Jeane Alves

Jeane Alves
Vitória de G 1 com Equitana

domingo, 14 de novembro de 2010

BRASIL, REPUBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL

15 DE NOVEMBRO DE 1889, 09 HORAS, NASCE A REPUBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL
PROCLAMADA PELO MARECHAL MANOEL DEODORO FONSECA


HISTÓRIA DO TURFE - PRADO FLUMINENSE

CAVALGADA S A RANCH 2009

ENERGIA CINTILANTE COM BRUNO REIS VENCEM NOS EMIRADOS ÁRABES



Energia Cintilante, 3 anos, filha de Torrential e Key Largo (Roi Normand), de criação e propriedade do Haras Estrela Energia, venceu o 2º páreo de ontem em Sharjah Equestrian and Racing Club, nos Emirados Árabes Unidos, um maiden com AED 35,000 de bolsa, disputado em 1.200 metros, areia.

Sob a tocada do brasileiro Bruno Reis a pupila do também brasileiro Eduardo Martins cruzou o espelho com folga de 2 1/2 corpos sobre Nanni The Teaser, na marca de 1:12 cravados.

por Jair Balla

TROUBLE GIRL PRIMEIRA VITÓRIA DE VINICIUS RIBEIRO


A égua Trouble Gril, vencedora do sexto páreo deste domingo, dia 14 de novembro, do Hipódromo da Gávea, deu ao aprendiz de 4ª categoria Marcus Vinicius Ribeiro Machado, o V.Ribeiro dos programas, o primeiro êxito na profissão.
A vencedora defende as sedas do Stud Meio-Século e conta com o preparo de André Mion. Trouble Girl, por Dodge e Mystic American, criada pelo Haras Anderson, assinalou 1m09s11 para os 1.100 metros da pista de areia pesada.
V.Ribeiro recebeu matrícula para atuar como aprendiz de jóquei no dia 21 de setembro, estreando no dia 1º de outubro.


por Danielle Franca - Foto: Davi Oliveira

FAST FEET VENCE O GRANDE PRÊMIO FREDERICO LUNDGREN


FAST FEET COM HENDERSON FERNANDES VENCE O GRANDE PRÊMIO FREDERICO LUNDGREN - GRUPO III - 1600 METROS - GRAMA
PROPRIETÁRIO, STUD GABIZO DE FARIA
CRIADOR, HARAS PONTA PORÃ
TREINADOR, VENANCIO NAHID
FILIAÇÃO,REDATTORE E VOLANTERA

FANTASTICO, PROCESSO CONTRA POLITICOS É ARQUIVADO "POR QUE ELES TEM BERÇO"


Procuradoria livra Justus e Curi alegando que eles têm “berço”
Parecer usado para arquivar pedido de cassação de deputados diz que presidente e primeiro-secretário “têm tradição familiar”
Alguns dos argumentos que embasaram a decisão tomada pelo Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná de arquivar o pedido de cassação do presidente da Casa, Nelson Justus (DEM), e do primeiro-secretário, Alexandre Curi (PMDB), são, no mínimo, peculiares. Consultada pelo conselho, a procuradoria do Legis­­­lativo estadual opinou pelo arquivamento do pedido feito pelo Partido Verde (PV), entre outros fatores, devido ao histórico político e à tradição familiar dos dois parlamentares. Outro argumento é de que as notícias que motivaram a denúncia do PV eram especulatórias e faziam pré-julgamento dos deputados. Dian­­te desse cenário, a verdade “há de prevalecer”, diz o parecer. Es­­pecialistas ouvidos pela Gazeta do Povo classificaram a posição como corporativista e tendenciosa. Para eles, a Procuradoria da Assembleia atuou como advogada de defesa de Justus e Curi.

Protocolado no início de ju­­nho, o documento do PV relatava as denúncias feitas pela série de reportagens Diários Secretos, da Gazeta do Povo e da RPC TV. Segundo o partido, as irregularidades trazidas à tona – como o desvio de dinheiro por meio da contratação de funcionários fantasmas e a falta de divulgação dos atos oficiais da Casa – eram suficientes para configurar quebra do decoro parlamentar.

Reportagens receberam Prêmio Imprensa Embratel
Na última quarta-feira, a equipe de jornalistas da Gazeta do Povo e da RPC TV composta por Katia Brembatti, Karlos Kohl­­bach, James Alberti e Gabriel Tabat­­­cheik venceu o Prêmio Imprensa Embratel 2010 na categoria “jornalismo investigativo”, também conhecido como Prêmio Tim Lopes. A conquista foi obtida com a série de reportagens Diários Secretos, publicada a partir de março, que desvendou uma rede de corrupção e contratação de funcionários fantasmas e “laranjas” na Assembleia Legis­­­lativa do Paraná.

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O pedido do PV, porém, foi considerado improcedente pelos cinco deputados que integram o Conselho de Ética que, por unanimidade, decidiram pelo arquivamento do processo. Para isso, os deputados se basearam em pareceres da Procuradoria da Casa e do advogado Carlos Alberto Farracha de Castro. O principal embasamento dos parlamentares se centrou no fato de que a contratação de funcionários fantasmas – que segundo o Ministério Público (MP) seria parte de um esquema que resultou no desvio de pelo menos R$ 100 milhões da Assembleia – era uma função delegada ao ex-diretor-geral Abib Miguel. Dessa forma, Justus e Curi teriam “errado por omissão”, o que, segundo o conselho, não seria “um crime de pena de cassação”.

Peculiaridades

No entanto, o parecer elaborado pela Procuradoria da Assembleia vai além. O documento ressalta a importância de “priorizar o perfil” de Justus e Curi, que, diante das denúncias, estariam sofrendo prejuízo de “credibilidade e honrabilidade”. No parecer, Justus é destacado como “cidadão de reconhecida tradição familiar” em Curitiba, “empresário de vasto sucesso” e com “notório reconhecimento público face aos ensinamentos jurídicos exteriorizados pelos seus antepassados”.

Curi também é citado como revestido de “reconhecida tradição familiar”. Segundo a procuradoria da Assembleia, o peemedebista, que é neto do ex-deputado Aníbal Khury, descende do “maior político” que o Paraná teve até hoje, com quem teria aprendido que deve permanecer na vida pública “para ajudar os pequenos”.

O parecer da procuradoria diz ainda que ambos os deputados não merecem ter “a honra irresponsavelmente maculada” e que, em meio à onda de denúncias de caráter “especulatório”, “a realidade fática há de prosperar e prevalecer”.

Críticas

Para o cientista político da UFPR Ricardo Costa de Oliveira, o posicionamento da Procuradoria da Assembleia mostra uma defesa corporativista de Justus e Curi, que passa aos paranaenses uma posição de impunidade. “De acordo com os princípios constitucionais e republicanos, todos são iguais perante a lei.”

A opinião é compartilhada pelo cientista político da PUCPR Mário Sérgio Lepre, para quem o episódio demonstra a visão pa­­trimonialista que persiste como um ranço na política brasileira. “A procuradoria atuou como advogada de defesa, tentando desqualificar as denúncias”, diz.


Gazeta do Povo 14/11/2010
http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/diariossecretos/conteudo.phtml?tl=1&id=1067582&tit=Procuradoria-livra-Justus-e-Curi-alegando-que-eles-tem-berco