimento?
J.B.: Sinceramente, a nível nacional, acredito que não falta quase nada. Agora, mudando o foco para competições internacionais, tenho muita vontade de ver um crioulo meu vencer a Dubai World Cup, que tanto técnica quanto financeiramente é muito compensatória àqueles que a conquistam. E essa vitória, tenha certeza, ainda virá!
R.L.: Há poucos anos o Haras J.B.Barros possuía um vasto plantel de reprodutoras, que formavam um dos contingentes mais numerosos do Estado do Paraná. Hoje sabemos que parte do haras foi comercializada e que o número de éguas – agora no Haras Siqueira & Mercadante – também reduziu bastante. Qual é a situação atual do haras, do plantel, e podemos dizer que estas mudanças são reflexos da crise vivida pelo turfe nacional na atualidade?
J.B.: O haras e o complexo do centro de treinamentos foram comercializados, e como você bem disse hoje mantenho as minhas éguas no Haras Siqueira & Mercadante, sob a responsabilidade do Dr.Marlon Siqueira. Meu plantel atual é composto por vinte éguas, que são justamente as melhores que eu tinha em mãos à época que comecei a “enxugar” o lote de matrizes do Haras J.B.Barros. Hoje não há mais espaço para se criar com “égua mais ou menos”. Você tem que priorizar a excelência na criação, e por isso dei manutenção somente à nata do plantel. E sem dúvida alguma: os momentos difíceis vividos pelo turfe nacional possuem sim grande influência em decisões como estas, onde vendi um haras e boa parte das minhas éguas. É uma pena, mas a situação crítica faz vítimas atrás de vítimas, sendo muito comum de uns tempos pra cá vermos a quase todo mês um novo criador decidindo pela liquidação do seu plantel, pelo encerramento das suas atividades. É de se lamentar.
R.L.: A conquista do Jaburú Vip no GP Paraná foi cercada de significados. Ele é filho e neto de garanhões que receberam a confiança do J.B.Barros, mas que em contrapartida foram rejeitados e “queimados” por muita gente. O Edgar Araújo, treinador do animal, é um profissional que está estreitamente ligado à história do Haras J.B.Barros, e que recebeu de você a primeira grande oportunidade após encerrar a carreira de jóquei. Sendo assim, esta vitória tem um gosto especial por ter sido feita “em casa”?
J.B.: Sim! Ver um crioulo nosso, filho de um garanhão nosso e neto de outro que também nos pertenceu, vencendo um páreo tão importante como o GP Paraná, é uma sensação indescritível. Aquele dia o cavalo estava competindo apenas pela quarta vez em sua campanha, e mesmo assim venceu de maneira incontestável. É um potro excepcional, o qual temos em alta conta desde sempre. Aliás, depositávamos muita “fé” em sua corrida, uma vez que os seus trabalhos eram excelentes. Mas não é de nosso feitio – nem se deve fazer isso – sair por aí “cantando” o cavalo de “barbada” para todo mundo ouvir, e no final das contas deu certo. E quanto ao Araújo, foi ainda mais gratificante. Sempre o admirei como jóquei, principalmente pela sua lisura, e por nunca ter ouvido qualquer comentário que colocasse em xeque a sua idoneidade. Também foi ele o jóquei da nossa Kanaloa, que venceu o GP Paraná de 1992, e de tantos outros corredores importantes que defenderam a nossa farda. Aí, quando soube que ele havia parado de montar, e estava enveredando pela carreira de treinador, pensei que seria bastante interessante investir nele, lhe conferir uma oportunidade. E acabou dando certo, uma vez que ele é um profissional muito atencioso, esforçado e que por esses e outros motivos está obtendo ótimos resultados.
R.L.: No próximo sábado, dois crioulos seus – Jaburu Vip e Jéca – competirão no GP Derby Paulista, sendo que ambos são filhos do Inexplicable, já tendo mostrado, tanto um quanto o outro, bom rendimento em distâncias mais alentadas. Ainda este ano, a égua Inchatillon, filha deste mesmo Inexplicable, venceu duas provas de Grupo 1 na distância dos 2.000 metros, e no último fim de semana foi a segunda colocada em prova disputada na distância dos 2.400 metros. Fatos como estes são os melhores tipos de respostas aos muitos críticos do cavalo, que argumentam, principalmente, que trata-se de um reprodutor limitado a produzir velocistas?
J.B.: Concordo plenamente com a sua observação. Quando você traz um garanhão para o Brasil, ele pode ser a melhor opção disponível no mercado no momento, mas já fique sabendo: as críticas serão muitas. O pessoal não quer nem saber quem o cavalo é, o quê ele correu, qual a sua filiação, não: a única coisa com a qual se preocupam é tentar “queimar” o cavalo. Neste caso em específico, o Inexplicable chegou “quietinho”, sem muito alarde, e aos poucos foi conquistando o seu espaço. Hoje, note que ele é muito bem citado desde as pencas até as principais provas de fundo do calendário nacional. Sendo ele um filho do Miswaki, que nos traz o sangue de Mr.Prospector, numa mãe Nureyev, que foi um dos maiores reprodutores da história do turfe Mundial, não há o quê contestar em matéria de pedigree. E a campanha do Inexplicable só reforça a sua filiação, uma vez que ele foi ganhador de provas de grupo e recordista nos Estados Unidos.
R.L.: O quê você espera do futuro do turfe nacional?
J.B.: Não há dúvidas de que a situação do nosso turfe é bastante complicada. Contudo, eu, talvez por ser uma pessoa bastante otimista, acredito que depois de chegarmos, de fato, ao “fundo do poço”, estamos começando a melhorar, a subir. Os progressos são lentos, quase que imperceptíveis, mas consigo sentir algumas melhoras nos últimos anos. A única coisa que me chateia, e que tenho certeza, não é a melhor maneira de se sanar as dívidas das entidades que promovem corridas no Brasil, ou ainda, não pode servir como fonte de receita para as mesmas, é a venda do patrimônio dos clubes. Isso aconteceu com alguns terrenos no caso do Jockey Club do Paraná, e está prestes a acontecer também, em proporções muito maiores – pois não se trata de alguns terrenos e sim de uma vila hípica inteira – no caso do Jockey Club Brasileiro. É preciso buscar alternativas que não essas para recuperar financeira e estruturalmente o turfe brasileiro.
por Victor Corrêa
http://www.raialeve.com.br
CARAZINHO III GO SPRINT SALES E GP VELOCISTAS DA AMÉRICA, 24 a 28.02
de 24 a 28/02/2011 no Jockey Club Carazinhense um dos mais aguardados eventos de Cancha Reta do Turfe Gaúcho e Brasileiro, simplemente imperdivel
III GRANDE PRÊMIO SPRINT SALES
IV LEILÃO SPRINT SALES
GRANDE PRÊMIO VELOCISTA DA AMÉRICA
PROGRAMAÇÃO
começa na Quinta-Feira (21:00) com a confirmação dos participantes do III GP Sprint Sales e dos participantes do GP Velocistas da América.
na Sexta-Feira (20:30 hs) remates do GP Velocistas da América.
no Sábado (12:00 hs)IV Leilão Sprint Sales,
no Sábado às 17:00 hs Início das eliminatórias do GP Velocistas da América
no Sábado ás 20:30 hs remates do III GP Sprint Sales.
no Domingo às 16:00 hs início das eliminatórias do III GP Sprint Sales
no Domingo Final do GP Velocistas da América.
na Segunda-Feira às 16:00 hs final do III GP Sprint Sales
III GRANDE PRÊMIO SPRINT SALES
IV LEILÃO SPRINT SALES
GRANDE PRÊMIO VELOCISTA DA AMÉRICA
PROGRAMAÇÃO
começa na Quinta-Feira (21:00) com a confirmação dos participantes do III GP Sprint Sales e dos participantes do GP Velocistas da América.
na Sexta-Feira (20:30 hs) remates do GP Velocistas da América.
no Sábado (12:00 hs)IV Leilão Sprint Sales,
no Sábado às 17:00 hs Início das eliminatórias do GP Velocistas da América
no Sábado ás 20:30 hs remates do III GP Sprint Sales.
no Domingo às 16:00 hs início das eliminatórias do III GP Sprint Sales
no Domingo Final do GP Velocistas da América.
na Segunda-Feira às 16:00 hs final do III GP Sprint Sales
Lages, Mestreziza vence o 1º GP Treinadores de Cavalos

Com meio corpo de vantagem e 22seg40 cravados Mestreziza montado pelo jóquei William (Lauro Müller), de 17 anos, foi o vencedor do 1º GP Treinadores de Cavalos, 450 metros.
A corrida aconteceu ontem no meio da tarde no Jockey Club de Lages e deu ao vencedor R$ 2 mil. A direção já pensa a próxima edição que em 2012, além de dinheiro vai oferecer três motos zero Km CG 125 cc.
O segundo colocado foi o cavalo Montezuma montado por Jeidi também de 17 anos. O terceiro foi o cavalo Candiero de Lages do proprietário Mendonça.
O curioso é que os dois primeiros colocados são da família Godinho de Urubici. “Ambos caíram na mesma chave, são parceiros do Stud Nabor Godinho de Urubici”, explica o dono do cavalo de 11 anos Mestreziza (raça mister glóri), Anderson Godinho.
“É o primeiro GP deles nesta temporada, mas não é a primeira vez que correm juntos”, reforça o dono do cavalo de três anos Montezuma (raça fritz) Dirceu Godinho.
“Esperávamos este resultado. A disputa foi totalmente normal com pouca diferença entre um e o outro, além disso os treinadores fizeram um bom trabalho”, observa Dirceu referindo-se aos treinadores, Adir que tem 40 anos de experiência no treino do cavalo e Chocolate que mexe com animais há 10 anos. Dirceu adianta que em quatro de março os cavalos vão participar do GP Nabor Godinho, em Urubici e que estarão de volta em Lages na “Penca Sem Reservas”, em abril e o cavalo Pé de Pano vai completar o trio.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
BALEIAS,JAPÃO PEDE AJUDA A PAÍSES PARA PARAR DEFENSORES DAS BALEIAS

Japão pede ajuda a países para parar defensores das baleias
O Japão pediu aos embaixadores de Austrália, Nova Zelândia e Holanda que tomem uma atitude diante do grupo de defesa das baleias Sea Shepherd, cuja ação contra os barcos de pesca forçou o governo a anunciar o fim da temporada de caça.
"É extremamente lamentável que as atividades do Sea Sheperd para obstruir (a caça às baleias) não tenham sido evitadas" pelos três países, que permitem o uso de suas bandeiras e portos pelo grupo ambientalista, declarou o ministro das Relações Exteriores japonês, Seiji Maehara.
Maehara indicou que seu ministério convidou os três representantes diplomáticos para um encontro, "expressando um sentimento de lástima e reiterando fortemente um pedido de impedir as atividades do Sea Shepherd".
Na sexta-feira, o Japão decidiu suspender sua campanha de caça às baleias na Antártica até o final da atual temporada, "devido à dificuldade de se garantir a segurança das tripulações diante do assédio incessante da Sea Shepherd", segundo o ministro da Agricultura e Pesca, Michihiko Kano.
ALTAIR DOMINGOS VENCEU 3 NA SEGUNDA FEIRA
O jóquei Altair Domingos segue em grande fase nas carreiras argentinas. Na última segunda-feira, Domingos obteve três vitórias, inclusive na melhor prova, o Handicap Evidencia, no quilômetro da pista de areia do Hipódromo de Palermo, com Setembrino. O tempo do páreo foi de 55s5.
Com isso, o bridão assumiu a segunda posição no ranking geral de pilotos, com 34 pontos. A liderança dos três hipódromos (San Isidro, La Plata e Palermo) é de Mário Fernandes, com 40 pontos. O campeoníssimo Jorge Ricardo, com 31 vitórias, está em sexto lugar.
JCB
Com isso, o bridão assumiu a segunda posição no ranking geral de pilotos, com 34 pontos. A liderança dos três hipódromos (San Isidro, La Plata e Palermo) é de Mário Fernandes, com 40 pontos. O campeoníssimo Jorge Ricardo, com 31 vitórias, está em sexto lugar.
JCB
MADALENA TEM PROVA ESPECIAL NO PRÓXIMO DOMINGO
Abmael

no próximo domingo o Hipódromo da Madalena, além do Clássico Tanara Petróleo, contara
em sua reunião Páreo de Chamada Especial que tem tudo para ter desenrolar sensacional, campo da prova:
7º Páreo – 1400 mts.- CHAMADA ESPECIAL
1 – TETTORE
2 – ABMAEL
3 – FOREVER FRIENDS
4 – GORY
5 – GHOSP WHISPERER

no próximo domingo o Hipódromo da Madalena, além do Clássico Tanara Petróleo, contara
em sua reunião Páreo de Chamada Especial que tem tudo para ter desenrolar sensacional, campo da prova:
7º Páreo – 1400 mts.- CHAMADA ESPECIAL
1 – TETTORE
2 – ABMAEL
3 – FOREVER FRIENDS
4 – GORY
5 – GHOSP WHISPERER
ELEIÇÕES, ENTREVISTA COM OS CANDIDATOS A PRESIDENCIA DO JC PARANÁ
13) Qual é a sua opinião sobre a instrução normativa 03/2010 da ABCPCC, que estabelece a proibição do uso de qualquer tipo de medicação como condição para o reconhecimento de prova clássica como “Black Type”?
Crésus: Este é um assunto mais delicado, e penso que também é de alçada mais da Comissão do Turfe. Mas, a exemplo do que eu vi em alguns hipódromos do exterior, ajudaria muito se os Jóqueis Clubes do Brasil estabelecessem meios de medicação exclusivamente pelo veterinário credenciado pelo respectivo hipódromo.
Jael: Sou francamente favorável, porque nós temos que mostrar ao Mundo que temos um turfe sério, honesto, e que não temos macetes, que “é só aqui no Brasil”. Nós vemos hoje, inclusive na compra de garanhão, a gente procurar ver o garanhão “tal”, ganhador de tantas provas de grupo. Mas usando medicação ou sem medicação? Isto faz uma diferença maluca. Então, eu acho que esta instrução da ABCPCC é perfeitamente viável e eu sou francamente favorável.
14) Você está satisfeito com a parceria estabelecida entre Jockey Clube do Paraná e Jockey Clube Brasileiro? Ou pretende aproximar-se novamente do Jockey Club de São Paulo?
Crésus: A parceria com o Jockey Club Brasileiro foi uma dádiva para o turfe do Paraná. Porque se assim não fosse, seria praticamente impossível darmos continuidade aos projetos das carreiras, uma vez que o Jockey Club de São Paulo, na época, nos boicotou, cortando o nosso sinal e criando alguns outros entraves. Felizmente o Jockey Club Brasileiro nos acolheu, e somos muito gratos a eles. Agora, como as eleições em São Paulo estão próximas, e eu tenho muito bom relacionamento com a chapa da oposição, que, na minha opinião, deve ser a vencedora, eu pretendo sim estabelecer uma parceria com São Paulo novamente, não exclusivamente, mas numa condição igualitária com o Jockey Club Brasileiro.
Jael: O Jockey Club do Paraná sempre foi um parceiro do Jockey Club de São Paulo. E há uns poucos anos atrás, não sei que problemas existiram realmente, o Jockey Club do Paraná passou para o Jockey Club Brasileiro. Hoje, o Jockey Club Brasileiro enfrenta seríssimos problemas, então nós não podemos dizer que vamos continuar firmes com o Jockey Club Brasileiro. Vamos ver, também, a nova diretoria do Jockey Club de São Paulo para enfim estudarmos este problema.
por Victor Correia/ Raia Leve
Crésus: Este é um assunto mais delicado, e penso que também é de alçada mais da Comissão do Turfe. Mas, a exemplo do que eu vi em alguns hipódromos do exterior, ajudaria muito se os Jóqueis Clubes do Brasil estabelecessem meios de medicação exclusivamente pelo veterinário credenciado pelo respectivo hipódromo.
Jael: Sou francamente favorável, porque nós temos que mostrar ao Mundo que temos um turfe sério, honesto, e que não temos macetes, que “é só aqui no Brasil”. Nós vemos hoje, inclusive na compra de garanhão, a gente procurar ver o garanhão “tal”, ganhador de tantas provas de grupo. Mas usando medicação ou sem medicação? Isto faz uma diferença maluca. Então, eu acho que esta instrução da ABCPCC é perfeitamente viável e eu sou francamente favorável.
14) Você está satisfeito com a parceria estabelecida entre Jockey Clube do Paraná e Jockey Clube Brasileiro? Ou pretende aproximar-se novamente do Jockey Club de São Paulo?
Crésus: A parceria com o Jockey Club Brasileiro foi uma dádiva para o turfe do Paraná. Porque se assim não fosse, seria praticamente impossível darmos continuidade aos projetos das carreiras, uma vez que o Jockey Club de São Paulo, na época, nos boicotou, cortando o nosso sinal e criando alguns outros entraves. Felizmente o Jockey Club Brasileiro nos acolheu, e somos muito gratos a eles. Agora, como as eleições em São Paulo estão próximas, e eu tenho muito bom relacionamento com a chapa da oposição, que, na minha opinião, deve ser a vencedora, eu pretendo sim estabelecer uma parceria com São Paulo novamente, não exclusivamente, mas numa condição igualitária com o Jockey Club Brasileiro.
Jael: O Jockey Club do Paraná sempre foi um parceiro do Jockey Club de São Paulo. E há uns poucos anos atrás, não sei que problemas existiram realmente, o Jockey Club do Paraná passou para o Jockey Club Brasileiro. Hoje, o Jockey Club Brasileiro enfrenta seríssimos problemas, então nós não podemos dizer que vamos continuar firmes com o Jockey Club Brasileiro. Vamos ver, também, a nova diretoria do Jockey Club de São Paulo para enfim estudarmos este problema.
por Victor Correia/ Raia Leve
CLÁSSISCO TANARA PETRÓLEO E A ATRAÇÃO PARA O PRÓXIMO DOMINGO EM MADALENA
JAEL BARROS E CRESUS CAMARGO DISPUTAM PRESIDENCIA DO JOCKEY CLUB DO PARANÁ

Está quente o clima para a eleição da nova diretoria do Jockey Club do Paraná no dia 1.º de março. Concorrem duas chapas: a Consagração, de situação, liderada por Crésus Camargo Coutinho, e a Credibilidade, de oposição, encabeçada por Jael Barros. A disputa promete ser uma das mais acirradas e polêmicas da história do clube.
O empresário Jael Barros (à dir.), candidato à presidência do Jockey Club do Paraná pela chapa Credibilidade, de oposição, esteve nesta semana com o advogado e professor René Dotti, em seu escritório. Em pauta, a eleição no clube
fonte - Reinaldo Bessa/Gazeta do Povo
JAEL BARROS X CRESUS CAMARGO
CAVALOS DE CORRIDA, MILK-SHAKE DE SÊMEN DE CAVALOS

Conhecidos por sua paixão pelos esportes de aventura, os neozelandeses agora estão chegando aos extremos da culinária: um festival gastronômico oferecerá a seus visitantes mais corajosos um milk-shake preparado à base de sêmen de cavalo.
O iguaria equina estará na cardápio do Festival de Comida Selvagem, realizado todos os anos na cidade de Hokitika, em South Island, junto com petiscos como escorpiões crus, besouros cobertos de chocolate e lagartas fritas.
"A ideia é ter tanta energia quanto um garanhão, com duração de uma semana depois de tomar o milk-shake", brincou Lindsay Kerslake, criador de cavalos de corrida e inventor da mistura.
Segundo Kerslake, a bebida que será vendida no festival deste ano, que começa no dia 12 de março, terá gosto de milk-shake e efeito de bebida energética.
Mike Keenan, um dos organizadores do festival, disse esperar que muitos acabarão bebendo o milk-shake como um desafio - e que ele mesmo está se preparando para dar um gole.
"Ok, eu vou provar", garantiu.
Keenan explicou que o festival começou há 22 anos, como uma maneira de forçar os cidadãos de Hokitika a "saírem de sua zona de conforto" e terem ideias criativas.
"Ele achou que esses drinks de sêmen de cavalo com sabor seriam algo diferente", explicou Keenan, falando sobre Kerslake. "Ele está trabalhando em vários sabores, como baunilha, morango e chocolate".
GIMENES CHAMA AZEVEDO PARA DEBATE
ELEIÇÕES NO JOCKEY CLUB DE SÃO PAULO
Sobre críticas que o candidato da oposição, Eduardo da Rocha Azevedo, tem feito às realizações da gestão Novo Jockey, Mário Gimenes propõe um debate para que sejam comparadas as propostas. “Vamos comparar a gestão da qual ele participou e a atual, as realizações, como foi feita a administração financeira do clube, as diferenças de propostas e visões sobre o futuro do turfe brasileiro. Um debate com televisionamento da TV Jockey e a participação da grande mídia”, diz Gimenes
Sobre críticas que o candidato da oposição, Eduardo da Rocha Azevedo, tem feito às realizações da gestão Novo Jockey, Mário Gimenes propõe um debate para que sejam comparadas as propostas. “Vamos comparar a gestão da qual ele participou e a atual, as realizações, como foi feita a administração financeira do clube, as diferenças de propostas e visões sobre o futuro do turfe brasileiro. Um debate com televisionamento da TV Jockey e a participação da grande mídia”, diz Gimenes
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
BALEIAS, 107 MORREM NA NOVA ZELANDIA

Mais de 100 baleias morreram encalhadas em uma praia isolada da ilha Sul da Nova Zelândia, anunciou um funcionário do ministério de Proteção do Meio Ambiente. As baleias, 107 no total, foram encontradas em uma praia de Stewart Island, ao sul da ilha Sul da Nova Zelândia.
Várias baleias já estavam mortas e 48 foram sacrificadas pela impossibilidade de levá-las de volta ao mar. "Compreendemos rapidamente que seriam necessárias pelo menos 10 a 12 horas antes de poder iniciar as tentativa de levá-las ao mar, mas com o sol e o calor muitas morreram antes", declarou a fonte ministerial.
As baleias-piloto podem alcançar até 20 m de comprimento.
TARUMA, PROGRAMA PARA SEXTA, 26.02
1º PÁREO - 800 METROS
PRÊMIO “LEOPOLDO DOS SANTOS”
1 - TCHAU GIRL - 1-53
2 - TATAINDY - 2-53
3 - LAMBRUSCO - 3-55
4 - TANQUE DE GUERRA - 4-55
5 - ESPANAVE BOY - 5-53
2º PÁREO - 800 METROS
PRÊMIO “LUIZ SÉRGIO BUENO”
1 - HOJECHOVE - 1-58
2 - DON LORENZO (P1) - 2-55
3 - BAILE NUESTRO - 3-54
4 - SENTIMENTAL TEAR - 4-56
5 - AVALON ALADO (P1) - 5-57
6 - PONTAL STORM - 6-55
3º PÁREO - 1.100 METROS
PRÊMIO “LAURO CORDOVA LIZ”
1 - ALVO MILITAR - 1-52
2 - RIPAPIBAQUIGRAFO - 2-54
3 - EVIL MAGIC - 3-56
4 - PROPOSTA INDECENTE - 4-52
5 - GRAN RENI - 5-54
4º PÁREO - 1.300 METROS
PRÊMIO “OMÁRIO REICHEL”
1 - MADRILEÑO - 1-54
2 - BELTRANO - 2-55
3 - JOHNY FIGHTER - 3-52
4 - MY BEST WAY - 4-52
5 - QUINTILLION - 5-56
5º PÁREO - 1.300 METROS
PRÊMIO “IVO PELLIZZARI”
1 - SEARCH IS OVER - 1-58
2 - YUPI DI RAMBLER - 2-56
3 - DILIGÊNCIA - 3-53
4 - TSOTSI - 4-58
5 - ORANGE SKY - 5-52
6 - BIOLOGISTA - 6-55
6º PÁREO - 1.200 METROS
PRÊMIO “JOÃO LOBATO”
1 - PARDAL FIGHTER - 1-56
2 - VOMAGIC - 2-56
3 - CASUAL LIFE - 3-53
4 - BARDOSA BABY - 4-54
5 - BARDOSO FIGHTER - 5-56
6 - CORAZUL - 6-54
7 - FORMOSA E BONITA - 7-54
7º PÁREO - 1.300 METROS
PRÊMIO “EPAMINONDAS SOUZA SANTOS”
1 - BELA BUROOJ - 1-54
2 - ITACUÃ - 2-57
3 - ELLYSYO - 3-57
4 - OUR SMILE - 4-57
5 - QUADRIALADO - 5-56
6 - DON TALK - 6-57
7 - ARICANDUVA - 7-55
8º PÁREO - 1.300 METROS
PRÊMIO “ALONE MENEGOLO”
1 - VOYEUR - 1-56
2 - DESTAKE BOY (P1) - 2-56
3 - DAYANA STYLE - 3-54
4 - KIONGJÚ - 4-54
5 - SPRING INDY (P1) - 5-54
6 - PORTO PRINCIPE - 6-56
7 - XUKON - 7-56
8 - VALDUGA - 8-56
PRÊMIO “LEOPOLDO DOS SANTOS”
1 - TCHAU GIRL - 1-53
2 - TATAINDY - 2-53
3 - LAMBRUSCO - 3-55
4 - TANQUE DE GUERRA - 4-55
5 - ESPANAVE BOY - 5-53
2º PÁREO - 800 METROS
PRÊMIO “LUIZ SÉRGIO BUENO”
1 - HOJECHOVE - 1-58
2 - DON LORENZO (P1) - 2-55
3 - BAILE NUESTRO - 3-54
4 - SENTIMENTAL TEAR - 4-56
5 - AVALON ALADO (P1) - 5-57
6 - PONTAL STORM - 6-55
3º PÁREO - 1.100 METROS
PRÊMIO “LAURO CORDOVA LIZ”
1 - ALVO MILITAR - 1-52
2 - RIPAPIBAQUIGRAFO - 2-54
3 - EVIL MAGIC - 3-56
4 - PROPOSTA INDECENTE - 4-52
5 - GRAN RENI - 5-54
4º PÁREO - 1.300 METROS
PRÊMIO “OMÁRIO REICHEL”
1 - MADRILEÑO - 1-54
2 - BELTRANO - 2-55
3 - JOHNY FIGHTER - 3-52
4 - MY BEST WAY - 4-52
5 - QUINTILLION - 5-56
5º PÁREO - 1.300 METROS
PRÊMIO “IVO PELLIZZARI”
1 - SEARCH IS OVER - 1-58
2 - YUPI DI RAMBLER - 2-56
3 - DILIGÊNCIA - 3-53
4 - TSOTSI - 4-58
5 - ORANGE SKY - 5-52
6 - BIOLOGISTA - 6-55
6º PÁREO - 1.200 METROS
PRÊMIO “JOÃO LOBATO”
1 - PARDAL FIGHTER - 1-56
2 - VOMAGIC - 2-56
3 - CASUAL LIFE - 3-53
4 - BARDOSA BABY - 4-54
5 - BARDOSO FIGHTER - 5-56
6 - CORAZUL - 6-54
7 - FORMOSA E BONITA - 7-54
7º PÁREO - 1.300 METROS
PRÊMIO “EPAMINONDAS SOUZA SANTOS”
1 - BELA BUROOJ - 1-54
2 - ITACUÃ - 2-57
3 - ELLYSYO - 3-57
4 - OUR SMILE - 4-57
5 - QUADRIALADO - 5-56
6 - DON TALK - 6-57
7 - ARICANDUVA - 7-55
8º PÁREO - 1.300 METROS
PRÊMIO “ALONE MENEGOLO”
1 - VOYEUR - 1-56
2 - DESTAKE BOY (P1) - 2-56
3 - DAYANA STYLE - 3-54
4 - KIONGJÚ - 4-54
5 - SPRING INDY (P1) - 5-54
6 - PORTO PRINCIPE - 6-56
7 - XUKON - 7-56
8 - VALDUGA - 8-56
MADALENA, PROGRAMA INFORMARTIVO PARA 27.02

O Clássico Tanara Petróleo, prova já tradicional do calendário clássico turfístico pernambucano, conseguiu reunir, na versão 2011, oito boas provas com 49 animais inscritos. Na prova principal, o 8º.Páreo, a ser corrido às 17:20, tem como força Tango Arrabalero, do Haras Bongy, e algumas surpresas: dentre elas, as inscrições do potro Halimus e do cearense Giel.
Mais de duas mil pessoas são esperadas no Hipódromo da Madalena para esta grande festa. Então fica o convite: venha e traga a sua família para mais esta tarde emocionante de turfe porque Domingo é dia de Jockey e o turfe é a sua melhor diversão.
TEMPORADA 2010/2011
PROGRAMA DA 19ª CORRIDA
DOMINGO, 27/02/2011
1º Páreo – 1200 mts.- 13:00 Hs.
1 – RIVEL 55 1
2 – ZUCCO 55 3
3 – DA HORA 55 2
4 – VI 53 4
5 – ANTIGONE 55 5
2º Páreo – 1200 mts.- 13:30 Hs.
1 – WINDRIDER 55 1
2 – PONTE CANNET 55 2
3- VUFT 52 3
4 – ENAGASAWA 58 4
5 – OPERA CORUNILHA 56 5
3º Páreo -1300 mts.- 14:00 Hs.
1 – IMPULSIVO 58 1
2 – CAPITAL ASSET 55 2
3 – PODEROSO CHEFÃO 55 3
4 – CANUTI 55 4
5 – ADEUS AMIGO 55 5
4º Páreo – 1400 mts.- 14:40 Hs
1 – VALET DI JOSEFINE 55 1
2 – RISCO PRATEADO 55 2
3 – SEASON THUNDER 55 3
4 – NOSSA BRASILEIRA 53 4
5 – XIXILI 53 5
6 – OLYMPIC XARÁ 53 6
7 – EFFUSE 55 7
8 – TÁRSIO 55 8
5º Páreo – 1400 mts.- 15:20 Hs
1 – DAUNTLESS EMBLEM 58 1
2 – XAROPE 55 2
3 – TANGO 55 3
4 – POLACO 55 4
5 – TOLL FREE 52 5
6 – SARANGANI 55 6
7 – RIO ACIMA 55 7
6º Páreo – 1300 mts.- 16:00 Hs
1 – PERTURBADA 53 1
2 – RECIFE 55 2
3 – QUARI INDY 55 3
4 – LIKE LORAN 55 4
5 – ILANO 55 5
6 – FILHO DO SUCESSO 55 6
7 – TUTU MARAMBAIA 55 7
8 – VALENTE CICERO 58 8
7º Páreo – 1400 mts.- 16:40 Hs
CHAMADA ESPECIAL
1 – TETTORE 56 1
2 – ABMAEL 56 3
3 – FOREVER FRIENDS 56 2
4 – GORY 56 5
5 – GHOSP WHISPERER 56 4
8º Páreo – 1800 mts.- 17:20 Hs
CLASSICO TANARA PETROLEO – (HANDICAP)
1 – AMIGO GAUCHO 55 1
2 – DON LOPES 55 2
3 – EL HERDEIRO 56 3
4 – GIEL 56 4
5 – TANGO ARRABALERO 55 5
6 – HALIMUS 56 6
por Fabio Camara/JCPE
http://www.jcpe.com.br
JOCKEY CLUB, LEILÃO RIBEIRÃO PRETO
IMÓVEL COMERCIAL/001) Jóquei clube, c/ 11 galpões, pistas p/ motocross, trote de charretes e corrida de cavalos, terreno c/ aprox. 343.000m², Avenidas Orestes Lopes de Camargo, Thomas Alberto Whately, Carlos Drummond de Andrade e Milton Tapajós Roselino, B. das Palmeiras, 2° CRI 89.761.RIBEIRÃO PRETO/SP
http://www.leiloesjudiciais.com.br/?op=itensleilao&leilao=6226&origem=negocios
http://www.leiloesjudiciais.com.br/?op=itensleilao&leilao=6226&origem=negocios
TURFE E FUTEBOL, PROFISSIONAIS DO FUTEBOL INVESTEM EM CAVALOS DE CORRIDA

Manchester United e Tottenham não possuem uma rivalidade tão forte nos campos de futebol, mas nas pistas de corridas de cavalo, pode existir um duelo de peso. O técnico Alex Ferguson, do Manchester, apaixonado por cavalos e investidor do esporte, costuma ser uma atração à parte nas corridas. Harry Redknapp, treinador do Tottenham, está seguindo os passos de Fergie e também tem dado atenção especial ao esporte.
Os dois foram vistos na pista de Newbury conversando com o experiente jóquei Tony McCoy, que tem mais de três mil vitórias na carreira. What a Friend, cavalo de Ferguson, e Bygones In Brid, de Redknapp, terminaram suas respectivas corridas na segunda posição
fonte - Lancenet
PREFEITO DE MANUS DIZ A MORADORA DE AREA DE RISCO "QUE MORRA"
O prefeito de Manaus, Amazonino Mendes (PTB), perdeu a compostura e mandou uma moradora de área de risco morrer nesta segunda-feira (21). A discussão aconteceu em frente às câmeras de TV e já está circulando na internet. No último domingo (20), duas pessoas morreram vítimas de um deslizamento em área de risco na cidade.
A discussão entre o prefeito e a moradora
A discussão do prefeito com a moradora aconteceu durante a visita do prefeito e sua comitiva à área conhecida como Santa Marta, na zona norte de Manaus. Ao conceder entrevista, o prefeito pediu à população que saísse do local em razão dos riscos da área.
“O senhor quer a nossa ajuda como?”, indagou a moradora. “Não fazendo casas onde não deve”, respondeu o prefeito. “Mas nós estamos morando aqui porque não temos condições de ter uma moradia digna”, retrucou a moradora. Nesse momento, o prefeito disparou: “Então morra, minha filha, morra”.
Após mandar a moradora morrer, o prefeito perguntou de onde ela vinha. Ela respondeu que vinha do Pará, Estado de onde partem milhares de migrantes em direção ao Amazonas todos os anos. Ao ouvir a resposta, Amazonino respondeu, em tom de deboche: “Pronto. Tá explicado”.
Para o sociólogo Luiz Antônio Nascimento, professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), a atitude do prefeito de Manaus é deplorável. “Ele ignora que as pessoas que moram em área de risco não o fazem por opção, mas por falta de opção”, diz Nascimento.
O sociólogo diz ainda que ao questionar a origem da moradora, o prefeito reforça um preconceito inaceitável. “Imagine que um amazonense esteja em São Paulo à espera de tratamento de saúde e o secretário de saúde de lá venha perguntar e fazer ilações sobre o fato de ele ser do Amazonas. Isso é um desrespeito. Ele precisa se retratar”, afirma o sociólogo.
O UOL Notícias entrou em contato com a assessoria de comunicação da Prefeitura de Manaus, que informou que iria emitir uma nota oficial sobre o caso.
A discussão entre o prefeito e a moradora
A discussão do prefeito com a moradora aconteceu durante a visita do prefeito e sua comitiva à área conhecida como Santa Marta, na zona norte de Manaus. Ao conceder entrevista, o prefeito pediu à população que saísse do local em razão dos riscos da área.
“O senhor quer a nossa ajuda como?”, indagou a moradora. “Não fazendo casas onde não deve”, respondeu o prefeito. “Mas nós estamos morando aqui porque não temos condições de ter uma moradia digna”, retrucou a moradora. Nesse momento, o prefeito disparou: “Então morra, minha filha, morra”.
Após mandar a moradora morrer, o prefeito perguntou de onde ela vinha. Ela respondeu que vinha do Pará, Estado de onde partem milhares de migrantes em direção ao Amazonas todos os anos. Ao ouvir a resposta, Amazonino respondeu, em tom de deboche: “Pronto. Tá explicado”.
Para o sociólogo Luiz Antônio Nascimento, professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), a atitude do prefeito de Manaus é deplorável. “Ele ignora que as pessoas que moram em área de risco não o fazem por opção, mas por falta de opção”, diz Nascimento.
O sociólogo diz ainda que ao questionar a origem da moradora, o prefeito reforça um preconceito inaceitável. “Imagine que um amazonense esteja em São Paulo à espera de tratamento de saúde e o secretário de saúde de lá venha perguntar e fazer ilações sobre o fato de ele ser do Amazonas. Isso é um desrespeito. Ele precisa se retratar”, afirma o sociólogo.
O UOL Notícias entrou em contato com a assessoria de comunicação da Prefeitura de Manaus, que informou que iria emitir uma nota oficial sobre o caso.
ELEIÇÕES NO JOCKEY CLUB DO PARANÁ

Está quente o clima para a eleição da nova diretoria do Jockey Club do Paraná no dia 1.º de março. Concorrem duas chapas: a Consagração, de situação, liderada por Crésus Camargo Coutinho, e a Credibilidade, de oposição, encabeçada por Jael Barros. A disputa promete ser uma das mais acirradas e polêmicas da história do clube.
O empresário Jael Barros (à dir.), candidato à presidência do Jockey Club do Paraná pela chapa Credibilidade, de oposição, esteve nesta semana com o advogado e professor René Dotti, em seu escritório. Em pauta, a eleição no clube
fonte - Reinaldo Bessa/Gazeta do Povo
Jockey Club Brasileiro nova condenação da Justiça
Os Desembargadores da 7 Câmara Cível condenaram o JCB e o Espaço Nirvana (uma academia de ginástica), a demolir todos os “puxadinhos” feitos sobre a antiga casa de apostas do Hipódromo, que é tombado pelo município, junto a entrada principal do Jockey. Na ação, o Ministério Público acusa o Nirvana de “descaracterizar o imóvel” com a construção de um segundo andar, o que foi confirmado pela justiça.
Se não bastasse isso, o JCB também foi condenado a restaurar duas casas, patrimônio do clube, localizadas dentro do Jockey, com acesso pela rua Jardim Botânico, que fazem parte de seu conjunto arquitetônico, que estão abandonadas e ameaçam desabar. Uma delas está interditada pela defesa civil.
Ultimamente, o JCB tem estado presente em diversas colunas sociais, infelizmente sempre de forma negativa. Desta vez, o fato acima, foi publicado hoje, 20.02.2011, na coluna “Gente Boa” na página cinco do segundo caderno do Jornal O GLOBO, que leva a assinatura de Cleo Guimarães.
A descisão da 7 Câmara Cível, cabe recurso, portanto é poule de dez que o presidente do JCB entrará mais uma vez com recurso. A contínua afronta às decisões da justiça, pelo presidente do JCB, surpreende e mais uma vez transcende qualquer sensatez.
É um absurdo. Um presidente que deveria proteger o patrimônio da Instituição que preside, compactuar com construções irregulares, bem como a realizar uma simples manutenção necessária e ainda “resistir” na Justiça. E dinheiro, é que não falta para o JCB.
Conta para os sócios pagarem, inclusive as custas judiciais.
Luiz Octavio Figueiredo
Presidente da Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro Sangue Inglês
Se não bastasse isso, o JCB também foi condenado a restaurar duas casas, patrimônio do clube, localizadas dentro do Jockey, com acesso pela rua Jardim Botânico, que fazem parte de seu conjunto arquitetônico, que estão abandonadas e ameaçam desabar. Uma delas está interditada pela defesa civil.
Ultimamente, o JCB tem estado presente em diversas colunas sociais, infelizmente sempre de forma negativa. Desta vez, o fato acima, foi publicado hoje, 20.02.2011, na coluna “Gente Boa” na página cinco do segundo caderno do Jornal O GLOBO, que leva a assinatura de Cleo Guimarães.
A descisão da 7 Câmara Cível, cabe recurso, portanto é poule de dez que o presidente do JCB entrará mais uma vez com recurso. A contínua afronta às decisões da justiça, pelo presidente do JCB, surpreende e mais uma vez transcende qualquer sensatez.
É um absurdo. Um presidente que deveria proteger o patrimônio da Instituição que preside, compactuar com construções irregulares, bem como a realizar uma simples manutenção necessária e ainda “resistir” na Justiça. E dinheiro, é que não falta para o JCB.
Conta para os sócios pagarem, inclusive as custas judiciais.
Luiz Octavio Figueiredo
Presidente da Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro Sangue Inglês
GIMENES CHAMA AZEVEDO PARA DEBATE
ELEIÇÕES NO JOCKEY CLUB DE SÃO PAULO
Sobre críticas que o candidato da oposição, Eduardo da Rocha Azevedo, tem feito às realizações da gestão Novo Jockey, Mário Gimenes propõe um debate para que sejam comparadas as propostas. “Vamos comparar a gestão da qual ele participou e a atual, as realizações, como foi feita a administração financeira do clube, as diferenças de propostas e visões sobre o futuro do turfe brasileiro. Um debate com televisionamento da TV Jockey e a participação da grande mídia”, diz Gimenes
Sobre críticas que o candidato da oposição, Eduardo da Rocha Azevedo, tem feito às realizações da gestão Novo Jockey, Mário Gimenes propõe um debate para que sejam comparadas as propostas. “Vamos comparar a gestão da qual ele participou e a atual, as realizações, como foi feita a administração financeira do clube, as diferenças de propostas e visões sobre o futuro do turfe brasileiro. Um debate com televisionamento da TV Jockey e a participação da grande mídia”, diz Gimenes
JAEL BARROS X CRESUS CAMARGO
Corridas de Cavalos, História do Turfe, Rio Negro

Como parte dos festejos do aniversário de Rio Negrinho, em 24 de abril de 1981, foi realizado como tarefa de gincana, uma aposta que cada uma das 6 equipes participantes fariam num dos cavalos em uma corrida na raia situada no Bairro São Pedro, pertencente a Alvino Anton. Esta tarefa foi vencida pela Equipe 1880 (Ipiranga), que apostaram no cavalo "Colorado", pertencente a Fritz Krambeck, um membros daquela equipe. Nesta foto, tirada logo após a corrida vemos, a partir da esq. Paulo Beckert - então Prefeito, Fritz Krambeck, o jóquei, o cavalo vencedor e Venanda Krambeck.
CORRIDAS DE CAVALOS,Betfair. O dia em que a Wall Street das corridas de cavalos parou
As salas estão silenciosas nos três andares da sede da Betfair em Hammersmith, Londres. Há 12 horas que não é possível jogar no site da casa de apostas e os programadores estão a trabalhar em contra-relógio para voltar a activá-lo. A interrupção para actualizar o site é inédita e muito prejudicial. Cada segundo que passa são 58 apostas que não entram no sistema; cada minuto são 3500. É que na Wall Street das corridas de cavalos tempo não é dinheiro. É muito dinheiro.
Enquanto maior empresa de apostas desportivas online do mundo, a máquina da Betfair nunca pode parar de rolar. Todos os dias recebe mais de 5 milhões de apostas, vindas dos seus 3 milhões de clientes registados. Em quê? Tudo o que é desporto: dos de massas - futebol, ténis, Fórmula 1, corridas de cavalos, basquetebol - aos de nicho - bandy ou pelota basca. Mas também jogos de casino.
"Começámos com 12 pessoas há dez anos e agora veja lá...", afirma com orgulho Filipe Safont, responsável da Betfair em Portugal. Agora são um gigante. Têm 2 mil trabalhadores, recebem apostas de 120 países, com o site traduzido para 19 línguas diferentes e facturam 400 milhões de euros/ano. Em Portugal, o número de jogadores registados duplica todos os anos.
Coisas de homens O serpentear entre as secretárias da sede faz lembrar um episódio do "The Office" britânico, em que o relações públicas Richard Bloch toma o lugar de um Ricky Gervais magro e loiro. Até o boné esquecido em cima de um computador que grita "I''m fucking busy!" podia ter sido comprado pelo próprio David Brent para incentivar os trabalhadores. Não que precisem. As paredes, os quadros e os vidros estão cobertos de post-its com objectivos por cumprir que, ainda assim, não bloqueiam o efeito hipnotizante da vista que o terceiro andar tem para o Tamisa e... para o Estádio de Wembley, claro.
O sexo masculino ocupa a maioria das cadeiras da empresa, replicando o perfil do jogador da Betfair: homem (85%), empregado, das classes A, B e C, com um nível relativamente alto de escolaridade. Na realidade, a Betfair é uma empresa de engenheiros. Dos 2 mil trabalhadores, mais de metade fazem o trabalho de engenharia informática necessário para manter o site a funcionar 24 horas.
Daí que não seja de admirar que quem queira relaxar tenha direito a uma sala de descontracção com tudo o que um estudante do Instituto Superior Técnico poderia desejar. As paredes - que são também ardósias gigantes - marcam o ambiente da sala. Entre vários rabiscos incompreensíveis, pode ler-se no topo da parede direita: "PES Training Lounge" [Sala de Treino de Pro Evolution Soccer]. São quatro televisões gigantes e o mesmo número de PlayStation 3. O sofá e os matraquilhos também são apreciados, mas a verdadeira relíquia é a mesa de pingue-pongue.
O jogo online faz obviamente parte da vida dos funcionários da Betfair. Mas sem exageros. Para dar o exemplo de responsabilidade, os trabalhadores têm de respeitar um limite em apostas nas suas contas. Mas não podem criar outra conta? "Não...", diz Bloch, com um riso nervoso.
Qualquer pessoa que costume jogar sabe que as apostas são como as cerejas. Atrás de uma vem outra, numa sequência que raramente se mede em menos de dois dígitos. "Há pessoas que vivem disto. Dedicam-se oito horas/dia a apostar e algumas até vendem as estatísticas que compilam", refere Filipe Safont.
Os engenheiros acabaram a actualização a horas e começa a ouvir-se mais ruído. E os 300 milhões de dedos dos apostadores Betfair voltam a bater nos teclados e no rato.
Enquanto maior empresa de apostas desportivas online do mundo, a máquina da Betfair nunca pode parar de rolar. Todos os dias recebe mais de 5 milhões de apostas, vindas dos seus 3 milhões de clientes registados. Em quê? Tudo o que é desporto: dos de massas - futebol, ténis, Fórmula 1, corridas de cavalos, basquetebol - aos de nicho - bandy ou pelota basca. Mas também jogos de casino.
"Começámos com 12 pessoas há dez anos e agora veja lá...", afirma com orgulho Filipe Safont, responsável da Betfair em Portugal. Agora são um gigante. Têm 2 mil trabalhadores, recebem apostas de 120 países, com o site traduzido para 19 línguas diferentes e facturam 400 milhões de euros/ano. Em Portugal, o número de jogadores registados duplica todos os anos.
Coisas de homens O serpentear entre as secretárias da sede faz lembrar um episódio do "The Office" britânico, em que o relações públicas Richard Bloch toma o lugar de um Ricky Gervais magro e loiro. Até o boné esquecido em cima de um computador que grita "I''m fucking busy!" podia ter sido comprado pelo próprio David Brent para incentivar os trabalhadores. Não que precisem. As paredes, os quadros e os vidros estão cobertos de post-its com objectivos por cumprir que, ainda assim, não bloqueiam o efeito hipnotizante da vista que o terceiro andar tem para o Tamisa e... para o Estádio de Wembley, claro.
O sexo masculino ocupa a maioria das cadeiras da empresa, replicando o perfil do jogador da Betfair: homem (85%), empregado, das classes A, B e C, com um nível relativamente alto de escolaridade. Na realidade, a Betfair é uma empresa de engenheiros. Dos 2 mil trabalhadores, mais de metade fazem o trabalho de engenharia informática necessário para manter o site a funcionar 24 horas.
Daí que não seja de admirar que quem queira relaxar tenha direito a uma sala de descontracção com tudo o que um estudante do Instituto Superior Técnico poderia desejar. As paredes - que são também ardósias gigantes - marcam o ambiente da sala. Entre vários rabiscos incompreensíveis, pode ler-se no topo da parede direita: "PES Training Lounge" [Sala de Treino de Pro Evolution Soccer]. São quatro televisões gigantes e o mesmo número de PlayStation 3. O sofá e os matraquilhos também são apreciados, mas a verdadeira relíquia é a mesa de pingue-pongue.
O jogo online faz obviamente parte da vida dos funcionários da Betfair. Mas sem exageros. Para dar o exemplo de responsabilidade, os trabalhadores têm de respeitar um limite em apostas nas suas contas. Mas não podem criar outra conta? "Não...", diz Bloch, com um riso nervoso.
Qualquer pessoa que costume jogar sabe que as apostas são como as cerejas. Atrás de uma vem outra, numa sequência que raramente se mede em menos de dois dígitos. "Há pessoas que vivem disto. Dedicam-se oito horas/dia a apostar e algumas até vendem as estatísticas que compilam", refere Filipe Safont.
Os engenheiros acabaram a actualização a horas e começa a ouvir-se mais ruído. E os 300 milhões de dedos dos apostadores Betfair voltam a bater nos teclados e no rato.
JOCKEY CLUB DE FORTALEZA, COMEÇA A SER DESENHADO O PROJETO
Silvio Botelho. Otimista com o projeto do novo Jockey

Há mais de 10 anos sem um hipódromo oficial após o fechamento do Picí, o turfe cearense já começa a ressurgir, pelo menos no papel. A boa noticia para o turfe nordestino, vem do arquiteto Silvio Uchôa Botelho que está responsável pelo projeto arquitetônico da construção do novo Jockey Club de Fortaleza. Com uma área de 64.4ha, o novo hipódromo será construído na cidade de Aquiraz, entre a BR 116 e a CE 04 a 35 kilometros de Fortaleza. O projeto será de um hipódromo bem moderno com duas pistas sendo uma exclusivamente para treinos, pista de corridas e alojamento para 250 animais.
No que diz respeito às pistas, Silvio Botelho informou que a pista de treino será de 1.500 metros e a pista de corrida 1.600 metros com uma extensão de mais 400 metros ficando com uma reta de 800 metros. Além das duas pistas de areia, o novo hipódromo terá piscina para animais, club social com toda infra-estrutura, torre de transmissão (locução e filmagens), área para restaurantes, casa de apostas, cabine da comissão de corridas e comissão de chegada e tudo que um club moderno possa ter dentro das possibilidades da região. Silvinho visitou a área onde será construído o hipódromo acompanhado dos turfistas Ricardo Adeodato, Fernando Sampaio e Geovani Magi. Silvinho Uchôa disse que o projeto do novo hipódromo deverá ser apresentado aos cearenses entre os meses de abril e maio de 2011 e poderá passar por algumas modificações. Sobre a construção do hipódromo, o mesmoafirmou que a decisão ficará a critério da direção do turfe cearense.
por Chico Mendonça
http://www.jcpe.com.br

Há mais de 10 anos sem um hipódromo oficial após o fechamento do Picí, o turfe cearense já começa a ressurgir, pelo menos no papel. A boa noticia para o turfe nordestino, vem do arquiteto Silvio Uchôa Botelho que está responsável pelo projeto arquitetônico da construção do novo Jockey Club de Fortaleza. Com uma área de 64.4ha, o novo hipódromo será construído na cidade de Aquiraz, entre a BR 116 e a CE 04 a 35 kilometros de Fortaleza. O projeto será de um hipódromo bem moderno com duas pistas sendo uma exclusivamente para treinos, pista de corridas e alojamento para 250 animais.
No que diz respeito às pistas, Silvio Botelho informou que a pista de treino será de 1.500 metros e a pista de corrida 1.600 metros com uma extensão de mais 400 metros ficando com uma reta de 800 metros. Além das duas pistas de areia, o novo hipódromo terá piscina para animais, club social com toda infra-estrutura, torre de transmissão (locução e filmagens), área para restaurantes, casa de apostas, cabine da comissão de corridas e comissão de chegada e tudo que um club moderno possa ter dentro das possibilidades da região. Silvinho visitou a área onde será construído o hipódromo acompanhado dos turfistas Ricardo Adeodato, Fernando Sampaio e Geovani Magi. Silvinho Uchôa disse que o projeto do novo hipódromo deverá ser apresentado aos cearenses entre os meses de abril e maio de 2011 e poderá passar por algumas modificações. Sobre a construção do hipódromo, o mesmoafirmou que a decisão ficará a critério da direção do turfe cearense.
por Chico Mendonça
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JAEL BARROS, INTIMIDADE COM TAÇAS E VITÓRIAS

Jael B. Barros: um criador de sucesso
Sem exagero, trata-se de um dos pilares para a criação paranaense em toda a sua história. Muitos chegam a colocar o Haras J.B.Barros como o maior estabelecimento criatório radicado em terras paranaenses em todos os tempos. E, pela quantidade de expressivos resultados angariados pela farda rubro-negra – e tantos outros não por defensores da mesma, mas por crioulos ali nascidos e crescidos – tais observações fazem-se mais do que pertinentes.
No último dia 26 de Setembro, quando o alazão Jaburú Vip cruzou o disco em primeiro no Grande Prêmio Paraná (gr.I), o Haras J.B.Barros no ato, vencia a sua quinta edição da prova, ao passo que alcançava o posto de criador com o maior número de conquistas no páreo em toda a sua história. São números que representam toda a magnitude de um nome que sempre esteve intimamente ligado aos troféus e a novas vitórias a cada ano.
Figura expressiva, de presença constante na vila hípica do Hipódromo do Tarumã, em Curitiba, Jael Bergamaschi Barros é o homem que está por trás de toda esta história envolvendo o Haras J.B.Barros, e que costuma desfrutar de uma rotina de vitórias e muitas emoções. Em entrevista concedida à reportagem do Raia Leve, Jael discorreu sobre vários temas envolvendo o seu haras, o turfe num contexto geral e o futuro do esporte no país.
R.L.: Quando e em quais circunstâncias surgiu o Haras J.B.Barros?
J.B.: O Haras J.B.Barros surgiu no final da década de 70. Eu, bem dizer, nasci numa fazenda, e sempre gostei do contato com este ambiente, sendo um amante do cavalo, desde muito cedo. E somando isso ao meu gosto crescente pelas corridas de cavalo, adquiri uma chácara no bairro do Pinheirinho, em Curitiba, onde comecei a criar através de um lote de mais ou menos 20 éguas que adquiri num leilão em São Paulo, na companhia do meu grande amigo João Pedro Alcântara, titular do Haras Mauá. A primeira vitória da farda aconteceu com uma égua chamada Svetlana, filha de Canterbury, criada pelo Haras São José & Expedictus.
R.L.: Dentre os profissionais com os quais o J.B.Barros esteve envolvido durante a sua história, quais foram os que mais marcaram o estabelecimento?
J.B.: Muitos profissionais nos proporcionaram importantes conquistas, dentro e fora das pistas, e é algo complicado apontar “este” ou “aquele” nome. Contudo, em algumas circunstâncias, alguns deixaram a sua marca de modo mais consistente em nossa história, como foi o caso do Francisco Assis Monteiro, que baseado no centro de treinamentos que mantínhamos na região metropolitana de Curitiba, treinou cavalos meus que venceram quase todos os grandes prêmios do Tarumã, e outros tantos em Cidade Jardim. Laerte Pereira, uma “cria” do Dr.Heliodoro de Oliveira Duboc, que cuidou dos meus cavalos em São Paulo durante um bom tempo, e Antônio Alvani, que também em São Paulo venceu muitas corridas para nós, são outros dois nomes dos quais me lembro com bastante carinho. Dentre os profissionais que estiveram conosco num passado mais recente, destaco o Dr.Marlon Siqueira, que por sua vez segue sendo o responsável pelas matrizes do haras e pelo atendimento aos nossos animais em treinamento.
R.L.: O quê Much Better representa na história do Haras J.B.Barros?
J.B.: Olhe, não seria exagero se eu te dissesse que ele representa quase tudo para nós. Foi um cavalo excepcional, dono de uma campanha maravilhosa, e que me proporcionou momentos maravilhosos. Aliás, não há outro animal que tenha desenvolvido uma campanha sequer semelhante a dele, vencendo um GP São Paulo, um GP Brasil, um Pellegrini, e por duas vezes o “Latino” – primeiro em La Plata e depois na Gávea. Ele foi ainda o primeiro cavalo brasileiro a competir no Arco do Triunfo na França, feito este que só foi repetido uma vez até agora, por sinal com outro crioulo do haras, o Hot Six. Enfim, se fosse possível eu criar um “segundo” Much Better, eu seria o homem mais feliz do Mundo.
R.L.: Por falar em Much Better, vemos que o Haras J.B.Barros já venceu os principais páreos do país e do continente. É também o criador com o maior número de vitórias no Grande Prêmio Paraná (cinco vezes) e no GP Associação Latino Americana de Jockey Clubes e Hipódromos (três vezes). O quê ainda falta para o currículo do estabelecimento?
J.B.: Sinceramente, a nível nacional, acredito que não falta quase nada. Agora, mudando o foco para competições internacionais, tenho muita vontade de ver um crioulo meu vencer a Dubai World Cup, que tanto técnica quanto financeiramente é muito compensatória àqueles que a conquistam. E essa vitória, tenha certeza, ainda virá!
R.L.: Há poucos anos o Haras J.B.Barros possuía um vasto plantel de reprodutoras, que formavam um dos contingentes mais numerosos do Estado do Paraná. Hoje sabemos que parte do haras foi comercializada e que o número de éguas – agora no Haras Siqueira & Mercadante – também reduziu bastante. Qual é a situação atual do haras, do plantel, e podemos dizer que estas mudanças são reflexos da crise vivida pelo turfe nacional na atualidade?
J.B.: O haras e o complexo do centro de treinamentos foram comercializados, e como você bem disse hoje mantenho as minhas éguas no Haras Siqueira & Mercadante, sob a responsabilidade do Dr.Marlon Siqueira. Meu plantel atual é composto por vinte éguas, que são justamente as melhores que eu tinha em mãos à época que comecei a “enxugar” o lote de matrizes do Haras J.B.Barros. Hoje não há mais espaço para se criar com “égua mais ou menos”. Você tem que priorizar a excelência na criação, e por isso dei manutenção somente à nata do plantel. E sem dúvida alguma: os momentos difíceis vividos pelo turfe nacional possuem sim grande influência em decisões como estas, onde vendi um haras e boa parte das minhas éguas. É uma pena, mas a situação crítica faz vítimas atrás de vítimas, sendo muito comum de uns tempos pra cá vermos a quase todo mês um novo criador decidindo pela liquidação do seu plantel, pelo encerramento das suas atividades. É de se lamentar.
R.L.: A conquista do Jaburú Vip no GP Paraná foi cercada de significados. Ele é filho e neto de garanhões que receberam a confiança do J.B.Barros, mas que em contrapartida foram rejeitados e “queimados” por muita gente. O Edgar Araújo, treinador do animal, é um profissional que está estreitamente ligado à história do Haras J.B.Barros, e que recebeu de você a primeira grande oportunidade após encerrar a carreira de jóquei. Sendo assim, esta vitória tem um gosto especial por ter sido feita “em casa”?
J.B.: Sim! Ver um crioulo nosso, filho de um garanhão nosso e neto de outro que também nos pertenceu, vencendo um páreo tão importante como o GP Paraná, é uma sensação indescritível. Aquele dia o cavalo estava competindo apenas pela quarta vez em sua campanha, e mesmo assim venceu de maneira incontestável. É um potro excepcional, o qual temos em alta conta desde sempre. Aliás, depositávamos muita “fé” em sua corrida, uma vez que os seus trabalhos eram excelentes. Mas não é de nosso feitio – nem se deve fazer isso – sair por aí “cantando” o cavalo de “barbada” para todo mundo ouvir, e no final das contas deu certo. E quanto ao Araújo, foi ainda mais gratificante. Sempre o admirei como jóquei, principalmente pela sua lisura, e por nunca ter ouvido qualquer comentário que colocasse em xeque a sua idoneidade. Também foi ele o jóquei da nossa Kanaloa, que venceu o GP Paraná de 1992, e de tantos outros corredores importantes que defenderam a nossa farda. Aí, quando soube que ele havia parado de montar, e estava enveredando pela carreira de treinador, pensei que seria bastante interessante investir nele, lhe conferir uma oportunidade. E acabou dando certo, uma vez que ele é um profissional muito atencioso, esforçado e que por esses e outros motivos está obtendo ótimos resultados.
R.L.: No próximo sábado, dois crioulos seus – Jaburu Vip e Jéca – competirão no GP Derby Paulista, sendo que ambos são filhos do Inexplicable, já tendo mostrado, tanto um quanto o outro, bom rendimento em distâncias mais alentadas. Ainda este ano, a égua Inchatillon, filha deste mesmo Inexplicable, venceu duas provas de Grupo 1 na distância dos 2.000 metros, e no último fim de semana foi a segunda colocada em prova disputada na distância dos 2.400 metros. Fatos como estes são os melhores tipos de respostas aos muitos críticos do cavalo, que argumentam, principalmente, que trata-se de um reprodutor limitado a produzir velocistas?
J.B.: Concordo plenamente com a sua observação. Quando você traz um garanhão para o Brasil, ele pode ser a melhor opção disponível no mercado no momento, mas já fique sabendo: as críticas serão muitas. O pessoal não quer nem saber quem o cavalo é, o quê ele correu, qual a sua filiação, não: a única coisa com a qual se preocupam é tentar “queimar” o cavalo. Neste caso em específico, o Inexplicable chegou “quietinho”, sem muito alarde, e aos poucos foi conquistando o seu espaço. Hoje, note que ele é muito bem citado desde as pencas até as principais provas de fundo do calendário nacional. Sendo ele um filho do Miswaki, que nos traz o sangue de Mr.Prospector, numa mãe Nureyev, que foi um dos maiores reprodutores da história do turfe Mundial, não há o quê contestar em matéria de pedigree. E a campanha do Inexplicable só reforça a sua filiação, uma vez que ele foi ganhador de provas de grupo e recordista nos Estados Unidos.
R.L.: O quê você espera do futuro do turfe nacional?
J.B.: Não há dúvidas de que a situação do nosso turfe é bastante complicada. Contudo, eu, talvez por ser uma pessoa bastante otimista, acredito que depois de chegarmos, de fato, ao “fundo do poço”, estamos começando a melhorar, a subir. Os progressos são lentos, quase que imperceptíveis, mas consigo sentir algumas melhoras nos últimos anos. A única coisa que me chateia, e que tenho certeza, não é a melhor maneira de se sanar as dívidas das entidades que promovem corridas no Brasil, ou ainda, não pode servir como fonte de receita para as mesmas, é a venda do patrimônio dos clubes. Isso aconteceu com alguns terrenos no caso do Jockey Club do Paraná, e está prestes a acontecer também, em proporções muito maiores – pois não se trata de alguns terrenos e sim de uma vila hípica inteira – no caso do Jockey Club Brasileiro. É preciso buscar alternativas que não essas para recuperar financeira e estruturalmente o turfe brasileiro.
por Victor Corrêa
http://www.raialeve.com.br
ELEIÇÕES, ENTREVISTA DOS CANDIDATOS A PRESIDENTE DO JC DO PARANÁ
11) Você é a favor da profissionalização da Comissão de Corridas? Se é, possui algum plano ou projeto para o início e o treinamento de comissários?
Crésus: Isto seria ótimo para o turfe em geral, não apenas no Paraná, mas no Brasil inteiro, a exemplo do que ocorre nos Estados Unidos e em alguns outros países. Seria muito bom.
Jael: Pouco tem se falado nisto, mas lógico que sou francamente favorável à profissionalização da Comissão de Corridas. Porque é algo muito importante. Hoje você não pode prescindir da honestidade de uma Comissão de Corridas em hipótese em alguma, senão o turfe está feio. Eu não tenho hoje um plano para a formação desta Comissão, nem para o treinamento de Comissários, mas sou francamente favorável, e, certamente, começaremos a estudar assim que assumirmos.
12) Como você vê o atual cumprimento dos horários estabelecidos para a realização dos páreos? Na sua gestão você pretende que os páreos sejam corridos no horário estabelecido?
Crésus: Pretendo. Irei tomar algumas medidas para que sejam cumpridos, na íntegra, os horários dos páreos.
Jael: Eu acho que estão “OK” os horários, e você veja que é mais ou menos similar entre Tarumã, Porto Alegre, tudo isto acertado com Cidade Jardim e Gávea. Nada a obstar. Porém, eu sou tremendamente favorável ao cumprimento do horário pré-estabelecido. Eu sou, acho que meio inglês: faço questão absoluta da rigidez quanto ao cumprimento do horário.
Crésus: Isto seria ótimo para o turfe em geral, não apenas no Paraná, mas no Brasil inteiro, a exemplo do que ocorre nos Estados Unidos e em alguns outros países. Seria muito bom.
Jael: Pouco tem se falado nisto, mas lógico que sou francamente favorável à profissionalização da Comissão de Corridas. Porque é algo muito importante. Hoje você não pode prescindir da honestidade de uma Comissão de Corridas em hipótese em alguma, senão o turfe está feio. Eu não tenho hoje um plano para a formação desta Comissão, nem para o treinamento de Comissários, mas sou francamente favorável, e, certamente, começaremos a estudar assim que assumirmos.
12) Como você vê o atual cumprimento dos horários estabelecidos para a realização dos páreos? Na sua gestão você pretende que os páreos sejam corridos no horário estabelecido?
Crésus: Pretendo. Irei tomar algumas medidas para que sejam cumpridos, na íntegra, os horários dos páreos.
Jael: Eu acho que estão “OK” os horários, e você veja que é mais ou menos similar entre Tarumã, Porto Alegre, tudo isto acertado com Cidade Jardim e Gávea. Nada a obstar. Porém, eu sou tremendamente favorável ao cumprimento do horário pré-estabelecido. Eu sou, acho que meio inglês: faço questão absoluta da rigidez quanto ao cumprimento do horário.
SANTA MARIA, XEQUE XEQUE VENCE CLÁSSICO 81 ANOS DO JOCKEY CLUB SANTAMAIENSE

JOCKEY CLUB SANTAMARIENSE
Domingo, 20 de Fevereiro de 2011
17º Reunião – Temporada 2010/2011
O Stud Amor Aos Pedaços esta novamente de parabéns, pois, mais uma vez
deu show na pista do Hipódromo do Passo D’Areia, ao vencer o
Clássico 81 anos do Jockey Club Santamariense de ponta-a-ponta
com o estreante animal Xeque Xeque !!!
1º Páreo - Dist.: 1.200 metros - Pista: Areia Leve – Tempo: 1’19”4.
Homenageados: Sr. Adolfo Righi.
C Animal Jóquei Peso Diferença Rateio
1º MIRAGE DA LUZ M. Senna 53 5 ½ R$ 5,50
2º MONSIEUR DA NOITE G. Menezes 50 5 ½
3º QUALIFICATO F. Silva 52 8 ½
4º FELIX LE CHAT J. Correia 50 Vários
Não Correu: Grand Marnier e Krimberg.
Animal: MIRAGE DA LUZ Sexo/pelo/idade: MC3.
Filiação: Mao e Andrea Lark Treinador: Edgar Paim.
Criador: Haras da Luz Proprietário: Vanderley Flores Fontana.
2º Páreo - Dist.: 1.000 metros - Pista: Areia Leve – Tempo: 1’03”3.
Homenagem: Sr. Victor Vieira Jr.
C Animal Jóquei Peso Diferença Rateio
1º SAVE THE DATE L. Machado 53 1 ½ R$ 2,50
2º PRINCESA ANA G. Menezes 50 1 ½
3º GLADIADOR A. Becker Ap.4 52 3
4º DESPERTE M. Senna 52 3 e focinho
5º INDIO FIEL M. D. Oliveira 55 Vários
6º ODESTINO J. Correia 52 Vários
Animal: SAVE THE DATE Sexo/pelo/idade: MC4.
Filiação: Roi Normand e Friday Special Treinador: Filipe Silva.
Criador: Stud TNT Proprietário: Stud Irmãos Metralha.
3º Páreo - Dist.: 1.000 metros - Pista: Areia Leve – Tempo: 1’01”2 (Record).
Homenagem: 69 anos da Rádio Imembuí
= CLÁSSICO VELOCIDADE =
C Animal Jóquei Peso Diferença Rateio
1º ALARME FALSO M. Senna 58 6 R$ 1,80
2º DOIS ESQUERDOS G. Menezes 54 6
3º ROAD SHOW L. Machado 55 6 ¾
4º OVER KING M. D. Oliveira 55 Vários
Não Correu: Catrina Um.
Animal: ALARME FALSO Sexo/pelo/idade: MC5.
Filiação: x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x. Treinador: Enedir Lima.
Criador: x.x.x.x.x.x.x.x.xx.x.x. Proprietário: Stud Amor Aos Pedaços.
4º Páreo - Dist.: 1.800 metros - Pista: Areia Leve – Tempo: 1’56”5 (Record).
Homenageado: Sr. Alberto Abelin.
= CLÁSSICO 81 ANOS DO JOCKEY CLUB SANTAMARIENSE =
C Animal Jóquei Peso Diferença Rateio
1º XEQUE XEQUE M. Senna 55 12 R$ 6,00
2º ELAS POR ELAS G. Menezes 51 12
3º HEACOK M. D. Oliveira 55 13 ¾
4º GATO-CELESTE J. Correia 50 15
5º FILIPPIO L. Machado 53 15 ¾
Animal: XEQUE XEQUE Sexo/pelo/idade: MA4.
Filiação: Special Nash e Gipsy Nurse Treinador: Enedir Lima.
Criador: Haras Santa Luzia da Água Branca Proprietário: Stud Amor Aos Pedaços.
por Matheus Rodrigues
matheus.teteu.rod@hotmail.com
TRES TAMBORES E BALIZA, QUISSAMÃ. 25.26 E 27/02
PREPAREM SUAS MÁQUINAS PARA VOAR BAIXO EM MAIS UM CAMPEONATO.
A Equipe Voando Baixo convida a todos os amantes do esporte eqüestre para o V Campeonato Quissamaense de Tambor e Baliza será realizado no Parque de Exposições de Quissamã-RJ, do dia 25 a 27 de Fevereiro de 2011.
PROVA PONTUADA PARA REGISTRO DE MÉRITO PELA ABQM.
Poderão correr cavalos de todas as raças e sem registro, mas só irão pontuar cavalos quarto de milha com registro na ABQM
25/02/11 – Entrada dos animais
26/02/11 – (Sábado) Baliza a partir das 16:00 h
27/02/11 – (Domingo) Tambor a partir das 09:00 h
Teremos as seguintes categorias de Tambor e Baliza:
Futurity (animais nascidos entre 01/07/07 a 30/06/08), Mirim (até 8 anos), Infantil (de 9 a 11 anos), Jovem (de 12 a 14 anos), Junior (de 15 a 18 anos), Amador, Aberta e Feminino (somente na modalidade tambor) e Master.
Todas as categorias terão premiação garantida, com exceção da categoria Master, que premiará com 80% das inscrições revertidas para os três primeiros colocados.
SERÃO MAIS DE 14.000,00 EM PRÊMIOS
NÃO FIQUE FORA DESSA. VOCÊ É NOSSO CONVIDADO (A)
PARA MAIORES INFORMAÇÕES:
TEL: (22) 92074831 E (22) 97204247
E-MAIL: equipe.voandobaixo@hotmail.com
NECESSIDADES: COMPROVANTE DE IDADE NAS CATEGORIAS MIRIM, INFANTIL, JOVEM , JUNIOR, AMADOR E MASTER.
G.T.A; A.I.E E ATESTADO DE VACINAÇÃO CONTRA INFLUENZA EQUINA.
APOIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE QUISSAMÃ – RJ
POUSADA DO MANO EM QUISSAMÃ – TEL (22) 2768-1064
VETERINÁRIOS REUNIDOS AGROPECUÁRIA – (22) 27721366
Desejamos a todos boa sorte nas competições e que a presença de Cristo esteja sempre em nossas vidas. Com certeza iremos nos divertir com o que mais gostamos de fazer: VOAR BAIXO NO LOMBO DE UM CAVALO.
Sucesso amigos!
A Equipe Voando Baixo convida a todos os amantes do esporte eqüestre para o V Campeonato Quissamaense de Tambor e Baliza será realizado no Parque de Exposições de Quissamã-RJ, do dia 25 a 27 de Fevereiro de 2011.
PROVA PONTUADA PARA REGISTRO DE MÉRITO PELA ABQM.
Poderão correr cavalos de todas as raças e sem registro, mas só irão pontuar cavalos quarto de milha com registro na ABQM
25/02/11 – Entrada dos animais
26/02/11 – (Sábado) Baliza a partir das 16:00 h
27/02/11 – (Domingo) Tambor a partir das 09:00 h
Teremos as seguintes categorias de Tambor e Baliza:
Futurity (animais nascidos entre 01/07/07 a 30/06/08), Mirim (até 8 anos), Infantil (de 9 a 11 anos), Jovem (de 12 a 14 anos), Junior (de 15 a 18 anos), Amador, Aberta e Feminino (somente na modalidade tambor) e Master.
Todas as categorias terão premiação garantida, com exceção da categoria Master, que premiará com 80% das inscrições revertidas para os três primeiros colocados.
SERÃO MAIS DE 14.000,00 EM PRÊMIOS
NÃO FIQUE FORA DESSA. VOCÊ É NOSSO CONVIDADO (A)
PARA MAIORES INFORMAÇÕES:
TEL: (22) 92074831 E (22) 97204247
E-MAIL: equipe.voandobaixo@hotmail.com
NECESSIDADES: COMPROVANTE DE IDADE NAS CATEGORIAS MIRIM, INFANTIL, JOVEM , JUNIOR, AMADOR E MASTER.
G.T.A; A.I.E E ATESTADO DE VACINAÇÃO CONTRA INFLUENZA EQUINA.
APOIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE QUISSAMÃ – RJ
POUSADA DO MANO EM QUISSAMÃ – TEL (22) 2768-1064
VETERINÁRIOS REUNIDOS AGROPECUÁRIA – (22) 27721366
Desejamos a todos boa sorte nas competições e que a presença de Cristo esteja sempre em nossas vidas. Com certeza iremos nos divertir com o que mais gostamos de fazer: VOAR BAIXO NO LOMBO DE UM CAVALO.
Sucesso amigos!
REPRODUTOR SMARTY JONES VAI SERVIR NO URUGUAY

O "champion 3yo" Smarty Jones (Elusive Quality) irá servir na temporada sul americana de 2011 no Uruguai, mais precisamente no Haras Quatro Piedras.
Ganhador do Kentucky Derby-G1 e do Preakness Stakes,G1, tendo quase conseguido ser tríplice-coroado ao perder o Belmont,G1 para Birdstone em 2004, Smarty Jones é um cavalo muito popular nos EUA.
Na reprodução, é pai de 106 ganhadores em 160 corridos e 6 ganhadores clássicos e de grupo.
Além do Haras Quatro Piedras, os Haras Nahuel e La Virginia também irão utilizar os serviços desse garanhão americano.
fonte: bloodhorse
domingo, 20 de fevereiro de 2011
TOP ART VENCE COM AUTORIDADE A PROVA ESPECIAL FALCON JET

a principal prova deste domingo no Jockey Club Brasileiro, Prova Especial Falcon Jet, apresentou firme e autoritária vitória de Top Art sobre os demais competidores.
recebendo direção "10" de Marcelo Cardoso, Top Art é um filho Roi Normand em Eco Art, criação do Campeonissimo Haras Santa Maria de Araras, propriedade da Coudelaria Barcelona e foi apresentada em condições magnificas pelo Campeão Dulcino Guignoni.
MAMMA MARIA COM FIRMEZA VENCE A PROVA ESPECIAL OLHADA

MAMMA MARIA VENCEU COM FIRMEZA A PROVA ESPECIAL OLHADA, CORRIDA NA TARDE DE HOJE NO JOCKEY CLUB DE SÃO PAULO, EM 2400 METROS DA PISTA DE GRAMA.
MAMMA MARIA É UMA FILHA DE YAGLI EM MANTOVANA, CRIAÇÃO DO HARAS INTERLAGOS,FOI MUITO BEM CONDUZIDA POR JOSE VENTURA E APRESENTADA EM EXELENTE FORMA PELO CAMPEÃO PEDRO NICKEL
MUCHO MACHO MAN, FILHO DE MACHO UNO VENCE GRUPO II NOS EUA
CIDADE JARDIM HOMENAGEIA A TRÍPLICE COROADA OLHADA
Prova Especial Olhada, em 2.400 metros na grama, que reúne éguas de 3 e mais anos na prova de número oito.
Na homenagem à Tríplice Coroada Paulista entre os anos de 1961 e 1962, quem mais chama a atenção é a canadense Que Ativa (Action This Day), 4 anos, de criação da Stonyfield Farm e propriedade do Haras São Pedro do Alto. Treinada em Porto Feliz por Sergio Dorneles, a conduzida de Ivaldo Santana é fundista de boa qualidade, e volta e meia traz problemas até mesmo para os machos.
Adrya di Job (Job di Caroline), 3 anos, Haras Curitibano/Eduardo Assali Achôa, já obteve colocações em provas de Grupo 1, e conhece a distância da milha e meia muito bem. Una Glória (Red Runner), 4 anos, de Gilberto Luiz Koppe, e Sra.Dondoca (Yagli), 4 anos, do Haras Santa Luzia da Água Branca, aparecem em seguida.

Grande Prêmio Diana de 1961 com a vitória da égua Olhada, montada por Gastão Massoli.
por Victor Correa / Raia Leve
Na homenagem à Tríplice Coroada Paulista entre os anos de 1961 e 1962, quem mais chama a atenção é a canadense Que Ativa (Action This Day), 4 anos, de criação da Stonyfield Farm e propriedade do Haras São Pedro do Alto. Treinada em Porto Feliz por Sergio Dorneles, a conduzida de Ivaldo Santana é fundista de boa qualidade, e volta e meia traz problemas até mesmo para os machos.
Adrya di Job (Job di Caroline), 3 anos, Haras Curitibano/Eduardo Assali Achôa, já obteve colocações em provas de Grupo 1, e conhece a distância da milha e meia muito bem. Una Glória (Red Runner), 4 anos, de Gilberto Luiz Koppe, e Sra.Dondoca (Yagli), 4 anos, do Haras Santa Luzia da Água Branca, aparecem em seguida.

Grande Prêmio Diana de 1961 com a vitória da égua Olhada, montada por Gastão Massoli.
por Victor Correa / Raia Leve
GÁVEA, PROVA ESPECIAL FALCON JET É A ATRAÇÃO DESTE DOMINGO

Animal clássico dos 1.100 na areia aos 2.400 na grama, o super craque, recordista dos 2.000 metros e vencedor de seis provas de primeira graduação, Falcon Jet é o grande homenageado da programação carioca. Filho de Ghadeer e Victress, por Hornbeam, o alazão do consagrado Haras Santa Ana do Rio Grande proporcionou a primeira vitória em Grande Prêmio Brasil da máquina Jorge Ricardo. Como garanhão, produziu bons corredores como Prince Ali, Brazo e French Opera.
A Prova Especial Falcon Jet, oitavo páreo, reúne nove corredores em 2.000 metros na pista de grama. Timeo (foto) vem de colocações no GP Brasil e no GP Latinoamericano, no Chile, e deve ser o favorito da carreira. Timeo defende o Stud Yatasto e foi criado pelo Haras São Jóse da Serra.
Hoje na Gávea serão disputados 11 páreos, com o primeiro marcado para as 14h45. O Pick 7 começa na quinta prova, enquanto o Open Betting, com R$10.000,00 de bonificação, na nono da reunião.
por Celso Afonso/JCB
PROTESTO, USO DE PELES ANIMAIS
MADALENA, PROGRAMA INFORMATIVO PARA 27/02
1º Páreo – 1200 mts.- 13:00 Hs.
1 RIVEL 55 1
2 ZUCCO 55 3
3 DA HORA 55 2
4 VI 53 4
5 ANTIGONE 55 5
2º Páreo – 1200 mts.- 13:30 Hs.
1 WINDRIDER 55 1
2 PONTE CANNET 55 2
3 VUFT 52 3
4 ENAGASAWA 58 4
5 OPERA CORUNILHA 56 5
3º Páreo -1300 mts.- 14:00 Hs.
1 IMPULSIVO 58 1
2 CAPITAL ASSET 55 2
3 PODEROSO CHEFÃO 55 3
4 CANUTI 55 4
5 ADEUS AMIGO 55 5
4º Páreo – 1400 mts.- 14:40 Hs
1 VALET DI JOSEFINE 55 1
2 RISCO PRATEADO 55 2
3 SEASON THUNDER 55 3
4 NOSSA BRASILEIRA 53 4
5 XIXILI 53 5
6 OLYMPIC XARÁ 53 6
7 EFFUSE 55 7
8 TÁRSIO 55 8
5º Páreo – 1400 mts.- 15:20 Hs
1 DAUNTLESS EMBLEM 58 1
2 XAROPE 55 2
3 TANGO 55 3
4 POLACO 55 4
5 TOLL FREE 52 5
6 SARANGANI 55 6
7 RIO ACIMA 55 7
6º Páreo – 1300 mts.- 16:00 Hs
1 PERTURBADA 53 1
2 RECIFE 55 2
3 QUARI INDY 55 3
4 LIKE LORAN 55 4
5 ILANO 55 5
6 FILHO DO SUCESSO 55 6
7 TUTU MARAMBAIA 55 7
8 VALENTE CICERO 58 8
7º Páreo – 1400 mts.- 16:40 Hs
CHAMADA ESPECIAL
1 TETTORE 56 1
2 ABMAEL 56 3
3 FOREVER FRIENDS 56 2
4 GORY 56 5
5 GHOSP WHISPERER 56 4
8º Páreo – 1800 mts.- 17:20 Hs
CLASSICO TANARA PETROLEO – (HANDICAP)
1 AMIGO GAUCHO 55 1
2 DON LOPES 55 2
3 EL HERDEIRO 56 3
4 GIEL 56 4
5 TANGO ARRABALERO 55 5
6 HALIMUS 56 6
1 RIVEL 55 1
2 ZUCCO 55 3
3 DA HORA 55 2
4 VI 53 4
5 ANTIGONE 55 5
2º Páreo – 1200 mts.- 13:30 Hs.
1 WINDRIDER 55 1
2 PONTE CANNET 55 2
3 VUFT 52 3
4 ENAGASAWA 58 4
5 OPERA CORUNILHA 56 5
3º Páreo -1300 mts.- 14:00 Hs.
1 IMPULSIVO 58 1
2 CAPITAL ASSET 55 2
3 PODEROSO CHEFÃO 55 3
4 CANUTI 55 4
5 ADEUS AMIGO 55 5
4º Páreo – 1400 mts.- 14:40 Hs
1 VALET DI JOSEFINE 55 1
2 RISCO PRATEADO 55 2
3 SEASON THUNDER 55 3
4 NOSSA BRASILEIRA 53 4
5 XIXILI 53 5
6 OLYMPIC XARÁ 53 6
7 EFFUSE 55 7
8 TÁRSIO 55 8
5º Páreo – 1400 mts.- 15:20 Hs
1 DAUNTLESS EMBLEM 58 1
2 XAROPE 55 2
3 TANGO 55 3
4 POLACO 55 4
5 TOLL FREE 52 5
6 SARANGANI 55 6
7 RIO ACIMA 55 7
6º Páreo – 1300 mts.- 16:00 Hs
1 PERTURBADA 53 1
2 RECIFE 55 2
3 QUARI INDY 55 3
4 LIKE LORAN 55 4
5 ILANO 55 5
6 FILHO DO SUCESSO 55 6
7 TUTU MARAMBAIA 55 7
8 VALENTE CICERO 58 8
7º Páreo – 1400 mts.- 16:40 Hs
CHAMADA ESPECIAL
1 TETTORE 56 1
2 ABMAEL 56 3
3 FOREVER FRIENDS 56 2
4 GORY 56 5
5 GHOSP WHISPERER 56 4
8º Páreo – 1800 mts.- 17:20 Hs
CLASSICO TANARA PETROLEO – (HANDICAP)
1 AMIGO GAUCHO 55 1
2 DON LOPES 55 2
3 EL HERDEIRO 56 3
4 GIEL 56 4
5 TANGO ARRABALERO 55 5
6 HALIMUS 56 6
GIMENES CHAMA AZEVEDO PARA DEBATE
ELEIÇÕES NO JOCKEY CLUB DE SÃO PAULO
Sobre críticas que o candidato da oposição, Eduardo da Rocha Azevedo, tem feito às realizações da gestão Novo Jockey, Mário Gimenes propõe um debate para que sejam comparadas as propostas. “Vamos comparar a gestão da qual ele participou e a atual, as realizações, como foi feita a administração financeira do clube, as diferenças de propostas e visões sobre o futuro do turfe brasileiro. Um debate com televisionamento da TV Jockey e a participação da grande mídia”, diz Gimenes
Sobre críticas que o candidato da oposição, Eduardo da Rocha Azevedo, tem feito às realizações da gestão Novo Jockey, Mário Gimenes propõe um debate para que sejam comparadas as propostas. “Vamos comparar a gestão da qual ele participou e a atual, as realizações, como foi feita a administração financeira do clube, as diferenças de propostas e visões sobre o futuro do turfe brasileiro. Um debate com televisionamento da TV Jockey e a participação da grande mídia”, diz Gimenes
CAVALO BAIXADEIRO DO MARANHÃO

Os animais domésticos de raças antigas, trazidos há séculos para o Brasil, têm qualidades que podem ser úteis para melhorar as raças modernas, de maior rendimento comercial. Daí a importância do Cenarge, um programa da Embrapa Recursos Genéticos para conservar porcos, bois, cavalos e aves dessas raças. O cavalo baixadeiro do Maranhão é uma delas.
O nome baixadeiro vem de Baixada Maranhense, região de origem desse cavalo. Para chegar ao lugar, a equipe de reportagem do Globo Rural deixou a capital São Luís de balsa e na companhia dos três professores da UEMA, Universidade Estadual do Maranhão, que apresentaram raça aos pesquisadores da Embrapa.
O município de Pinheiro, um dos 21 que integram a Baixada Maranhense e com cerca de 80 mil habitantes, é considerado um tipo de capital da região, uma das mais pobres do país.
A cidade de Pinheiro é cercada por planícies, que ficam alagadas boa parte do ano. Na Baixada Maranhense, os animais são criados soltos e se alimentam de pasto nativo. Há quem diga que cavalo para se criar praticamente sozinho, num ambiente parecido ao da região e com campos alagados precisa ter sangue baixadeiro.
Segundo o veterinário Osvaldo Serra, autor de uma dissertação de mestrado sobre o cavalo baixadeiro, para conseguir sobreviver no lugar os equinos precisaram se adaptar. “Foram anos e anos de seleção natural. Foram selecionados aqueles animais resistentes ao ecossistema regional. Os que não resistiam, acabavam perecendo. Por isso, hoje a gente tem uma raça adaptada. A própria seleção natural tratou de fazer também para que ele, com pouco pasto ou um pasto menos nutritivo, conseguisse sobreviver. Outra adaptação muito importante que ocorreu foi o casco. O casco do baixadeiro é muito resistente. Então, pode estar no alagado ou pode estar no torrão, na época seca, ele se adapta tão bem as duas condições”, esclareceu Serra.
Grande parte dos criadores de cavalo baixadeiro vive na cidade. A lida fica por conta dos tratadores. O manejo acontece só de quatro a cinco vezes por ano, quando animais de vários donos são agrupados para um trato coletivo.
O Globo Rural acompanhou o trabalho em um desses dias, que costumam ser muito festivos. É quase uma reunião entre amigos. Os animais são laçados um a um e o manejo é bem rústico. Os peões cortam a crina no facão.
O tratador José Rodrigues e os outros colegas acreditam que a crina enfraquece o animal. “Se deixar, a crina chupa o sangue do animal”, explicou.
Enquanto alguns tratadores cortam a crina, outros tratam o carrapato com óleo queimado e creolina. Eles acreditam que o baixadeiro tenha uma tolerância maior aos parasitas. Raças comerciais definhariam muito mais rapidamente diante da infestação.
O manejo baixadeiro foi sendo passado de pai para filho. É raro ter orientação veterinária pela região.
O pagamento pelo serviço dos tratadores é feito em forma de potro. No final de cada ano, o tratador se encontra com o dono dos animais para contar os potros que nasceram. A cada quatro potros nascidos, três ficam com o dono e um com o tratador. José Rodrigues, por exemplo, cuida de 60 éguas, mas ele tem de se virar para conseguir dinheiro.
O criador João França disse que nem o dono dos animais consegue ganhar dinheiro com o baixadeiro. “Uma égua baixadeira hoje vale cerca de R$ 200 a R$ 300 ou até R$ 500, de acordo com o animal”.
Para José Dias, criador e veterinário da região, resistência é a palavra que define o cavalo baixadeiro. “É um animal valente demais. Outros cavalos de raças melhoradas não aguentam. Eles não têm casco, não têm resistência e não aguenta parasita como carrapato. Em pouco tempo, eles estão acometidos de muitas doenças e morrem. Esse é um monstro”, definiu.
Todas essas características fizeram com que os professores da UEMA, Universidade Estadual do Maranhão, procurassem a Embrapa para apresentar o baixadeiro. “Nós pretendemos avaliar o efetivo da população na Baixada Maranhense”, explicou Francisco Lima, veterinário do UEMA.
O segundo ponto é a criação de um núcleo de conservação no campus da UEMA na Baixada, que teria um plantel próprio e serviria também para orientar os criadores e tratadores da região sobre técnicas de manejo e de reprodução.
“Hoje, nós temos um problema sério que envolve consanguinidade do grupo justamente por conta de não haver por parte do criador a percepção de como a consaguinidade, ou seja, o irmão cruzando com a irmã ou o pia com a filha, como ele deprecia esse material genético e faz com que ele tenha uma vida limitada”, apontou Francisco Lima.
No futuro, com o avanço da biotecnologia e com o sequenciamento genético, vai se tornar cada vez mais fácil a transferência de genes de uma raça para outra.
O cavalo baixadeiro foi o último animal incluído no programa de conservação da Embrapa.
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