Jeane Alves

Jeane Alves
Vitória de G 1 com Equitana

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

SANTA MARIA, RESULTADOS DE DOMINGO, 16;01

Elas por Elas - G Menezes


JOCKEY CLUB SANTAMARIENSE
Domingo, 16 de Janeiro de 2011
14º Reunião – Temporada 2010/2011


1º Páreo - Dist.: 1.000 metros - Pista: Areia Leve – Tempo: 1’02”2.

Homenagem: Luiz Machado & Jéssica Almeida.
1º ELAS POR ELAS- G. Menezes
2º QUALIFICATO - L. Machado
3º PRINCESA ANA - F. Silva
4º GLADIADOR - A. Becker
Animal: ELAS POR ELAS Sexo/pelo/idade: FA3.
Filiação: Acteon Man e Via Reggia Treinador: Jauro Saldanha.
Criador: José O. Jardim Filho Proprietário: José O. Jardim Filho.

2º Páreo - Dist.: 1.100 metros - Pista: Areia Leve – Tempo: 1’11”6.

Homenagem: Filipe Silva & Pâmela Menezes.
1º RODOLFO - L. Machado
2º ODESTINO- G. Menezes
3º GATO-CELESTE - V. Prestes
4º SAVE THE DATE - F. Silva
Animal: RODOLFO Sexo/pelo/idade: MA6.
Filiação: Patio de Naranjos e Miss Bikini Treinador: Filipe Silva.
Criador: Agropecuária e Haras Roll Ltda. Proprietário: Stud Irmãos Metralha.


PISTA: Areia Leve.

TRICKY FORMULA VENCE O I GRANDE PRÊMIO CIDADE DE IMBITUVA



DEU A POTRANCA TRICKY FORMULA FC (EYJUR X BELA FORMULA) CRIAÇÃO DO HARAS PONTA PORÃ E DE PROPRIEDADE DO STUD PONTAROLO, ATENDIDA PELO DR MARÇAL SILVA
TRICKY FORMULA VENCEU COM AUTORIDADE NO I GP CIDADE DE IMBITUVA EM HOMENAGEM AO SENHOR VALMOR JULIO



Soretas

King's Joy venceu o Clássico Raul Bastian



Com bela direção de M B Costa,King's Joy vence o Clássico Raul Bastian, disputado na ultima quinta feira no Hipódromo do Cristal.

Carry Pot ganhador do Clásico Alberto Denby em Moroñas


Carry Pot brilhou na areiaúnida de Moronãs vencendo com muita facilidade o Clásico Alberto Deny.

MINAS GERAIS, NOVO HIPÓDROMO PRÓXIMO DE SAIR DO PAPEL

Jockey Club de Minas Gerais anuncia projeto com novo conceito de complexo hípico
Área será reservada a sócios do hipódromo e a moradores de tradicional condomínio mineiro
Os moradores do Condomínio Reserva Real, de Minas Gerais, e os sócios do Coutry Club do Estado poderão contar com um novo empreendimento de lazer. Uma parceria firmada entre o Jockey Club do Estado e o grupo português Design Resorts lança projeto de um complexo que terá centro hípico, campo de golfe, pista de pouso para aviões particulares e centro comercial. O investimento é de R$ 1 bilhão.
Segundo o presidente e CEO do grupo Design Resorts, José Miguel Martins, o condomínio Reserva Real doará parte de seu terreno ao Jockey Club e contribuirá com R$ 2 milhões, que serão utilizados na realização de obras do complexo hípico. Martins conta que o Jockey Club será o proprietário do espaço e responsável por toda a administração e pelo fornecimento de valores remanescentes. A estrutura será composta por pista de corrida de 1,4 mil metros, campo de pólo, centro de preparação de cavalos, alojamento para os animais, vila hípica com mais de 400 cocheiras, arquibancada, estacionamento, lojas especializadas, bares e restaurantes.
– Mais um ponto positivo é que os membros do condomínio terão a possibilidade de usufruir de uma hípica de primeira grandeza, assim como os associados do jockey – conta Martins.
Por outro lado, o Jockey Club se beneficirá com o acesso gratuito a um terreno licenciado, localizado em um condomínio onde existirão diversos equipamentos desportivos a custo zero, os quais poderão ser utilizados pelos associados. O presidente do Jockey Club de Minas Gerais, Adelmar Cadar, se diz animado com o retorno do hipódromo.
– Tivemos que desativá-lo em 2006 e, desde então, não pudemos mais realizar as provas. Agora, com o novo centro hípico, teremos de volta as corridas nesse espaço, que será um ótimo centro de lazer para os mineiros. Além disso, vamos gerar possibilidade de trabalho para muitas pessoas – explica.
Cadar também comemora o fato de o empreendimento ser construído em um condomínio:
– Vamos atrair novos profissionais e ampliar o costume dos esportes equestres nos belo-horizontinos. Aqui temos muita gente que gosta e que vai se divertir com a programação, que incluirá provas, passeios a cavalo, playground para as crianças, entre outros atrativos.
O empreendimento ainda não ter data prevista para ficar pronto.
– Acabamos de fechar a parceria e agora vamos trabalhar no projeto do centro hípico, definir detalhes, para, em breve, iniciar a construção – afirma o presidente.
Enquanto isso, Cadar adianta que a diretoria e o conselho deliberativo do Jockey Club de Minas Gerais estão providenciando a sede social, onde estarão localizadas a administração e a agência de apostas.
– Com a agência, as pessoas poderão apostar em corridas no Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná. Nossa intenção é, também, trazer apostas de outros países como Japão, Irlanda, Itália, entre outros.
ASSESSORIA RESERVA REAL

Recompensado será reprodutor no Haras Depiguá



O haras Depiguá, adquiriu da Coudelaria FBL o craque Recompensado que vai fazer parte do plantel de reprodutores

Ricardo Ramallo



Photo Mount



Manoel Santos



FARWEL



MR. NEDAWI FOTO DA PREMIAÇÃO, RAMIREZ


Tragédia, Cavalos da Serra abrigados no Jockey

Os cavalos que escaparam da tragédia estão abrigados no Jockey
Talvez sabendo disso, Luiz Eduardo da Costa Carvalho, presidente do Jockey Club Brasileiro, reflita e fique feliz se dando conta de que o que ele pretendia fazer (aliás, desagradando à maioria dos sócios) estava longe de ser o ideal. As cocheiras da vila hípica da Gávea, que Costa Carvalho queria derrubar para construir um Shopping Center, é que estão abrigando os mais de 500 cavalos que escaparam das enchentes nos Centros de Treinamentos da Região Serrana. O Hospital Veterinário do Jockey do Rio, que ele também queria destruir, está salvando a vida dos animais que lutam pela sobrevivência depois da catástrofe que atingiu e destruiu a maior parte das cocheiras em Teresópolis e na serra de Petrópolis. Já imaginaram se tivessem acabado com as cocheiras do JCB?Transcrito do blog da jornalista Lu Lacerda do Portal IG de 17 de Janeiro de 2011.

CÓDIGO FLORESTAL, MARINA PEDE QUE CÓDIGO SEJA BARRADO


Revisão do Código Florestal pode legalizar área de risco e ampliar chance de tragédia

A senadora Marina Silva (AC), candidata do PV derrotada à Presidência da República, associou hoje a tragédia na região serrana do Rio de Janeiro ao desrespeito do homem pelos limites da natureza. Ela fez um apelo para que o Congresso Nacional barre o novo Código Florestal. "Não se pode mudar o Código Florestal permitindo que as pessoas façam construções e edificações nas áreas de preservação permanente", disse a senadora, em visita ao Campus Party, em São Paulo.
Marina lembrou que a questão das enchentes foi um tema abordado por ela durante a campanha presidencial e que está na hora dos governantes olharem esses acontecimentos não apenas como catástrofe, mas com o olhar preventivo. "Lamentavelmente, no Brasil, temos 20 anos de alerta de que iríamos chegar no momento de viver os eventos extremos e infelizmente, como na maioria dos países do mundo, não estamos com uma agenda de adaptação à altura das necessidades que temos para desastres que vão acontecer e que estão se agravando", afirmou Marina. "A natureza não vai se adaptar a nós. Nós é que temos que nos adaptar a ela e, para isso, é preciso investimento", completou.
A senadora defendeu a criação de um sistema de alerta nas áreas de risco, um aprofundamento dos mapas que apontam as áreas mais vulneráveis, o cumprimento dos planos diretores das cidades e a integração entre alta tecnologia e os procedimentos de emergência em situações como as vividas no Rio. Marina citou, como exemplo, a cidade de Areal (RJ), onde o prefeito conseguiu comunicar à população sobre a chuva por meio de um carro de som. "Não podemos tratar com medida provisória (MP) perdas que são eternas."

Meydan, Dubai, Brasileiros na Raia

Foram divulgados há pouco, pela Emirates Racing Authority, os campos oficiais das 7 provas que compõe o festival desta quinta-feira, dia 20, em Meydan - 2ª reunião do Dubai International Racing Carnival 2011 - e, em 3 delas, haverá animais brasileiros na pista.


No 3º páreo do programa, UAE 2000 Guineas Trial,um conditions com US$ 50,000 de bolsa, em



1.400 metros, tapeta, a criação verde amarela estará representada por Abstrato (Major Storm),



Haras dos Girassóis / Mohammed Jaber Abdulalah, treinado por Mike de Kock e que levará



Kevin Shea em seu dorso e por Energia Colonial (Giant Gentleman), de criação e propriedade do



Stud Estrela Energia que tem Eduardo Martins como treinador e será pilotado por Bruno Reis.




No 4º páreo, Falcon Lounge Trophy, um handicap com US$ 120,000 de bolsa, em 1.600 metros,



grama, caberá à Here to Win (Roi Normand), Haras Santa Ana do Rio Grande / Trick or Treat



International, pupila de Mike de Kock, que será conduzida por Christophe Soumillon, defender as



cores brasileiras.


No 5º páreo, Al Sarab Trophy, handicap em 1.900 metros, tapeta, com US$ 150,000 de bolsa,



nossas esperanças estarão depositadas em Oroveso (Fahim), Haras Tributo À Ópera / Dalva



Lopes de Oliveira, pupilo de Eduardo Martins que receberá condução de Bruno Reis e em



Gallahad (Hard Buck), Beverly Hills Stud / Alessandro Arcangeli, pensionista de Alain de Royer-



Dupré que será pilotado por Christophe Lemaire.




por Jair Balla´- Raia Leve

Meio Ambiente, Cajueiro o maior do mundo



Poda de maior cajueiro do mundo vira briga na Justiça no RN


O cajueiro de Pirangi, conhecido como o maior do mundo, invadiu estradas do Rio Grande do Norte e virou motivo de ação judicial na cidade de Parnamirim (região metropolitana de Natal).
Com uma copa de quase 10 mil m2, a árvore invadiu uma faixa de cada sentido da RN-63 --o cajueiro fica no canteiro central da estrada.



Um grupo de 12 moradores vizinhos ao cajueiro entrou na Justiça, em dezembro do ano passado, para que seja feita a poda. A vizinhança teme que a árvore avance em direção a suas casas, segundo o advogado dos autores da ação, José Wilson Gomes Neto.
A Associação dos Moradores de Pirangi do Norte, responsável pela administração da árvore há dois anos, é contrária à poda. O presidente da associação, Francisco Cardoso, acredita que a poda possa matar o cajueiro.



A planta está em época de floração, e o verão não é um momento indicado para o corte, segundo o diretor técnico do Idema (Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN), Leonardo Tinôco. De acordo com ele, o momento ideal para realizar a poda é após o mês de maio.

CONSERVAÇÃO
Tinôco afirmou que não há nenhum registro oficial anterior de poda e que o Idema é favorável à desapropriação das casas vizinhas ao cajueiro para permitir que a árvore cresça livremente.
O diretor técnico disse ainda que, se dependesse do órgão, só seria permitido cortar 160 m2.
A árvore é uma unidade de conservação municipal, está localizada em terreno do Estado, mas é administrada pela associação. Os galhos do cajueiro de Pirangi crescem de forma anômala --transformam-se em raízes ao chegar no chão.


Folha de SP.

TRAGÉDIA NA SERRA , EM DETERMINADO MOMENTO AS PALAVRAS DESAPARECEM

Em determinados momentos
As palavras desaparecemHá aproximadamente 38 anos na profissão, dos quais 32 (em fevereiro) trabalhando em O Globo, aprendi que a função de um jornalista é apurar os fatos, ser fiel à verdade e saber escrever um texto que seja simples, claro e objetivo. Enfim, resumindo, fiz matérias ao longo de todo este tempo e convivi com situações diversas. Criei esta coluna para homenagear um dos professores que tive, Haroldo Barbosa. Procuro dar um pouco de humor às notícias, com responsabilidade. Bom, escrevo tudo isso para tentar explicar que a última semana foi marcada por uma grande tragédia, causada pelas chuvas na região serrana do Rio. O turfe foi atingido duramente, além das centenas de famílias. Vi de perto muita destruição e muita gente morta. Do fundo do coração, gostaria de estar escrevendo um texto de conteúdo emocional, tentando amenizar tanta dor. Mas confesso, depois de tantos anos de jornalismo, não tenho palavras. Por mais que eu tente, não conseguirei descrever o que vi.



Marco Aurélio Ribeiro - O Matungão

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

TURFE E ARTE


VAQUEIJADA PEGA DO BOI


Tragédia, depoimento de José Ferreira do Reis



Um depoimento emocionado - Um depoimento emocionado - José Ferreira do Reis17/1/2011 - 17:31:40
st1:*{behavior:url(#ieooui) }
Agradecimento e admiração
Não há dúvida de que – nesta tragédia que atingiu a Região Serrana do Rio e o CT Vale da Boa Esperança - fui protegido por Deus, que me deu forças para salvar minha família e deixou meus cavalos praticamente intactos. Mas não foi só Deus quem fez todo o trabalho, ele foi auxiliado – e muito – por verdadeiros anjos que se desdobraram, brigaram e se emocionaram para salvar os cavalos, meus e de meus colegas, que estavam alojados no CT. Vou mencionar, especialmente, três, cuja atuação me pareceu fundamental e decisiva para que pudéssemos tirar do meio do caos, tão rápido quanto possível, cavalos feridos ou não, - todos em situação precária, bebendo água suja, com cascos na lama, sem alimentação adequada, submetidos a enorme stress. Sei que há diversos outros que colaboraram e foram solidários – veterinários, proprietários de caminhões e motoristas, cavalariços, operadores de escavadeiras, colegas de outros CTs – não estou sendo ingrato com eles, mas quero destacar estes três nomes, porque deles testemunhei atuação que ultrapassou, em muito, os limites da colaboração e solidariedade, gente que eu vi chorar e que me fez – e ainda me faz, quando relembro – chorar de emoção, porque arriscaram seus bens particulares e sua integridade física, na ajuda aos cavalos e aos profissionais, desde o primeiro momento.

Falo, em primeiro lugar, do Dr. Lineu de Paula Machado, proprietário do CT Vale do Itajara. Sei que elogiar o Dr. Lineu é “chover no molhado”, ele é um autêntico Paula Machado, elegância e tradição; faz parte destacada das coisas boas que ainda existem no turfe brasileiro. Não seria – e não foi – surpresa sua participação decisiva na ajuda aos profissionais e cavalos do CT atingido - desde o primeiro momento - não só enviando as máquinas que possibilitaram o acesso ao CT, como atendendo às pessoas, mobilizando o Itajara, deslocando para lá o engenheiro Paulo Nania, e colocando o Itajara a postos para receber os cavalos, em etapa emergencial, para o deslocamento final rumo à Gávea. Ajudou desde o início, continua ajudando agora, e vai ajudar no futuro; tudo isto com a discrição, a solidariedade e o empenho silencioso, que fazem dele o verdadeiro “gentleman” que todos conhecem. Sem ele, sem a sua decisiva participação, teríamos, certamente, perdido muito mais do que perdemos. Orgulho-me de ter trabalhado para ele, orgulho-me de sua amizade.

O segundo “anjo” foi o Dr. Paulo Nania, engenheiro agrônomo responsável pela conservação da pista do Itajara e pela reforma da pista de grama da Gávea, que foi destacado, por sua capacidade profissional e iniciativa, pelo Dr. Lineu para atuar no cenário da tragédia, orientando na desobstrução da estrada de acesso, arriscando seu carro e sua integridade para chegar aos cavalos e profissionais, ultrapassando verdadeiras muralhas de lama, pedras, troncos e galhos, destemidamente. Foi o responsável direto pelas operações técnicas, em cenário de guerra e destruição, e ainda teve de travar batalhas com autoridades insensíveis e prepotentes, que – após a abertura da estrada por iniciativa e atuação estritamente particulares – insistiam em não permitir a remoção dos animais, por não “serem prioridades”. Dr. Paulo - depois de dois dias de incansável trabalho, desde de manhã cedo até noite adentro, em clima instável, tratando da abertura da estrada, e, ao mesmo tempo, cuidando das pessoas e preocupados com animais - após o embarque do último animal no último caminhão, chorou emocionado. Choramos juntos e esta imagem vai ficar comigo para o resto da minha vida, a imagem de um homem extraordinário, a quem nós todos, profissionais envolvidos no episódio, proprietários e amantes dos cavalos de corrida, devemos eterna gratidão.

Finalmente, quero falar da veterinária Márcia Ramos. Não deveria ser surpresa para mim o que vi da atuação desta verdadeira profissional; afinal já trabalhamos juntos há anos, desde quando, pelas mãos e com a ajuda de seu pai, Dr. Cláudio Ramos, comecei na profissão de treinador, com os cavalos do Haras LLC. Os proprietários que têm animais cuidados por ela sabem muito bem de sua capacidade e dedicação. Teve a sorte de ter nascido em família que lhe pode proporcionar educação e preparo e lhe transmitiu o amor aos cavalos: são os seus “bebezinhos”, pelos quais é capaz de passar – e acontece frequentemente – noites em claro. Ter condição social privilegiada, entretanto, não faz da Marcinha uma pessoa insensível aos menos afortunados; muito pelo contrário, sempre procurou ajudá-los, mesmo nas situações não tão agudas como a que acabamos de passar. Isto também é herança da família Ramos, que todos nós, no mundo turfe, aprendemos a admirar. O que ela fez foi muito além de cuidar dos animais – todos os que pôde, sendo ou não de sua responsabilidade - enfrentando chuva e lama e andando quilômetros a pé, carregando gêneros, água, medicamentos, para pessoas e animais - para poder chegar no CT nas primeiras horas após a catástrofe. Junto com o Dr. Paulo Nania, coordenou, madrugada adentro, a remoção dos animais e a ajuda emergencial aos funcionários e pessoas da vizinhança; peitou autoridades insensíveis, quase foi presa ao tentar me resgatar no CT, quando nada mais havia a fazer ali. Nestas horas é que você percebe que, apesar de estar há tanto tempo convivendo com uma pessoa, você pode não conhecê-la em toda a sua dimensão. A Marcinha que eu vi nestes dias é muito mais do que eu já conhecia; emocionei-me muito com ela, também, e mostrei isto enquanto viajávamos de volta ao Rio, mas faço questão de dar este testemunho público.

Muitas outras pessoas e profissionais, como os veterinários Paula Guttmann, Cristina Vieira, Homero Brasil, Flávio Géo e Bianca, Lindinha e outros; o motorista Gleison; Fanta, o ferrador; Zé Maria, o segundo gerente de Léo Cury; Marquinhos Bahia e sua esposa; meu querido irmão Léo Reis; sem esquecer, também, os queridos colegas Cláudia e Léo Cury, Marquinhos Ferreira e Juliana Dias – companheiros de infortúnio – que me acolheram, e à minha família, em suas casas, logo após a noite de terror.

Tenho muito que agradecer a Deus pelas graças que recebi, e quando o fizer, vou incluir nas minhas preces todos os que tiveram participação solidária, direta ou indiretamente, na ajuda que recebemos no CT Vale da Boa Esperança – os citados e os involuntariamente omitidos - especialmente estas três pessoas que tenho a felicidade de ter como amigos, objetos de uma admiração agora multiplicada muitas vezes.


*José Ferreira dos Reis, o Reisinho. Treinador e ex-jóquei do excepcional cavalo Itajara.
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Agradecimento e admiração
Não há dúvida de que – nesta tragédia que atingiu a Região Serrana do Rio e o CT Vale da Boa Esperança - fui protegido por Deus, que me deu forças para salvar minha família e deixou meus cavalos praticamente intactos. Mas não foi só Deus quem fez todo o trabalho, ele foi auxiliado – e muito – por verdadeiros anjos que se desdobraram, brigaram e se emocionaram para salvar os cavalos, meus e de meus colegas, que estavam alojados no CT. Vou mencionar, especialmente, três, cuja atuação me pareceu fundamental e decisiva para que pudéssemos tirar do meio do caos, tão rápido quanto possível, cavalos feridos ou não, - todos em situação precária, bebendo água suja, com cascos na lama, sem alimentação adequada, submetidos a enorme stress. Sei que há diversos outros que colaboraram e foram solidários – veterinários, proprietários de caminhões e motoristas, cavalariços, operadores de escavadeiras, colegas de outros CTs – não estou sendo ingrato com eles, mas quero destacar estes três nomes, porque deles testemunhei atuação que ultrapassou, em muito, os limites da colaboração e solidariedade, gente que eu vi chorar e que me fez – e ainda me faz, quando relembro – chorar de emoção, porque arriscaram seus bens particulares e sua integridade física, na ajuda aos cavalos e aos profissionais, desde o primeiro momento.

Falo, em primeiro lugar, do Dr. Lineu de Paula Machado, proprietário do CT Vale do Itajara. Sei que elogiar o Dr. Lineu é “chover no molhado”, ele é um autêntico Paula Machado, elegância e tradição; faz parte destacada das coisas boas que ainda existem no turfe brasileiro. Não seria – e não foi – surpresa sua participação decisiva na ajuda aos profissionais e cavalos do CT atingido - desde o primeiro momento - não só enviando as máquinas que possibilitaram o acesso ao CT, como atendendo às pessoas, mobilizando o Itajara, deslocando para lá o engenheiro Paulo Nania, e colocando o Itajara a postos para receber os cavalos, em etapa emergencial, para o deslocamento final rumo à Gávea. Ajudou desde o início, continua ajudando agora, e vai ajudar no futuro; tudo isto com a discrição, a solidariedade e o empenho silencioso, que fazem dele o verdadeiro “gentleman” que todos conhecem. Sem ele, sem a sua decisiva participação, teríamos, certamente, perdido muito mais do que perdemos. Orgulho-me de ter trabalhado para ele, orgulho-me de sua amizade.

O segundo “anjo” foi o Dr. Paulo Nania, engenheiro agrônomo responsável pela conservação da pista do Itajara e pela reforma da pista de grama da Gávea, que foi destacado, por sua capacidade profissional e iniciativa, pelo Dr. Lineu para atuar no cenário da tragédia, orientando na desobstrução da estrada de acesso, arriscando seu carro e sua integridade para chegar aos cavalos e profissionais, ultrapassando verdadeiras muralhas de lama, pedras, troncos e galhos, destemidamente. Foi o responsável direto pelas operações técnicas, em cenário de guerra e destruição, e ainda teve de travar batalhas com autoridades insensíveis e prepotentes, que – após a abertura da estrada por iniciativa e atuação estritamente particulares – insistiam em não permitir a remoção dos animais, por não “serem prioridades”. Dr. Paulo - depois de dois dias de incansável trabalho, desde de manhã cedo até noite adentro, em clima instável, tratando da abertura da estrada, e, ao mesmo tempo, cuidando das pessoas e preocupados com animais - após o embarque do último animal no último caminhão, chorou emocionado. Choramos juntos e esta imagem vai ficar comigo para o resto da minha vida, a imagem de um homem extraordinário, a quem nós todos, profissionais envolvidos no episódio, proprietários e amantes dos cavalos de corrida, devemos eterna gratidão.

Finalmente, quero falar da veterinária Márcia Ramos. Não deveria ser surpresa para mim o que vi da atuação desta verdadeira profissional; afinal já trabalhamos juntos há anos, desde quando, pelas mãos e com a ajuda de seu pai, Dr. Cláudio Ramos, comecei na profissão de treinador, com os cavalos do Haras LLC. Os proprietários que têm animais cuidados por ela sabem muito bem de sua capacidade e dedicação. Teve a sorte de ter nascido em família que lhe pode proporcionar educação e preparo e lhe transmitiu o amor aos cavalos: são os seus “bebezinhos”, pelos quais é capaz de passar – e acontece frequentemente – noites em claro. Ter condição social privilegiada, entretanto, não faz da Marcinha uma pessoa insensível aos menos afortunados; muito pelo contrário, sempre procurou ajudá-los, mesmo nas situações não tão agudas como a que acabamos de passar. Isto também é herança da família Ramos, que todos nós, no mundo turfe, aprendemos a admirar. O que ela fez foi muito além de cuidar dos animais – todos os que pôde, sendo ou não de sua responsabilidade - enfrentando chuva e lama e andando quilômetros a pé, carregando gêneros, água, medicamentos, para pessoas e animais - para poder chegar no CT nas primeiras horas após a catástrofe. Junto com o Dr. Paulo Nania, coordenou, madrugada adentro, a remoção dos animais e a ajuda emergencial aos funcionários e pessoas da vizinhança; peitou autoridades insensíveis, quase foi presa ao tentar me resgatar no CT, quando nada mais havia a fazer ali. Nestas horas é que você percebe que, apesar de estar há tanto tempo convivendo com uma pessoa, você pode não conhecê-la em toda a sua dimensão. A Marcinha que eu vi nestes dias é muito mais do que eu já conhecia; emocionei-me muito com ela, também, e mostrei isto enquanto viajávamos de volta ao Rio, mas faço questão de dar este testemunho público.

Muitas outras pessoas e profissionais, como os veterinários Paula Guttmann, Cristina Vieira, Homero Brasil, Flávio Géo e Bianca, Lindinha e outros; o motorista Gleison; Fanta, o ferrador; Zé Maria, o segundo gerente de Léo Cury; Marquinhos Bahia e sua esposa; meu querido irmão Léo Reis; sem esquecer, também, os queridos colegas Cláudia e Léo Cury, Marquinhos Ferreira e Juliana Dias – companheiros de infortúnio – que me acolheram, e à minha família, em suas casas, logo após a noite de terror.

Tenho muito que agradecer a Deus pelas graças que recebi, e quando o fizer, vou incluir nas minhas preces todos os que tiveram participação solidária, direta ou indiretamente, na ajuda que recebemos no CT Vale da Boa Esperança – os citados e os involuntariamente omitidos - especialmente estas três pessoas que tenho a felicidade de ter como amigos, objetos de uma admiração agora multiplicada muitas vezes.


*José Ferreira dos Reis, o Reisinho. Treinador e ex-jóquei do excepcional cavalo Itajara.

Tragédia, depoimento de Juliana Dias



Certas coisas acontecem na vida e, dentro de nossa ignorância, não conseguimos entender o por que. As únicas coisas que eu tenho absoluta certeza são do meu amor pelos cavalos e pelo ofício que eu escolhi e de que todos nós vamos vencer essa batalha.

Passamos por momentos muito difíceis. É duro presenciar o sofrimento do motivo do nosso amor e da nossa dedicação, mas é justamente deles que eu estou tirando forças para seguir adiante.

O que mais dói é perder nossos sonhos, projetos e metas. Eu me segurei o quanto pude, porém quando a potranca Zona Legal precisou ser sacrificada, eu não aguentei. Chorei de soluçar. É muito trabalho, misturado com esperança. É muito tempo se dedicando. Além da dedicação e investimento dos proprietários. Parece que viemos de uma guerra. Não houve diferença entre ricos e pobres. A água varreu tudo.

Vou guardar no meu coração o olhar dos meus seis animais que se foram com as águas, honrar a memória deles e do meu funcionário que também se foi por não abandoná-los e usar a partida deles como estímulo para cada dia ser uma profissional melhor. Que eu possa estar à altura da nobreza deles. Que eu possa merecer a honra de ser responsável por um PSI. É só o que desejo daqui para frente.

*Juliana Dias, treinadora com matrícula desde 2004, porém trabalhando ao lado do pai, o também treinador Odyr Jorge Menezes Dias, o popular ‘Cai Cai’, desde 1995.

Tragédia, Leo Cury fala sobr a Tragédia no Vale do Cuiabá


Leo Cury fala sobre a tragédia no Vale do Cuiabá


Vivemos um verdadeiro inferno. Foi a maior tragédia natural da história do Brasil. As inúmeras fotos publicadas não fornecem a verdadeira dimensão da tragédia. Só quem esteve no local e principalmente, vivenciou os piores momentos, sentiu a verdadeira força da tragédia.A violência das águas foi dizimando tudo pela frente. Ricos e pobres tiveram suas casas trransformadas em escombros em questão de minutos, muitas delas com seus moradores dentro e alguns ainda não foram encontrados. O belo Vale do Cuiabá foi completamente destruído.No Centro de Treinamento não foi diferente. Cocheiras e residências de funcionários foram à baixo. A casa do meu redeador Reginaldo foi completamente destruída e levada pelas águas. Por sorte ele conseguiu tirar suas duas filhas e sua mulher, mas seu irmão Rogério salvou apenas sua mulher e o bebe de 12 dias, mas seu enteado, um garotinho de 5 anos, lhe escapou das mãos e foi levado pelas águas.O treinador J F Reis, por milagre, salvou sua mulher, seus dois filhos e sua sogra levando-os para a lage da sua casa, que assistiu ser destruída; perdeu tudo, inclusive seus dois carros que até agora não foram encontrados.Quase todas casas de cavalariços foram destruídas e o Miguel, cavalariço da Juliana Dias, também morreu arrastado pelas águas.Cavalos do treinador M Ferreira foram encontrados quilômetros abaixo no rio, uns mortos e outros, incrivelmente vivos. Outros foram encontrados com lesões graves, como fraturas expostas e tiveram que ser sacrificados. Vimos dois cavalos debaixo dos escombros, sem no entanto podermos identificá-los. Na quinta-feira o cheiro já era insuportável.A água que foi embora deixou meio metro de lama dentro das cocheiras, o que dificultou o trabalho e o trato dos animais. Muitos (maioria) ficaram até sexta-feira dentro d’água ou na lama, até serem retirados e levados para o Rio de Janeiro. No meio à tragédia, a solidariedade. No dia seguinte ao desastre, começaram a chegar através de motoqueiros, água e alimentos. Foi de grande valia, pois todos ficamos sem água, luz e telefone, inclusive celular.Destaco ao incansável trabalho dos cavalariços. Os meus não arredaram o pé nem um minuto, até o embarque do último cavalo. Comiam o que tinha e descansavam onde dava. Tiveram a ajuda permanente do amigo Ricardo Braga, que na quinta-feira exausto e com dores nas costas, voltou para casa na carona de um helicóptero. As fotos publicadas no site são de sua autoria.Chegaram dois helicópteros com equipes de veterinários que prestaram os primeiros socorros. O primeiro com a equipe do Hospital Octávio Dupont, liderado pela Dra Juliana e na companhia do Dr Flávio Géo. O outro, mais tarde, enviado pelo proprietário Pedro Alencar que esteve pessoalmente no local avaliando a destruição, com os Drs Cristina Vieira e equipe e Homero Brasil. Outros chegaram a pé como as Dras Paula Gutman, Márcia Ramos e Cristina Resende.Uma surpresa muito agradável foi a chegada do pessoal do CT Vale do Itajara. Seu proprietário Lineuzinho veio acompanhado do treinador L J Reis e do incansável e extremamente prestativo Paulo Nania, a quem credito totalmente o êxito para a rápida retirada dos naimais. Paulo chegou com um trator e um máquina fornecida pela Oderbrecht (Luis Oswaldo) dirigidos por seus funcionários e incansávelmente comandou todo o trabalho de limpeza e desobstrução da estrada. Voltou no dia seguinte e só foi embora de noite quando a estrada já permitia a entrada dos caminhões de cavalos. Uma solidariedade ímpar acompanhada de emoção quando viu seu esforço compensado.A solidariedade não parou aí. Diversos caminhões foram colocados à disposição por seus proprietários e apesar do chefe da operação local da polícia militar querer impedir a entrada deles, uma ordem superior evitou esse absurdo. Na sexta-feira à noite, sete caminhões adentraram o CT e levaram os primeiros animais. Sábado, às 14:00 horas chegava o último caminhão na Gávea, levando os últimos cavalos.Também gostaria de destacar a solidariedade de diversas pessoas, como de meus proprietários entre outros, que sensibilizados vêm colaborando inclusive com ajuda financeira.Sábado à noite, após o último cavalo e funcionário ter deixado o CT, voltei para o Rio de Janeiro, cansado, com dores no corpo e pequenos ferimentos, fui direto para casa rever minhas filhas e tomar um banho descente. Domingo pela manhã fui à minha cocheira 12 A na Vila Tattersall e me emocionei quando vi todos os cavalos ali alojados.


Vida que segue


Meydan, Sete Brasileiros Pré Inscritos para esta Quinta



Sete animais brasileiros estão pré inscritos para a jornada desta quinta-feira, dia 20,


em Meydan, festival composto por 7 provas e que integra o Dubai International Racing Carnival.


confira a relação :

Energia Carioca (Thignon Lafré), Haras Estrela Energia / Estrela Energia StablesEnergia


Colonial (Giant Gentleman) Haras Estrela Energia / Estrela Energia Stables


Abstrato (Major Storm), Haras dos Girassóis / Mohammed Jaber Abdullah


Here to Win (Roi Normand), Haras Santa Ana do Rio Grande / Trick or Treat International


Calling Elvis (Romarin), Haras Interlagos / Alessandro Arcangeli


Gallahad (Hard Buck), Beverly Hills Stud / Alessandro Arcangeli


Oroveso (Fahim), Haras Tributo À Ópera / Dalva Lopes de Oliveira


Amanhã serão divulgados os campos oficiais, com jóqueis e balizas.
por Jair Balla/Raia Leve

Oakfast com V. Ferreira vence a melhor prova do domingo em Tablada


domingo, 16 de janeiro de 2011

Assault.



Rafael Oliveira



FOTO 10



Manuel Santos



Lanfranco Dettori - National Stakes G I



Carol Cedeno Angel Serpa



Elione Chaves



HISTÓRIA DO TURFE - ADIL



Tragédia Rio de Janeiro



Henderson Fernandes repousa após acidente


O Jockey e líder da estatístca carioca, Henderson Fernandes passa bem, porém não participou da reunião deste domingo devido a queda sofrida no sétimo (8º no programa) páreo de sábado. Fernandes realizou diversos exames e nada foi constatado, porém os médicos acharam por melhor que ele não monte hoje. O Jockey pilotava a estreante Charm Di Rafaela quando a potranca se jogou contra a cerca na altura da variante. Na manhã desta segunda-feira, H.Fernandes irá ao Serviço Médico do JCB para receber a liberação médica para participar da noturna.por

por Danielle Franca

Codere, Notas Fiscais

’Caliente’ frio
Depois da saída da Odebrecht do projeto de construção de uma vila comercial no lugar das cocheiras e da vila hípica, nova confusão no Jockey do Rio. A juíza Priscila David, do 4º Juizado Especial Criminal do Rio de Janeiro, mandou ao Ministério Público uma denúncia dos sócios do clube contra seus administradores e o grupo espanhol Codere. Desde 2005, a Codere administrava as apostas do prado em troca de um percentual sobre seu volume. Havia ainda a expectativa de que, um dia, pudesse explorar também máquinas de caça-níqueis.No dia 4 de março de 2010, o gerente de contabilidade do clube foi guardar seu laptop numa gaveta que pertencera ao controlador de administração e finanças, e encontrou um maço de notas fiscais emitidas pela Codere por “serviços prestados em gestão de apostas internacionais, através do provedor ‘Caliente’”.Procurou os registros desses pagamentos e nada achou, “porque inexiste a prestação de tais serviços”. Preocupado com o valor das notas e com os impostos que deveriam ter sido pagos, escreveu uma carta ao superintendente-geral do clube e contou o caso.O Jockey reconheceu ter recebido as notas fiscais, mas garante que nada pagou, até porque a cobrança seria imprópria. Nesse caso, as notas teriam sido frias.O valor dos hipotéticos serviços do “Caliente” estaria na casa das dezenas de milhões de reais.O MP talvez descubra por que as notas fiscais foram emitidas e como foram parar na gaveta do controlador de administração e finanças do clube.



Nota transcrita da coluna de Elio Gaspari do Jornal O Globo de 16 de Janeiro de 2011. (Pág.12)

SÃO VICENTE, TERA PÁREO DE JOQUETAS NO DIA DO GRANDE PRÊMIO





O Jockey Club de São Vicente homenageará as Joquetas Brasileiras com a formação de um Páreo , por ocasião do Grande Prêmio dia 28 de Janeiro,exclusivo para estas profissionais do Turfe.


Este páreo além de homenagear as Joquetas será uma homenagem a "espetacular turfista" Dona Margarida de Lara "

SÃO VICENTE, GRANDE PREMIO E CLASSÍCOS, PROJETO DE INSCRIÇÕES




JOCKEY CLUB SÃO VICENTE
PROJETO DE INSCRIÇÕES PARA A 6ª REUNIÃO, EM 28/30 DE JANEIRO DE 2011
PAREOS TELEVISIONAMENTO - TV Jockey e TV Turfe
G.P.São Vicente – Produtos de 3 e mais anos – Distância 1.800 metros –Prêmio: R$10.000,00 + rodada obrigatória de remate valor R$ 500,00
.Inscrição R$ 500,00
- Pesos 3 anos 55kg- 4 anos 57 kg- 5 e mais anos 58kg OS PESOS DA TABELA DO G.PREMIO TERÃO SOBRECARGA DE 3KG PARA GANHADORES
DE PROVA DE G I, DE 2KG PARA GANHADORES G II, DE 1KG PARA GANHADORES DE G III E DESCARGA DE 2KG.PARA OS SEM COLOCAÇÕES EM
CLASSICOS , e DESCARGA DE 3KG PARA OS SEM COLOCAÇÕES EM PROVA ESPECIAL.
Clássico - Produtos de 3 e mais anos –Distancia 1.200 metros – Dotação R$ 3.500,00 + rodada obrigatória de remate valor R$-350,00 – Pesos
3 anos 55k– 4 anos 57 k - 5 e mais anos 58 ks
Clássico - Éguas de 3 e mais anos –Distancia 1.200 metros – Dotação R$ 3.500,00 + rodada obrigatória de remate valor R$-350,00 – Pesos 3
anos 55 k– 4 anos 57 k - 5 e mais anos 58 ks
Clássico – Produtos de 3 e mais anos – Distancia 1600 metros - Dotação R$ 3.500,00 + rodada obrigatória de remate valor: R$- 350,00 – Pesos
3 anos 55 k– 4 anos 57 k - 5 e mais anos 58 ks
Clássico – Éguas de 3 e mais anos – Distanciq 1600 metros - Dotação R$ 3.500,00 + rodada obrigatória de remate valor: R$-350,00 – Pesos 3
anos 5 k– 4 anos 57 k - 5 e mais anos 58 ks
Clássico – Produtos de 3 e mais anos – Distancia 2.500 metros - Dotação R$ 3.500,00 + rodada obrigatória de remate valor de R$-350,00 –
Pesos: 3 anos 55 k– 4 anos 57 k - 5 e mais anos 58 ks
OS PREMIOS SERÃO PAGOS DO 1º AO 4º COLOCADO
O REMATE SERÁ REALIZADO NA VÉSPERA DA CORRIDA
201-Produtos de 2 anos, sem vitórias em São Paulo e Rio de Janeiro ...............................1000
202-Potrancas de 2 anos , sem vitórias em São Paulo e Rio de Janeiro ............................1000
3 e mais anos sem vits., em São Paulo e Rio de Janeiro ......................................................1200/1600
302-Éguas , Idem................................................................................................................... 1200/1600
401-Produtos de 4 e mais anos sem vitórias, em SP e RJ............................................,,,.. 1200/1600
402-Éguas . Idem................................................................................................................... 1200/1600
411-Produtos de 4 e 5 anos anos ganhds até 1 vitória SP/RJ........................................... 1200/1600
412-Éguas , idem.................................................................................................................... 1200/1600
421-Prods,de 4/anos, gds.até 1 vts., 5anos, 2 vts, .6anos, 3 vts.,e de 7 e mais anos até 6vts SP/RJ. 1200/1600
422-Éguas , Idem.................................................................................................................................... 1200/1600
511-Produtos de 5 e mais anos, ganhadores até 1 vitória em São Paulo e Rio de Janeiro................ 1200/1600
521-Prods. de 5anos,gds.até 2 vt.., 6anos, até 4 e de 7 e mais anos ,até 6 vts.em SP/RJ.................... 1200/1600
522-Éguas , Idem.................................................................................................................................... 1200/1600
531-Prods.de 5anos, gds. até 3vts., 6 anos gds. até 6 vts., e de 7 e + anos, até 7 vts .em SP/RJ ... .. 1200/1600
611-Produtos de 6 e mais anos , ghds. até 1 vitória em São Paulo e Rio de Janeiro.........................1200/1600
801-Prods de 3 e mais anos, sem vits. ,em SP e RJ alojados em S.Vicente antes de 1.7.2010..........1200/1600
802—Éguas Idem.....................................................................................................................................1200/1600
901-Prods.de 3 e mais anos sem vits. ,em SP e RJ alojados em S.Vicente, antes de 1.7.2010 , que.
não obtiveram colocação até 3º em S.Vicente nas últimas 3 reuniões................................................1200/1600
902-Eguas. Idem......................................................................................................................................1200/1600
A- PESOS ESPECIAIS – Produtos de 3 e mais anos................................................................... 1000/1200/1600
B – PESOS ESPECIAIS – Éguas de 3 e mais anos.......................................................................1000/ 1200/1600
Observações:
a) A Comissão de corridas reserva-se o direito de juntar os páreos que forem necessários para formação do programa..
b) Animais com até 3 vitórias obtidas nos hipódromos Vicentino,Cristal,Campos e Tarumã, nos últimos doze meses, até a data da
inscrição,terão direito aos páreos sem vitórias.
c) Animais, com 4 à 6 vitorias obtidas nos hipódromos Vicentino, Cristal, Campos e Tarumã, nos últimos doze meses, até a data da inscrição,
serão enturmados em páreos destinados, à animais ganhadores de 1 vitoria em SP e RJ.
d) As inscrições estarão sendo recebidas , à partir das 9 horas do dia 19 DE JANEIRO de 2010 (QUARTA FEIRA), com SILVINHO GOMES Fº, OU
RAIMUNDO COSTA, pelos telefones (TEL/FAX 34.62.58.48 e 34.62.33.74 ambos DDD 013) , em SÃO PAULO, com MARQUINHOS MENDES -
TEL. 64.99.40.28 DDD 011)e pelos –e-mails: ccorridas@terra.com.br e jockeyclubsaovicente@ig.com.br
e) Os compromissos de montarias, deverão ser firmados no dia 24 DE JAN. 2011 (seg.-feira) até às 9H30 hs.
f) Não é permitido, o uso de AGARRADEIRAS , devido a raia.
g) A SOBRECARGA DAS VITORIAS DOS ANIMAIS EM PÁREOS CHAMADOS SEM VITORIA EM SÃO PAULO E RIO, SERÃO DE 1 KILO POR VITORIA
OBTIDAS NOS HIPODROMOS VICENTINO, CRISTAL , CAMPOS E TARUMÃ, quanto aos demais páreos, critério idêntico ao J C de São Paulo.
h) Sistema de pagamento de prêmios , APÓS CONFIRMAÇÃO DE ANTIDOPAGEM, idêntico ao J. Club de SP
i) Vitórias nos hipódromos Vicentino, Cristal, Campos e Tarumã 1 k por vitória. Vitórias nos hipódromos de Cidade Jardim e Gávea = 2 ks por
vitória.
j) Dotação dos pareos comuns R$ 1.000,00 +R$ 300,00 + R$ 200,00 + R$ 100,00
k) Haverá um páreo para joquetas em homenagem a D.Margarida Lara
OBS: Os G.P serão formados com 5 o mais números de animais de proprietários diferentes. – S.Vicente. 28.12.2010

TRAGÉDIA, NOVO CÓDIGO FLORESTAL LIBERA NOVAS TRAGÉDIAS

O texto em tramitação no Congresso não considera topos de morro como áreas de preservação permanente e libera a construção de casas em encostas. Em locais assim houve deslizamentos que mataram centenas de pessoas no Estado do Rio.
O projeto reduz ainda a faixa de preservação nas margens de rios, criando brecha para o uso de áreas como o alagado Jardim Pantanal, zona leste paulistana.
O relator da revisão do Código Florestal, Aldo Rebelo (PC do B-SP), nega que o projeto trate de regras nas cidades. O texto, porém, cita a regularização fundiária de áreas urbanas.

Heart Butte vence Stakes corrido nesta sábado em Aqueduct

Heart Butte, David Cohen




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Tar Heel Mom vence o Sugar Swirl Stakes- G III

Tar Hell Mon com Alan Garcia em seu dorso venceu o Sugar Swirl Stakes, G III, disputado neste sábado no Gulfstream Park, Flórida.

Big Drama vence Mr. Prospector Stakes, G III, em Record

Big Drama sob a direção de Eibar Coa venceu o Mr. Prospector Stakes, G III, disputado na tarde deste sábado em Gulfstream Park, Flórida, com novo recorde para os 1200 Metros, 1:08.12 em Pista de Areia.


Esta foi a sua 10ª Vitória em 17 carreiras.





sábado, 15 de janeiro de 2011

MOROÑAS, STORMMYSTAR VENCE O CLÁSICO FRANCISCO ANAYA

STORMYSTAR
CLÁSICO FRANCISCO ANAYA
STORMYSTAR - Storm Warning y Estrellera por Columbus Day
PROPRIETARIO - Stud El Sheik
CRIADOR - Stud El Sheik
JOCKEY - Luis Cáseres

LONG RUN VENCE A KING GEORGE VI CHASED




LAGOINHA, RESULTADOS DESTE SÁBADO 15.01

HIDDEN -- G. GOUVEIA - VENCEDOR QUARTO PÁREO



CORRIDAS NO H. LAGOINHA 15/01/2010
1) PAREO:
01) ORGOGLIO -- W. NATAL
02) TEXAS WESTERN -- W. SOUZA
03) DANNY -- J. DIVINO Ap4
ORGOGLIO -- 3MC SP Vacilador e IvinhemaPROP: STUD RANCHO 3TREIN: W. NATALTEMPO : 75'
2) PAREO
01) UNICA RAIA -- M. MACEDO
02) OLYMPIC CHAMP -- S. M. SILVA
03) RETRATO FALADO -- A. N. SANTOS
UNICA RAIA 3 FC RS Hibernian Rhapsody e Occhiatina
PROP: VICTOR HUGO MOSQUERA
TREIN: J. RODRIGUES
TEMPO : 80' 5''

3) PAREO
01) SPY MAN -- W. NATAL
02) ARAÇA COTTON -- J. DIVINO Ap4
03) REI MIRIM -- M. MACEDO
SPY MAN 3 MA RS Boy Man e Ibiraquera
PROP: STUD RANCHO 3
TREIN: W. NATALTEMPO : 67' 4''

4) PAREO
01) HIDDEN -- G. GOUVEIA
02) JEFE -- W. NATAL
03) TASTRO -- S. M. SILVA
HIDDEN - 9 MC SP Music Prospector e Angra dos Reis
PROP: STUD NG
TREIN: A. L. MORAES
TEMPO : 96' 5''
TODOS OS PAREOS FORAM CORRIDOS NA AREIA ENCHARCADA.

TARUMÃ TERÁ CARREIRAS DIA 24 DE JANEIRO

A Diretoria do Jockey Club do Paraná comunica aos interessados que a próxima Reunião Turfística será realizada no dia 24 de Janeiro, SEGUNDA-FEIRA, em Simulcasting com o Hipódromo da Gávea.
Isso será possível em razão da transferência das corridas de Cidade Jardim para terça-feira, dia 25, feriado em São Paulo.

JCP

MAYLAN STUDART, ENTREVISTA COM



MAYLAN SONHA EM MONTAR UM GRANDE PRÊMIO BRASIL

O Raia Leve fez uma entrevista com a joqueta Maylan Studart, hoje trabalhando nos Estados Unidos, sobre como começou na profissão e a volta ao Brasil.
Veja a entrevista:



RL: Idade e onde nasceu?


MS: 21 anos. 10 de Março. Rio de Janeiro RL:




Quem levou você para os Estados Unidos? MS:


Visitei minha mãe que já estava lá ha 1 ano em Los Angeles, California quando tinha 7 anos e fiquei até os 11 anos, quando meu padrasto faleceu e voltamos ao Brasil. Eu frequentava escola judaica enquanto morava lá.Decidi me mudar para os Estados Unidos para montar quando após 1 ano e meio montando no Brasil como aprendiz eu vi que não iria chegar a lugar algum se continuasse montando aqui por falta de oportunidade. Trabalhava 10 a 15 cavalos por dia e montava apenas 4 azarões por semana, eu estava pagando para trabalhar. Não queria desistir de ser joqueta, e sabia que os Estados Unidos é a terra da oportunidade e era justamente isso apenas que precisava. Conheci pela internet uma pessoa do ramo que trabalhava no hipódromo de Nova York, John da Silva. Ele é brasileiro naturalizado americano e ficamos amigos imediatamente, conhecendo qual era as diferenças das corridas entre Brasil e Estados Unidos. Após 1 ano conversando sobre as possibilidades decidi me mudar para os Estados Unidos e ele me ajudou com um agente e foi por ele que fui apara lá. Chegando em Miami, Florida, conheci o grande Manoel Cruz, um jóquei brasileiro com muita garra, pois ele não sabia inglês quando ele foi montar nos Estados Unidos e aprendeu lá e através do seu talento fez o nome dele no esporte e ele já foi líder de estatística em Calder Race Course mais de 5 vezes!!! Ele me acolheu e me ensinou quase tudo que sei hoje. Agradeço a ele o tempo que ele separou para mim para poder me ensinar, desde montar até como falar com os treinadores. É por causa dele que cheguei até onde estou hoje. Ele gosta de ver as pessoas vencerem, especialmente o compadre brasileiro! Após eu vencer 10 corridas em Calder eu me mudei para Nova York onde como aprendiz ganhei muito corridas e estou de pé até hoje, graças a Deus!




RL: Qual seu maior sonho?


MS: Montar em Santa Anita, California. Eu amo a California e gostaria de um dia montar lá.




RL: Pensas em voltar a montar no brasil?


MS: Sempre. Um sonho meu desde que era aprendiz é claro, montar no Grande Prêmio Brasil! Gostaria muito de montar no GP Brasil e possivelmente ter um cavalo bom o suficiente para ganhar. Se eu passar as ferias de fim de ano (9 dias) no Brasil este ano, gostaria de poder montar aí, seja na Gávea ou Cidade Jardim, mas gostaria muito de montar no Brasil novamente.




RL: Como é seu dia a dia ?


MS: Trabalho o dia inteiro. Estou no hipódromo de 6 da manhã ás 5:30 da tarde. Trabalho de 6 ás 10:30 da manhã visitando os treinadores em seus estábulos e trabalhando cavalos na pista e quando termino vou direto ao “jockey room” (quarto dos jóqueis) onde descanso antes de montar as carreiras que começam 12:30 ou 1:00 da tarde, dependendo da temporada. Aqui temos quarto feminino e masculino onde temos uma sauna, camas, sofá e televisão para o jóquei poder usar entre as corridas, pois não podemos sair até terminarmos nossa última corrida. Por isso eu sempre faço meus sanduiches de queijo com peito de peru para poder me alimentar entre os páreos. É assim de Quarta-feira à Domingo, e não temos corridas Segundas e Terças. Pelo menos aqui em Nova York onde eu monto. As vezes vou a outros estados montar em outros hipódromos se alguém precisar que eu monte um cavalo lá.




RL: Como é vista a criação brasileira nos estados unidos?


MS: É vista como boa e crescendo. Existe um treinador aqui chamado Kenneth McPeek, ele é um dos maiores treinadores dos Estados Unidos e ele é fã da criação brasileira e Sul-Americana. Ele tem muitos cavalos brasileiros em seu estábulo e eu mesma já montei um cavalo brasileiro aqui chamado New Fandan, que terminou 4o no GP São Paulo, e ganhei um stakes de $60,000 com ele em Outubro de 2009. Aqui os cavalos brasileiros são vistos mais como grameiros e de longa distancias. A maioria dos cavalos brasileiros aqui correm longa distancias.




RL: Quantas vitórias já conseguiste na terra do Tio Sam?


MS: Não conto quantas vitórias tenho, pois o objetivo é obter o maior número de vitórias possível e fazer o meu nome como jóquei de Nova York. Tenho apenas 2 anos de experiência montando em Nova York enquanto os jóqueis que compito contra têm 10 anos ou mais montando. Acredito que estou indo muito bem no ramo considerando as circunstancias. Quando o inverno acaba e John Velazquez, Edgar Prado e Kent Desormeaux (Hall of Fame jockeys) voltam á Nova York e a competição começa a ficar mais difícil ainda, eu permaneço em Nova York competindo contra eles e continuo ganhando minhas corridas pra cima deles com os cavalos que me dão. Nestas épocas, de primavera até o inicio do inverno, sou a única joqueta montando em Nova York, todas as outras vão para outros hipódromos, considerados hipódromos “B”, como Delaware, Maryland, Philadelphia (onde tem mais de 5 joquetas montando), entre outros. É claro que esses jóqueis de nome montam os melhores cavalos do páreo, porém corrida de cavalo é corrida de cavalo, você tem que estar dentro para poder ganhar. E qualquer um pode ganhar! Perseverança é o nome do jogo. Até hoje creio que ganhei mais de 90 corridas. Tem vezes que ganho 2 ou 3 por semana e algumas vezes que ganho 1 de duas em duas semanas. É muito difícil ganhar aqui, pois o líder da estatística de Nova York ganha de 2 á 3 por dia, isso se não ganhar 4 por dia, ele monta sempre os melhores cavalos. Assim como os top 5, eles ganham de 2 a 3 por dia entre eles e temos que fazer muito para fazer o nosso cavalo correm um pouco mais que os deles e ganhar uma corrida!! É muito difícil, mas estou com um novo agente e estou montando para mais treinadores e predito um ano muito bom para 2011! RL: Deixe um recado para os leitores do Raia Leve. MS: Muito obrigada pelo apoio dos meus camaradas brasileiros!!! Sou brasileira e represento a garra brasileira aqui nos Estados Unidos. Obrigada aos meus fãs que frequentam a Codere que sempre torcem por mim e festejam quando ganho! Espero um dia voltar ao meu país e poder ganhar umas corridas e festejar muito! Tenho todos vocês no coração pois o esporte não seria nada se não fosse os fãs para torcer!!! Obrigada pelo apoio de todos na minha aventura para vencer!!




por Leandro Mancuso

PSI, ESTATISTICAS DA CRIAÇÃO PSI NO PARANÁ

Glória de Campeão





ESTATISTICAS DA CRIAÇÃO PSI NO PARANÁ
A CRIAÇÃO PARANAENSE
Por meio deste trabalho, a A.C.P.C.C.P. vem apresentar aos seus associados bem como à comunidade turfística em geral, um panorama da atual situação da criação do Puro Sangue Inglês no Estado do Paraná.Ao todo, foram contactados 52 estabelecimentos criatórios radicados no Estado do Paraná, e através das respostas obtidas junto a cada um deles foi possível desenvolver este projeto de recenseamento que, pela primeira vez na história do turfe paranaense, abrange um levantamento a respeito do PSI, além, é claro, dos segmentos relacionados com o mesmo.Seguem abaixo principais itens da pesquisa.



LOCALIZAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE CRIAÇÃO
36,5 % - São José dos Pinhais25% - Tijucas do Sul9,6% - Piraquara5,8% - Ponta GrossaRestantes : Contenda, Lapa, Campo Largo, Castro, Porto Amazonas, Balsa Nova, Faxinal, Agudos do Sul, Guamiranga, Cascavel e Antônio Olinto com : 1,9%



IDADE MÉDIA DAS REPRODUTORAS POR REGIÃO:
Agudos do Sul- 15,5 anosCuritiba e Guamiranga - 13,5 anosPorto Amazonas - 12,5 anosPonta Grossa - 12,33 anosSão José dos Pinhais - 10,1 anosCascavel - 10 anosPiraquara - 9,9 anosTijucas do Sul - 8,69 anosContenda e Balsa Nova - 8,5 anosAntônio Olinto - 7,5 anosCampo Largo - 7 anosFaxinal - 6,5 anosCastro - 5,5 anos



DISTRIBUIÇÃO DE FUNCIONÁRIOS POR REGIÃO
São José dos Pinhais - 35,4%Tijucas do Sul - 32,3 %Balsa Nova, Curitiba , Guamiranga e Lapa - 11%Piraquara - 9,8 %Piraquara/Tijucas do Sul - 7,2%Piraquara/São José dos Pinhais - 5,9%Porto Amazonas - 5,8%Cascavel- 1,7%Contenda - 0,6 % Agudos do Sul, Antonio Olinto, Castro e Faxinal - 0,3%



PORCENTAGEM DE RESULTADOS CLÁSSICOS POR REGIÃO
São José dos Pinhais - 47,8%Tijucas do Sul - 30,4%Piraquara - 8,6%Porto Amazonas, Campo Largo e Piraquara/São José dos Pinhais - 4,3% cada



OUTROS DADOS:
- 46% dos estabelecimentos contam com reprodutoras, importadas em seus plantéis .- Os estabelecimentos são responsáveis pela geração de pouco mais de 340 empregos diretamente.- Ao todo, a criação do PSI no Paraná conta com um plantel de 756 reprodutoras.
Pesquisa: AUGUSTO VICTOR L. CORRÊA

MADALENA, PRESIDENTE FALA EM DESAFIOS






O Jockey Club de Pernambuco, que tem 151 anos e é um dos mais antigos do Brasil, tem um novo presidente desde o início de janeiro: Luis Roberto Medeiros.

Nos próximos dois anos de mandato, ele terá alguns desafios para enfrentar. O principal é tentar aproximar a população do turfe e das corridas de cavalos.

Confira a íntegra da entrevista com Luis Roberto Medeiros


.Como é que o senhor pretende trazer a população para acompanhar as provas dentro do Jockey?


Nosso principal objetivo é iluminar nossa raia, nossas pistas propiciando corridas noturnas. Diferentemente do que acontece hoje, com nossas corridas aos domingos, competindo com o futebol e com praia, nós teríamos mais uma opção de lazer para o público que viria para o Jockey e consequentemente iríamos adquirir novos adeptos.


Mas essa iluminação noturna, isso tem um custo. Como vocês pretendem conseguir o dinheiro?


A descoberta do Jockey Club pelos empresários para realização de grandes shows, até shows internacionais já tivemos aqui e para esse ano, alguns já estão agendados, está propiciando um suporte financeiro que nos permite pensar em concretizar o projeto de iluminação até o final do nosso mandato.


Algum projeto para renovação de jóqueis?


Vamos dar continuidade em um projeto que foi iniciado na gestão anterior por um grande colaborador, Chico Mendonça, com os páreos de pôneis, que trazem crianças que são residentes aqui na Vila Hípica do Jockey para montar. Daí teve início uma escola de jockey e hoje esses jóqueis estão brilhando profissionalmente nos nossos tursos, no turfe carioca e no turfe paulista.


Quais as outras mudanças que a gente vai notar nos próximos dois anos no Jockey?


A mudança é fazer o jockey mais popular, mais alegre, trazer mais gente para cá, fazer outros eventos paralelos às corridas, torneios de vôlei, futevôlei, tênis. Trazer o povo para junto do Jockey, para termos um Jockey mais popularizado, mais conhecido, com mais adeptos


Globo Pernambuco

LURTON GANHOU FACIL NA GÁVEA

Eyjur pai de Lurton


Lurton potro de 2 anos por Eyjur em Sweet Sunday de Criação do Campeão Haras J B Barros, venceu muito facil o Prêmio Jedroca, reservado para potros de 2 anos, corrido neste sábado no Jockey Club Brasileiro.

Lurton é de propriedade do Stud Palurape, foi apresentado em ótimas condições por Dulcidio Guignoni e conduzido com "qualidade" por V. Borges.

Photo Mount



Foto 10



Alydar



LUTA DA GUANABARA VENCE O PRÊMIO JOSÉ LUIZ PINTO

ShudanzReprodutor Shudanz


Luta da Guanabara potranca de 2 anos filha de Shudanz em Seta da Guanabara venceu o Prêmio José Luiz Pinto Moreira reservado a potrancas de 02 anos corrido neste sábado em Cidade Jardim.

Luta da Guanabara é de criação do Haras Magnifico, Propriedade de Ana Vasconcellos Crippa, foi apresentada por M G Campos e foi muito bem dirigida por Ruan Maia.

CARAZINHO, IV GRANDE PREMIO VELOCISTAS DA AMERICA


IV GP VELOCISTAS DA AMERICA
PROMOCAO HRS EVANY, JG E NIJU
INSCRICAO R$ 5.000,00 - LANCE R$ 5.000,00 - 600Mts.
EL JOGO VIRTUAL 62 Fábio Araldi Garibaldi

PÉ DE PANO 60 Antonio Rio do Sul

TOTOSAO 55 Rui Santos Clevelândia

RAKESH 54 Stud Mandrake Curitiba

JET EXPRESS 54 Ivo Batista São Luiz Gonzaga

GREAT FAST 52 Rui Santos Clevelândia

ULTRAHEROIC 52 Leolino Alberton Palmeira das Missões

FAST MILE 52 Cristian Spagnolo Jaguari

PRINCE PATRICK 52 Gaspar Mota Porto Alegre

SHOOT STAR 50 Stud Tobias Curitiba

MEGA RACE 50 Leonel Silva Santa Maria

BEM ALADA 50 Hs. Bage Horse Bagé

ZORA BE BACK 50 Leolino Alberton Palmeira das MissõesCHEVALLIER 50 Stud Mandrake Curitiba

DOMINA MORE 50 Irmãos Simon Ipumirim

VIEJO PANCHO 50 Hs. Niju São José do Ouro

MEBER 50 Regis Paz Tupanciretã

RAIO COSMICO 49 Alceu Barbosa Caxias do Sul

LLUVIA TORRENTIAL 49 Coronel Fazenda Rio Grande MARIMBAU 49 Valmir Baldissera Chapecó

VICTORIA SUPREMA 49 Haras Niju São José do OuroSUPRASSUMO 48 Fabio B. Araldi Garibaldi

WILD LIGHT 48 Haras Alves Teixeira Santo Augusto

SAINT PROSPECTOR 48 Daniel Santos Palmeira das Missões

BENO ZIN 48 Irmãos Saggin Palmeira / Passo Fundo

AZEVICHE 48 Ismar Azambuja Pantano Grande

AJATO FAST 48 Stud 35 Carazinho
RUMO AO DISCO 48 Stud GSM Rio Grande

POINT ONE 48 Osni Fraga Ituporanga
SHOW MILE 48 Anilo Gobbi Ibirubá
YTAIBATE 48 Stud Romeu Minello Girua

ISSEY CHAMP 47 Stud Rio Bonito Bocaina do Sul

SHADE PROSPECTOR 47 Leandro Scolaro Ernestina

SOLICITACAO 47 Stud Rio Bonito Bocaina do Sul
SUPER FORMULA 47 Eloi Queje Três Barras◊

DEMAIS INTERESSADOS SOLICITAR PESO AOS ORGANIZADODRES;◊

CORRIDAS REGIDAS PELO COD CORRIDAS JC CARAZINHENSE;◊

FRETE POR CONTA DO PROPRIETARIO;◊

AJUDA DE CUSTO DE R$ 1.000,00 POR TREINADOR;
◊ LIBERADO AGARRADEIRAS NOS POSTERIORES.

INFORMACOES: Binha (55) 9983.8675 / Luciano Silva (55) 9909.8022

RECOMPENSADO VAI PARA A REPRODUÇÃO


Um dos melhores animais de pista de areia do Brasil, e talvez o melhor do turfe nordestino nos últimos anos, encerrou sua vitoriosa campanha no turfe brasileiro. Recompensado vai ser um dos reprodutores do Haras Depiguá que já conta com os reprodutores Going Away e Mind Night Prince. A negociação entre o Haras Depiguá e a Coudelaria FBL, já era esperado já que também haviam tido negociações envolvendo as cocheiras da Coudelaria FBL que passou para o Haras Depinguá.
Vencedor do Grande Prêmio Bento Magalhães 2009, Recompensado foi levado de volta para o Rio de Janeiro onde não fez uma boa campanha. Trazido de volta para o Recife, o Furacão de Prata levantou com muita categoria duas provas de grande destaque do turfe pernambucano o Grande Prêmio Governador do Estado de Pernambuco e o Grande Prêmio Edisio Pereira. Os ex-proprietários de Recompensado, ainda tentaram correr o Bentão 2010, mas Recompensado foi retirado pelo serviço de veterinária após apresentação no cânter. Segundo as primeiras informações vindas da direção do Haras Depiguá, Recompensado ainda vai ser avaliado pela equipe de veterinários que da assistência ao haras, para decidir quais as éguas que serão cobertas pelo filho de Sagamix o que deverá acontecer só no segundo semestre.


JCPE

TRAGÉDIA, ULTIMO CAMINHÃO ESTA CHEGANDO

O último dos oito caminhões que estão trazendo animais do CT Vale da Boa Esperança para a Gávea, está nesse momento descendo a serra fluminese com os cavalos de J.F.Reis, e ainda na estrada, os últimos cavalos do treinador M.Ferreira, inclusive com Sol de Angra.No final da noite de ontem, e início da madrugada, o Hospital Octavio Dupont recebeu os primeiros três caminhões com os animais em estado mais críticos. A Dra. Marcia Ramos, que estava no CT, coordenou o embarque dos animais, e a Dra.Cristina Vieira, ajudou a equipe do próprio hospital, no primeiro atendimento já na Gávea.Há ainda no Centro de Treinamento pelo menos dois animais desaparecidos, e um do treinador Marcos Ferreira que apareceu do outro lado do rio, mas que aparentemente está bem, pastando, mas impossibilitado de ser resgatado devido a correnteza.O JCB informou por nota oficial que todos os animais receberão uma nova carteira de identificação e certificado de performance.

por Rodrigo Pereira