Jeane Alves

Jeane Alves
Vitória de G 1 com Equitana

segunda-feira, 21 de março de 2011

Doda Miranda conquista etapa de abertura do Global Champions Tour



O cavaleiro brasileiro Doda Miranda conquistou neste sábado a etapa de abertura do Global Champions Tour, em Doha. Montando AD Ashleigh Drossel Dan, o brasileiro foi o único a completar os três percursos, com obstáculos de 1,60m, sem faltas e anotou o tempo de 42s53 para ficar com o título.

A segunda colocação da etapa de Doha ficou com o conjunto suíço Piu Schwizer/Carlina, logo à frente do alemão Meredith Michaels-Beerbaum/Shutterfly.

"Foi realmente uma vitória incrível e ganhar logo na abertura do GCT, me deixa muito feliz e animado para a temporada. O GP estava super difícil e consegui fazer uma grande prova. A Meredith até comentou que há muito tempo alguém não colocava uma pressão tão grande no tempo numa prova deste nível", comemorou Doda.


"O Ashleigh Drossel Dan está numa grande forma e dos cinco GPs que fizemos este ano, vencemos três", ressaltou o brasileiro.

O Global Champions Tour é considerado a Fórmula 1 do hipismo e terá mais nove etapas durante a temporada: Valência, Hamburgo, Cannes, Monte Carlo, Estoril, Chantilly, Valkenswaard, Rio de Janeiro e Abu Dhabi.

domingo, 20 de março de 2011

IÊMEN, MASSACRE DE MANIFESTANTES FAZ GOVERNO DECLETAR ESTADO DE EMERGÊNCIA

Iêmen declara estado de emergência após massacre em protesto

SANAA (Reuters) - O presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, declarou estado de emergência no país na sexta-feira, depois que ao menos 25 manifestantes morreram em um protesto antigoverno, dizendo que grupos armados -- e não a polícia -- eram responsáveis pela violência.

Fontes médicas e testemunhas contaram à Reuters que as forças de segurança iemenitas e atiradores não identificados abriram fogo contra a multidão após as orações muçulmanas na capital do país, Sanaa.

O Ministério do Interior informa que o número de mortes é 25, mas médicos disseram que 42 morreram e ao menos 300 ficaram feridos.

O presidente, que se esforça para manter no poder o governo de 32 anos, negou que a polícia seja culpada e disse que as mortes aconteceram durante confrontos entre os manifestantes.

Ele declarou estado de emergência, dizendo que isso significa que os cidadãos comuns não poderão portar armas.

O Iêmen, que abriga uma célula ativa da Al Qaeda, é o segundo país da região a anunciar estado de emergência esta semana. Na terça-feira, o Barein instituiu a lei marcial, seguida por uma grande repressão aos manifestantes.

Não estava claro de imediato, porém, se Saleh tem o poder militar para impor uma ordem como essa. O país da Península Arábica está profundamente dividido e abalado por semanas de agitação civil que provocaram mais de 70 mortes.

As testemunhas contaram que as forças de segurança inicialmente dispararam para o alto na sexta-feira a fim de impedir que os manifestantes antigoverno marchassem fora de um acampamento na frente da Universidade de Sanaa, que se tornou o epicentro do movimento de protesto.

Depois dos disparos iniciais, o tiroteio continuou e o número aumentou. Não estava claro quem foi o responsável pelas mortes. As testemunhas dizem que aparentemente os disparos vinham de diferentes direções.

"A polícia não estava presente e não abriu fogo. Os confrontos aconteceram entre cidadãos e manifestantes", disse Saleh numa entrevista coletiva. "Está claro que há elementos armados entre os manifestantes."

Os Estados Unidos, que há muito tempo consideram Saleh um baluarte contra a Al Qaeda, condenaram a violência e reiteraram seu pedido por um fim negociado à crise política.

"A violência precisa acabar, é preciso buscar negociações a fim de chegar a uma solução política", disse a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, a jornalistas depois de se reunir com o vice-primeiro-ministro da Irlanda em Washington.

Depois das mortes, porém, a oposição no Iêmen disse que não é possível negociar com o governo de Saleh.

"Nós condenamos esses crimes", disse Yassin Noman, presidente rotativo do grupo de oposição do Iêmen.

Timeo vence o Grande Premio Arthur da Costa e Silva


Brilhante vitória de Timeo marcou o GP Presidente Arthur da Costa e Silva (G3), principal atração da reunião deste domingo, no Hipódromo Brasileiro. Contanto com o preparo do ‘especialista em provas de distância’ Dulcino Guignoni e dirigido com perfeição por Marcos Mazini, o castanho 4 anos cobriu os dois quilômetros do gramado leve na marca de 2m01s07

Mantido na quarta posição em boa parte do percurso, Timeo assistiu de perto o train imposto por Top Art, Beautiful Black e Desejado Sun. Antes da grande curva, Mazini já procurou seu pilotado, que em rápidos galões assumiu a segunda posição. Ao pisarem o tiro direto, Timeo juntou-se ao ponteiro, que ainda era Top Art, tendo Beautiful Black, Desejado Sun e Lewis, este um pouco mais perto do pelotão, tentanto não perder o contato com o páreo.

Demonstrando todo seu potencial e impondo sua categoria, Timeo não teve dificuldades em assumir a vanguarda, e só parou depois do disco de chegada, aparando com sobras as investidas de Beautiful Black, que formou a dupla. Top Art, Lewis e Desejado Sun compeltaram o placar da prova que foi disputada no oitavo páreo. Imperador Voltou e Grapette Repete fizeram forfait.

Timeo, um filho de First American e The Sand, criado pelo modelar Haras São José da Serra, obteve a quarta vitória em 14 apresentações.

Após a premiação, Guignoni comentou que ainda não definiu se seu pensionista correrá a preparatória para o GP São Paulo (G1) ou se seu pensionista será inscrito direto na prova máxima paulista, que acontece em maio, no Hipódromo de Cidade Jardim.

“Ainda vou conversar com os proprietários para estudar as possibilidades de inscrição. Mas estou feliz pela vitória. Ele mostrou tudo que sabe e correspondeu as expectativas. Achei que daria para formar a dupla, mas Top Art não correu como o esperado”, explicou o vitorioso profissional.



por Danielle Franca - Fotos: Davi Oliveira

Jockey Club de São Paulo, alterações nas apostas a partir do dia 24/04/2011 - quinta-feira

Confira as alterações nas apostas a partir do dia 24/04/2011 - quinta-feira

Informamos as seguintes alterações válidas a partir do dia 24/04/2011 – Quinta Feira

Redução de retiradas:

Vencedor: de 30% para 27%

Placê: de 26% para 24%

No 1º páreo das corridas de Cidade jardim, a retirada de vencedor será de 20%

Inversões:

Fast-6: inversão R$ 2,50 (mínimo por bilhete R$ 5,00)

Pick-8: inversão R$ 2,50 (mínimo por bilhete R$ 5,00)

Fica cancelado o pagamento do bônus de 20% da poule de vencedor do 1º páreo.

Ficam cancelados o Betting-5 e o Pick-8 dos Hipódromos da Gávea e Cristal.

A partir deste Sábado (26/03) as corridas de Cidade Jardim terão início às 15 horas nos finais de semana.

A Diretoria

Bamerindus, credores começam a receber R$ 4,3 Bilhões

Credores do Bamerindus começam a receber R$ 4,3 bi

Depois de 14 anos de brigas na Justiça, o antigo Bamerindus finalmente vai abrir a carteira e começa a pagar R$ 4,3 bilhões em dívidas nesta segunda-feira (14). O banco, em processo de liquidação, deve ao todo cerca de R$ 10 bilhões. Tem hoje metade desse valor em caixa e vai usar quase tudo para pagar parte das dívidas com seus maiores credores.

Entre os que vão receber primeiro estão a Caixa Econômica Federal, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). A dívida dos três, somada, atinge R$ 5,7 bilhões. Mas, neste momento, eles vão receber 25% do total.

Os outros dois grandes credores, o Banco Central e o Tesouro Nacional, não recebem agora, mas ficarão com os recursos à disposição. Isso porque o Tesouro ainda discute o valor de seu débito, algo em torno de R$ 400 milhões, enquanto o BC, que aceitou receber seus R$ 2,4 bilhões de forma parcelada, ainda precisa homologar oficialmente tal decisão. Fora os grandes, todos os credores com dívidas na casa dos R$ 50 mil também receberão a partir de segunda-feira.

O início dos pagamentos é o primeiro passo para levantar a liquidação do Bamerindus, emperrada há anos por ações na Justiça. Terceiro maior banco privado do País, ele era controlado por José Eduardo de Andrade Vieira, ex-senador e ministro nos governos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso.

O processo é conduzido pelo FGC, que é o maior credor do Bamerindus. Criado pelo sistema financeiro para garantir o depósito de clientes de bancos quebrados, o fundo destravou o processo de liquidação por meio de um acordo com os acionistas minoritários do banco.

Pelo acerto, o FGC vai comprar as ações dos sócios minoritários do Bamerindus, operação estimada em R$ 50 milhões. Em troca, os acionistas minoritários vão retirar seus processos na Justiça, o que permitirá o desbloqueio de ativos que vão a leilão para fazer os próximos pagamentos a credores.

Alguns membros da família Andrade Vieira estão dentro do acordo. Com José Eduardo, o ex-controlador, foi feito um acerto diferente. Ele também vai abrir mão dos processos contra a intervenção no Bamerindus, mas seu interesse é colaborar com o encerramento do processo para desbloquear seus bens, de sua família e de antigos diretores do banco, indisponíveis desde a intervenção. Se, quando o processo chegar ao fim, sobrar algum dinheiro depois que todos os credores forem pagos, Andrade Vieira poderá recebê-lo.

Quebra. Como outros grandes bancos de seu tempo, entre eles o Nacional e o Econômico, o Bamerindus não conseguiu se adaptar aos padrões de uma economia sem inflação, na segunda metade dos anos 90.

Em 1997, com um buraco bilionário nas contas, sofreu intervenção do BC. Na época, o Bamerindus foi incluído no Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer), criado pelo governo para financiar os bancos saudáveis que comprassem os concorrentes quebrados. Os ativos bons do Bamerindus foram vendidos ao britânico HSBC, pelo valor simbólico de R$ 1. Os empréstimos que o banco tinha para receber e os imóveis viraram massa falida.

Os R$ 5 bilhões que o Bamerindus tem hoje em caixa são resultado da cobrança das dívidas que ficaram na massa falida. Depois do primeiro pagamento, os liquidantes do Bamerindus colocarão imóveis e créditos tributários à venda na tentativa de levantar pelo menos parte dos R$ 5 bilhões que faltam para liquidar o passivo e assim enterrar de vez o Bamerindus.

Trombose Venosa - Parte 3

Fatores de Risco

Quem Pode Desenvolver a Doença

A Trombose Venosa Profunda, hospitalar ou extra-hospitalar, ocorre com mais freqüência em pessoas portadoras de determinadas condições que podem facilitar a formação de coágulos no interior das veias das pernas - condições predisponentes. São elas:

- idade avançada;
- impossibilidade ou dificuldade de andar ou se movimentar normalmente;
- obesidade;
- presença de varizes grossas nas pernas;
- período pós-operatório;
- fase final da gestação e pós-parto;
- uso de anticoncepcionais orais e terapia de reposição hormonal;
- presença de insuficiência cardíaca;
- presença de doença maligna (câncer) em atividade;
- história anterior de outra trombose venosa;
- indivíduos com anormalidade genética do sistema de coagulação (trombofilia);
- tabagismo.

Gualicho o Grande Campeão


Gualicho com os irmãos Almeida Prado e o jóquei Olavo Rosa


Para muitos, o argentino Gualicho, um filho de The Druid e Golconda, por Congreve, defensor das cores cinza e verde em listras horizontais do Stud Almeida Prado & Assumpção, foi o melhor cavalo com campanha feita no Brasil em todos os tempos.

E o seu fantástico histórico, com dois preciosos bicampeonatos nos GGPP São Paulo (prova que será corrida na próxima semana em Cidade Jardim) e Brasil (único a alcançar tão extraordinário resultado), é uma prova mais do que cabal disso. Para completar, em 1952, data das primeiras vitórias, ele bateu o record dos 3 mil metros nos dois hipódromos (sendo que o paulista continua até hoje).

Muitos diriam que uma foto dele sendo trazido por seus proprietários, os irmãos Almeida Prado, com Olavo Rosa up, após uma de suas grandíssimas vitórias, é muito mais do que uma simples preciosidade. E eles não deixariam de estar com razão.

O fenômeno, com o famoso ponto de interrogação em sua frente, sempre esteve acima de adjetivos que, diante ele, ficavam e até hoje ficam, pobres.

A honra de ter Gualicho (sempre treinado por Manoel Branco) nas páginas do site, não pode ser medida. Aos que o viram correr, uma lembrança maravilhosa. Aos que não o viram (ou nunca ouviram falar - mas se forem turfistas de verdade devem ter ouvido obrigatoriamente), esse nosso presente.

Aliás, muitos dizem que o famoso Manoel Francisco dos Santos, o Mané Garrincha recebeu este apelido não, como muitos falam, pelos passarinhos (que ele adorava) da região onde nasceu, foi criado e começou a jogar até vir para o Botafogo, lá em Pau-Grande. Mas sim por causa deste nosso Gualicho, que brilhava intensamente nesta época em que o turfe não se limitava aos hipódromos. Por causa do som do nome. Como dizem os italianos, si non e vero (e não deve ser embora muitos historiadores digam que sim), e ben trovato.

Vamos ficar então com as duas explicações. Tanto Gualicho quanto Garrincha merecem.

copiado de Raia Leve - http://raialeve.com.br&&cod_secao=24&&mes=05&&ano=2010
foto http://www.turfebrasil.not.br