Claudio Miragaia tem olho clínico. Adquiriu no Leilão do Haras Springfield, os potros Douce Joie (F.A.Put It Back e Eclipta), Dica Quente (F.C.Amigoni e Zimbamia), Desempenho Máximo (M.C.Amigoni e Quebec Lady), Do The Right (F.T.Amigoni e Fix It).
No Leilão Mixed Sales, da Pró-Turfe, comprou Right Minded (F.C.Our Emblem e Let Me Know), de criação do Haras Old Friends Ltda. No mesmo remate vendeu Ventana para o Beverly Hills Stud.
No último final de semana adquiriu nos páreos de Claiming, em Cidade Jardim: Unzen e Curuça.
E, nas últimas reuniões ganhou 3: Didie Six, Vyborné e Caro da Guanabara.
creditos - JT
Jeane Alves
Vitória de G 1 com Equitana
domingo, 24 de julho de 2011
A CULPA FOI DO JCRGS
Transcrito do site do JCRGS, em 14/7/2011:
CC do JCRGS: reunião de hoje, dia 14 de Julho, foi cancelada - A Comissão de Corridas do Jockey Club do Rio Grande do Sul cancelou a reunião do dia 14/07/2011 devido às fortes chuvas. Houve a tentativa de adiar o início das corridas, mas infelizmente a pista não apresentou condições ideais para que fosse realizada a referida reunião.
Temos elogiado a Diretoria do maior clube gaúcho, mas, quando temos que criticá-la, não titubeamos.
No mesmo site do JCRGS, clicando no ícone Clube e depois Diretoria, fiquei surpreso ao ver o nome de apenas 9 diretores, contando o do presidente. Destes, Lucio Moure demitiu-se e o Dr. Paulo Meira e Cesar Cidade Dias estão afastados devido a motivos profissionais. Sobraram apenas 6.
Mas o detalhe mais importante é que não existe um DIRETOR DE HIPÓDROMO. Isso mesmo, aquela pessoa responsável pelos pavilhões e pistas.
Ficamos ainda sabendo que o Vitor Hugo Barnasque, atual presidente da Comissão de Corridas, assumiu a diretoria de apostas.
Está tudo errado. José Vecchio Filho se considera um pacificador, então, precisa buscar nomes em qualquer ala política do JCRGS para preencher os cargos vagos e exercer com tranquilidade seu final de mandato.
As chuvas foram fortes? Foram. Intensas? Muito. Foi culpa de Deus? Não, pois faz tempo que a raia do Cristal precisa de melhorias. O último a realizá-las foi Nilton Beck Muradás, há quase duas décadas. E depois? Nada!
Mas, e os profissionais? Na hora da corrida se negaram a montar, dizendo que a pista não tinha segurança. Ótimo. Mas só viram isso na última quinta-feira? Não.
Há dois meses Hilson F. Santos levou o presidente Vecchio até a curva da Avenida Chuí e mostrou os problemas, mas o JC nada fez.
Conversando com vários jóqueis, eles disseram que, se o JC tirar a areia acumulada nas caixas em volta das pistas, todos os buracos que existem na raia seriam tapados.
Não está faltando diálogo entre a diretoria e os profissionais, mas sim, ação de parte dos mandatários.
Admitir seus erros é fundamental neste momento. Mas, a entidade tem dinheiro para fazer melhorias. E necessita com urgência fazê-las.
Começando pela entrada da Avenida Diário de Notícias, com um problema de alagamento que vai completar 10 anos.
É preciso de gente que trabalhe e ajude o presidente Vecchio. E ele precisa ir atrás destas pessoas, pois elas não vão cair do céu.
Na sexta-feira, 15, uma operação de mobilização aconteceu. Retro-escavadeira na pista, trator na Vila Hípica. Antes tarde do que nunca!
Em tempo: Será preciso compensar o cancelamento da reunião da última 5ª feira. Minha sugestão é fazer 12 páreos durante 5 reuniões seguidas. Na fase em que o turfe está, proprietários e profissionais do Cristal não podem abrir mão das 10 provas canceladas e o clube, segundo o próprio presidente, possui dinheiro para pagar (no outro dia) os prêmios de 40 páreos por mês. Mas isso não foi feito nesta semana... com 102 inscrições, páreos cheios e dificuldade de vitória para todos. Principalmente para o apostador.
MARCOS RIZZON
CC do JCRGS: reunião de hoje, dia 14 de Julho, foi cancelada - A Comissão de Corridas do Jockey Club do Rio Grande do Sul cancelou a reunião do dia 14/07/2011 devido às fortes chuvas. Houve a tentativa de adiar o início das corridas, mas infelizmente a pista não apresentou condições ideais para que fosse realizada a referida reunião.
Temos elogiado a Diretoria do maior clube gaúcho, mas, quando temos que criticá-la, não titubeamos.
No mesmo site do JCRGS, clicando no ícone Clube e depois Diretoria, fiquei surpreso ao ver o nome de apenas 9 diretores, contando o do presidente. Destes, Lucio Moure demitiu-se e o Dr. Paulo Meira e Cesar Cidade Dias estão afastados devido a motivos profissionais. Sobraram apenas 6.
Mas o detalhe mais importante é que não existe um DIRETOR DE HIPÓDROMO. Isso mesmo, aquela pessoa responsável pelos pavilhões e pistas.
Ficamos ainda sabendo que o Vitor Hugo Barnasque, atual presidente da Comissão de Corridas, assumiu a diretoria de apostas.
Está tudo errado. José Vecchio Filho se considera um pacificador, então, precisa buscar nomes em qualquer ala política do JCRGS para preencher os cargos vagos e exercer com tranquilidade seu final de mandato.
As chuvas foram fortes? Foram. Intensas? Muito. Foi culpa de Deus? Não, pois faz tempo que a raia do Cristal precisa de melhorias. O último a realizá-las foi Nilton Beck Muradás, há quase duas décadas. E depois? Nada!
Mas, e os profissionais? Na hora da corrida se negaram a montar, dizendo que a pista não tinha segurança. Ótimo. Mas só viram isso na última quinta-feira? Não.
Há dois meses Hilson F. Santos levou o presidente Vecchio até a curva da Avenida Chuí e mostrou os problemas, mas o JC nada fez.
Conversando com vários jóqueis, eles disseram que, se o JC tirar a areia acumulada nas caixas em volta das pistas, todos os buracos que existem na raia seriam tapados.
Não está faltando diálogo entre a diretoria e os profissionais, mas sim, ação de parte dos mandatários.
Admitir seus erros é fundamental neste momento. Mas, a entidade tem dinheiro para fazer melhorias. E necessita com urgência fazê-las.
Começando pela entrada da Avenida Diário de Notícias, com um problema de alagamento que vai completar 10 anos.
É preciso de gente que trabalhe e ajude o presidente Vecchio. E ele precisa ir atrás destas pessoas, pois elas não vão cair do céu.
Na sexta-feira, 15, uma operação de mobilização aconteceu. Retro-escavadeira na pista, trator na Vila Hípica. Antes tarde do que nunca!
Em tempo: Será preciso compensar o cancelamento da reunião da última 5ª feira. Minha sugestão é fazer 12 páreos durante 5 reuniões seguidas. Na fase em que o turfe está, proprietários e profissionais do Cristal não podem abrir mão das 10 provas canceladas e o clube, segundo o próprio presidente, possui dinheiro para pagar (no outro dia) os prêmios de 40 páreos por mês. Mas isso não foi feito nesta semana... com 102 inscrições, páreos cheios e dificuldade de vitória para todos. Principalmente para o apostador.
MARCOS RIZZON
A M Marinho e a sua primeira vitória

Contente e feliz da vida está o aprendiz A.M.Marinho (Cochicho), após a grande vitória no dia da sua estreia no Jockey Club de Pernambuco. Dia de festa, com uma platéia bem celeta para prestigiar a Xª edição do Grande Prêmio Manoel Medeiros. Ganhar é tudo o que almeja um jóquei em um dia como esse, e se for um aprendiz ai nem se fala, a vontade de ganhar aumenta e o sonho de levar o animal para a foto da vitória, receber aplausos e os cumprimentos do público não tem preço. O que não é muito bom é a quantidade de chicotadas que leva o aprendiz quando consegue a sua primeira vitória, mas faz parte da comemoração.
Foi uma tarde que eu nunca mais vou esquecer, comentou o aprendiz A.M.Marinho que falou sobre a estreia com Paul Garden e a vitória com Tango. Primeiro quero agradecer aos proprietários Paulo Corte Real e Joaquim Moreira, e aos treinadores J.R.Cifuentes e J.A.Barros pelas montarias do domingo. Também o treinador W.Maciel pelas oportunidades e o aprendizado com os animais de sua responsabilidade. A estreia com Paul Garden foi boa, mas sabíamos que o páreo era difícil e que o cavalo não está no melhor de sua forma. Procurei fazer tudo o que mandou o treinador, mas na altura dos 800 metros finais, Paul Garden já mostrava que não tinha condição de chegar perto, ele estava se negando a correr. Mas foi bom, largamos bem, procurei não ser prejudicado nas curvas, mas infelizmente não deu para chegar mais perto. No páreo seguinte no dorso de Tango, eu peguei mais confiança. Mais uma vez fiz uma boa largada, mas foi na seta dos 800 metros, quando o Rich And Famous começou a parar que eu achei que tinha muita chance de ganhar devido a chance de ir para baliza um, onde Tango gosta mais de correr. Na reta final girei por dentro e vi J.Júlio por fora. Eu pensava que ele iria para dentro já que ele estava na minha frente, mas como ele não foi, então exigi o máximo do meu cavalo e conseguimos dominar a corrida. Nos 200 metros finais bateu um pouco de desespero, eu já queria comemorar, mas nada de chegar o vencedor. Nesse momento, parece que a distância vai aumentando ao invés de diminui. Nos metros finais, não deu para segurar a emoção, daí a vibração antes de cruzar o espelho, o que eu não deveria ter feito, até porque Dauntless Emblem vinha bem por fora e a diferença de Tango para ele não foi tão grande assim.
Chico Mendonça
Famous Name é bicampeão do Meld Stakes

Famous Name é bicampeão do Meld Stakes, Grupo III, em Leopardstown
De criação da Juddmonte e defensor das cores de seu criador, Khalid Abdullah, o seis anos Famous Name, um Dansili e Fame At Last, por Quest for Fame, preparado por Dermot Weld e dirigido por Patrick Smullenn, foi, na ultima quinta feira, o facílimo ganhador dos 1.800m do Meld Stakes (G3), em Leopardstown, prova que ele havia vencido na temporada passada.
O neto materno de Quest for Fame tem em sua campanha, além de suas vitórias anteriores este ano (2000m do International Stakes, G3, em Curragh, 1.600m do Amethyst Stakes, G3, em Leopardstown), aos três anos, um segundo lugar, para Vision d'Etat (Chichicastenango e Uberaba, por Garde Royale), nos 2.100m do Prix du Jockey Club (G1), em Chantilly.
Ele cruzou o disco com quatro corpos e meio de vantagem (foto Racing Post), sobre o três anos Duboyne Express (Sharmadal e Love Excelling, por Polish Precedent), treinado por Kevin Prendergast e com Declan McDonogh up. O defensor das cores de John Connaughton, vinha de quinto no Dubai Duty Free Irish Derby (G1), vencido por Treasure Beach (Galileo e Honorine, por Mark of Easteem) e, aos dois anos, foi o ganhador dos 1.300m do Anglesey Stakes (G3).
Cinco corpos e meio depois, chegou outro três ano, Creekside (Dubai Destination e Khubza, por Green Desert), que tem como entraineur John Cox e foi pilotado por Johnny Murtagh, defendendo as cores do Sheik Mohammed Al Maktoum.
Em último, um corpo e meio atrás do terceiro (correram quatro), chegou o defensor do trio Tabor- Smith-Mrs John Magnier, o quatro anos Jan Vermeer (Montjeu e Shadow Song, por Pennekamp), montado por Seamie Heffernan e preparado por Adrian O'Brien. Foi um fracasso completo. Ele vinha de secundar Famous Name no International Stakes (G3), tendo sido, este ano, terceiro no Brigadier Gerard Stakes (G3), em 2.100m, prova vencida por Workforce (King's Best e Soviet Moon, por Sadler's Wells), mesma colocação que, em 2010, obteve no Dubai Duty Free Irish Derby (G1), quando Cape Blanco (Galileo e Laurel Delight, por Presidium)m, foi o vencedor, e nos 2.400m, em Longchamp, do Grand Prix de Paris (G1), dominados por Behkabad (Cape Cross e Bekhara, por Kris), de Sua Alteza Aga Khan, além de seu quarto no Investec Derby Stakes (G1), em Epsom, onde Workforce foi o ganhador.
O tempo foi de 1:56:70.
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