Jeane Alves

Jeane Alves
Vitória de G 1 com Equitana

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Jockey Club Brasileiro e o Ibope



Que coisa, hein, Jacira?!

O IBOPE acaba de encerrar uma pesquisa no Jockey Club Brasileiro. Concluiu que a aprovação ao mandato do atual presidente, Luis Eduardo da Costa Carvalho é inexpressiva.

Tão inexpressiva que o percentual dos sócios que acham que o clube não melhorou nada ou piorou muito no atual mandato chega a 79% dos entrevistados


ANNA RAMALHO

Jaqueline Roriz escapa

Deputada mantém o mandato com "folga", mesmo após aparecer em vídeo recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM de Brasília. Foto: Valter Campanato/ABr
Sob vaias e aplausos no plenário da Câmara dos Deputados, Jaqueline Roriz (PMN-DF) escapou com “folga” da cassação na noite desta terça-feira 30. Foram 166 votos favoráveis a perda do mandato da deputada distrital, 265 contra e 20 abstenções.

Para a cassação, recomendada pelo Conselho de Ética, eram necessários ao menos 257 votos do total de 513 deputados, protegidos pelo sigilo da votação.

Em 2006, Roriz foi filmada recebendo dinheiro de Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal e delator do mensalão do DEM, escândalo que derrubou o então governador José Roberto Arruda. Pouco depois, ela admitiu que a quantia seria usada no caixa dois de campanha.

No entanto, a deputada alegou em sua defesa que o ato havia ocorrido antes de sua eleição e, portanto, não poderia ser cassada pelo mesmo.

No plenário, Jaqueline criticou a ação da mídia no caso e a decisão do Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, de apresentar um parecer pela abertura de uma ação penal contra ela sem ouví-la.

Jaqueline Roriz é filha do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, que em 2007 renunciou ao cargo de senador por suspeitas de irregularidades.

Redação Carta Capital

Mais uma vez Nozze Di Fígaro!


Mais uma vez Nozze Di Fígaro!

Demonstrando mais uma vez uma grande superioridade, Nozze Di Fígaro chegou,ontem(07/09) a seu quarto triunfo clássico, após sua vitória no GP Professor Nova Monteiro (G3), destinado a produtos de três anos e mais idade.

Acompanhando o ritmo acelerado na quarta colocação na primeira parte da prova, Nozze Di Fígaro começou a “sobrar” na companhia, partindo para briga nos últimos 1.400 metros de páreo. Henderson Fernandes, mostrando confiança em sua pilotada, fez questão e assumiu a dianteira da carreira, trazendo junto o competidor Stockholder. No meio da reta final, a pensionista de Eduardo Garcia começou a se desvencilhar, cruzando o disco com vários corpos de vantagem.

Em sua primeira atuação nos 2.100 metros, Stockholder (Haras São José da Serra) mostrou qualidade e formou a dupla. Tiro de Guerra (Stud TNT) chegou a estar em segundo, mas teve que se contentar com o terceiro posto. Talk Show (Stud Dona Lúcia) Idôneo (Haras São José dos Bastiões), este, bastante afastado, fecharam o placar.

Filha de First American e Italiana In Algeri, por Candy Stripes, Nozze Di Fígaro chegou a sua oitava vitória, quarta clássica, em 29 apresentação. A castanha é de criação e propriedade do Haras Tributo À Ópera e marcou 2m15s85, na pista de areia.

UMA VOLTA PELO PASSADO


Zirbo

No dia 07 de setembro de 1981, o castanho “PASSEUR” enfrentou outros treze participantes na disputa do GP Protetora do Turfe, e sob o comando de L.Fontoura sagrou-se campeão da competição. Criado pelo senhor Carlos Eugênio da Fontoura e de propriedade de Eloy Milton Frantz, o pupilo de Odilo Machado, deixou a cinco corpos o excelente Snow Scotch, este pilotado por A.Collares. Polyorin (R.Souza), Angriff (S.Rodrigues) e Artemus (W.Padilha) completaram o placar remunerado. Neste mesmo dia “ZIRBO” venceu uma prova na distância de 1200 metros em pista de grama, ele que sessenta e nove dias depois, viria a superar o craque Clackson e conquistar o GP Bento Gonçalves sob a condução do mestre M.Silveira.

Empresas do mensalão do DEM terão de devolver R$ 241 mi

A Justiça do Distrito Federal condenou seis empresas a devolver aos cofres públicos R$ 240,8 milhões por contratos firmados sem licitação no esquema que originou o mensalão do DEM, informa reportagem de Filipe Coutinho, publicada na Folha desta quinta-feira (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

A decisão, de 24 de agosto, é a primeira envolvendo valor como esse no caso de empresas suspeitas no escândalo que levou à prisão o ex-governador do DF José Roberto Arruda.

O suposto esquema, denunciado por um secretário do governo do DF, tratava-se de pagamento de propina de empresários a integrantes do governo.

Ficou célebre pelos vídeos que mostraram Arruda e outros envolvidos recebendo pacotes de dinheiro em seus gabinetes.

Na última terça-feira (6), o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse que há provas contra todos os envolvidos no caso. Ele disse ainda que não há uma data para oferecer denúncia.

No entanto, Gurgel disse esperar que antes da disputa eleitoral ao governo do DF, em 2014, o caso terá um desfecho no Ministério Público.

Leia a reportagem completa na edição desta quinta-feira da Folha, que já está nas bancas.

Esclarecimentos finais, por Eduardo Buffara

O sr. Milton Lodi, pessoa ilustre, de grande tradição e importância no turfe nacional, é merecedor de todo respeito, mas parece nutrir uma inexplicável raiva do turfe paranaense. Tal sentimento é um direito que possui, mas, como se verá, não cabe me acusar de estar invertendo e misturando os assuntos.

Indo diretamente ao ponto, repito o que sr. Milton Lodi escreveu “...a enorme distância técnica entre os dois clubes da primeira faixa e os dois da segunda facilita a questão. No Paraná e no Rio Grande do Sul os seus G.G.P.P. Paraná e Bento Gonçalves são disputados e vencidos por cavalos que na Gávea e/ou Cidade Jardim são de padrão “4 anos com duas ou três vitórias”, no máximo corredores de “pesos especiais...”

O texto é claro: menciona a distância técnica do turfe paranaense (e gaúcho) perante o paulista e o carioca, e a fragilidade dos campos dos GP Paraná (e Bento Gonçalves). Em minha “réplica”, como diz o sr. Milton, procurei demonstrar com números e nomes que a distancia técnica não é assim tão enorme, haja vista líderes nacionais em treinamento aqui, inclusive nas 2 últimas gerações como em inúmeras outras, e os extremamente freqüentes êxitos de cavalos oriundos das disputas do Tarumã em clássicos de Grupo 1 no eixo Rio-São Paulo.

Sempre no escopo do assunto, a seguir relacionei ganhadores (e perdedores) do GP Paraná, exemplificando que na história desta prova figuram dezenas de grandes corredores, inclusive ganhadores dos GGPP Brasil, São Paulo, Derbies Paulista e Carioca, Pellegrini, e de outras grandes provas de Grupo 1. Afirmar que o GP Paraná é “fraco” porque nele não participaram grandes campeões num determinado ano é analisar sessenta e oito disputas com a amostragem de apenas uma. E justamente quando o sr. Milton lança mão deste expediente ao focar no ano de 2010, incorre em erros: disputaram o GP Paraná ano passado 2010 Jeca (ganhador de Grupo, 2º no GP São Paulo, 3º no GP Brasil e que deve disputar o GP Paraná novamente este ano), Tatamovitch (ganhador de Grupo), Quanto Mais (ganhador de Grupo), Uno Campione (ganhador de Grupo, correu o GP São Paulo), Nozze di Fígaro (possivelmente o melhor animal de areia da Gávea, múltipla ganhadora clássica), Haraquiri (2º em G2, correu o GP Brasil), Brilhante Mineral (2º em G1), entre outros. Com efeito, e contrariando o sr. Lodi, o GP Paraná, pelo menos até onde se pode pesquisar no Stud Book Brasileiro, nunca em 68 anos foi vencido por um animal de “4 anos/2 vitórias” (que dirá um de “4 anos/1 vitória...).

Comparar o numero de ganhadores de G1 atuando no GP Paraná 2010 com os dos GPs Brasil e São Paulo para justificar um rebaixamento (que, aliás, a quem interessaria?) é um argumento ao mesmo tempo tendencioso (o Paraná só tem 1 prova de G1, contra 12 ou 15 de SP e Rio, e são apenas 2 provas de G1 de areia em todo o País, contra cerca de 20 na grama) e perigoso: que tal se amanhã o mundo resolve equalizar as provas de Grupo baseados no premio? Que seria dos “G1” brasileiros dotados de US$ 21.000?

Gostaria de esclarecer que eu não defendi o Paraná mencionando os animais somente aqui nascidos, como Much Better e Sandpit, que por sinal nem aparecem em meu artigo. Isto sim seria misturar os tópicos e fugir do assunto. Frisei os animais que aqui correram e correm, o que serviu exatamente para contestar a alegada “falta de qualidade técnica” que é o mote da discussão.

É chato reprisar, mas o sr. Milton não consegue explicar como é que corridas “de padrão sofrível” como as que ele entende que são disputadas no Tarumã revelam animais como Thignon Boy, Gorylla, Too Friendly, Roxinho, Jeca, Sorrentino, Una Beleza, Eyjur, Setembro Chove, Jeton de Luxo, Vacilação, Itaquere Power, Skypilot, Valiantness, Byzantium, Neleo, Crystal Day e outros – todos corridos no Tarumã e todos ganhadores de Grupo 1 no Rio e em São Paulo. Ou ainda: porque é que uma prova tão desqualificada como o GP Paraná-Grupo 1, teve 7 dos últimos 12 ganhadores exportados? Ei-los: Jaburu Vip, Mr. Nedawi, Tango Uno, Baccarat, Mr. Pleasantfar (ganhador de G2 nos USA), Jack Grandi e Innamorato.

O sr. Milton repentinamente introduz na discussão aspectos políticos, eleitoreiros, criacionais, administrativos e até insinua que o nosso turfe produz “notícias não confiáveis” (?). E depois sou eu que “inverto e misturo assuntos”?

Nesta última ocasião, o sr. Lodi ofende o Jockey Club e o turfe do Paraná chamando o Tarumã repetidas vezes de “Centro de Treinamento”. Centros de Treinamento não promovem corridas há quase 150 anos. Centros de Treinamento não exportam animais. Centros de Treinamento não captam apostas. Há no Jockey Club do Paraná muitos turfistas, criadores, proprietários e profissionais atuantes (e não apenas aqui, mas em São Paulo, Rio, Porto Alegre e no exterior). Todos nós também merecemos respeito.

No mesmo texto, o sr. Milton diz que o Paraná “não atravessa ótimo momento no setor criacional”. É lamentável, mas ele está mal informado. Timeo, Alta Vista, Jeca, In Chatillon, Conclusivo, Berlino di Tiger, É do Iguassú, Heathrow, Vale da Lua, Perichole, Anakin, Another Xhow, Boycott, Eakins, Relento, Boby di Job (estes 2 no Uruguai), Glória de Campeão... São todos frutos deste momento, que, salvo melhor juízo, observa-se estar longe de ser ruim.

Também é dito que agora o Paraná assiste a uma “substituição, em parte, de garanhões dependentes de drogas”. O que significará esta misteriosa sentença, igualmente fora do contexto inicial? Soa como mais um ataque enviesado à criação americana, que o sr. Lodi tambem abomina, mas que – e eis novamente aqui os fatos para contrariá-lo – revelou ao mundo maravilhas como Storm Cat (e seu filho Giant´s Causeway), Danzig (e seu filho Danehill), Sadlers Wells, Mr. Prospector, Secretariat, Mill Reef, Seattle Slew, ou, no nosso País, Wild Event, Roi Normand, Spend a Buck, Royal Academy, Tumble Lark, Earldom, Roy...

De toda forma, e sempre me atendo ao foco inicial, se a entidade máxima do nosso turfe, a ABCPCC, entendesse que o GP Paraná não era merecedor da graduação máxima, haveria de rebaixá-lo. Não seriam as razões do sr. Lodi e muito menos as minhas que manteriam ou não o “G1” da prova. E, democraticamente, se ela assim permanece, isto deveria dirimir todas as dúvidas.

Finalmente, e para não dizer que não falei de flores, surge do sr. Milton um dado muito positivo: se o estado do Paraná inteiro dispõe somente de metade das éguas que possui o município de Bagé, onde sabemos que se concentram os mais valiosos garanhões e éguas, e os mais abastados criadores brasileiros, e, em que pese tal (e, esta sim, enorme) distancia técnica os animais paranaenses seguem ganhando clássicos e liderando gerações em todo o Brasil e lá fora (2 dos 3 últimos brasileiros que venceram o Pellegrini e o único que venceu a Dubai World Cup são paranaenses), é sinal que nossa criação, assim como nosso turfe, são na verdade exatamente o oposto do que acredita o sr. Milton Lodi.

SIPHON



MACHO, CASTANHO, 2/11/1991

CAMPANHA

4(3) Apresentações (4 Cidade Jardim)
4(3) Vitórias (4 Cidade Jardim)

01 GRANDE PREMIO JULIANO MARTINS, G1, Cidade Jardim, 12/06/1994, 1500, GL
01 GRANDE PREMIO PRES. ANTONIO CORRÊA BARBOSA, G2, Cidade Jardim, 22/10/1994, 2200, AL
01 GRANDE PREMIO PRES. JOSÉ DE SOUZA QUEIROZ, G3, Cidade Jardim, 17/04/1994, 1400, AL
01 PREMIO GASTADORA 1985, Cidade Jardim, 02/04/1994, 1400, AL

In North America

At 4 Won Sport Page Handicap [G3] ($123,600, BEL)
At 4 2nd Ancient Title Breeders' Cup Hcp. [G3] ($99,150, SA)
At 5 Won Hollywood Gold Cup Handicap [G1] ($1,000,000, HOL)
At 5 Won Mervyn Leroy Handicap [G2] ($100,450, HOL)
At 5 Won Bay Meadows Express Handicap [L] ($55,000, BM) $100,000
At 5 Won Bates Motel Handicap [OR] ($42,850, SA) $70,850
At 5 2nd Palos Verdes Handicap [G3] ($215,000, SA)
At 5 3rd Pacific Classic S. [G1] ($1,000,000, DMR)
At 6 Won Santa Anita Handicap [G1] ($1,000,000, SA)
At 6 2nd Hollywood Gold Cup S. [G1] ($1,000,000, HOL)
At 6 2nd Pacific Classic S. [G1] ($1,000,000, DMR)
At 6 2nd Dubai World Cup (UAE)


PEDIGREE

SHANTUNG(FR), CAS, 1956
FELICIO (FR), CAS, 1965 ——+
| FIGHTING EDIE(GB), CAS, 1956
ITAJARA, CAS, 1983 ——+
| FALKLAND (GB), CAS, 1968
APPLE HONEY, CAS, 1975 ——+
IRISH SONG, ALA, 1964

SIDERAL(ARG), CAS, 1948
KUBLAI KHAN (ARG), ALA, 1968 ——+
| FANTASISTA (ARG), ALA, 1959
EBREA, ALA, 1979 ——+
| SVENGALI, CAS, 1953
RESELA, CAS, 1971 ——+
ERIDAN, ALA, 1961