Jeane Alves

Jeane Alves
Vitória de G 1 com Equitana

domingo, 18 de dezembro de 2011

Jóquei F. Leandro se acidenta durante as carreiras


O jóquei Francisco Leandro, o atual líder das estatísticas em Cidade Jardim sofreu um acidente durante as corridas desta domingueira.

Enquanto os animais estavam seguindo para o partidor, o seu conduzido arremessou-o causando consequentemente a sua queda.

A queda teve como consequência, uma fratura exposta em um dos membros anteriores do jóquei.

F. Leandro foi operado esta noite no Hospital São Luiz, e a previsão é que ficará pelo menos seis meses sem poder atuar.

Boa sorte e boa recuperação ao bridão.

por Guilherme Genzini
transc. Site Raia Leve

GP Consagração é o destaque em Cidade Jardim


Mais uma domingueira em Cidade Jardim. Hoje teremos a realização de dez provas com o destaque, para o sétimo páreo onde será realizado o Grande Prêmio Consagração em 2800 metros na pista de grama. O início das carreiras está programado para as 14 horas e 30 minutos.

Em um campo altamente nivelado, onde muitos competidores possuem suas parcelas de chances, Viewfinder (Wild Event), criação do Haras Santa Maria de Araras e propriedade do Stud Power Five, poderá levantar a última Etapa da Quádrupla Coroa. O mesmo está sendo levado cada vez mais com esperanças a medida que aumenta a distância e por estar evoluindo vai ficar como indicado.

Vulkan (Nugget do Faxina), criação e propriedade do Haras Faxina, não está correndo tudo o que sabe, mas possui potencial para chegar voando no final e mostrar aos mais “novos” a sua categoria. Jogador (Sulamani), criação e propriedade do Haras São Quirino, venceu com muita tranquilidade nesta mesma distância e mais acostumado a mesma poderá melhorar, ficando como perigoso terceiro nome.

A seguir, comentários e indicações. Boa sorte!

1º Páreo: A parelha Quinta Sem Lei e Questa Lafré aparenta ser superior nesta turma e poderá até mesmo pintar a dobradinha. Pura Amiga também já mostrou “carreira” na grama e fica para o segundo posto. A seguir, Lusigna D’ Amore.

2º Páreo: Voltando ao seu verdadeiro claiming, Rei de Esparta poderá se redimir de suas fracas atuações e ir para a foto da vitória. A parelha Anjo Conquistador e I Had a Dream é bem adaptada ao retão gramado e fica para o segundo posto. Indefeso retorna de breve tempo parado, mas é perigoso.

3º Páreo: O castanho Joyrzaro deverá gostar dos 1200 metros, e nesta fraca turma poderá chegar a sua primeira vitória. La Place melhorou e vai dar trabalho. O estreante Estilo Brilliant não precisa ser grande coisa para chegar nesta turma.

4º Páreo: Agora podendo ser corrida com mais calma na primeira parte do percurso, Thunder Angel chegará com maior ação final. Hilariante Marjory já venceu nesta distância e pinta como principal adversária. Dona da Beleza vai atropelar.

5º Páreo: O pesadão Cabeção foi muito precipitado em seu último compromisso e agora a história poderá ser diferente. Thelasthope perdeu páreo de cinema na sua derradeira apresentação e é a diferença. Circuiteer é o tertius.

6º Páreo: Von Braun finalmente pode ter entrado em forma e partir para a segunda vitória consecutiva. Irmãozinho é melhor que a turma, mas precisamos analisá-lo em distância mais longa. A seguir, Estupendo Nizo.

8º Páreo: A última apresentação de Gattopardo foi totalmente para “riscar” da revista, e por este motivo é o meu indicado. Ivorhon perdeu no final e os seus carrascos estão inscritos no Consagração. Uirapuru vem do Paraná trazendo bom papel da Gávea.

9º Páreo: O azarado Jay Fighter sempre encontra alguém para vencê-lo, mas pensando no “train” da corrida o mesmo corre com altas chances. Fugitivo melhorou e fica para o segundo posto. Emblema Real também não pode ser menosprezado.

10º Páreo: A castanha Venganza já está merecendo a vitória. Loveliness é sempre muito esperada mas não corresponde em carreira, veremos agora com sua atropelada. Dinamax é a tertius.

Indicações:

1º Páreo: Quinta Sem Lei/ Questa Lafré (3) – Pura Amiga (6) – Lusinga D’ Amoré (1)
2º Páreo: Rei de Esparta (6) – I Had a Dream/ Anjo Conquistador (1) – Indefeso (3)
3º Páreo: Joyrzaro (3) – La Place (4) – Estilo Brilliant (1)
4º Páreo: Thunder Angel (5) – Hilariante Marjory (6) – Dona da Beleza (3)
5º Páreo: Cabeção (6) - Thelasthope (5) – Circuiteer (2)
6º Páreo: Von Braun (7) – Irmãozinho (2) – Estupendo Nizo (5)
7º Páreo: Viewfinder (2) – Vulkan (12) – Jogador (9)
8º Páreo: Gattopardo (8) – Ivorhon (9) – Uirapuru (6)
9º Páreo: Jay Fighter (5) – Fugitivo (3) – Emblema Real (2)
10º Páreo: Venganza (8) – Loveliness (4) – Dinamax (1)

por Guilherme Genzini

Na Gávea, destaque para a Prova Especial Daião


Vendel terá a condução de Jorge Leme

A Prova Especial Daião, em 1.400 metros, na pista de areia, reunindo os potros da geração 2008, é a principal atração da jornada de onze páreos, deste domingo, no Hipódromo da Gávea. O início da reunião na capital carioca está marcado para as 14 horas e 45 minutos. Um pouco antes, às 14:30h, começa o simulcasting (10 páreos) com Cidade Jardim.

Grande destaque da carreira, Vendel (Know Heights e Madame Dodge por Dodge), de criação e propriedade do Haras Anderson, potro muito promissor e sempre conferindo nas melhores provas de sua turma, terá hoje, na direção de Jorge Leme, a chance de levar mais uma prova do calendário clássico e fechar o ano com chave de ouro.

Pieces Me Ov (Christine’s Outlaw), Haras Interlagos/Stud Alvarenga, que já mostrou o que corre na pista de areia, promete complicar muito a tarefa do nosso indicado. O pensionista de Julio César Sampaio terá Vagner Borges em seu dorso. Super Herói (Durban Thunder), Haras Novo Mossoró/ Stud Patylippe, ganhador de duas das suas três apresentações, e na direção de Henderson Fernandes, tenta surpreender os mais cotados.

A seguir, comentários e indicações. Boa sorte!

1º Páreo: Radiant Line é "bicho atrasado" nesta turma e, mesmo na areia, pode abrir a domingueira carioca, com pule muito boa. True Moon é forte adversária da nossa indicada. A seguir a atropeladora Upstage Girl.

2º Páreo: Indicamos Duquesa Mary, que vem de derrota incrível na carreira anterior,onde foi superada apenas nos metros finais. Gran Bibi, fica para a formação da dupla e Victoria Lake para o complemento da trifeta.

3º Páreo: A ligeira Bityng poderá ter carreira favorável na frente, e não mais ser alcançada. Always Fantasie, poderá formar a dupla com a nossa indicada. A seguir, Apagão Aéreo.

4º Páreo: Icone Best não anda escolhendo raia e poderá vencer novamente na Gávea, com pule boa. Vamos com o clássico Ximburé para a formação da dupla. A seguir, Grape Marjori.

6º Páreo: Páreo equilibrado onde arriscaremos a indicação de Chuchu Beleza. Idoneo fica com a formação da dupla e Jess Owens com o complemento da trifeta.

7º Páreo: Samba Mestre poderá surpreender os mais visados e vencer com pule boa na direção da joqueta revelação Marcelle Martins. Hallox, que anda em ótima forma, poderá formar uma dupla de alto rateio. A seguir, Tsunami e King’s Game.

8º Páreo: Nuevo Laredo, bastante maduro nesta turma, poderá vencer desta feita. O ligeiro Desafinado, se folgar na frente, dará muito trabalho ao nosso indicado. Txai, Zampironha e My Way, a seguir.

9º Páreo: Plaza-Toro que é especialista em pista de areia, deverá vencer este páreo de abertura do Open Betting de hoje. Emilio de Roma para a formação da dupla. Vitória Desejada e Calcigenol, para o complemento da quadrifeta.

10º Páreo: Swiss Champ teve corrida atribulada na última e ainda formou a dupla para a corredora Natalinda, que ontem deu um "vareio" no páreo de 1 vitória. A ligeira Join The Party, deverá ser grande adversária da nossa indicada. A seguir, Vedrai.

11º Páreo: Relincho Famoso poderá encerrar a reunião de hoje na Gávea. Firewall, muito prejudicado na última, poderá formar uma dupla de bons dividendos, com o nosso indicado. A seguir, Zio.

INDICAÇÕES:

1º Páreo: Radiant Line (6) - True Moon (2) - Upstage Girl (3)
2º Páreo: Duquesa Mary (9) - Gran Bibi (5) - Victoria Lake (1)
3º Páreo: Bityng (3) - Always Fantasie (9) - Apagão Aéreo (7)
4º Páreo: Icone Best (4) - Ximburé (8) - Grape Marjori (4)
5º Páreo: Vendel (1) - Pieces Me Ov (5) - Super Herói (2)
6º Páreo: Chuchu Beleza (4) - Idoneo (1) - Jess Owens (2)
7º Páreo: Samba Mestre (6) - Hallox (2) - Tsunami (4)
8º Páreo: Nuevo Laredo (5) - Desafinado (8) - Txai (6)
9º Páreo: Plaza-Toro (2) - Emilio de Roma (8) - Vitória Desejada (1)
10º Páreo: Swiss Champ (3) - Join The Party (7) - Vedrai (9)
11º Páreo: Relincho Famoso (10) - Firewall (8) - Zio (5)

por Thiago Fernandes
foto Gerson Martins
transc. Site Raia Leve

Quando aprendemos a montar


Quando o homem aprendeu a montar
O cavalo pode ter sido domesticado muito antes do que se imaginava, acelerando o avanço da civilização. Dentes de animais fossilizados mostram que há 6 000 anos eles já usavam freio de metal.
O cavalo pode ter sido domesticado muito antes do que se imaginava, acelerando o avanço da civilização. Dentes de animais fossilizados mostram que há 6 000 anos eles já usavam freio de metal


Do extremo oriental da Sibéria, quase na costa do Pacífico, até o Mediterrâneo, estende-se uma vasta planície de 4.000 quilômetros de comprimento e 500 quilômetros de largura, denominada estepe eurasiana. Coberta por vegetação rasteira, e cruzada por largos e mansos rios, essa região transformou-se, há 6.000 anos, numa verdadeira ponte entre a Europa e a Ásia, e foi palco de épicas transformações na história da humanidade. Basta ver que nesse período surgiram as chamadas línguas indo-européias, como o grego, o latim, o celta e muitas outras. Antes disso, os europeus, por exemplo, empregavam idiomas de uma família lingüística bem diversa um desses idiomas seria o basco, o qual sobrevive como um vestígio do passado, na Espanha moderna. A mudança foi tão radical que, já nos tempos de Roma, as línguas indo-européias haviam sido adotadas por um sem número de povos, em uma área impressionanteestendendo-se da Índia à inglaterra. Não existe uma explicação consolidada sobre como se produziu tal sublevação, mas, de acordo com uma nova e extraordinária hipótese, ela tem muito a ver com a arte, ou a técnica, de cavalgar. Essa técnica teria sido dominada, a princípio, por populações relativamente pequenas e isoladas nas regiões centrais da estepe eurasiana, mais ou menos na altura da atual República Soviética da Ucrânia. A posse de montarias foi tão vantajosa que, embora marginais, esses povos expandiram-se com velocidade extraordinária e, num curto espaço de tempo, provocaram uma mudança decisiva nos padrões lingüísticos mundiais.

Trata-se de uma idéia ousada, pois contradiz, antes de mais nada, as evidências existentes até agora sobre a época em que o cavalo começou a ser domesticado. Isso teria ocorrido há 4 000 anos, e por isso não poderia ter influenciado a expansão indo-européia, que teve início dois milênios antes. O mais antigo desenho de um cavalo arreado, por exemplo, data do ano 2000 a.C., e o mais antigo pedaço de arreio já encontrado remonta a 1500 a.C. Este ano, no entanto, dois pesquisadores americanosD. Anthony e D. Brown, da Universidade da Califórniaidentificaram o esqueleto de um cavalo que pode ter sido domesticado há nada menos que 6 000 anos.

Os seus criadores habitavam às margens do Rio Dnieper, onde é hoje a Ucrânia, a algumas centenas de quilômetros do local em que se situa Moscou. Pertencentes a uma cultura de nome Sredny Stog, falavam, supostamente, uma língua ancestral da família indo-européia. Pareciam estar numa transição, pois ainda criavam cavalos principalmente para comer, metade dos ossos encontrados nas proximidades das habitações era desse animal. Mas também sabiam montar, segundo revela uma nova e poderosa técnica de investigação. Em vez de arreios ou selas, ela busca pistas da domesticação nos próprios animais.Anthony e Brown descobriram, por exemplo, que o freio, feito de metal, deixa marcas inconfundíveis sobre os dentes dos cavalos. O efeito da corrosão do metal sobre os primeiros pré-molares é claramente visível a olho nu, pois chega a tirar-lhes quase 1 centímetro na espessura. Também há desgaste nos dentes dos cavalos selvagens, devido ao simples ato de mastigar. No entanto, medidas cuidadosas mostram que a perda, nesse caso, é de apenas 1 ou 2 milímetros.Além disso, as ranhuras deixadas pelo freio são profundas, bem diferentes das naturais. A diferença transparece com nitidez quando os dentes são examinados ao microscópio eletrônico. Com esses cuidados, a nova e controversa data promete lançar luz sobre uma fase decisiva da história da civilização, durante a qual o homem aprendeu, primeiro, a plantar e a criar animais e, em seguida, a lidar com os metais. Essas conquistas, obtidas a partir de 10.000 anos atrás, mudaram o modo de vida do homem, pois foram acompanhadas da construção de cidades e da organização de grandes impérios, como o egípcio ou o sumério.

Mas, aparentemente, foi a arte de cavalgar que deu o impulso decisivo para a disseminação daquelas descobertas. Claro, nem tudo se fez por graça exclusiva do cavalo domesticado. "O importante foi a adição do novo meio de transporte às técnicas já conhecidas da agricultura, pecuária e metalurgia", resume o divulgador científico Jared Diamond, da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia, Estados Unidos. "Esse pacote tecnológico dominou boa parte do mundo, nos 5 000 anos seguintes."Embora ainda precise ser corroborada por novas investigações, essa hipótese parece muito natural em vista do indubitável valor do cavalo. Inteligente, forte e veloz, ele parece ter sido escolhido a dedo para livrar o homem de suas limitações. Um cidadão a pé, mesmo em boa marcha, não cobria distâncias superiores a 50 quilômetros, numa jornada de um dia. Mas montado, superava sem grande esforço a marca dos 100 quilômetros. O mesmo vale para cargas transportadas a longa distância, que, em lombo de animal, podiam ultrapassar os 100 quilos, coisa impensável para um homem.

Sua característica marcante é a velocidade, pois se trata de um animal feito para correr. As pernas compridas, presas por forte musculatura ao resto do esqueleto, não podem realizar muitos movimentos: à maneira dos remos, nos barcos, elas concentram energia em poderosos impulsos à frente. Contribui para isso, a extrema especialização das patas, que, por terem um único dedo, permitem às pernas esticarem-se ao máximo durante a corrida. Não foi sempre assim. Sabe-se que as ancestrais do cavalo habitaram a Terra desde o inicio da Era Terciária, há uns 50 milhões de anos, mas esses animais eram baixos como um cão, com 25 centímetros de altura, somente.Também não contavam com a proteção dos cascos nas patas, que tinham cinco dedos. Aos poucos. à medida que perdiam os dedos, adaptaram-se à estratégia básica de seres velozes. Evolução semelhante ocorreu com os rinocerontes e as antas, parentes do cavalo. Os primeiros eqüídeos de um dedo começaram a perambular pelo planeta há cerca de 5 milhões de anosnão muito antes de surgir o gênero humano, 2 ou 3 milhões de anos mais tarde. É curioso que esses animais tenham começado a se espalhar pelo globo a partir da região hoje correspondente às Américasde onde desapareceriam, há apenas 10.000 anos, por motivo desconhecido.

Só voltariam a estas plagas, no final do século XV, a bordo das caravelas, trazidos pelos conquistadores espanhóis. O gênero dos eqüídeos. atualmente, é formado por diversas espécies, como as zebras e os asnos, os mais antigos representantes do grupo. Mas todas as raças de cavalos pertencem a uma única espécie, de nome Equus caballus. Aí se incluem os grandes animais de carga, que são troncudos e chegam a ter 2 metros de altura, até os pôneis, que, por convenção, têm menos de 144 centímetros de altura. Essas variedades nasceram de uma raça-mãe, a mongólica, cujo habitat original era a China. Surgiram, em seguida, as raças berbere, difundida a partir da própria China: mongol, vinda do norte do Himalaia: céltica, disseminada depois da invasão da Grécia por povos asiáticos: e árabe, que proliferou no Egito.

Foram esses quatro troncos principais que deram origem às raças da atualidade, depois de demorado trabalho de seleção genética. Em cada lugar, os animais foram gradualmente escolhidos de acordo com o que se queria deles: força, velocidade ou mesmo mera beleza. Esse aperfeiçoamento, desde épocas remotas, muitas vezes transformou-se em lendas. Uma delas diz que o profeta Maomé, um dia, quis presentear os beduínos com um cavalo que os ajudasse a sobreviver no deserto. Assim. mandou soltar algumas éguas mantidas algum tempo sem água e comida, mas, antes que chegassem à margem, o profeta chamou-as de volta.

Apenas cinco obedeceram, demonstrando resistência à provação, e foi delas que nasceram os primeiros cavalos árabes. Seja como for, a verdade é que a raça tornou-se uma paixão para os homens do deserto, e mais tarde encantaram o mundo. Levada para a Europa durante a Idade Média, ela conquistou o rei da Inglaterra, Ricardo Coração de Leão, e acabou contribuindo para a criação do puro-sangue inglês, a partir de meados do século XVII. Nos cruzamentos, empregavam-se fêmeas inglesas, aristocraticamente apelidadas de royal mares", ou éguas reais".

Os machos, ao longo do tempo, foram três garanhões orientais, cujos nomes passaram para a história: Bierly Turk, Darley Arabian e Godolphin Arabian. Este último, ainda hoje responsável por 40% dos genes de qualquer puro-sangue vivo, é personagem de uma novelesca história, pois seu verdadeiro nome era Xan e sua origem. berbere, em vez de árabe. Presenteado pelo rei de Túnis a Luis XIV, rei da Françaque não ligava para cavalos , foi vendido como animal de terceira categoria. Mas acabou reconhecido como macho excepcional e batizado de Godolphin Arabian.A raça andaluz, com origem igualmente rocambolesca, foi formada por um macho berbere, chamado Gusmán, por acaso abandonado em uma hospedaria de Córdoba, Espanha. Esse tipo de cavalo, conhecido como lusitano, deu origem às raças hoje encontradas nas Américas. No Rio Grande do Sul, por exemplo, formou-se a raça crioula, a que mais se encaixa nos padrões que definem os antigos berberes chineses. O manga- larga, muito comum no Brasil, também surgiu do andaluz, assim como o passo fino, do Peru, e o chickasaw, disseminado entre os índios da América do Norte.

Mas, para chegar a essas variedades, o cavalo percorreu um longo caminho. Até onde se sabe, as primeiras grandes criações ocorreram na fronteira da Europa com a Ásia, entre povos indo- europeus como os hicsos, citas, sármatas e mitanis. Talvez por serem originalmente nômades ou seminômades, esses povos ganharam a fama de bárbaros. Detinham, porém. a tecnologia dos animais para tração de cargas ou de veículos, e não hesitaram em usá-la na guerra. Os carros bélicos foram observados, pela primeira vez, no Egito e na Mesopotâmia, na época em que os hicsos chegaram a essa região.

Um dos seus primeiros feitos de vulto, em 1720 a.C., foi assumir o governo da antiga cidade de Avaris, importante centro regional do Império Egípcio, junto ao Mediterrâneo. Ao contrário do que se poderia pensar, as incursões nômades já não são descritas exatamente como uma invasão. Embora, vez por outra, ocorressem violentos confrontos armados entre os líderes locais e os imigrantes, na maior parte do tempo havia produtivo intercâmbio de idéias e conhecimentos.

No Egito, dessa forma, os hicsos repetiram uma estratégia comum a todos os indo-europeus. De imediato, fundaram aristocracias militares em localidades já existentes, de onde exerciam poderosa influência sobre a vida do Império. Aceitaram, por exemplo, o deus egípcio Set, que passaram a cultuar. Em troca, as populações locais podem ter assimilado o uso das montarias e aprendido a metalurgia do ferro, em contraposição ao bronze, até então dominante. Empregado nas armas, coisa impossível para o bronze, muito mole, o ferro ampliou a supremacia militar dos exércitos transportados.

O próximo passo desses exércitos, bem mais tarde, seria usar soldados montados, isto é, uma verdadeira cavalaria. Por volta do ano 1000 a.C., ela havia se tornado a mais poderosa força do exército assírio, na região onde é hoje o Irã. Sua evolução resultaria do aperfeiçoamento das armas, dos equipamentos próprios do cavalo e da equitação. Acabou por criar um grupo social favorecido, de importância crescente ao longo dos séculos. Os cavaleiros ganhariam especial notoriedade durante a Idade Média, quando apenas os nobres, filhos dos grandes senhores de terras, podiam candidatar-se a tal título.Nos exércitos, a cavalaria continuou como uma força fundamental até a metade do século XV. A partir daí, seu poder passou a ser limitado pelas pistolas e, mais ainda, pela utilização dos canhões. A arte de montar não perdeu com isso, pois havia se tornado uma apreciada forma de lazer. As corridas a cavalo estão entre os mais antigos esportes eqüestres, que tiveram destaque desde as Olimpíadas gregas. Em seguida, as corridas de bigas, em Roma e em Constantinopla, tornou-se uma febre.O entusiasmo pelas competições diminuiu nos séculos posteriores, para ressurgir apenas ao tempo das Cruzadas. A criação de escolas de equitação, a partir da Renascença, deu origem a competições como o salto, o pólo, a caça à raposa e, mais recentemente, os rodeios, enduros e cavalgadas. Como trabalhador, o cavalo está às vésperas da aposentadoria data que se aproxima com rapidez cada vez maior. A primeira vez que o ser humano alcançou uma velocidade superior à dos cavalos foi em 1830, a bordo de uma locomotiva. E não se pode esquecer que até o século XIX era o cavalo quem puxava os bondes e ônibus. Mas, neste século, a mecanização vem celeremente substituindo a força animal mesmo na agricultura, ou, pelo menos, limitou seu uso às regiões de difícil acesso e fraco desenvolvimento industrial. Mas o renovado gosto pelos esportes eqüestres assegura que o cavalo será, por muito tempo ainda, um grande amigo do homem.


Os povos da Antiguidade tinham o cavalo na conta de um mito. Para os gregos, por exemplo. teria sido o deus Netuno que, a golpes de tridente, fez brotar da terra o soberbo animal, símbolo da guerra. Uma lenda árabe, em vez disso, exaltava sua velocidade, dizendo que Alá o criou a partir de uma lufada de vento. Na Índia, durante um ritual de coroação, os reis soltavam um animal sagrado que podia galopar sem restrições. Onde estivesse, ao fim de um ano, erguia-se um altar. Já nos templos japoneses, as mulheres estéreis tocavam um cavalo esculpido em bronze, em tamanho natural, na esperança de ter filhos. Havia ainda afeição extremadaaté absurda, como no caso do imperador romano Calígula, que quis tornar Incitatus, seu cavalo, cônsul. Para o sábio romano Plínio, a inteligência do cavalo era quase humana, e citava o cavalo de certo rei Nicomedes, que teria se deixado morrer de fome após a morte de seu senhor. Na Idade Média, cavalos ditos sábios eram vistos como feiticeiros e queimados vivos. Os animais respondiam" por delitos aos tribunais e há registro judiciário de vários deles condenados à morte por homicídio. Em época mais moderna, na Inglaterra, o garboso Copenhagen foi enterrado com honras militares porque mostrou valentia em batalhapelo menos, na opinião de seu dono, o Duque de Wellington, famoso por derrotar Napoleão Bonaparte, general e estadista francês.

Por Flávio Dieguez e Marcelo Affini

CLÁSSICO JOCKEY CLUB DE PERNAMBUCO E HOMENAGEM AOS EX-PRESIDENTES SÃO AS ATRAÇÕES NO JOCKEY CLUB DE PERNAMBUCO



CLÁSSICO JOCKEY CLUB DE PERNAMBUCO E HOMENAGEM AOS EX-PRESIDENTES SÃO AS ATRAÇÕES NO JOCKEY CLUB DE PERNAMBUCO
sábado, 17/12/2011 | Autor: Fabio Camara
Foto: Karol Loureiro – Revista Turf Brasil

Tatamovitch é força inconteste no Clássico Jockey Club de Pernambuco

O Jockey Club de Pernambuco promove, neste domingo, 18 de dezembro, o Clássico Jockey Club de Pernambuco ainda na esteira do ambiente aquecido pelo excelente Grande Prêmio Bento Magalhães de novembro último. Como se não bastasse, serão homenageados os ex-presidentes da entidade, muitos deles que contribuíram com bastante trabalho e esforço para que o Jockey de Pernambuco atingisse o patamar em que se encontra na atualidade. A prova decreta o provável encerramento das atividades turfísticas do ano de 2011 na Madalena, sobretudo porque os próximos finais de semana deverão estar reservados às festividades de final de ano.

Serão 49 animais inscritos em nove provas equilibradas, com início bem cedo, às 12:40 (cânter às 12:10) e término programado para as 17:00. Dentre os estreantes, temos: Histrion Secret, um belo potro filho de Yagli (USA), adquirido pelo Stud Big Boss, um dos líderes das estatísticas de proprietários da temporada na Madalena; e Thignon Gold, um filho de Thignon Lafre na clássica Lua Dourada, detentor de três vitórias de turma na Gávea/RJ, propriedade do Stud Asa Branca.

Venha e traga a sua família para mais esta tarde repleta de turfe e de muita emoção na Madalena, pois Domingo é Dia de Jockey e o Turfe é a sua Melhor Diversão. Aposte nesta emoção!

A seguir, os prognósticos completos do páreo a páreo.

Boa sorte!

Temporada 2011/2012
Programa Oficial da 13ª.Corrida
Clássico Jockey Club de Pernambuco – Homenagem aos Ex-Presidentes
Domingo, 18 de dezembro de 2011

1º.Páreo – 68 – 1.300 metros – 12:40 hs
Prêmio Manoel de Barros Santos
1 – Tem Virtude – 53 – A.Paiva Ap.2
2- Dayoflight – 55 – A.Maciel Ap.3
3 – Fairy Tale – 55 – F.E.Souza
4 – Ei Você – 53 – V.S.Paiva Ap.3
5 – All-Round Depiguá – 55 – W.Gomes Ap.3
Indicações: All-Round Depiguá – Dayoflight (5-2)
All-Round Depiguá vinha enfrentando provas mais encorpadas do que esta. Porém na última, após boas atuações, chegou muito afastado de Zucco e Cabo de Aço em 2.000 metros, o que pode ter-lhe causado algum contratempo. Longe de percalços, possui grande chance de se sagrar vencedor desta prova de abertura. O potro Dayoflight, apesar de ter debutado em prova mais fraca, correu longe e atropelou de rijo, quase chegando a tempo de vencer. Hoje, longe das emoções da estreia, pode prevalecer. Tem Virtude vinha para brigar pela vitória na última e “manheirou”, derrubando seu piloto. Será uma das forças. Fairy Tale não confirmou sua razoável campanha na estreia. Pode ser a surpresa. Ei Você tem de melhorar, já que segue no preparo de Bolinha e Fonseca.

2º.Páreo – 69 – 1.000 metros – 13:10 hs
Prêmio Gilson Allain Teixeira
1 – Tricky Six – 53 – A.Paiva Ap.2
2 – Gaúcho Man – 52 – V.S.Paiva Ap.3
3 – Hurricane John – 51 – W.Gomes Ap.3
4 – Cheers – 52 – F.E.Souza
5 – Histrion Secret – 53 – A.Maciel Ap.3 – EST
Indicações: Histrion Secret – Tricky Six (5-1)
Histrion Secret, um macho castanho, 3 anos, filho de Yagli (USA), com uma vitória de claiming na arei de Cidade Jardim/SP, reúne credenciais para vencer aqui. Chegou há pouco tempo, mas vai no capricho da equipe do Stud Big Boss, o que é uma garantia. Para a dupla, ficaremos com
Tricky Six, que demonstrou muita ligeireza e frouxidão na estreia. Mais aguerrida, tem predicados para triunfar sem se constituir em surpresa, já que a distância diminuiu e a turma enfraqueceu. Gaúcho Man, sempre esperado, vem melhorando aos poucos, podendo formar a dupla já que está também em páreo mais fraco. Hurricane John, de bom debut, é outro que pode chegar aqui. Cheers ajuizou-se na última, mas não a ponto de assustar aqui. Só como surpresa.

3º.Páreo – 70 – 1.300 metros – 13:40 hs
Prêmio Marco Sire Cortez
1 – Skaramuska – 53 – J.Lima Ap.4
2 – Nochero – 55 – A.Paiva Ap.2
3 – Effuse – 55 – M.Silva
4 – Untal – 55 – F.Benone
5 – Zone Rouge – 53 – A.Maciel Ap.3
6 – No American – 55 – J.Júlio
Indicações: Untal – Zone Rouge (4-5)
Untal voltou de cura correndo com agrado. É superior à enturmação e, nada sentindo, deverá ser o vencedor. Zone Rouge venceu bem na última e em boa marca cronométrica. Tem bons exercícios e pode emplacar um “bandeira a bandeira”. Effuse é irregular. Não esteve bem na última e é uma incógnita. Se correr o que sabe, estará entre os primeiros no disco. No American, após vitória na estreia, fechou raia. Sabe muito mais. Nochero venceu páreo mais fraco, mas evoluiu, podendo surpreender. Skaramuska leva a torcida para o sucesso do amigo Paulo Corte Real.

4º.Páreo – 71 – 1.300 metros – 14:10 hs
Prêmio Ricardo Godoy
1 – Sentimento – 55 – F.Davidson
2 – Key Board – 55 – A.Paiva Ap.2
3 – Afilhado do Sissi – 58 – F.Benone
4 – Thignon Gold – 55 – V.S.Paiva Ap.3 – EST
5 – Udaloi da Faxina – 55 – M.Silva
Indicações: Afilhado do Sissi – Udaloi da Faxina (3-5)
Afilhado do Sissi tem vencido aos esbarros. Se não derem em cima dele desde a partida, deixando galopar à vontade na frente, alcançará mais uma vitória. Porém Udaloi da Faxina não foi o mesmo animal na última. Embraveceu no box e talvez por isso não tenha confirmado. Se sair mais ligeiro, poderá endurecer a vida do favorito. Key Board tem atropelado tarde. Se houver briga na frente, pode chegar a tempo. Sentimento melhorou na última, voltando a ser um animal com credenciais para brigar por esse páreo. Thignon Gold estreia cercado por expectativas, já que produz bons exercícios. Viável. Olho no cânter e no jogo deste.

5º.Páreo – 72 – 1.300 metros – 14:40 hs
Prêmio Sérgio Magalhães/Clóvis Martins Peixoto
1 – Burilado – 51 – A.Maciel Ap.3
2- Fontecchio – 52 – V.S.Paiva Ap.3
3 – Tettore – 55 – F.Anderson
4 – Season Thunder – 51 – W.Gomes Ap.3
5 – Don Lopes – 55 – A.Paiva Ap.2
Indicações: Don Lopes – Fontecchio (5-2)
Don Lopes sobra uma avenida na enturmação. Porém, na última, ficou no box e, assim, fora do páreo. Longe desta “balda”, outro não será o vencedor. Em caso de repetir a manha, Fontecchio estará pronto para conferir, já que vem em progressos. Tettore voltou de cura correndo muito pouco. Sabe muito mais, podendo ser a surpresa. Olho no cânter e no jogo deste. Season Thunder na última apertou Vuft, mas o páreo endureceu. Burilado faz tempo que não chega. Vai muito leve e fica para os caçadores de pules altas.

6º.Páreo – 73 – 1.500 metros – 15:10 hs
Prêmio Ricardo Martins Pereira
1 – Ilmar – 58 – F.E.Souza
2 – Bobby Neblina – 53 – A.Paiva Ap.2
3 – Xipão – 55 – M.Silva
4 – Nunca Neste País – 55 – F.Davidson
5 – Personalidade – 50 – W.Gomes Ap.3
Indicações: Nunca Neste País – Xipão (4-3)
Nunca Neste País tinha enfrentado páreos muito encorpados e, na última, baixando de turma, confirmou seus exercícios e venceu bem. Vai à repetição. Xipão voltou a correr o que sabia na última, sendo o principal inimigo de nosso indicado. Ilmar mesmo já tendo vencido na Madalena, não foi nem sombra do bom animal da Gávea/RJ. Se derem “sopa” a ele na primeira parte do percurso, pode surpreender, já que categoria não lhe falta. Bobby Neblina, animal de bons predicados está forçando turma. Vai leve. Personalidade, peso pluma, longe de Zucco e Cabo de Aço, sempre chega entre os primeiros, porém, apesar de ser uma boa potranca, acreditamos que a turma esteja forte para os seus recursos.

7º.Páreo – 74 – 1.100 metros – 15:40 hs
Prêmio Paulo Pragana Paiva
1 – Vuft – 50 – W.Gomes Ap.3
2 – Super Flash – 52 – V.S.Paiva Ap.3
3 – Alto Paraná – 52 – F.E.Souza
4 – Black Dragon – 54 – M.Silva
5 – Vôo Solo – 55 – A.Maciel Ap.3
Indicações: Vôo Solo – Super Flash (5-2)
Vôo Solo produziu excelente atuação na última, chegando próximo a Don Stripes e Under Atlantic. A diminuição da distância é ainda melhor para este, sendo uma das cravas da reunião. Super Flash, bonito alazão, estreou bem contra Senhor Kirov e Bizão Negro, em tempo ainda melhor que o páreo de Vôo Solo. É inimigo temível. Vuft venceu bem. Corrido como gosta, entre os ponteiros, e com peso pluma, 47 kg, pode ser a boa surpresa do páreo. Alto Paraná trabalha como um leão, mas na confirma em corrida. Tem partidários. Black Dragon tem corrido pouco. Baixou de turma e tem a sua parcela de chance.

8º.Páreo – 75 – 1.400 metros – 16:20 hs
Prêmio Paulo Araújo Pereira
1 – Bizão Negro – 55 – A.Maciel Ap.3
2 – Dia Sonhado – 52 – A.Paiva Ap.2
3 – Do You Mind – 52 – F.E.Souza
4 – Under Atlantic – 58 – F.Anderson
5 – Senhor Kirov – 55 – F.Benone
Indicações: Under Atlantic – Senhor Kirov (4-5)
Under Atlantic é animal superior à turma, vencedor de Grupo II em Cidade Jardim/SP. Não empolga muito nos exercícios, mas é a força pela categoria. Senhor Kirov estraçalhou os rivais na última, dominando a situação ainda nos 600 metros finais. Subiu de turma, mas como venceu em tempo melhor do que o que Under Atlantic perdeu, mostra que é o animal a ser batido. Do You Mind tentou o Clássico na última e chegou afastado. Voltando à turma, pode assustar aqui já que produziu boa estreia. Bizão Negro sempre chega próximo. É outro que tem chances, sobretudo se não correr tão longe nem abrir tanto na reta. Aumentou a distância para a sua atropelada. Dia Sonhado já foi um animal muito útil, mas as últimas têm sido fracas. Só como surpresa.

9º.Páreo – 76 – 2.000 metros – 17:00 hs
Clássico Jockey Club de Pernambuco – Taça Rancho Alegre
1 – Zucco – 56 – M.Silva
2 – Amigo Gaúcho – 56 – F.Benone
3 – Brentley – 56 – H.Melo
4 – Tatamovitch – 57 – F.Anderson
5 – Morcote – 56 – V.S.Paiva
6 – Starman – 56 – J.Júlio
7 – Tango Arrabalero – 54 – F.Davidson
8 – Ferreiros – 56 – F.E.Souza
Indicações: Tatamovitch – Amigo Gaúcho (4-2)
Tatamovitch venceu os três principais Grandes Prêmios do Estado. Longe de contratempos, é o animal que se impõe. A distância diminuiu, o que pode beneficiar o ritmo de corrida de Amigo Gaúcho, que formou a dupla no Bentão. Tango Arrabalero, voltando a correr o que sabe, é trazido com muita fé, sendo uma boa pule. Starman formou a dupla no Edísio e a trifeta no Bento. Estará entre os primeiros no disco. Brentley venceu o Clássico José Maria Sampaio. A turma endureceu, mas como produziu boa atuação, é mais um com chance de vulto. Ferreiros foi quinto na estreia no Bento. Pode surpreender. Morcote foi o sexto após vitória em páreo mais fraco. Chegou a dar impressão, mas fica para os caçadores de pules altas. Zucco venceu a última prova da Tríplice Coroa na distância. É potro e vem em progressos, mas o páreo endureceu.

Dicas do Dr. Marcação:
A Barbada do Programa: 6º.P: Nunca Neste País (3)
A Melhor Dupla: 7º.P: Vôo Solo – Super Flash (5-2)
As Melhores Alternativas: 1º.P: Tem Virtude (1); 2º.P: Gaúcho Man (2); 3º.P: Zone Rouge (5); 4º.P: Udaloi da Faxina (5); 5º.P: Don Lopes (5); 6º.P: Ilmar (1); 7º.P: Vuft (1); 8º.P: Do You Mind (3); 9º.P: Amigo Gaúcho (2)

Autor: Fabio Camara
Foto: Karol Loureiro – Revista Turf Brasil
transc. JCPE

PARANÁ, ESCÂNDALO É O QUE NÃO FALTA.

PARANÁ, ESCÂNDALO É O QUE NÃO FALTA.

* Tão lamentável, quanto verdadeira, é a atual exposição pública do nosso Jockey Club do Paraná.

* Exposição desastrosa na internet/youtube com acusações cabeludas desde 21 de março de 2009 e jamais pública e oficialmente desmentidas. Quem cala consente.

- “...o dinheiro recebido, nos últimos anos, do simulcasting com o JCB não circulou na contabilidade oficial do Jockey!”

* Essa e outras pesadas acusações, no vídeo e em juizo, também sobre estelionato, “gato” de luz, roubo, cheque sem fundo, falsificação, são da própria e ex-tesoureira do Clube.

* Independente do processo, “disse-não-disse”, que corre na justiça, o JCP já deveria ter providenciado, há muito tempo, a retirada desse escândalo da internet.

* Afinal é deplorável que uma entidade centenária como o JCP permaneça execrado a milhares de pessoas turfistas ou não.

* Essa inércia de atitude, pode transparecer um consentimento oficial aos fundamentos avocados pela denunciante naquele vídeo de oito minutos e ainda no ar.

* E pior, com comentários de terceiros condenando os inúmeros e inacreditáveis desvios de conduta de nominados diretores da época e, também, atual.

* Se já não bastasse a dificuldade na formação das corridas quinzenais, aliada a falta de cavalos e dinheiro, transitam esses e outros dissabores jamais explicados.

* O escândalo do Youtube é, com certeza, fichinha diante da mais imoral e anti-ética venda patrimonial da entidade, graças a fraudulenta “Assembléia dos Defuntos”.

* Fatos que envergonham, lamaceiam por toda uma vida a história do turfe paranaense, sem perdoar sequer os próprios turfistas, seus diretos protagonistas.

* Enfim, encarecemos ao presidente “sub judice” do JCP, Sr. Cresus Camargo, que se esforce para retirar do Youtube aquele abdominável “Escândalos Financeiros da Atual Gestão”.

* Uma aberração que a tradição do Jockey Club do Paraná não merece estar sendo exposta diariamente a milhares de turfistas e curiosos. Se o presidente não puder, que o autor o faça.

Luiz Renato Ribas - ribas@cinevideo.com.br
transc. Jornal do Turfe

Sprinters Cup: criadores não localizados


Após prolongados estudos da equipe técnica, já foram selecionados por pedigree todos os produtos de velocidade/precocidade da Geração 2010 nascidos no Brasil e que estão pré-classificados para o festival Sprinters Cup.

A partir da semana que vem, os criadores começam a receber o folder explicativo da Sprinters Cup, e a relação de seus produtos selecionados.

Os interessados poderão então escolher em qual ou quais dos 7 leilões programados (Carazinho, Curitiba, Tupanciretã, São Paulo, Rio de Janeiro, São Borja e Porto Alegre) prefere inscrever seus produtos.

Como se sabe, a Sprinters Cup oferecerá a maior bolsa da América Latina: R$1.000.000,00 (hum milhão de reais) em 2013, através de 4 provas patrocinadas, exclusivas para os produtos apresentados nestes leilões. É válida a inscrição visando apenas o credenciamento.

Os criadores abaixo relacionados, que possuem produtos classificados por pedigree, não tiveram seus endereços, emails ou fones de contato localizados. Desta forma, solicita-se aos mesmos que entrem em contato com a TBS (falecom@agenciatbs, ou taryn@agenciatbs.com.br, ou fone [41] 30 23 64 66) para que possam ter seus endereços cadastrados e assim receber a correspondência da Sprinters Cup, bem como o folder e a ficha de inscrição:

AMARILDO RIGON
BONIFACIO JOAO GROCHOSKA
CONRADO WAIHRICH
COUDELARIA FRUGAROLO DO SUL
COUDELARIA MOTE PARNASO
COUDELARIA PELOTENSE
COIUDELARIA PRB
DENIS BARBERENA BARCELOS
ERNANI ERNESTO NUNES
FRIEDRICH FREY JUNIOR
HARAS A. X. TAVARES
HARAS DU LUCA
HARAS E FAZENDA ACEGUA
HARAS ESPANTOSO
HARAS FORT CHAMPION
HARAS ITAMBE
HARAS MARIANA
HARAS NASCENTE DO IGUAÇU
HARAS PONTEIRO
HARAS PUITÃ
HERMANO ANTONIO HENNING
IRETON PORTO TORRES
ITELVINO CORREIA
OSVALDO ZEN
PAULO NERI DE LIMA BERGAMO
PAULO VICENTE POST TEIXEIRA
RACH STUD
STUD FRIENDS 4 EVER
THIAGO BATISTA

Fonte: TBS