Jeane Alves
Vitória de G 1 com Equitana
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Raia Leve lança seu primeiro Concurso de Prognósticos

Raia Leve lança seu primeiro Concurso de Prognósticos
À pedidos dos leitores, o Raia Leve está colocando no ar, hoje, o esperado Concurso de Prognósticos, que vai abordar as corridas da Gávea e Cidade Jardim.
Pedimos que, nesta primeira fase, todas as dúvidas e/ou dificuldades que surgirem sejam informadas pelo e-mail raialeve@raialeve.com.br.
A patir de agora, estamos disponibilizando o cadastramento dos participantes. Na próxima semana, a partir de quinta-feira, dia 11 de Novembro, estaremos abrindo o concurso para inclusão das indicações.
Clique no banner na parte superior do site, se cadastrem e boa sorte a todos !
Regulamento do Concurso de Prognósticos Raia Leve
1) O Concurso de Prognósticos - RAIA LEVE, terá a duração de 30 (trinta) dias, sendo renovado, automaticamente, por igual período, ao final de cada etapa.
1.1) O Concurso terá inicio no dia 11 de novembro de 2010 e fim, assim como todas as outras etapas, ao final do bloco de reuniões da semana em que completar o 30º dia.
1.2) O inicio da etapa subseqüente se dará na primeira reunião após o fim da etapa anterior.
2) Os participantes serão aqueles que se cadastrarem regularmente por meio do site RAIA LEVE (www.raialeve.com.br).
2.1) Os participantes receberão login e senha e deverão cuidar para que deles não se esqueçam ou divulguem a terceiros.
2.2) Os participante poderão se cadastrar a qualquer tempo. Entretanto, iniciará no Concurso na fase em que este se encontra, não tendo direito a pontuações anteriores.
3) Os participantes deverão indicar, por páreo, o numero a que concorrerá, sendo apenas um número para Gávea e outro para Cidade Jardim.
3.1) Não haverá indicações de suplentes ou para a mudança de raia.
3.2) Em caso de indicação de numero correspondente à parelha, não é necessário especificar qual o animal seria o indicado.
4) Os prognósticos deverão ser preenchidos diretamente pelos participantes no site www.raialeve.com.br até 1 (uma) hora antes do primeiro páreo da respectiva reunião, seja na Gávea ou Cidade Jardim.
4.1) É facultado ao participante preencher antecipadamente os prognósticos.
5) Em caso de retirada do animal indicado, o participante respectivo será representado pelo terceiro favorito.
5.1) Entende-se como animal retirado, aquele cujo o forfait seja declarado após o prazo de encerramento das indicações.
6) A indicação de um animal cujo forfait já é conhecido antes do prazo de encerramento das indicações, impede o participante de pontuar naquela prova.
7) A pontuação será a seguinte:
1º 10 pontos
2º 5 pontos
3º 3 pontos
4º 1 ponto
7.1) Será concedido um bônus de 5 (cinco) pontos ao participante cujo o animal indicado àquela prova tiver seu rateio oficial, de vencedor, superior a R$ 10,00 para cada real apostado.
7.2) O Bônus supracitado é válido somente em caso de vitória do animal indicado.
8) Em caso de empate, a pontuação será atribuída em sua totalidade ao participante, ficando a posição imediatamente posterior sem pontuação.
9) A cada reunião será divulgada a pontuação referente àquela, bem como a pontuação acumulada da respectiva etapa.
9.1) Ao final dos trinta dias, será divulgada a pontuação da etapa, bem como a pontuação acumulada das etapas.
10) O Vencedor da etapa mensal fará jus a um vale-poule no valor de R$ 200,00
11) Os participantes deste Concurso autorizam que as indicações e apurações sejam divulgadas por meio do site RAIA LEVE (www.raialeve.com.br) ou de qualquer outra forma que o site RAIA LEVE entender conveniente.
Redação Raia Leve
JOCKEY CLUB DE PELOTAS, REABERTURA NO

Após período de não promover corridas, já que o Ministério da Agricultura tomou medida disciplinar quanto ao não cumprimento de obrigações legais, o Jockey Club de Pelotas recebeu nova carta-patente, habilitando-o a voltar as suas atividades turfísticas.
Entre as várias irregularidades, já todas sanadas, estavam a outorga do direito de vender apostas a não habilitado, e a não existência de boxes de isolamento.
A cidade de Pelotas sentiu o golpe, o Jockey Club local é antigo, tradicional, faz parte da vida e da cultura.
Os meios de comunicação reclamaram, fizeram reportagens, mas o clube teve que parar até que fossem atendidas todas as justas exigências.
Agora tudo voltou ao normal em Pelotas, para satisfação geral.
Que isso sirva de lição e incentivo aos outros clubes que perderam as suas cartas-patentes, e que desejam voltar a funcionar.
É uma pena que um dos maiores beneméritos do turfe pelotense. Humberto Ceciliano Luzzardi, não tenha tido oportunidade de presenciar a nova era do seu amado clube.
Naturalmente virão reformulações, e com certeza dois nomes deverão constar da nova programação clássica, quais sejam, o de Zeferino Costa Filho, fundador e sócio Nº 1, e do benemérito Humberto Ceciliano Luzzardi.
Só no Rio Grande do Sul há cerca de dez Jockeys Clubes parados, por terem perdido as suas cartas-patentes, que são necessárias para um legal funcionamento, em função de irregularidades.
A função do Ministério da Agricultura é fiscalizar e orientar, e exigir o cumprimento das formalidades legais.
Assim como o Ministério tem que cumprir com as suas obrigações, compete aos clubes respeitar as regras que regem a atividade.
Um Jockey Club em funcionamento é sempre um pulo de atração de uma cidade, leva progresso às comunidades, promove empregos, riquezas e lazer.
É uma pena que nem todos os dirigentes de clubes promotores de corridas tenham consciência da importância cultural e esportiva, social e financeira da atividade.
É quase um crime, contra o bom gosto e a vida nas cidades, principalmente naquelas menores em que as atrações de lazer não são muitas, deixar um hipódromo fechado, parado, sem cumprir o seu papel de entretenimento e promotor de empregos, de investimentos, de novos meios de vida, de melhorias em todos os setores e sentidos.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
19 DE DEZEMBRO - GRANDE PREMIO SANTA MARIA
BÁRBARA MELO: NÃO GOSTEI DO TURFE PERNAMBUCANO...AMEI !
Chico Mendonça e Bárbara Melo

A festa do Grande Prêmio Edisio Pereira contou com várias presenças ilustre do turfe brasileiro e uma destas pessoas que nos honrou veio do turfe paranaense, a aprendiz de joqueta Barbara Chagas Melo, 21 anos, que atendeu ao convite de Edisio Pereira Filho e veio prestigiar a nossa grande festa.
A bem da verdade, o que estava previsto era a participação de seis joquetas, onde seria realizado o desafio das campeãs, que seria disputado em três provas com distâncias de 1000 metros, 1.400 e 1.700 metros entre elas e contaríamos uma pontuação, cabendo uma premiação a vencedora. A maioria das convidadas topou participar do evento e junto com elas também estaria presente o instrutor da escola de formação de jóqueis do JCSP. Mas o que aconteceu foi que uma das convidadas fez algumas exigências e convenceu as demais a não participar do desafio que na verdade era uma boa maneira de abrilhantar mais ainda a nossa festa e divulgar a participação da mulher no turfe brasileiro e porque não dizer no turfe pernambucano. Mas significativamente nós contamos com a presença e simpatia da Barbara Melo que montou em quatro páreos sendo a sua melhor colocação no 2º páreo do sábado que foi uma prova em sua homenagem a ela mesmo, “Prêmio Barbara Melo” . Sempre assediada pela criançada e pessoas que queriam cumprimentar-lhe e tirar uma foto para recordação. Garota meiga, muito simpática, inteligente de uma conversa bem agradável, após as corridas do domingo participou da comemoração da vitória de Recompensado e a confraternização pela realização do XXº Grande Prêmio Edisio Pereira na Coudelaria FBL.
Barbara conversou com a nossa equipe sobre turfe e sua vinda ao Recife, e a possibilidade de voltar em novembro para o festival do Grande Prêmio Bento Magalhães.
Site – Porque a profissão de jóquei?
Barbara – Sou de uma família de quatro irmãs e só eu gosto de turfe. Acho que é coisa do destino…
Site – Turfe Pernambucano?
Barbara – Na verdade eu nunca imaginava que um dia eu viesse montar aqui, para mim foi uma surpresa e desde que eu recebi o convite fiquei imaginado como seria o final de semana. Tem que ser bom… vai ser… e foi maravilhoso! Aqui se faz turfe mais pela emoção do que pelas apostas e dividendos financeiros. Aqui tem animais que custaram mais de 70 mil reais e vão correr por menos de 1/3 do que valem. Isso é paixão e forte.
Site – O Jockey Club de Pernambuco?
Barbara – Eu pensava que fosse bem maior porque minha referência são os hipódromos do Rio Grande do Sul e Paraná, o daqui é bem aconchegante e bem estruturado.
Site – Público?
Barbara - Quando eu cheguei ao Jockey no sábado, achei que tinha vindo para o lugar errado de tanta gente que vi. Lá no Paraná um público assim só em dia de grande prêmio do Paraná. Aqui pelo que eu vejo no site é constante. Certo que em dia de grande prêmio vem muito mais pessoas. Se cada arquibancada desta cabem 3 mil pessoas, quantas tinham no sábado e domingo na Madalena?
Site – Montarias?
Barbara – Olha quando ia para o cânter eu não tirava os olhos das arquibancadas e lá na partida eu sempre dava uma olhadinha para curtir o grande público. Pena que eu não ganhei uma corrida para retribuir o carinho que recebi de vocês. Mas valeu, eu adorei estar aqui e mais uma vez eu te digo que quero voltar. Quem sabe no Bento Magalhães?
Site – Receptividade
Barbara – Posso dizer uma coisa? Eu não gostei daqui, simplesmente amei. Entre gostar e amar existe muita diferença. Eu nunca vi um povo tão alegre, receptivo e apaixonado por turfe. Quando agente chega, gosta e quando começa a conviver ama. Acho que se eu não voltar no Bento Magalhães em novembro vou ficar muito triste.
Site – Estrutura
Barbara – Gostei da raia, tem areia em boa quantidade, estava bem solta e assim é bom. Vi que existe uma boa piscina para os cavalos, a casa de jóqueis está passando por reforma. Gostei muito do Padock, bem próximo à pista e do publico. O sistema de aúdio estava impecável. Modernidade para o turfe.
Site – Corrida de Pônei
Barbara - Achei interessante a corrida dos pôneis, pensei que eles estavam no Jockey apenas para as crianças passear assim como se faz lá no Paraná, mas quando me disseram que eles iriam correr eu fiquei para ver e achei bem interessante. Acho que todos os hipódromos do Brasil deveriam tomar essa iniciativa para preparar o futuro do turfe no Brasil.
Site – Direção do Jockey
Barbara – A maneira que vocês fazem o turfe deveria servir de exemplo para outros administradores de hipódromos pelo Brasil a fora. Nota Dez.
Site – Quer dizer alguma coisa ou deixar algum recado?
Barbara – Sim, primeiro agradecer de coração ao Edisio Pereira pelo convite, agradecer aos funcionários do Jockey, a comissão de corridas e a receptividade que tive. Quero parabenizar todos vocês pela grande festa realizada neste final de semana. Essa festa eu nunca vou esquecer. Gente obrigada por tudo. Um grande abraço para todos.
POR Chico Mendonça

A festa do Grande Prêmio Edisio Pereira contou com várias presenças ilustre do turfe brasileiro e uma destas pessoas que nos honrou veio do turfe paranaense, a aprendiz de joqueta Barbara Chagas Melo, 21 anos, que atendeu ao convite de Edisio Pereira Filho e veio prestigiar a nossa grande festa.
A bem da verdade, o que estava previsto era a participação de seis joquetas, onde seria realizado o desafio das campeãs, que seria disputado em três provas com distâncias de 1000 metros, 1.400 e 1.700 metros entre elas e contaríamos uma pontuação, cabendo uma premiação a vencedora. A maioria das convidadas topou participar do evento e junto com elas também estaria presente o instrutor da escola de formação de jóqueis do JCSP. Mas o que aconteceu foi que uma das convidadas fez algumas exigências e convenceu as demais a não participar do desafio que na verdade era uma boa maneira de abrilhantar mais ainda a nossa festa e divulgar a participação da mulher no turfe brasileiro e porque não dizer no turfe pernambucano. Mas significativamente nós contamos com a presença e simpatia da Barbara Melo que montou em quatro páreos sendo a sua melhor colocação no 2º páreo do sábado que foi uma prova em sua homenagem a ela mesmo, “Prêmio Barbara Melo” . Sempre assediada pela criançada e pessoas que queriam cumprimentar-lhe e tirar uma foto para recordação. Garota meiga, muito simpática, inteligente de uma conversa bem agradável, após as corridas do domingo participou da comemoração da vitória de Recompensado e a confraternização pela realização do XXº Grande Prêmio Edisio Pereira na Coudelaria FBL.
Barbara conversou com a nossa equipe sobre turfe e sua vinda ao Recife, e a possibilidade de voltar em novembro para o festival do Grande Prêmio Bento Magalhães.
Site – Porque a profissão de jóquei?
Barbara – Sou de uma família de quatro irmãs e só eu gosto de turfe. Acho que é coisa do destino…
Site – Turfe Pernambucano?
Barbara – Na verdade eu nunca imaginava que um dia eu viesse montar aqui, para mim foi uma surpresa e desde que eu recebi o convite fiquei imaginado como seria o final de semana. Tem que ser bom… vai ser… e foi maravilhoso! Aqui se faz turfe mais pela emoção do que pelas apostas e dividendos financeiros. Aqui tem animais que custaram mais de 70 mil reais e vão correr por menos de 1/3 do que valem. Isso é paixão e forte.
Site – O Jockey Club de Pernambuco?
Barbara – Eu pensava que fosse bem maior porque minha referência são os hipódromos do Rio Grande do Sul e Paraná, o daqui é bem aconchegante e bem estruturado.
Site – Público?
Barbara - Quando eu cheguei ao Jockey no sábado, achei que tinha vindo para o lugar errado de tanta gente que vi. Lá no Paraná um público assim só em dia de grande prêmio do Paraná. Aqui pelo que eu vejo no site é constante. Certo que em dia de grande prêmio vem muito mais pessoas. Se cada arquibancada desta cabem 3 mil pessoas, quantas tinham no sábado e domingo na Madalena?
Site – Montarias?
Barbara – Olha quando ia para o cânter eu não tirava os olhos das arquibancadas e lá na partida eu sempre dava uma olhadinha para curtir o grande público. Pena que eu não ganhei uma corrida para retribuir o carinho que recebi de vocês. Mas valeu, eu adorei estar aqui e mais uma vez eu te digo que quero voltar. Quem sabe no Bento Magalhães?
Site – Receptividade
Barbara – Posso dizer uma coisa? Eu não gostei daqui, simplesmente amei. Entre gostar e amar existe muita diferença. Eu nunca vi um povo tão alegre, receptivo e apaixonado por turfe. Quando agente chega, gosta e quando começa a conviver ama. Acho que se eu não voltar no Bento Magalhães em novembro vou ficar muito triste.
Site – Estrutura
Barbara – Gostei da raia, tem areia em boa quantidade, estava bem solta e assim é bom. Vi que existe uma boa piscina para os cavalos, a casa de jóqueis está passando por reforma. Gostei muito do Padock, bem próximo à pista e do publico. O sistema de aúdio estava impecável. Modernidade para o turfe.
Site – Corrida de Pônei
Barbara - Achei interessante a corrida dos pôneis, pensei que eles estavam no Jockey apenas para as crianças passear assim como se faz lá no Paraná, mas quando me disseram que eles iriam correr eu fiquei para ver e achei bem interessante. Acho que todos os hipódromos do Brasil deveriam tomar essa iniciativa para preparar o futuro do turfe no Brasil.
Site – Direção do Jockey
Barbara – A maneira que vocês fazem o turfe deveria servir de exemplo para outros administradores de hipódromos pelo Brasil a fora. Nota Dez.
Site – Quer dizer alguma coisa ou deixar algum recado?
Barbara – Sim, primeiro agradecer de coração ao Edisio Pereira pelo convite, agradecer aos funcionários do Jockey, a comissão de corridas e a receptividade que tive. Quero parabenizar todos vocês pela grande festa realizada neste final de semana. Essa festa eu nunca vou esquecer. Gente obrigada por tudo. Um grande abraço para todos.
POR Chico Mendonça
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