Jeane Alves

Jeane Alves
Vitória de G 1 com Equitana

domingo, 4 de março de 2012

Pinturas em Penas de Passáros



Artista Julie Thompson, pinturas sobre pena de aves

postado por http://eguavoadora.blogspot.com

Éguas abortam “propositalmente” seus potros por causa dos machos


Segundo um novo estudo, éguas gestantes são propensas a perderem seus potros se forem mantidas próximas a machos.
Criadores de cavalo frequentemente enviam éguas para estábulos para serem acasaladas com garanhões. A pesquisa revela que, quando retornam, as éguas grávidas se envolvem em “relações sexuais promíscuas” com os machos de seu próprio estábulo, em uma tentativa de disfarçar a paternidade do potro. Quando isso não é possível, as éguas podem abortar a gravidez.
Aborto natural provocado quimicamente é um fenômeno bem estudado na biologia, conhecido como o efeito de Bruce. Esse efeito tem sido observado principalmente em roedores, onde o cheiro de urina masculina faz com que uma fêmea grávida aborte.
As descobertas podem explicar o alto índice de interrupção de gravidez em animais domésticos.
Os especialistas acreditam que esse comportamento sexual estranho pode ter evoluído por causa do risco de infanticídio visto em muitas espécies que vivem em grupos sociais machistas, nos quais os machos matam filhotes de outros machos em uma luta pela supremacia.
O estudo se baseou em um questionário respondido por criadores de cavalos. As respostas mostraram que as éguas acasaladas com “garanhões estrangeiros” (de outros estábulos) abortaram em quase um terço dos casos. Por outro lado, nenhuma das éguas acasaladas no seu próprio estábulo abortaram.
Também, as éguas eram mais propensas a ter gestações interrompidas quando os parceiros de acasalamento de seu estábulo ficavam em compartimentos adjacentes. Éguas que foram separadas dos machos e, portanto, fisicamente incapazes de disfarçar a paternidade de seu potro tinham mais chances de abortar.
Segundo os pesquisadores, a atitude da égua “impede” um “desperdício de energia” em produzir prole que provavelmente ela vai perder para o infanticídio.
A ideia de que animais domésticos podem adotar essa estratégia veio a partir do estudo do infanticídio nos primos dos cavalos selvagens, as zebras.
Para evitar a endogamia nas zebras em cativeiro, jardins zoológicos ocasionalmente introduzem um novo macho no rebanho. Essa prática aumenta a probabilidade de potros serem perdidos durante a gravidez.
Segundo outros estudos com zebras, se um novo macho for trazido para o rebanho para acasalar logo após uma fêmea ficar grávida, a chance do potro sobreviver é inferior a 5%. A sobrevivência aumenta para mais de 60% após o potro ter pelo menos um mês de idade.
Os cientistas acreditam que as zebras e cavalos domésticos têm evoluído “estratégias de aborto” similares. Eles pensam ser possível que as éguas “tomem a decisão” de encerrar sua própria gravidez.
Embora o mecanismo por trás dessa alta taxa de abortos equinos ainda não seja conhecido, os pesquisadores afirmam que o estudo tem uma mensagem muito prática para os criadores de cavalos: o transporte de éguas para o acasalamento ou inseminação artificial exige cuidado. Trazê-la de volta a um ambiente com machos é obviamente prejudicial, sendo provavelmente uma das principais causas do alto percentual de interrupção de gravidez em animais domésticos.

postado por http://hypescience.com

Marcelle Martins retorna ao Prado Carioca


após cumprir suspensão em polemica decisão da comissão de corridas do Jockey Club Brasileiro a Joqueta Marcelle Martins retorna as carreiras na segunda prova deste domingo montando a potranca Alpaca Oro e se constituindo uma das grandes atrações da tarde.

Ron The Greek com José Lezcano vence o Santa Anita Handicap

kes (G2).

Ron The Greek com José Lezcano foi o Grande Campeão do Santa Anita Handicap

CAPTIVATED (EQUAL STRIPES) COM JORGE RICARDO “UP” RETORNA COM VITÓRIA CONTUNDENTE NO HANDICAP RUNNER BOY NO ARGENTINO DE PALERMO


Com a eficiente direção do líder Jorge Ricardo, o representante das sedas do Rubio B, Captivated se impôs sobre Leonardo (Lasting Approval) de forma categórica no Handicap Runner Boy, sobre a distância de 1.400 metros na pista de areia disputado ontem (03/3) no circo parlemitano. Flag Frances (Flag Down) decepcionou produzindo um percurso sem ambições, finalizando na terceira colocação distante 8 corpos. Em quarto a vários corpos Baronete (Missionary).

O tramite mostrou a superioridade do filho de Equal Stripes, em seu retorno após a quinta colocação no Gran Premio Joaquin V. Gonzalez-G1 em El Bosque em novembro passado, quando após o vamos Ricardo acompanhou o vanguardeiro Baronete até a entrada da reta, quando tirado pelo meio da raia assumiu a dianteira dando cedo cifras definitivas a prova. Leonardo em atropelada no meio do direto tentou aproximação, contudo, apenas descontou a diferença do vencedor, sem direto a aparecer na película final.

Apresentando em forma exuberante por “Javi” Etchechoury, Captivated gastou percorrer as 14 quadras 1’20”20 no cronometro oficial do Argentino de Palermo, ficando a 1 décimo do recorde de Sardinero (1’20”19).

O descendente de Equal Stripes e Copa Máxima, por Farnesio, é de criação do Haras Abolengo e com esta vitória chega ao seu oitavo laurel em 24 apresentações públicas, acumulando $ 435.89 em recompensas.

Mário Rozano
Fotos: HAPSA

PIEDRA MORA (SIGNAL TAP) VENCE EM MAROÑAS O CLÁSICO EDUARDO A. PONS


Correspondendo ao amplo favoritismo que a imprensa e o público presente no circo maroñense na tarde de ontem (sábado 03/3) lhe confiou, à representante das cores do Stud Morotin venceu o Clásico Eduardo A. Pons, estruturado para fêmeas de 2 anos, sobre a distância de 1.200 metros na areia, derrotando por 2 ½ corpos a Lady Fund (Fund of Funds), sob a sóbria condução do piloto gaúcho Deividi Gaier. Em terceiro lugar arrematou Photoshop (Storm Warning) a 4¼ de diferença e fechando o quarteto Hecha a Mano (Molengão) distante.

Apresentada pelo trainer José A. Duarte, a castanha de criação de Luiz Fernando Cirne Lima, percorreu as 12 quadras no tempo de 1’10”97, passando por parciais de 22”80 e 46”18. O dividendo da escolhida no topo da apregoação final foi de $1,40 a vencedor.

A filha de Signal Tap (Fappiano) e Piedra Sola por Ghadeer c ompleta uma campanha de três apresentações com três impactos (dois clássicos), se mantendo invicta nas pistas. Acumula em premiações o total de $572.761.

Mário Rozano

Turfe Carioca em Pé de Guerra - Parte II


Foi dada a Largada em Edição extraordinária, por Jéssica Dannemann


Demonstrativo Gerencial 2011 e Rede Globo na litigância contra os cavalos

O confronto dos números, um verdadeiro exercício de frieza

Hoje o aluguel da Carta Patente representa menos de um terço do que o clube auferiu com os eventos destrambelhados que promove;

Até os parcos e despovoados camarotes contribuem com mais de um quarto do valor que o clube arrecada da banca internacional de apostas;

O simples “arredondamento” para baixo no cálculo dos rateios no JCB - aquilo que se retira compulsoriamente dos apostadores -, é quase o dobro do pagamento anual que faz a CODERE para poder apropriar-se do nosso MGA.

Repito isso, para ficar bem entendido pelos leitores:

Os apostadores no ato do recebimento de suas apostas vencedoras, na composição matemática do rateio final, pelos centavos que lhes são retirados do bolso para atingir o decimal, acabam contribuindo com quase duas vezes o que contribui o Simulcasting Internacional para com o Jockey Club Brasileiro.

Juram que entenderam? (eu até agora ainda não consegui)

Acreditem os sócios da ACPCPSI, e demais proprietários de cavalos, que o simples pagamento de “forfait” contribui com mais de 10% do que o clube recebe para ser canibalizado dentro da sua própria casa;

Mesmo sendo sabido que a palavra patrocínio é proibida no JCB, ainda assim, até essa pobre e abandonada rubrica, rendeu ao clube quase 20% do que rendeu a existência dos espanhóis por aqui a exportar o nosso dinheiro;

Dos quase 15 milhões que o JCB arrecadou com aluguel de lojas, nenhum centavo vem da seção dos espaços destinados gratuitamente à banca estrangeira de apostas;

Acreditem, os proprietários de cavalo, que até o valor cobrado pela inscrição de seus animais junto ao JCB no ano de 2011 (o que deveria ser igual a zero), é maior do que o valor que a CODERE pagou no mesmo período para explorar as apostas dentro do clube.

Apostas estas, que por sinal, quando os apostadores chutam pra fora, ou quando tiram faísca da trave, ou mesmo quando acertam em cheio o travessão, a bola vai parar dentro do bolso da comunidade européia.

transcrito do Site Raia Leve
http://www.raialeve.com.br/colunas/coluna.php?cod_cont=43487&&cod_colunista=13