Jeane Alves

Jeane Alves
Vitória de G 1 com Equitana

domingo, 25 de março de 2012

Carazinho, Grande Prêmio Anilo Gobbi foi de Tarpon


o potro Tarpon, Gregoriano em Oras Bola, conduzido por A Luciano, Propriedade dos Irmãos Fontana, Criação do Haras Ponta Porã e Treinado por E Pires foi o Camppeão do Grande Prêmio Anilo Gobbi, corrido da tarde deste domingo em Carazinho.
Derrotou Bull Page Gais no excelente tempo de 25"8 para os 500 Metros.

Aritmética alcança Xastrid Halo no último pulo


Em final emocionante, Aritmética, após uma atropelada cumprida, alcançou Xastrid Halo no último pulo para levantar o Grande Prêmio Emerald Hill (G3). A prova, a quarta da programação, foi a atração maior do domingo, 25 de março, no Hipódromo de Cidade Jardim.

Após pular limpa na frente, Aritmética tomou a dianteira, mas 200 metros depois, Xastrid Halo fez uma diagonal e de golpe passou para a ponta. Aritmética, Indian Bless, Antwerpen e Angie a acompanhavam não muito afastadas o ritmo da ponteira. Xastrid acelerou na grande curva e os jóqueis das competidoras que vinham atrás entenderam que a encrenca estava na frente e deram rédeas ás suas conduzidas. Aritmética, no lance, quase ficou encaixotada, mas seu piloto usou a experiência para não deixar isso acontecer.

Na hora da verdade, Aritmética e Antwerpen partiram para cima da ponteira, mas na energia de Antonio Correia da Silva, Xastrid Halo resistia bravamente e suas rivais começaram a não descontar mais nada. Porém, quando tudo parecia decidido em favor da defensora do Stud Felipe e Zazá, Waldomiro Blandi conseguiu fazer Aritmética trocar de mão para a castanha acertar o galão e descontar pouco a pouco e conseguir, no último pulo, dominar a situação em belíssima vitória. Xastrid Halo finalizou em excelente segundo. Agarrada, Antwerpen ficou com o terceiro posto. Angie e Indian Bless completaram o placar. Very Rafaela não correu.

Filha de Our Emblem e Peppermint Soda, por Mensageiro Alado, Aritmética é uma dois anos castanha de criação do Haras Santa Maria de Araras e propriedade do turfman Jamil Name. Treinada por José Severino Silva, Aritmética conquistou sua segunda vitória em quatro saídas, sendo essa a primeira na esfera nobre e percorreu os 1.300 metros, em pista de areia macia em 1min18s849.



por Fernando Lopes

Macau: com Lucky Jai, Nunes vence grupo I


Lucky Jai, com Manoel Nunes, é o candidato à Tríplice Coroa
Prova central da reunião promovida neste sábado, em Macau, na China, o Macau Guineas (gr.I), 1ª Prova da Tríplice Coroa, em 1.500 metros na grama, para produtos de 4 anos, com $ 1 milhão de dotação, foi vencido por Lucky Jai, filho de Noverre e Chinese Girl (Wallenda), pertencente a Lee Wing Yan.

Recebendo condução do brasileiro Manoel Nunes, Lucky Jai deixou a ¾ de corpo, na formação da dupla, Golden Spiritual. Oriental State arrematou no terceiro posto, com Magnificent Force e Elderly Paradise completando o marcador. Esta foi a quarta vitória de Lucky Jai em dez apresentações. Tempo de 1:27.70 para o pensionista de M.C.Tam.

Nunes ocupa a segunda colocação nas estatísticas de jóqueis, perdendo para o também brasileiro Fausto Durso somente na quantidade de segundos lugares – ambos somam trinta e oito êxitos. Tiago Josué Pereira é o décimo segundo.

por Victor Corrêa
transc. Site Raia Leve

O batismo clássico de Vostro Amore








Praticamente de ponta a ponta, Vostro Amore conquistou seu batismo clássico ao vencer, com autoridade, o Grande Prêmio Euvaldo Lodi (G3). A prova, que reuniu competidoras de 3 anos e mais idade, foi a principal atração da reunião deste domingo, 25 de março, no Hipódromo da Gávea.

Com uma ótima largada, Tina Collor pulou limpa na dianteira, seguida por Velocity Wild, Caranna e Felicce Bambina. Todavia, Vostro Amore engrenou forte por fora e de golpe tomou a ponta. Tina Collor era a segunda com Felicce Bambina, Velocity Wild e Caranna em seu encalço. Recebendo rédeas de seu jóquei, Vostro Amore apertou o ritmo e abriu boa vantagem sobre as rivais na entrada da grande curva. Com Tina Collor saindo da cerca, rapidamente Felicce Bambina buscou posicionamento pela linha um e dava pinta de que brigaria na hora da verdade. A favorita Velocity Wild começava a perder terreno.

Em plena reta final, Vostro Amore ensinava o caminho as rivais e Felicce Bambina conseguiu passar por dentro de Tina Collor e veio à caça da ponteira. Na energia de Jorge Leme, Vostro Amore aparava a distância o ataque da defensora do Stud Capitão. Abriu-se um leque e diversas competidoras deram fila de vir brigar, mas ninguém conseguiu impedir a vitória de Vostro Amore, que comprovou in totum as expectativas nela depositadas por seus responsáveis. Atropelanado a mais de meio de raia e envergando as cores do Haras Ipiranga, numa bela homenagem do titular do Stud Amálgama, o Dr. Antônio Landim Meirelles Quintella, Via Blue veio conquistar a segunda colocação nos últimos metros, descontando bastante sobre a ponteira e trazendo junto Velocity Wild, que ficou para o pelotão intermediário no meio da reta oposta e chegou correndo bastante no complemento da trifeta. Felicce Bambina e Tina Collor participaram ativamente da carreira e completaram o marcador.

Trazida de Friburgo em grande forma por Adelcio Menegolo, Vostro Amore é uma 3 anos, filha de Public Purse e His Love, por Dodge, de criação e propriedade do Haras Anderson. Em sua sétima saída, a ganhadora conquistou sua terceira vitória, sendo essa a primeira na esfera nobre. Para os 1.600 metros, em pista de grama pesada, Vostro Amore assinalou 1min36s13.


por Fernando Lopes – foto: Davi Oliveira

Gávea, Chicotadas na reta final

Intrigas de cocheira, palavrões nas paredes dos banheiros, dossiês e textos anônimos com acusações pesadas fazem parte da guerra pelo poder no Jockey



Palermo, o desafiante: “Ele administra o clube como se fosse dele”

















O filme antigo, em preto e branco, não muito conhecido e de autoria incerta, dura pouco mais de dez minutos. Começa com uma antiquada legenda que se refere à abertura da nova sede do Jockey Club Brasileiro como o “mais brilhante episódio da vida esportiva do país”, em que a palavra “esportiva” é grafada sem o “e” inicial e “país” ainda se escrevia com “z” e sem acento. Rodado na tarde de 11 de julho de 1926, o breve documentário mostra as tribunas do novo hipódromo abarrotadas por 30 000 pessoas vestidas com roupas de festa. A chegada do então presidente da República, Artur Bernardes, causou especial alvoroço. Assim como as velhas imagens esmaecidas da festa de inauguração, os dias de glória do complexo hípico da Gávea se perderam no passado. O exemplo mais recente do ponto a que ele chegou é a atual disputa presidencial do clube. Há poucas semanas, um dos banheiros amanheceu pichado com palavrões dirigidos ao presidente e candidato à reeleição, o empresário Luís Eduardo da Costa Carvalho, de 65 anos. Sofás do opulento prédio surgiram com o revestimento rasgado e com mensagens carregadas de ofensas impublicáveis enfiadas entre o estofamento. Nem mesmo o vistoso Porsche Boxter vermelho de Carvalho foi poupado da fúria eleitoral: recentemente, teve a pintura riscada, de ponta a ponta, em pleno estacionamento do clube. “Não tenho dúvidas de que foi alguém ligado à oposição”, acusa ele.

Faltando pouco mais de um mês para o páreo que vai decidir quem será o novo mandatário de uma das mais emblemáticas instituições da alta sociedade carioca, o clima é de coices e chicotadas entre os dois lados. Não é exagero afirmar que, apesar de todas as intrigas que tradicionalmente circundam as disputas eleitorais no Jockey, nenhuma outra foi tão pesada. Aliados do candidato opositor, o engenheiro Carlos Palermo, presidente da Sociedade Hípica Brasileira, espalham documentos, soltam textos anônimos, ressuscitam antigos dossiês e perseguem os sócios que, por conversarem com o atual gestor, dão a impressão de simpatia por sua candidatura. “Ele não passa de um anão de jardim que não entende nada de turfe. Não posso nem vê-lo na minha frente, acho insuportável olhar na cara dele”, ataca, sem estribeiras, o empresário Luiz Fernando Dannemann, um dos principais apoiadores de Palermo. Inimigo declarado de Carvalho, ele admite ter desembolsado quase 1 milhão de reais em anúncios apenas para desancar a atual administração do clube. Do outro lado, o aspirante à reeleição cumpre agenda de candidato, promovendo jantares de confraternização e consultando-se com especialistas em campanhas políticas. Diz ele: “O cargo não me paga um centavo e traz chateações de toda sorte. O mais razoável seria largar tudo e ir embora. Mas agora não vou entregar as conquistas que fizemos a um grupo que me combateu raivosamente desde o início”.


Carvalho, o presidente: “Alguém ligado à oposição riscou meu Porsche”








O que diferencia esta eleição das anteriores - e contribui decisivamente para aumentar a sua temperatura — é um novo alinhamento de forças dentro do quadro societário do clube. Dono de uma bem-sucedida carreira no mercado financeiro, Carvalho nunca alimentou, de fato, interesse por cavalos. Embora tenha adquirido alguns animais recentemente e se tornado, por pura sorte, um dos líderes do ranking nacional de proprietários, ele representa um grupo formado por pessoas sem nenhuma relação com o turfe. São advogados, engenheiros, dentistas, gente que aplaude as melhorias realizadas na sede da Gávea, a exemplo do conjunto de piscinas, academia, teatro e restaurantes, e faz bom uso delas. Na outra curva, posicionam-se alguns dos sobrenomes mais famosos da cidade, donos de uma antiga ligação com o esporte e sua história. Velhos adversários, como o armador José Carlos Fragoso Pires e o advogado Luiz Alfredo Taunay, ambos ex-presidentes, juntaram forças para combater o atual mandatário. Além deles, os clãs Burlamaqui, Índio da Costa, Lampreia e Paula Machado também defendem as cores do desafiante. Seria uma luta desigual, caso a tradição fosse determinante para o resultado da corrida. Mas, a despeito de toda a sua visibilidade, a turma das corridas representa hoje menos de 10% dos 5 746 associados.


O Grande Prêmio Brasil em 1952 e o então presidente do clube, Mário Ribeiro, ao lado de Juscelino Kubitschek (no destaque), em 1959: registros da era de ouro







O salão de apostas vazio e, no destaque, o senador Francisco Dornelles, ao lado de Carvalho, no jantar em sua homenagem, realizado no dia 12: campanha marcada por ataques







Instalado em um belo conjunto tombado de 630 000 metros quadrados, onde sobressaem construções em estilo Luís XV, o Jockey Club está localizado em um dos pontos mais valorizados do Rio de Janeiro e é capaz de acomodar dentro de seus limites um bairro inteiro, como o Catete. Seus salões e escadarias são enfeitados com mármore e lustres de cristal, uma imponência semelhante à do prédio do clube no Centro, com treze andares e localização privilegiada, de frente para o Fórum. Basta uma observação mais criteriosa, porém, para perceber que a suntuosidade das dependências é uma mera lembrança do passado glorioso. O clube vive uma crise crônica, acumulando dívidas com a prefeitura e o governo federal estimadas em 900 milhões de reais. Sua atividade original, o turfe, é incapaz de gerar os recursos necessários a sua manutenção. A verdade dolorida é que os fiéis apostadores de outrora morreram ou envelheceram. Diferentes formas de jogo surgiram, as opções de lazer se diversificaram e, pouco a pouco, as novas gerações se afastaram das corridas de cavalos. Em dias de páreo, muitas vezes as arquibancadas ficam completamente vazias. “O turfe provoca uma hemorragia anual de 32 milhões de reais nas nossas contas”, diz o atual presidente. “Não dá para ignorar essa realidade.”


Dannemann: 1 milhão de reais em anúncios contra “o anão de jardim”







O mandato de Carvalho foi dedicado a reverter essa situação. Usando a lógica do mercado financeiro, ele avançou como um trator sobre um terreno para lá de movediço. Primeiro, o quadro de funcionários foi reduzido em 20%. Mesmo profissionais antigos, como o lendário narrador Ernani Pires Ferreira, que morreu na semana passada aos 77 anos, acabaram sendo demitidos. A garagem da sede no Centro, um privilégio para os sócios que trabalham na região, teve seu preço aumentado. Uma bonificação antiga, que pagava um salário extra a todos os funcionários no dia de seu aniversário, foi substituída por um sistema basea­do em desempenho. As porteiras da Gávea foram abertas para shows, feiras, desfiles de moda e bailes de Carnaval. Em paralelo, Carvalho tentou (sem sucesso) construir prédios comerciais na área do hipódromo. Também multiplicou por dez o valor da taxa de transferência de títulos a ser paga ao clube, de 6 000 para 60 000 reais. Foi o suficiente para angariar uma legião de inimigos, o que lhe rendeu oito processos na Justiça nos últimos dois anos - entre eles o que pedia seu impeachment. O site Raia Leve, mantido pelo estridente Dannemann e alimentado diariamente por outros membros da oposição, chegou a afirmar que o presidente “tem pacto com o demônio”. “Exageros à parte, seu pior defeito é administrar o clube como se fosse sua empresa, sem ouvir ninguém e fazendo o que bem entende”, ataca Palermo, 63 anos. “O Jockey precisa de pessoas que tenham conhecimento sobre cavalos no comando das corridas.”

Transformar uma atividade decadente em fonte de renda é uma tarefa bastante complicada. Mas reverter a situação econômica do Jockey Club Brasileiro está longe de ser um desafio impossível. Alguns avanços foram realizados pela atual gestão. Os balancetes apontam 12 milhões de reais em caixa, contra os 5 milhões de 2008. Com a implantação de meios eletrônicos, as apostas subiram 19% nos últimos dois anos e o valor das premiações cresceu 27,5%. Finalmente liberado pela prefeitura, o projeto de revitalização da sede social na Lagoa deve receber 8 milhões de reais nos próximos meses. Outra boa notícia que chegou à Gávea recentemente foi a aprovação de uma redução nos impostos sobre os ganhos dos clubes com as corridas, a partir de uma revisão na lei federal proposta pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ). Antes, para cada real recebido, o Jockey pagava 15 centavos de tributo. Agora, desembolsará apenas 10% disso. A questão que se coloca não é muito diferente daquela vivida por indústrias e empresas que viram seu negócio ficar obsoleto de uma hora para a outra. Aquelas que conseguiram se adaptar aos novos tempos sobreviveram. Quem insistiu no erro caiu do cavalo. “Meu avô deve estar se revirando no túmulo com o que está acontecendo nessa campanha. Não se pode perder a razão”, diz Lineu de Paula Machado, 55 anos, neto do fundador do Jockey e uma das poucas vozes equilibradas nessa eleição.


vejario.abril.com.br
por Caio Barretto Briso

GARBOSA BRULEUR


GARBOSA BRULEUR – 1943 – F.A.
• (HL) – TINTORETTO – BAY RONALD / GAINSBOROUGH / SOLARIO
• (ML) – KSAR – LINHAGEM PRÓPRIA
• (BL) – FAMÍLIA MATERNA: 11-f: Matriz: KERMESSE (F.C. – 1879 – por CREMORNE)
• Campanha: 17 Apresentações / 12 Vitórias

1º GP Henrique Possolo – 1947 – 1600 m – GP – Gávea
1º GP Estado da Guanabara – 1947 – 1600 m – GL – Gávea
1º GP Marciano Aguiar Moreira – 1947 – 2400 m – GL – Gávea
1º GP São Paulo – 1948 – 3200 m – AL – C. Jardim

Estas foram as quatro (4) vitórias consideradas como as mais importantes entre suas 12 vitórias, devendo-se ressaltar que venceu dos 800 m aos 3200 m, ficou invicta em suas Campanhas dos 2 e 3 anos, foi a grande algoz da fabulosa Geração H do São José & Expedictus, inclusive do fenomenal HELÍACO de quem tirou a invencibilidade.

Pela (HL) descende da Linhagem de BAY RONALD, que considero um dos mais consistentes PSI de todos os tempos, como demonstraram seus descendentes, BAYARDO, HYPERION, DARK RONALD, TEDDY, SON-IN-LAW, entre outros.

Pela (ML), seu Avô Materno, KSAR, é o Pai do extraordinário Reprodutor, TOURBILLON, cuja Linhagem exerceu papel dos mais importantes na evolução do PSI no século 20, ainda existente na atualidade, mas ameaçada de extinção. LINNGARI é o seu descendente que vem atuando nas atuais Temporadas de Monta do Brasil, sendo que já tivemos a primazia de sermos os detentores da hegemonia dessa Linhagem nas décadas de 60 e 70, período em que ocorreu a primeira exportação de vulto de um PSI brasileiro para a Europa (França), na figura do grande EMERSON.

por Orlando Lima

Corruptos, como podemos nos esquecer desta cena







Dinheiro Publico, pena de morte para os Corruptos...