Jeane Alves

Jeane Alves
Vitória de G 1 com Equitana

domingo, 24 de outubro de 2010

ALTER REAL, CAVALOS RAÇAS


Como o nome surge, a raça Alter-Real foi criada para servir à realeza. Além do porte majestoso, o cavalo ‘real’ devia ter índole e a movimentação ideais para a escola clássica de equitação.
Criação: A raça data de 1748, quando foi fundada pela dinastia de Bragança em Vila de Portel, no Alentejo, Portugal. Em 1756, o haras transferiu-se para Alter. A primeira coudelaria tinha 300 das mais finas éguas andaluzas levadas para Portugal da região de Jerez de la Frontera, o mais famoso centro espanhol de criação. Floresceu em Alter, fornecendo montarias para a corte. E a raça ficou conhecida graças às apresentações promovidas em Lisboa. No começo do século XIX, todavia, muitos dos cavalos se perderam ou foram roubados com o saque do haras pelas tropas napoleônicas do general Junot. Em 1934, outros desastres sobrevieram e culminaram com o fechamento dos estábulos reais. Uma reorganização chegou a ser ensaiada sob D. Maria Pia, no fim do século, com a introdução se sangue estrangeiro Inglês, Normando, Hanoveriano e, principalmente, Árabe. Os experimentos foram mal sucedidos e a raça quase se arruinou. Foi salva pela importação de cavalos Andaluzes. Os arquivos dos estábulos foram destruídos com o advento da república (1910), e só em 1932 o Ministério da Economia tomou a iniciativa de reconstituir a criação dos Alter-Reais.
Características: A despeito das vicissitudes por que a raça passou, o Alter moderno virtualmente Andaluz outra vez, sobrevive como um cavalo valente, de carácter físico peculiar e acção extravagante, vistoso, altamente apropriada à Haule Ecole (Alta Escola). Dele descendem os Mangalargas Paulista e mineiro, trazidos por D. João VI em 1807.
Influências: Espanhol: A grande coragem e o carácter próprio, inconfundível.
Altura: Entre 1,52 e 1,62m.
Cores: Marrom, Castanho, Alazão.
Usos: Sela, Desportos, Adestramento.

http://asterix-joana.blogspot.com



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SORRAIA, RAÇA DE CAVALOS



Acredita-se que os primeiros cavalos domesticados na Europa tenham sido os da Península Ibérica. Hoje descendentes desses equinos primevos, i.e., das raças fundadoras, ainda podem ser vistos tanto em Portugal como na Espanha. Entre eles estão os da raça chamada Sorraia, em muitos dos quais a cor e a conformação têm extraordinária semelhanças com as do Tarpan e com o mais refinado Garrano ou Milho, de raízes idênticas porém habitat mais para o norte, nos vales de Garrano do Milho e Trás-os-Montes.
Criação: O Sarraia vivia nos campos que ficam entre os rios Sor e Raia; e durante anos a famosa família d’Andrade conservou uma manada deles em estado selvagem. É de crer, e já foi dito que esses animais, depois de submetidos à poderosa influência dos cavalos Berberes da África do Norte, tenham contribuído para o renomeado cavalo Espanhol e, através do sangue difundido dessa estirpe, para uma variedade de raças diferentes.
Características: durante séculos, o Sorraia foi usado por vaqueiros locais e para o trabalho agrícola leve Não pode ter sido considerado, a esse tempo um espécime sobremodo atraente. Pois não obstante, e malgrado a cabeça pesada e a cauda caída, conservou ele todo o vigor dos seus antepassados selvagens.
Influências: Tarpan: Na raiz da raça, deu-lhe a excelência da compleição básica. Berbere: Melhorou os movimentos, aumentou-lhe o tamanho e acrescentou o carácter fogoso.
Altura: Varia entre 1,27 e 1,32m.
Cores: Cinza-Pardacento
Usos: Bravio, Leve Trabalho Agrícola

Desejada Duda deu Show no Octávio Dupont

Confirmando todas as expectativas do público apostador, Desejada Duda levou, de galope, o melhor páreo deste domingo, 24 de outubro, no Hipódromo da Gávea, o Clássico Octávio Dupont (L.). Com direção tranquila de Dalto Duarte e apresentada em plena forma física por Júlio César Sampaio, a defensora da Coudelaria Alvarenga Desejada assinalou 1m38s65 na milha do gramado.



Mantida na quarta posição até a grande curva, Desejada Duda foi arrancada por fora das demais e assumiu a terceira colocação. Quando pisaram o tiro direto, fácil, a pensionista do popular ‘Alemão’ assumiu a ponta e despediu as demais adversárias, vencendo em boa lei. Jardim Printemps, companheira de cocheira da vencedora e de propriedade do Turfman Álvaro Novis, titular do Stud Alvarenga e da farda vencedora, arrematou a dupla. União Fatal, Super Pipa e Perichole completaram o placar.

Pan de Azúcar e É da Hora não foram apresentadas. Em oito atuações, a filha de Gilded Time e Duda Desejada, cria do Stud Alvarenga, obteve a sétima conquista.




por Danielle Franca -
Foto: Davi Oliveira

Ed American vence a Prova Especial Profiissionais do Turfe


Ed American, potro de 3 anos, filho de First American, com boa vantagem de peso sobre o mais visado Belur, e leva melhor no disco da Prova Especial Profissionais do Turfe. Tomando a ponto a pulo de largada e sendo ultrapassado por Trem Bão, o pensionista de Luiz Carlos Soares correu em segundo até a entrada da reta, quando avançando, tomou a ponta. Belur que teve uma curva entreverada, surgir em forte atropelada, mas sem sucesso. Ao final, o defensor do Stud Marisa Star livrou pequena vantagem. O ganhador, que é de criação do Haras Di Cellius, e teve espetacular direção de Ivaldo Santana

Take The Money venceu a PE 29 de Outubro


A Prova Especial 29 de Outubro, foi vencida por Take The Money, um castanho de 4 anos filho de Bright Again em Official Glory, que em em final emocionante levou a melhor sobre Roberto Alberto. O pensionista de Carlos Guerreiro Tavares alcança a 4ª vitória de sua campanha, composta por 11 atuações. Logo após a largada com Verano e Roberto Alberto travando briga, na reta o favorito foi a ponta, mas recebeu o ataque em forte atropelada de Take The Money que é de criação do Haras Santa Maria de Araras e pertencente ao Stud Raça. O ganhador teve condução 10 de Jeane Alves

JOCKEY CLUB BRASILEIRO VERSUS ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA III


Carta aberta a Câmara Municipal da cidade do Rio de Janeiro

Ilustres Vereadoras e Vereadores da nossa cidade

Foi com muita esperança no futuro do JCB e, sobretudo na classe política, que recebi cópia do Projeto de Lei de número 734/2010, de autoria do ilustre Vereador Carlo Caiado, que propõe o Tombamento da área denominada Vilas Hípicas, que hoje se encontra em flagrante perigo, ameaçada de morte pela fome pretérita da especulação imobiliária.

Venho aqui, através dessa importante tribuna, apresentar uma exposição de motivos contrários a um desastroso projeto denominado “Boulevard” que está sendo arquitetado para tomar de assalto a moradia dos cavalos, destruindo uma instituição centenária, parte significativa da história da nossa cidade.

Porque sou contra essa barbaridade - O jogo dos dez erros

Sou contra, em primeiro lugar, porque ninguém, em sã consciência, poderia dispor das cocheiras de um clube hípico e ficar com o ônus das pistas e tribunas já tombadas, seria um contra-senso muito grande, um dos maiores escândalos que se poderia ter notícia. É como se alguém concordasse em vender a cozinha, ficando obrigado a manter o salão do restaurante. O “presidente” do JCB poderia ser comparado também a um padre, caso existisse um que convocasse os fiéis para anunciar a alienação do altar, jurando ser a única forma de salvar o cristianismo, como tenta defender o “presidente” do JCB.

Sou contra, em segundo lugar, porque seria um crime sem tamanho demolir um dos maiores sítios arquitetônicos da nossa cidade, projetado e desenhado ainda no final do século dezenove, completamente abandonado e desprotegido da fúria ruinosa dos tratores, e que hoje abriga os animais indispensáveis para a formação dos programas semanais do hipódromo, sem os quais a atividade de turfe padeceria subitamente.

Sou contra, em terceiro lugar, porque justamente colocaria em risco um segmento que gera mais de 15.000 empregos no Brasil, e que há muito tempo já apresentara resultados significativos para o país, sendo que recentemente um cavalo criado em terras brasileiras, defendendo as cores de um stud da cidade do Rio de Janeiro, ganhara o maior prêmio já ofertado no mundo em todos os tempos: Uma bolsa milionária de Dez Milhões de Dólares Norte Americanos!

Sou contra, em quarto lugar, porque esse projeto fatalmente destruiria a vida de centenas de profissionais do turfe que residem naquelas bucólicas Vilas Hípicas há mais de oitenta anos com suas famílias, trabalhando honestamente e torcendo apenas para que o clube encontre uma administração responsável para poder retornar aos seus dias de glória. Seria uma injustiça sem precedentes despejar todas essas pessoas que dedicaram as suas vidas por uma das atividades mais tradicionais da nossa cidade, um dos segmentos econômicos de maior destaque no mundo, entre as 12 economias dos Estados Unidos da América.

Sou contra, em quinto lugar, porque os moradores da zona sul da cidade do Rio de Janeiro, na confluência do já complicado acesso à Barra da Tijuca e demais bairros próximos ao clube, não suportam mais os engarrafamentos crescentes. Pelos números apresentados no desastroso projeto, milhares de automóveis estariam entrando e saindo de um lugar onde hoje, nem sequer um só cavalo os incomoda.

Sou contra em sexto lugar, porque ninguém, poderia abrir mão de uma das únicas áreas preservadas; um dos poucos pulmões existentes na zona sul da cidade, como é o caso do Jardim Botânico, do Parque Lages e do Parque da Cidade. As Vilas Hípicas, embora mal tratadas criminosa e propositalmente, são guarnecidas por árvores raras, num meio ambiente repleto de verde, composto de 124 mil metros quadrados.

Sou contra em sétimo lugar, porque para se aprovar um projeto com esse naipe de conflitos com as normas vigentes, exigiria uma intervenção radical na legislação de vários bairros, alterando zoneamentos e modificando o atual Plano Diretor da cidade, abrindo precedentes legais para que diversos outros empreendimentos comerciais fossem reivindicados e aprovados em outras áreas relevantes, colocando em perigo todos os bairros bucólicos da zona sul da cidade.

Sou contra em oitavo lugar, porque junto com as Vilas Hípicas, estaria sendo demolido de forma criminosa, o Hospital Octávio Dupont - referência internacional - que além da sua vital importância para a equideocultura brasileira, é um dos pilares para as universidades; tradicional expoente na formação da medicina veterinária no Estado do Rio de Janeiro.

Sou contra em nono lugar, Porque só o movimento de terra para implantar uma garagem subterrânea prevista para 2.500 automóveis, e a remoção de milhares de metros cúbicos advindos dos escombros das vilas, por si só, provocariam uma sujeira sem precedentes na história urbana da nossa cidade, exigindo um transito constante de milhares de caminhões basculantes, da Lagoa Rodrigo de Freitas à zona oeste, durante, pelo menos, seis anos de obras já anunciadas.

Sou contra, em décimo lugar, porque esse plano de demolir as cocheiras, blindado por um descabido acordo de confidencialidade, foi decidido sem nenhuma concorrência, sem que se conhecesse qualquer outra proposta financeira, nem sequer uma, das muitas, das dezenas, talvez centenas de construtoras e empreendedoras aptas a realizar esse projeto, espalhadas pelo Brasil afora, e que sequer foram consultadas.

Uma proposta indecente

Mesmo não sendo matéria do Poder Executivo, para que todos tenham uma noção do tamanho do absurdo, o “presidente” do clube aprovou uma equação em que o clube ficaria durante 45 anos (após a amortização dos custos da obra) com apenas 12,5% dos benefícios do seu próprio terreno, uma das áreas mais valorizadas do país, enquanto 87,5% dos lucros, mais de Cinco Bilhões de Reais, seriam entregues (de mão beijada) nas mãos de uma conhecida empreiteira nacional.

Um importante e decisivo apelo

Infelizmente o clube elegera um “presidente” que não possui nenhum vínculo com o turfe e tão pouco demonstra ter qualquer respeito pela cidade, produto que foi desse fenômeno da política moderna, algoz da democracia, que atende pelo nome de “transferência de votos”, e que aqui vem, dia a dia, se aproveitando de um Estatuto antigo para saciar a sede intolerante de um poder monocrático.

Esse mesmo dirigente luta, há mais de dois anos, aliado a uma empresa estrangeira do mundo do jogo (escolhida novamente sem qualquer disputa comercial) no sentido de obter aprovação em Brasília para instalação imediata de um mar de máquinas eletrônicas ao longo da Rua Jardim Botânico, tentando utilizar perversamente, a Carta Patente de propriedade do clube, descaracterizando a própria Lei do Turfe, promulgada para fomentar a criação de cavalos e não para financiar a guerra dos caça-níqueis.

Vivêssemos nós em uma República Federativa que não fosse uma ficção jurídica, não estaríamos hoje a mercê de uma barbaridade dessas, diante de um senhor chamado Luis Eduardo da Costa Carvalho, que pretende, num só golpe, transformar a nossa história, o bem estar de toda a vizinhança, e a vida de uma instituição centenária, num amontoado de paredes de concreto a serviço da ganância desenfreada do capitalismo.

Tombamento das Vilas Hípicas já!

Peço, portanto aos ilustres vereadores e vereadoras dessa nobre Casa de Leis, guardiã dos nossos direitos, que digam NÃO a esse ato covarde e especulativo, que investe contra a transparência; o bom senso; o patrimônio histórico; os milhares de empregos; as famílias dos profissionais; a mãe natureza; e também o ir e vir na imensa cercania do Hipódromo da Gávea, cartão postal da cidade do Rio de Janeiro.

Jéssica Dannemann, 23 anos, criadora e proprietária de cavalos de corrida

Artigo publicado na Revista Veja desta semana

JOÃO MOREIRA PERTO DE RECORD HISTÓRICO


Demorou um pouco mais do que o esperado, mas João Moreira finalmente igualou o recorde de Callow Noel do maior número de vitórias em uma única temporada no Hipódromode Kranji quando ele alcançou a 106 º vitória neste domingo.

Dubai Gold João Moreira

Após um periodo sem vitórias João Moreira vei para este domingo com muitas esperanças de vitórias e foi o que aconteceu com magnificas direções.
"Isso é algo que venho apontando para um tempo agora, mas a concorrência aqui é tão forte, que você realmente tem que trabalhar muito duro para obtê-lo", disse um satisfeito e aliviado Moreira.
"Eu tenho que admitir que tenho vindo a colocar pressão sobre mim mesmo, e como resultado eu não estava andando bem. Eu sabia que ia chegar lá, mas quanto mais tempo demorou, mais ansioso eu estava ficando.
"Eu disse a mim mesma que eu deveria voltar a concentrar e relaxar, e ir lá e montar cada uma corrida em um momento e não pensar muito sobre o registro.
"Quando eu não tinha os vencedores na sexta-feira, eu disse a mim mesma domingo seria o meu dia. Eu tive um sentimento bom, especialmente porque eu tinha um bons animais para estas corridas.
"Mas eu não teria conseguido isso sem o apoio dos treinadores e proprietários. No final do dia, eles fornecem os cavalos prontos para vencer e eu dou tudo de mim pelas vitórias e por isso estou muito agradecido ".


Anak Piasau João Moreira iguala o Record